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segunda-feira, 22 de abril de 2013

Empresa cria lingerie que vibra para casais que ‘namoram’ pela internet

asais que curtem “namorar” pela internet acabam de ganhar uma nova alternativa para apimentar o relacionamento: a lingerie tecnológica. Desenvolvida pela empresa australiana Durex, a roupa íntima adaptada permite uma maior interação entre os parceiros e  já está dando o que falar. 
 

De acordo com o jornal britânico “Daily Mail”, o produto, que se chama “Fundawear”, utiliza um mecanismo de vibração para dar, tanto ao homem quanto à mulher, a sensação de toque nas partes íntimas. Um aplicativo instalado em smartphones funciona como um controle remoto e permite ao casal escolher como, onde e quando as vibrações acontecerão.



Em sua página no Facebook, a Durex explica que o produto ainda está em fase de produção, mas os interessados na novidade podem se candidatar como “testadores”. A expectativa dos criadores do projeto é que as peças caiam no gosto do público e sejam comercializadas o mais rápido possível.

Fonte: Bhaz

quarta-feira, 17 de abril de 2013

Remédio virtual para garantir a voz

Pesquisadores da UFRN criam software que avalia os sinais da voz do paciente e identifica prováveis patologias.

É preciso ficar atento ao som da voz. A rouquidão, por exemplo, quando persistente, sinaliza que algo não vai bem. O erro é buscar a assistência médica apenas quando o problema já está muito sério. Para facilitar o acesso da população ao diagnóstico precoce, uma equipe multidisciplinar da Universidade Federal do Rio Grande do Norte está trabalhando na criação de um software que avalia os sinais da voz do paciente e aponta para as prováveis patologias. A tecnologia deverá ser acoplada a tablets e smartphones.

A nova tecnologia possibilitará identificar desvios na voz que podem sinalizar para alguns distúrbios, que vão desde nódulos nas pregas vocais até câncer na laringe. E com a utilização deste equipamento no sistema básico, será possível identificar precocemente estes distúrbios. Atualmente, este diagnóstico é feito geralmente por fonoaudiólogos, que estão em maior quantidade apenas na saúde de média e alta complexidade.

O sistema está sendo desenvolvido com o aporte da UFRN, que financiou bolsas de pesquisa. Ele funcionará utilizando um banco de vozes de pessoas doentes e normais. A partir da similaridade com a voz gravada do paciente, o software identificará se há o indício de alguma patologia da voz e, num nível mais avançado, qual a patologia. O ideal, de acordo com o professor do Departamento de Engenharia da Computação, Luiz Felipe de Queiroz, é que o banco tenha, pelo menos, 500 vozes agregadas. Hoje, há pouco mais de 100. (Ao lado um figura em: Leandro Pernambuco, Heliana Bezerra Soares e Luiz Felipe de Queiroz, pesquisadores da UFRN).

A captação dos sinais de vozes está sendo feita a partir das consultas realizada na Clínica Escola de Fonoaudiologia da Universidade Federal e daqueles pacientes encaminhados pela Otorrinolaringologia da UFRN. Com os registros que já tem, explicou Queiroz, o software já faz a classificação correta sobre a existência de alguma patologia em 96% dos casos. O índice é válido apenas quando a questão se refere a ter ou não algum problema.

Quando se parte para identificar a patologia, o índice de acertos ainda é de cerca de 80%. Espera-se, no entanto, que estes valores cresçam à medida que se conquiste a maior robustez do software. O sistema utiliza uma técnica de processamento digital de sinais, que já era empregada em outros sistemas, mas, pela primeira vez, é utilizado para identificar patologias através da comparação de vozes gravadas.

“Nós da computação geralmente criamos um problema para tentar resolver. E desta vez estamos trabalhando com um problema real que existe e o sistema terá um fim prático”, ressaltou Queiroz. A professora de Engenharia Biomédica, Heliana Bezerra Soares, também engajada no projeto, ressalta que o software foi pensando desde o início para ser compatível com várias plataformas. “Nós tivemos a preocupação de que o software funcione em qualquer sistema. Às vezes é criado um sistema que funciona apenas no Windows, por exemplo, ou na plataforma Mac.”, afirmou.

O projeto é focado não só na pesquisa e extensão, mas também contempla o ensino. O professor fonoaudiólogo Leandro Pernambuco explicou que durante o curso nem sempre os alunos têm contato com patologias raras, o que será fundamental durante a carreira profissional. Através do sistema, eles poderão ouvir as vozes com os mais variados tipos de distúrbio e praticar o diagnóstico.

“Existe algumas patologias que são mais frequentes, como nódulos, e outras que não são tantas. Então se você for procurar por um pólipo vocal, por exemplo, é muito mais raro do que encontrar um nódulo. Aí é a oportunidade para um estudante de graduação é fantástica, porque ganha no processo de ensino e aprendizagem”, explicou.

Depois de pronto, o sistema será apresentado ao poder público para que seja integrado à saúde básica. O software, em hipótese alguma, será vendido. “Estamos fazendo a nossa parte e a ideia, de fato, é que o sistema seja útil”, atestou Queiroz.

A utilização do software, no entanto, não exclui a análise de outros profissionais. A avaliação completa é multidimensional, envolve a avaliação perceptiva auditiva, envolve a avaliação de análise acústica e a associação disso tudo com o diagnóstico otorrinolaringológico.

Professores estão entre os mais atingidos

A maior parcela de pacientes que os fonoaudiologistas recebem é formada pelos profissionais da voz. São pessoas que exigem muito das cordas vocais em seu ofício. E, dentro deste grupo, os que mais se destacam são os professores. De acordo com o professor do departamento de Fonoaudiologia da UFRN, Leandro Pernambuco, um estudo recente aponta que 63% dos professores já referiram ter tido algum problema vocal. “De fato, devido ao grande uso da força vocal, é um grupo que chama muita atenção”, reforçou o especialista, lembrando que o estudo também mostrou que boa parte destas pessoas fica afastada do trabalho até cinco dias por causa da voz.

O professor explicou que o mais comum nos pacientes são as disfonias funcionais, que, na verdade, acontecem não por uma alteração orgânica, mas por um mau uso da voz. A consequência pode ser um desvio na emissão vocal, o que pode causar edema na prega vocal ou irregularidade na vibração das pregas vocais. O mais preocupante são as disfonias orgânicos funcionais, em que a mais frequente é o nódulo, conhecido como calo vocal.

A questão ainda envolve o câncer de laringe, que é a patologia mais grave ligada à voz. “O primeiro sinal é a disfonia e com o tempo ela vai piorando”, ressaltou, lembrando que a rouquidão do ex-presidente Lula já era o sinal de algum problema. O caso do petista, complementou o professor, ajudou a dar maior divulgação nacional para este tipo de câncer.

O câncer de laringe vem crescendo, já despontando entre os dez mais frequentes do país. “Se você tem uma rouquidão, uma alteração na voz, que está durando mais de 15 dias e tende a piorar; se também está associada ao problema de deglutição, porque o sistema é um só, tem que procurar um médico otorrinolaringologista, um cirurgião de cabeça e pescoço e um fonoaudiologista para saber o que é”, ressaltou o professor.

Pronto para uso até o final do ano

A expectativa é de que em seis meses o sistema já esteja sendo testado em pacientes e, até o final do ano, pronto para uso. O graduando de Engenharia da Computação, Maurício Nunes, que está desenvolvendo o software, ainda vai precisar de mais três meses para concluir o programa, dos quais um será para fazer a migração de alguns códigos.

A partir de então, ele poderá ser usado para a captação dos sinais. Neste período será estudada a possibilidade de integrar os softwares aos sinais que já existem no banco da Clínica Escola da UFRN. “O importante é manter o padrão de aquisição. Aí a gente pode integrar esse banco e ele cresce de forma mais rápida”, ressaltou o professor Luiz Felipe.

E, em seis meses, o sistema já será testado em paciente para avaliar a robustez do projeto. Por enquanto, ele só está sendo testado em vozes existentes em um banco. Até o final do ano, espera já ter viabilizado uma plataforma que possa embarcar em celular e tablets.

Fonte: Novo Jornal

quarta-feira, 3 de abril de 2013

Microprojetores da Philips começam a ser vendidos no Brasil



Figura em: Philips PPX2480

Os diodos emissores de luz, os afamados LEDs, estão no mercado há décadas. No ramo das imagens, projetadas ou não, o que chama atenção é a alta taxa de contraste e principalmente o consumo bem menor que as tecnologias concorrentes. Os microprojetores ou picoprojetores se aproveitam destas vantagens. Tivemos a oportunidade de testar alguns deles no INFOlab e a experiência sempre foi: “Precisamos de mais luz aqui” e “É um bom quebra galho em reuniões familiares ou pequenas apresentações na empresa”. Os novos projetores da Philips conseguem ser pequenos e potentes com esta tecnologia.
Figura em: Philips PPX2055

Os modelos de projetores de bolso Philips PicoPix 2055, PicoPix 2480 e o PicoPix 2330 estão agora oficialmente disponíveis no mercado nacional. Os dois últimos algarismos se referem a intensidade da luz em cada um. Na verdade a tecnologia deles é a DLP, que usa também um LED RGB. Só para efeito de comparação, os projetores mais comuns no mercado possuem em torno de 3000 a 4000 lumens. Mas você jamais vai conseguir colocá-los no bolso, certo?
Figura em: Philips PPX2330

O menor deles, o PicoPix 2330, tem 130 gramas e consegue projetar uma imagem de até 60 polegadas a uma distância um pouco maior que 2 metros. A resolução nativa é 640 x 360 pixels e o contraste estático é 1500:1. Além disto, ele vem com entrada microSD e USB e reproduz sozinho os formatos de vídeos: MPEG4, H264 e RMVB. Segundo o fabricante, a duração da bateria é de 2 horas. Veja o vídeo de demonstração: 


O preços sugeridos dos aparelhos é 1599, 1899 e 2499 reais do mais simples para o mais avançado.


Fonte: INFO Exame

sexta-feira, 22 de março de 2013

Empresa cria carro dobrável para aluguel contra congestionamentos

Modelo não deverá destinado à compra, mas apenas a aluguel, para melhorar trânsito nas cidades.

 Um projeto do Instituto de Tecnologia de Massachusetts (MIT, na sigla em inglês), em conjunto com uma empresa espanhola, prevê que carros dobráveis ajudem a reduzir o tráfego pesado das cidades.

Além de ser elétrico, o carrinho ocupa o espaço equivalente a um terço de um carro convencional ao estacionar. Assista ao vídeo ou Embaixo o vídeo.


O dono da empresa que fabrica o automóvel pede aos consumidores que não comprem o modelo, mas que apenas o aluguem.

'É como um táxi, só que dirigido pelo passageiro', ele diz.


Figura em: Empresa cria carro dobrável para aluguel contra congestionamentos

Fonte: G1/Tecnologia

segunda-feira, 11 de março de 2013

Alemão cria projeto de asas e quer voar acima de 7 mil metros

Voar sempre foi uma ambição do ser humano. E, em pleno 2013, ainda há quem não abra mão de realizar este sonho. É o caso do alemão Fritz Unger e do seu projeto Skyflash. Desde 2007, ele vem desenvolvendo uma espécie de meio de transporte capaz de levá-lo sozinho a 25 mil pés de altura o equivalente a 7.620 metros. E Unger está cada vez mais próximo de alcançar este objetivo.


Figura em: Projeto de homem voador vem fazendo sucesso no YouTube (Foto: Reprodução/ YouTube)

No último dia 27 de fevereiro, o alemão publicou no YouTube o vídeo do seu “primeiro salto” com sua invenção. Em 2012, ele havia desenvolvido todos os projetos e realizado os cálculos necessários para criar o primeiro protótipo do Skyflash. Então, restou "somente" construir o aparelho e dar início às avaliações.

No vídeo abaixo, é possível visualizar apenas imagens do ponto de vista do próprio Fritz durante seu “voo” e algumas imagens dele parado, “deitado no chão” com a sua “engenhoca”. O seu “avião” é curioso, porém relativamente simples. Ele tem duas asas enormes, um compartimento para o “piloto” deitar e rodas para ajudar no pouso e decolagem.

Até o momento, o Skyflash já tem mais de 240 mil visualizações em seu canal do YouTube, que tem sete vídeos publicados. O principal, claro, é justamente este do “primeiro vôo”, com cerca de 40 mil views. Entre os comentários, muitos elogios, e também, muitas questões sobre a tecnologia e a segurança do piloto nos testes.

Na descrição do vídeo, os responsáveis pelo projeto também fazem questão de destacar que este não é um “voo” de verdade, mas sim um teste de sua velocidade e de como ele pode se comportar. Ou seja, este parece ser somente o começo da empreitada de Fritz Unger.

Confira o vídeo da invenção abaixo:



Fonte: Tech Tudo


sexta-feira, 1 de março de 2013

MYO é braçadeira de comandos e interação gestual


Em Minority Report, Tom Cruise usa uma luva que permite se comunicar com uma tela transparente. Toda a experiência é realizada através de gestos. Já vimos anteriormente os responsáveis por aquela tecnologia, que de fato existe. A Oblong Industries lançou em meados de 2008, uma combinação de hardware + software chamada g-speak. Apesar de ser um pouco velha, dada as alterações e novas descobertas que acontecem bem rapidamente no mundo atual, ela ainda é bem interessante.



Só que tanto em Minority Report quanto no produto da Oblong necessitamos de uma luva. O mesmo ocorre com o Kinect, que necessitamos do dispositivo para ter uma experiência mais rica. Aí entra o MYO. Ainda é dependente de um hardware, mas é bem menos desconfortável que uma luva, exige bem menos recursos que o software+hardware da Oblong e custa um pouquinho mais que o Kinect (lembrando que poucas pessoas compram só o Kinect, exceto quando já possuem um XBox 360). Assista ao vídeo logo abaixo:



O MYO é uma braçadeira que não exige software proprietário, como ocorre no Oblong, nem um hardware exclusivo como no Kinect. É a “união” entre esses dois hardwares: se compararmos o valor dos três, teremos o g-speak com preço indefinido, o Kinect por US$89 e o MYO por US$150 (em pré-venda e com disponibilidade prevista para o final de 2013).

Essa espécie de braçadeira de comandos gestuais funciona via feedback tátil, através da leitura da atividade dos músculos e de sensores de movimento. Através da leitura dos músculos é possível identificar a posição de cada dedo (fechado ou aberto) e, a partir da movimentação do braço, é possível também detectar qual é a posição do membro.

Ele usa Bluetooth 4.0 para se comunicar com outros dispositivos, baterias de íons de lítio recarregáveis e processador ARM. As APIs dele serão disponibilizadas futuramente e ele já suporta nativamente Windows e Mac OS X. E está planejado suporte para iOS, Android e outros sistemas através de APIs.


Fonte: Meio Bit

quinta-feira, 28 de fevereiro de 2013

Experimento de Nicolelis mostra ligação cérebro-cérebro em ratos

Um estudo liderado por Miguel Nicolelis, envolvendo a uma colaboração entre o Instituto de Neurociências de Natal e o Centro de Neuroengenharia da Universidade de Duke foi publicado pela Scientific Reports, uma revista do Grupo Nature. O estudo descreve o funcionamento da primeira interface cérebro-cérebro, que permite a transferência direta, em tempo real, de informações sensoriais e motoras entre os cérebros de pares de ratos.

Em um dos experimentos do trabalho, pesquisadores ligaram os cérebros de pares de animais que estavam em continentes diferentes. Um dos animais estava em Durham, na Carolina do Norte, Estados Unidos, e o outro no Laboratório do Instituto de Neurociências, em Natal.

Figura em: Experimento foi publicado na revista Scientific Reports.

A pesquisa pode permitir que, no futuro, os pesquisadores podem formar o primeiro "computador orgânico", que pode permitir o compartilhamento de informação motora e sensorial entre grupos de animais.

"Nossos estudos anteriores com interfaces cérebro-máquina tinham nos convencido de que o cérebro é muito mais plástico do que pensávamos," disse Nicolelis. "Naqueles experimentos, o cérebro foi capaz de se adaptar facilmente a aceitar estímulos vindos de dispositivos de fora do corpo e até mesmo aprender a processar luz infravermelha gerada por um sensor artificial. Então, a pergunta que norteou o presente estudo foi: já que o cérebro pode assimilar sinais de sensores artificiais, será que poderia também assimilar informações geradas por sensores vindos de um corpo diferente?", explica o cientista.

Fonte: Tribuna do Norte - RN

O menor chip ARM do mundo estará dentro de você


Fabricado pela Freescale, este pedaço de silício afirma ser o menor chip ARM do mundo. Medindo apenas 2x2x0,5 milímetros, ele é tão pequeno que pode parar dentro de… você.

Ele tem um modesto processador ARM Cortex-Mo+ de 48MHz, com 32KB de memória flash e 4KB de RAM. Isso pode parecer bem distante do que as configurações de hardware que estamos acostumados, mas esta coisa não foi feita para rodar softwares de desktop. De fato, conversando com a WIRED, um representante da Freescale explicou que eles estão “trabalhando com consumidores e parceiros para oferecer tecnologia para produtos que podem ser engolidos.”

Fantástico! Se você está interessado em criar pílulas inteligentes, os chips vão custar apenas US$ 0,75 a peça… quando você comprar um pacote com 100.000 deles.

Fonte: Gizmodo

Bateria flexível promete revolucionar os eletrônicos

O modelo pode armazenar a mesma quantidade de energia que uma bateria comum, com a vantagem de poder ser deformada em até 300% de sua forma original.


 

Uma equipe de engenheiros desenvolveu um novo tipo de bateria. O dispositivo possui a impressionante capacidade de poder ser deformado, dobrado e esticado de diversas maneiras, abrindo caminho para uma grande variedade de componentes eletrônicos, principalmente na área da Medicina.

Os responsáveis pela invenção são Yonggang Huang, da Universidade Nothwestern e John A. Rogers, da Universidade de Illinois. De acordo com os inventores, a bateria flexível pode ser deformada em até 300% sem sofrer danos estruturais, podendo ser inclusive carregada e utilizada mesmo em condições extremas.

Segundo os cientistas, é possível que esse tipo de bateria funcione por até oito horas antes de precisar de uma recarga, que pode ser feita via wireless, por exemplo. Isso é possível porque a bateria flexível pode ter a mesma capacidade energética de um modelo convencional construído a base de lítio.

O segredo da peça são as conexões entre as células. Os fios ondulados têm espaço para se esticar, enquanto as células que armazenam a energia continuam fixas no lugar.

Fonte: Tecmundo

quarta-feira, 6 de fevereiro de 2013

Rio Grande do Norte terá parque tecnológico

O Rio Grande do Norte terá o primeiro Parque Tecnológico para reunir, em um mesmo espaço, empresas, universidades, instituições de pesquisa e órgãos governamentais. A ideia é ampliar o acesso das empresas e instituições de ensino e pesquisa à ciência e tecnologia, o que contribuirá para inovação e crescimento do potencial econômico do RN.

O termo de referência para criação do Parque foi aprovado nesta sexta-feira (1º) durante a posse do secretário de Estado do Desenvolvimento Econômico, Rogério Marinho, como presidente do Conselho Estadual de Ciência e Tecnologia (Conecit). Para o secretário Rogério Marinho o estado vive um momento econômico de destaque e "é importante aproveitar o ambiente competitivo que temos e o trabalho das universidades locais e das entidades privadas para incentivar o avanço tecnológico do RN. A governadora Rosalba Ciarlini reconhece que o parque será fundamental para consolidar o estado como um dos pólos de ciência, tecnologia e inovação da região Nordeste".

Os recursos para construção do Parque já estão assegurados e serão oriundos do financiamento do Governo do Estado junto ao Banco Mundial. Até o final de março, a Secretaria do Desenvolvimento Econômico abrirá o processo licitatório para contratar uma empresa em regime de consultoria - para elaborar o projeto de viabilidade técnica, econômica e financeira.

Com base no estudo, que será supervisionado pelo grupo gestor (Sedec, Conecit, Fapern, universidades e entidades da iniciativa privada), serão desenvolvidas as diretrizes para fluxo e modelo de gestão, contemplando as potencialidades locais e o desenvolvimento de atividades do entorno do Parque.

O pólo será instalado na Região Metropolitana de Natal e oferecerá a oportunidade para as empresas locais se aproximarem dos centros de conhecimento, além de ser o ambiente ideal para desenvolvimento de empresas de base tecnológica.

A presidente da Fapern, Maria Bernardete Cordeiro, e representantes da Sedec, Fecomercio, Unp, UFRN, Fiern, Emparn e Faern - membros do Conecit - participaram da reunião e aprovaram por unanimidade o termo de referência do Parque.

O conceito de Parque Tecnológico está previsto na Lei Estadual de Inovação (Lei nº 478/2012), sancionada no mês de dezembro pela governadora Rosalba Ciarlini e que dispõe sobre a concessão de incentivos à inovação e à pesquisa científica e tecnológica. 

Fonte: Fapern

segunda-feira, 4 de fevereiro de 2013

Cientistas criam chip com transmissão de dados em 3D

Tecnologia por spintrônica sugere novas configurações de desempenho.

Cientistas da Universidade de Cambridge, no Reino Unido, apresentaram o primeiro chip que transmite informações em 3D. O modelo, em caráter experimental, consegue movimentar dados para cima e para baixo, entre camadas de átomos, criando uma espécie de escada e ampliando as possibilidades de transmissão e armazenamento de informações.

Hoje, os chips funcionam em um sistema plano, por associação de cargas de elétrons em circuitos magnéticos. Para chegar ao chip com característica 3D, os pesquisadores trabalharam com o movimento de rotação dos elétrons e com a energia magnética liberada pela manipulação de sentido de “giro” dessas partículas.

Manipulação em escada por spintrônica

A tecnologia de eletrônica baseada em “spin”, conhecida como spintrônica, deve basear o funcionamento de microprocessadores e semicondutores, além de aumentar a capacidade de armazenamento de discos rígidos. Outra vantagem é que os processadores poderão ser arquitetados verticalmente em vez de crescer apenas em plano horizontal.

Para chegar a este modelo de chip, os cientistas acrescentaram uma camada de átomos de rutênio entre as de cobalto e platina. Essa camada é que permite manipular o giro dos elétrons e utilizar o campo magnético para movimentar os dados em uma nova dimensão.

De acordo com o professor Russell Cowburn, a nanotecnologia está tão avançada que é possível criar uma estrutura como essa com muita precisão e ainda conferir, com instrumentos avançados de laser, o resultado: “Nós podemos realmente ver os dados subindo essa nanoescada passo a passo”.

Fonte: Tecmundo

quinta-feira, 24 de janeiro de 2013

Quadra poliesportiva ganha piso de LED que permite alterar marcações

Uma empresa alemã chamada ASB Systembau desenvolveu um piso para quadras poliesportivas que permite alterar as marcações dos esportes. Trata-se de um revestimento de vidro que sofre uma serie de modificações para ter atrito e elasticidade iguais a de um piso de madeira normal. Além disso, a empresa vem realizando alguns tipo de “testes de salto” com o objetivo de fazer com que uma bola de basquete "quique" na mesma altura como se fosse um piso de madeira.

Figura em: Piso de vidro combinada com iluminação LED

O piso está sendo testado atualmente em um ginásio na Alemanha, e a aceitação dos esportistas que frequentam o ginásio têm sido positiva. A quadra poder ser modificada facilmente, passando de uma quadra de basquete a uma quadra de vôlei através de um painel de controle no qual o treinador troca apenas com um clique. Assim que é escolhida, muda-se todas as linhas da quadra, e inclusive os logos que acompanha conforme o estilo de quadra selecionada.

A empresa vem observando outros locais onde poderá ser utilizados o piso, como eventos em casas noturnas, quadras públicas ou outros ginásios.

Confira um vídeo contando mais detalhes sobre esse tipo de piso todo de LED:


Fonte: Tech Tudo

quarta-feira, 23 de janeiro de 2013

Calçadas do Rio de Janeiro ganham QR codes


Os famosos “calçadões” das praias do Rio de Janeiro receberam um recurso tecnológico que ampliará o conhecimento dos turistas sobre a cidade.

Entre as pedras de mosaico português que caracterizam o chão dos pontos turísticos, QR codes foram inseridos para que aqueles que tiverem um smartphone ou tablet possam receber mais informações sobre o local visitado.

Os códigos foram colocados com as mesmas pedras que compõem o piso das calçadas. Até o momento, somente dois QR codes foram inseridos, na praia do Arpoador.

Ao aproximar o gadget, o usuário poderá receber informações como a origem do nome da região e até dicas, como assistir ao pôr do sol no local. Além destas, o projeto também oferece informações culturais, gastronômicas e comerciais.

Segundo o jornal O Globo, a iniciativa da Secretaria municipal de Conservação e Serviços Públicos, junto com o Grupo Máquina PR e a agência Zóio, pretende instalar mais de 30 códigos nos pontos turísticos do Rio de Janeiro, como os Arcos da Lapa, a Vista Chines e o Jardim Botânico.

As informações sobre os pontos turísticos estão armazenadas em um site e, para ter o código identificado, o usuário precisa também baixar um app que faça o reconhecimento e redirecionamento.

Fonte: INFO Exame

terça-feira, 22 de janeiro de 2013

Cientista brasileiro participa da criação de nanorelógio de luz e silício

Com a técnica, fótons são usados para medir o tempo entenda.

O físico brasileiro Gustavo Wiederhecker participou da criação do primeiro relógio de luz e silício. Diferente de engrenagens, que precisam de estímulos mecânicos para girar, o nanorelógio seria ativado por um fóton, que produziria vibrações para que pequenos discos de silício entrassem em sincronia.

Os discos de silício funcionam como roletas de cassino e o fóton seria a bolinha, circulando-os constantemente, produzindo uma vibração que é, então, transmitida para outros discos.

A tecnologia tem material mais acessível, o que pode baratear o custo de aparelhos eletrônicos, substituindo tecnologias com cristais de quartzo. Possíveis aplicações são osciladores em celulares, GPS e até em computadores especificamente computadores multicore, que possuem vários núcleos de processamento. Quanto maior a capacidade de processamento, mais núcleos precisam ser sincronizados e, com esses nanorelógios, a sincronização seria mais simples e barata segundo Gustavo Wiederhecker, a Intel está desenvolvendo um protótipo de processador com 80 núcleos, que poderia usá-los.

Fonte: Tecnologia - Revista Galileu

segunda-feira, 21 de janeiro de 2013

Cartão eletrônico vai substituir carteira de trabalho

Projeto deve ficar pronto até o final deste ano

O governo aplicará tecnologia à carteira de trabalho, substituindo a atual, de papel, por um cartão eletrônico. Espera-se que a novidade esteja pronta para ser colocada em prática em 1º de janeiro de 2014.

O projeto está na Câmara de Gestão e o cartão recebeu o nome de Escrituração Fiscal Digital Social (EFD Social). De acordo com o Estadão, a presidente Dilma Rousseff quer ver o texto concluído ainda neste ano,

O EFD Social permitirá que o trabalhador acompanhe se a empresa está fazendo seus depósitos de contribuição previdenciária e Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) normalmente, assim como o recolhimento do Imposto de Renda. Informações sobre locais e períodos em que esteve empregado ficarão disponíveis online para consulta pessoal. Tudo isso, disse ao jornal o ministro do Trabalho, Brizola Neto, deve ajudar a coibir fraudes.

A ideia só poderá seguir adiante se for criada uma base única com dados de Ministério do Trabalho, Receita Federal, INSS e Caixa. As informações que as empresas precisavam repassar a essas entidades separadamente serão unificadas em apenas uma declaração.

Também se pretende diminuir o uso de papel, a exemplo da folha de pagamentos, que hoje precisa ser impressa mensalmente e guardada por cinco anos pela empresa, e do livro de registro de empregados.

Fonte: Olhar Digital

quinta-feira, 13 de dezembro de 2012

Sírios criam tanque de guerra guiado por joystick

Veículo ainda conta com metralhadora controlada dessa forma

Rebeldes sírios criaram um tanque de guerra caseiro que pode ser controlado à distância por um joystick de PlayStation 3. Batizado de Sham II, o veículo ainda conta com uma metralhadora, que pode ser controlada também por um joystick, mas por alguém que esteja dentro do veículo. O tanque tem três câmeras que transmitem as imagens para uma televisão.

De acordo com a agência AFP, um engenheiro morador da cidade de Aleppo, norte da Síria, montou a engenhoca em apenas um mês. Segundo um rebelde identificado como Abud, o veículo custa cerca de US$ 10.000 para ser construído sem a metralhadora. O que fica em dúvida é qual seria resistência do tanque no caso de um tiroteio ou bombardeio.

De acordo com Abud, o tanque deverá entrar em combate nas guerras de Aleppo. Veja fotos e vídeo do tanque em ação:


Fonte: Olhar Digital

sexta-feira, 23 de novembro de 2012

Novo sensor "farejador" pode encontrar explosivos com nanotecnologia

Tecnologia utiliza canais microfluídicos para encontrar espectros de possíveis ameaças em campos de batalha.

Um novo sensor produzido pela Universidade da Califórnia - Santa Barbara (UCSB) pode revolucionar os campos de batalha e aeroportos de todo o mundo.Ele funciona da mesma maneira que os focinhos de cachorros treinados é capaz de identificar explosivos. São utilizados canais microfluídicos para identificar assinaturas espectrais acertadas por lasers de espectrômetros e interpretadas por chips criados especialmente para a tecnologia.

Com isso, torna-se possível detectar vapores de explosivos e outros materiais, mesmo que em quantidades mínimas. No futuro, isso pode substituir a utilização de animais farejadores, garantindo ainda mais segurança aos soldados humanos ou não. Apesar de os esforços dos engenheiros serem voltados à utilização dos sensores em campos de batalha, não deve demorar para que isso chegue também aos aeroportos, por exemplo.

Agora, os criadores do projeto estão negociando possíveis licenciamentos para vender os direitos da tecnologia para a SpectraFluidics. Vale dizer também que o projeto foi criado com financiamento da DARPA (Agência de Projetos de Pesquisa Avançada de Defesa dos Estados Unidos) e do exército norte-americano.

Fonte: Tecmundo

quarta-feira, 31 de outubro de 2012

Escola pública do DF usa chip para monitorar alunos


"O sistema não altera a rotina dos estudantes. Eles entram normalmente na escola, os dados são passados para o computador e, 30 segundos depois, os pais são notificados. Uma mensagem é enviada quando o aluno entra na escola e outra no momento da saída.

Apesar de ficar registrado também na direção do colégio, o sistema não substitui a chamada de presença em aula. Também estão sendo registradas as entregas de boletins ou outros eventos, e a direção pode utilizar o programa para encaminhar o recado ao celular cadastrado", acrescentou Costa.

Charles de Oliveira, também representante da empresa responsável, disse que o sistema poderá futuramente otimizar o tempo de estudo nas salas de aulas. "Os professores perdem cerca de 20 minutos para realizar as chamadas durante as aulas.

Futuramente, isso pode acabar, pois será registrada a presença automaticamente. Além disso, estamos estudando formas para que o sistema contribua também com os programas do governo, acelerando a divulgação de dados".

Os estudantes Bárbara Coelho, 16 anos, e Jefferson Alves, 15 anos, não se incomodam com o monitoramento pelo chip. "Eu acho que é uma boa maneira de os nossos pais ficarem mais tranquilos e até confiar mais, sabendo que estamos na escola.

Eu não me sinto inibida, pois sempre frequentei as aulas", disse Bárbara. "Só quem tem costume de matar aula vai se incomodar, já que agora os pais vão ficar sabendo", completou Jefferson.

No dia 13 de novembro, um relatório será enviado ao Conselho de Educação da escola e à Secretaria de Educação do Distrito Federal com os resultados da experiência. Caso o sistema seja aprovado, a fixação dos chips no CEM 414 deverá ser ampliada para os 1,8 mil alunos da instituição no próximo ano.

Fonte: Exame INFO

quarta-feira, 10 de outubro de 2012

Nova tecnologia de uma fechadura do futuro


Muito geek por aí já esqueceu ou perdeu a chave de casa. Provavelmente, foi quando ele pensou “por que meu smartphone com milhares de recursos ainda não é capaz de abrir e fechar a porta da minha casa?” Pensando nisso, a empresa Apigy criou o kit Lockitron.

O pacote é composto por um aplicativo para smartphones com Android e iOS. Quem é dono de um iPhone 4S ou iPhone 5 pode destrancar as portas apenas ao caminhar em direção a porta com ajuda do Bluethooh 4.0. Mas, para os celulares mais antigos, existe a opção de enviar os comandos por SMS.

Há também no kit uma fechadura equipada com Bluetooth, NFC (recurso de comunicação por campo próximo) e Wi-Fi. Ela pode ser fixada nas portas e não usa chaves, claro.

Dessa forma, o usuário pode usar o aplicativo para trancar e destrancar a fechadura do Lockitron. Também dá para limitar ou compartilhar o acesso a algum local com outras pessoas. Além disso, ele emite notificações sempre que alguém destranca uma porta.

Segundo a fabricante, caso o smartphone seja roubado, é possível resetar a senha da conta pela internet e evitar qualquer problema de segurança. A fechadura do dispositivo também pode ser reaproveitada em outras portas caso o usuário mude de casa, por exemplo.

Para os interessados, o kit pode ser comprado no site oficial por 149 dólares, mas é por um tempo limitado. A empresa já recebeu mais de 11 mil encomendas. Porém, só começará a entregar o Lockitron em março ou maio do ano que vem.

Veja abaixo o funcionamento do Lockitron:


Fonte: INFO Exame

terça-feira, 9 de outubro de 2012

Google TV chega ao Brasil por 900 reais


O aparelho do Google que promete conectar os televisores à internet foi apresentado aos brasileiros nesta terça-feira (9). Em parceria com a Sony, o aparelho chamado Internet Player Sony estará disponível no mercado brasileiro a partir do dia 1º de novembro por 900 reais. Também há a opção de compra na pré-venda, que se inicia no próximo dia 15, na loja eletrônica oficial da Sony.

O Google TV é um sistema operacional para televisores baseado no Android, também desenvolvido pelo Google. Apresentada no ano passado, a plataforma foi desenvolvida para ser embarcada em qualquer televisor, por conta da linguagem aberta. A Logitech também lançou um set-top box com o sistema, mas não decolaram nas vendas.

Os televisores que possuem saídas HDMI podem se conectar ao aparelho e, a partir de uma conexão Wi-Fi ou por cabo, podem acessar o navegador e os aplicativos embarcados ao sistema interno. O dispositivo também permite conectar o set-top box da TV à cabo e assistir à programação na TV.

Um dos diferenciais do aparelho é o controle universal que o acompanha. Uma de suas faces possui os botões usuais de um controle remoto (liga/desliga, volume, canal e setas para navegação) e um trackpad que permite navegar usando um “mouse”. O outro lado do controle contra com um teclado físico Qwerty com iluminação interna, para auxiliar na digitação em ambientes escuros.

O usuário também possui a opção de baixar um aplicativo para smartphones e tablets com sistema Android que transforma o dispositivo móvel no controle da TV. O aplicativo Media Remote já está disponível no Google Play, loja de aplicativos para Android, e é gratuito.

Para baixar aplicativos no dispositivo, o Google desenvolveu uma versão do Google Play para os televisores. A interface se aproxima da versão de smartphones e tablets e permite instalar aplicativos da mesma maneira. De acordo com a empresa, em torno de 100 aplicativos desenvolvidos especialmente para o sistema do Google TV estão disponíveis na loja de aplicativos. As empresas envolvidas afirmam que estão promovendo eventos para estimular os desenvolvedores a produzir mais aplicativos para os televisores.

Vale lembrar que o aparelho da Sony conta com 8 GB de memória interna e também conecta mouse e teclado pela conexão Bluetooth. Além disso, ele também tem duas entradas USB.

O Internet Player Sony é um dos dispositivos que prometem conectar os televisores ao sistema Google TV.Lançado em junho deste ano, o aparelho está disponível nos mercados do Reino Unido,Canadá, Austrália, França, Alemanha, Holanda, México e Estados Unidos este último, vende o aparelho por 200 dólares.


Sem previsões

Questionados por uma parceria de conteúdo e disponibilização de serviços que já atuam no exterior como Google Vídeos, Music e Books, que permitem o aluguel de filmes, músicas ou livros, o Google afirmou que não possui previsão de lançamento destes no Brasil.

A Sony lembra que o Google TV aqui no Brasil possui parcerias com serviços semelhantes, como o Netflix e o Crackle e já estão com os aplicativos nativos ao sistema.

Além disso, também não há uma previsão de chegada de televisores embarcados com o sistema Google TV interno. A Sony afirma que o lançamento do set-top box atinge um maior público, pois conecta qualquer TV à internet.

Fonte: INFO Exame