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segunda-feira, 15 de abril de 2013

Comunidade isolada no Pará terá energia solar


O primeiro leilão para a contratação de energia elétrica destinada ao suprimento de regiões remotas dos sistemas isolados está marcado para o dia 7 de maio, pelas Centrais Elétricas do Pará (Celpa).

O fornecimento de energia será feito por meio de painéis fotovoltaicos (equipamentos usados para absorver a energia solar e transformá-la em elétrica) com conversão para a corrente alternada. Serão atendidas 1.422 casas da Reserva Extrativista Verde para Sempre, que fica no município de Porto de Moz (PA).

Os moradores serão contemplados pelo Programa Luz para Todos, com investimento previsto em R$ 23,6 milhões. Os custos de investimento serão cobertos pela Conta de Desenvolvimento Energético (CDE) e os custos de operação, manutenção e ampliação, pela Conta de Consumo de Combustíveis (CCC).

Os valores investidos pelo Luz Para Todos são compartilhados pelo governo federal, estados e distribuidoras de energia elétrica.

No Brasil, o programa já atendeu mais de 3 milhões de famílias, com investimentos de R$ 19,8 bilhões, dos quais R$ 14,3 bilhões do governo federal. No Pará, o programa beneficiou 334.442 famílias, com aplicação de R$ 2 bilhões, dos quais R$ 1,5 bilhão do governo federal.

Fonte: INFO Exame

quarta-feira, 6 de março de 2013

Robô bioinspirado flutua e salta na água

Figura em: As duas pernas de impulsão do robô funcionam de forma parecida com remos.

Microrrobô bioinspirado
Já existem diversas versões de robôs que flutuam sobre a água.

Eles são geralmente inspirados nos insetos aquáticos da ordem Hemiptera e família Gerridae existem milhares de espécies ao redor do mundo.

Mas nenhum desses robôs era capaz de saltar, com fazem os insetos de verdade.
O desafio foi vencido por Jie Zhao e sua equipe do Instituto de Tecnologia Harbin, na China.

A equipe garante que este é o primeiro microrrobô bioinspirado que não apenas anda sobre a água, mas também salta, pulando continuamente para se movimentar, sem afundar.

Segundo eles, a capacidade de saltar permitirá que versões prontas para uso, em missões de reconhecimento ou monitoramento ambiental, possam superar mais facilmente os obstáculos encontrados na natureza.

Figura em: A solução exigiu a utilização de novos mecanismos de movimentação e de novos materiais,
como as patas, feitas de espuma de níquel.

Robô que salta na água
Construir um robô que salte sobre a água não é trivial porque a força necessária para impulsionar o robô para o ar faz com que as pernas afundem, inviabilizando o salto.

A solução exigiu a utilização de novos mecanismos de movimentação e de novos materiais.

As três pernas de suporte e as duas pernas de impulsão foram feitas usando uma espuma de níquel que é altamente porosa para ser leve e hidrofóbica, ou seja, que repele a água, evitando o afundamento durante a impulsão.

As patas da frente são formadas por um par de patas traseiras unidas, para manter a mesma área de apoio. As pernas de impulsão, por sua vez, mais se parecem com remos e funcionam quase como remos.

Apesar de pesar o equivalente a 1.100 insetos, o robô consegue se movimentar saltando sobre a água.

Os saltos levam o microrrobô flutuante a até 14 centímetros de altura, impulsionando a uma uma distância de 35,5 centímetros o robô sai da água a uma velocidade de 5,7 km/h.

Fonte: Tecnologia de Materiais

segunda-feira, 28 de janeiro de 2013

Cientistas brasileiros criam nanomaterial capaz de remover poluentes

Invenção remove poluentes metálicos e tóxicos presentes em efluentes industriais.
 

A Comissão Nacional de Energia Nuclear (CNEN) obteve nesta semana a patente sobre a invenção de um nanomaterial superparamagnético, que pode ser usado para remover poluentes metálicos e tóxicos presentes em efluentes industriais.

A invenção foi desenvolvida pelas pesquisadoras Mitiko Yamaura e Ruth Luqueze camilo, ambas do Instituto de Pesquisas Energéticas e Nucleares, e pelo pesquisador Luiz Sampaio, do Centro Brasileiro de Pesquisas Físicas. A patente, depositada em 2003, tem prazo de validade de 20 anos, contados a partir da data do depósito.

Feito à base de partículas de magnetita em escala nanométrica, o material é uma alternativa barata se comprado aos métodos tradicionais existentes. A metodologia consiste na remoção das nanopartículas com os poluentes com uso de campo magnético produzido por um ímã.

Fonte: Tecmundo