segunda-feira, 1 de abril de 2013

No 1º de abril, Google fecha YouTube e lança busca com cheiro; veja outras piadas

 Entre as piadas feitas por empresas de tecnologia nesta segunda (1º) para celebrar o "Dia da Mentira", o Google se destacou dos demais com o anúncio da descontinuação do YouTube, o lançamento do Google Nose e uma versão para "caça ao tesouro" do Google Maps.

O Twitter, por sua vez, disse que vai lançar duas versões do microblog: uma que permite a inserção de qualquer caractere (com mensalidade de US$ 5) e a outra, gratuita, com direito apenas a consoantes.

O serviço de busca com cheiro seria uma nova capacidade do Google para permitir que internautas experimentassem o aroma do assunto consultado. "Cheirar é acreditar", escreve a empresa no site do produto fictício.



Já a descontinuação do YouTube é justificada como o término de um concurso segundo a brincadeira, era disso de que se tratava o site de vídeos afinal. Os jurados de tal competição levariam uma década para decidir qual é o melhor filme já enviado ao site, antes de sua reestreia.


O serviço de mapas para encontrar tesouros do Google seria uma nova função do Google Maps. O Street View (visão da rua) também foi modificado para a piada, ganhando um filtro sépia:



Fonte: Folha S.Paulo

Mais leve, 'novo' Facebook ganha agilidade

 A reforma visual do feed de notícias do Facebook, apresentada no início de março, vai além da mudança cosmética. A primeira impressão, confirmada pelo uso, é de que a página mais leve e simples deu clara agilidade ao carregamento das informações.

Segundo o Facebook, nenhum servidor especial foi disponibilizado para quem já tem a nova configuração -por enquanto, 1% dos usuários enxerga o novo layout.
 

As fotos e imagens compartilhadas ganharam mais espaço, o que deixa a navegação mais agradável. Outro recurso que vicia é o aviso de novas histórias publicadas por amigos, em botão flutuante que surge no alto.

A nova cara mudou o jeito de visualizar os compartilhamentos e recomendações

Agora, quando mais de um amigo interage em um mesmo post, os avatares deles aparecem separados ao lado esquerdo do que foi postado, mostrando com clareza quem diz o quê. Basta passar o cursor por cima da foto do perfil, sem clicar, para checar de forma rápida o comentário.

Também ficou mais fácil identificar postagens de sites de notícias. Há mais espaço para os títulos e os textos descritivos, o que ajuda a identificar o tipo de conteúdo.

O maior controle do que é exibido é outro ponto forte da mudança. A caixa de seleção fica no alto, à direita. Além de escolher conteúdo por grupos de amigos, é possível usar outros filtros, como fotos, música e páginas seguidas.

Ainda falta a opção de personalizar mais a seção, optando por posts de culinária, por exemplo. Assim, a dica é curtir a página de interesse e optar pelo filtro "seguindo".

Outra novidade impactante é o deslocamento, para a esquerda, da coluna com bate-papo e atalhos para mensagens e calendário. O desconforto inicial passa rápido, e logo é notada a melhora.

Configurações de privacidade ficaram mais fáceis de acessar, basta clicar no cadeado ao lado do seu nome.

Aos poucos, a mudança vai unificar o visual em tablets e smartphones. Quem quiser entrar na fila para testar o novo feed deve se cadastrar em www.facebook.com/about/newsfeed (usuários da versão em inglês terão prioridade).

LINHA DO TEMPO

Já a mudança da linha do tempo é mais sutil. Apesar de terem sido mantidas as duas colunas, as postagens voltaram a ficar numa só, à direita (mais larga que a da esquerda), o que não obriga mais o internauta a ficar olhando para os dois lados para ver as atualizações.

A desvantagem é que, antes, era possível dar destaque em duas colunas para um post que o usuário julgasse mais mais importante, recurso que agora perdeu o sentido. Os posts mais importantes, agora, ganham uma estrelinha.

Na coluna da esquerda, agora, ficam as informações básicas de perfil, amigos, fotos e interesses. Com isso, o menu da imagem de abertura ficou mais magro e discreto, sem imagens e ícones.

Fonte: Folha S.Paulo

DNA é o Linux do mundo natural


Nós provavelmente assumimos mesmo que vagamente que um dia os computadores nos superarão, e deve ser por isso que é tão perturbador saber que os códigos de computadores estão evoluindo como códigos genéticos. Ao comparar o genoma bacteriano ao Linux, pesquisadores encontraram a “sobrevivência do mais apto” atuando na programação de computação.

Sergei Maslov, do Laboratório Nacional de Brookhaven, e o estudante Tin Yau Pang observaram como diferentes componentes em genomas e códigos de computadores funciona. Eles notaram que em ambos os exemplos de sistemas complexos, as partes constituintes prevalecentes se tornaram generalizadas por serem tão integradas que não podem ser removidas. E isso acontece ao contribuírem para a reprodução, seja diretamente ou através de expansões que tornam a reprodução possível.

Faz sentido que quão mais um gene ou um programa específico é usado, mais os desenvolvimentos futuros dependerão dele, mas a surpresa está na similaridade em frequência de uso entre genes importantes e programas de computadores. Maslov e Pang observaram 500 espécies de bactérias e 2 milhões de computadores individuais. Eles descobriram que a frequência que certos códigos genéticos são usados em processos fundamentais para a vida de bactérias era muito próxima à frequência de instalação de 200.000 pacotes de Linux. Maslov explica:

    "Nós descobrimos que pode os determinar o número de componentes cruciais esses sem o qual outros componentes não funcionariam com um simples cálculo que é verdadeiro tanto em sistemas biológicos como em computadores… as bactérias são o BitTorrent da Biologia."

Você descobre o número de partes fundamentais ao tirar a raiz quadrada dos componentes dependentes. Mas como Maslov diz, isso só funciona com código aberto, onde a evolução acontece “naturalmente”. Ok, definitivamente nosso universo é uma simulação computacional agora.

Fonte: Gizmodo

segunda-feira, 25 de março de 2013

Apple compra WiFiSlam e pode utilizar serviço de localização indoor

A empresa desembolsou cerca de 20 milhões de dólares pela startup.


A Apple comprou a WiFiSlam, uma startup que oferece um serviço de localização baseado nos sinais de redes sem fio dentro de edifícios e moradias. O valor da aquisição, de acordo com o The Wall Street Journal, foi de cerca de 20 milhões de dólares.

A WiFiSlam permite a localização de dispositivos dentro de ambientes fechados pela distância aproximada dos aparelhos conectados às redes WiFi disponíveis no local. A precisão do aplicativo é de 2,5 metros. Com isso, é possível determinar o andar e o aposento de um destino, por exemplo.
 

Mapeando interiores

A compra parece ser uma resposta da Apple às críticas sobre o seu serviço de localização, já que o app Maps revelou falhas grosseiras – inclusive levando aventureiros a se perder no deserto australiano. A imprecisão do aplicativo da Apple fez com que o executivo Tim Cook se desculpasse pela má qualidade do produto no ano passado.

A compra da startup pode indicar que a empresa está interessada em melhorar o seu serviço de localização e não deixar a Google dominar o setor com tanta facilidade como vem fazendo. A Google já oferece a localização em interiores para ambientes públicos como aeroportos, shoppings e estádios de esporte.

Ironicamente, a WiFiSlam tem entre seus fundadores um antigo engenheiro de software da Google. A Apple não se pronunciou sobre o objetivo da compra ou sobre o que planeja fazer com o serviço de localização indoor, mas confirmou a aquisição da startup.

Fonte: Tecmundo

Entenda a diferença entre as resoluções HD, Full HD, Ultra HD e 8K

Acompanhe a evolução da qualidade de imagem e veja como o mercado brasileiro de TVs está distribuído de acordo com a resolução da tela.

Principal característica observada pelos consumidores ao escolher uma nova TV, a resolução da tela está cada vez maior, mas a quantidade de modelos disponíveis pode confundir quem não conhece tecnologia. Confira no infográfico a diferença entre as resoluções HD, Full HD, Ultra HD e 8K:

HD -  As TVs com resolução HD exibem imagens com resolução de 1.280 x 720 linhas. TVs com esta resolução representam 20% das vendas.

Full HD -  A resolução tem 1.920 x 1.080 linhas e exibe cerca de 2 milhões de pixels. Ela está presente em mais de 70% das TVs vendidas no Brasil.

4K ou Ultra HD -  O número de pixels é quatro vezes maior do que no Full HD, com 3.840 x 2.160 linhas, totalizando mais de 8 milhões de pixels.

8K -  As imagens exibidas têm qualidade 16 vezes maior do que na resolução full HD (no total são 7.680 x 4.320 linhas).
*As letras “p” e “i” ao lado da resolução (ex. 1080p ou 1080i) indicam dois tipos diferentes: o p, de progressivo, indica que as linhas de pixels são atualizadas simultaneamente. Este tipo oferece uma qualidade de imagem superior às resoluções acompanhadas pela letra i, nas quais as linhas são atualizadas alternadamente.

Fonte: IG/Tecnologia

sexta-feira, 22 de março de 2013

Twitter pode ter aplicativo de música

Aplicativo, com o nome Twitter Music, permitirá ouvir músicas em streaming.

A rede social de microblogs Twitter está preparando um aplicativo de música que será lançado no fim do mês, para os dispositivos da Apple. A informação é do site especializado “CNET”.

O aplicativo, com o nome Twitter Music, permitirá ouvir músicas em streaming. Ele também vai sugerir artistas e canções e poderá ser personalizado com base nas contas que o usuário segue no Twitter, segundo o “CNET”.

Procurados, os representantes do Twitter não comentaram a informação. A rede social lançou em janeiro um aplicativo para compartilhar vídeos, o Vine.

Fonte: Band/Tecnologia

Hackers atacam página do Facebook do Femen

Um hacker islamita substituiu as fotos de diversas ações com seios à mostra do Femen por vídeos de suras do Alcorão.

Figura em: Hacker substituiu todas as publicações da página

Hackers islamitas tomaram o controle na noite de quarta-feira da página do Facebook do grupo feminista Femen-Tunísia após a divulgação de fotos de duas jovens tunisianas com os seios à mostra.

"Graças a Deus hackeamos esta página imoral e o melhor ainda está por vir", indicou o hacker, que assina como "al-Aangur".

"A página foi hackeada e, se Deus quiser, estas sujeiras desaparecerão da Tunísia", acrescentou.

O hacker substituiu nesta página as fotos de diversas ações com seios à mostra do Femen em todo o mundo por vídeos de suras do Alcorão, imagens que ilustram a profissão de fé do islã. Veja aqui a página do Facebook.

O Femen, um grupo de feministas ucranianas que agora está instalado em Paris e que foi imitado em vários países do mundo, é conhecido desde 2010 por suas ações "topless" para denunciar o sexismo, a homofobia, a prostituição e a religião.

Duas jovens tunisianas divulgaram nos últimos dias na internet fotos delas com os seios à mostra, depois de terem escrito sobre seus seios em letras pretas e em árabe "Meu corpo me pertence, não representa a honra de ninguém".

Há duas semanas ocorrem especulações na imprensa tunisiana sobre uma ação das feministas ucranianas e francesas na Tunísia, onde o atentado contra o pudor pode ser castigado com seis meses de prisão.

Desde a década de 1950, as mulheres tunisianas têm os direitos mais avançados no mundo árabe, mas persistem muitas desigualdades, sobretudo em matéria de herança.

Fonte: Band/Tecnologia