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segunda-feira, 4 de fevereiro de 2013

Estes são todos os cabos que transportam a internet pelo fundo do mar


A Internet conecta bilhões de pessoas, mas é fácil esquecer o trabalho e recursos que isso exige. Afinal, muitos de nós vivemos em continentes diferentes: de alguma forma, temos que fazer a Internet atravessar a profundeza dos oceanos, e estes são os cabos submarinos que fazem o trabalho pesado.

Clique aqui para ver em tamanho maior

A TeleGeography acaba de atualizar seu Mapa dos Cabos Submarinos para 2013, e o resultado é uma imagem totalmente interativa dos incontáveis tentáculos ​​que transportam a grande rede pelo mundo, que instalamos no fundo do mar durante a última década e meia.

Abaixo você vê os cabos submarinos que conectam o Brasil ao restante do mundo. Você pode conferir a versão interativa do mapa no site da TeleGeography (ele é lento mesmo para carregar), ou você pode zombar da ideia de gastar US$ 250 para comprar uma versão física do mapa.

Sim, há um titã subaquático estendendo seus tentáculos nas profundezas, à espreita sob as ondas do mar e fomos nós mesmos que o colocamos lá, pelo bem da internet.


Fonte: Gizmodo

quinta-feira, 31 de janeiro de 2013

Programa Cidades Digitais é incluído no PAC e ganha reforço de R$ 100 milhões

O Programa Cidades Digitais do Ministério das Comunicações será incluído no Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) por determinação da Presidente Dilma Roussef e terá um reforço de R$ 100 milhões no orçamento de 2013. A informação foi passada nesta terça-feira, 29/01, pelo Ministro Paulo Bernardo.

O Ministério Comunicações assinou 80 contratos com os municípios selecionados na primeira chamada que se encerrou em outubro de 2012. A partir de 4 de fevereiro será feita nova chamada para os municípios que querem participar do programa e devem se inscrever e procurar informações no site do Ministério: www.mc.gov.br

O projeto piloto Cidades Digitais do Ministério das Comunicações possibilita a modernização da gestão das cidades com a implantação de infraestrutura de conexão de rede entre os órgãos públicos, de aplicativos de gestão pública, capacitação de servidores, a disponibilização de espaços de acesso público e gratuito à internet para a população. Proporciona o acesso da comunidade aos serviços de governo, além da inclusão digital dos municípios brasileiros, resultado em desenvolvimento local. O projeto conta, entre outros, com a parceria do Ministério do Planejamento, da Telebras, do Inmetro e do BNDES.

Essa primeira fase será montada por duas empresas - Peltier/Petcom e G4S, que serão as responsáveis pela infraestrutura no projeto piloto que envolve 80 municípios, em valor global de R$ 44,9 milhões. As duas foram selecionadas em licitação realizada em novembro do ano passado.

A rede das Cidades Digitais é composta por um anel de fibra óptica que interliga os órgãos públicos locais. Empresas integradoras, contratadas por meio de pregão eletrônico, serão as responsáveis pelo fornecimento de equipamentos, serviços de instalação, suporte técnico e capacitação da administração municipal.

As empresas operarão a rede por seis meses e, por três anos, darão garantia de funcionamento da infraestrutura implantada. A avaliação, aceitação e certificação da rede são do Inmetro. A infraestrutura básica e os aplicativos poderão ser expandidos, posteriormente, inclusive com financiamento do BNDES.
 
Fonte: Convergência Digital

domingo, 20 de janeiro de 2013

EUA querem internet ultrarrápida em todos os seus estados até 2015

Meta é fazer com que todos os estados tenham internet com velocidade de 50 Gb nos próximos três anos.

Os Estados Unidos pretendem disponibilizar internet ultrarrápida para todos os seus moradores até no máximo 2015. Pelo menos essa é a expectativa de Julius Genachoski, chairman da FCC, agência que regula as telecomunicações no país.

“A história da nossa economia nos ensina que se construirmos, certamente a inovação virá”, destacou o executivo em entrevista ao site The Verge. Porém, para que seja possível alcançar a meta de disponibilizar conexões de até 50 Gb/s de velocidade nos 50 estados norte-americanos, muita coisa precisa ser feita.

Mais empresas precisam entrar na corrida, ampliando a oferta digital, da mesma forma como o Google vem fazendo com um projeto experimental em Kansas. A internet ultrarrápida fomentaria o desenvolvimento das próximas gerações de aplicativos, fortaleceria a economia e a tornaria mais competitiva.

Fonte: Tecmundo

sexta-feira, 11 de janeiro de 2013

Atraso compromete tecnologia 4G

Com prazo de apenas 11 meses para entrar em operação em Natal e nas demais cidades-sede da Copa do Mundo, a Quarta Geração da Telefonia Móvel (4G) enfrenta como um dos seus maiores desafios a instalação das novas antenas de celulares. A capital potiguar precisa receber 165 desses equipamentos até dezembro deste ano. O que dá uma média aproximada de 1 antena instalada a cada dois dias. 


O Rio Grande do Norte possui 821 antenas de telefonia celular, das quais 295 estão em Natal. Com a adição dos novas antenas adequadas à tecnologia 4G, substituta da 3G, a cidade passará a ter 460

Essas obras dependem de autorização dos municípios, com legislações próprias, que às vezes restringem a construção das torres. Em Natal não é diferente. Na verdade, é até mais difícil que em algumas cidades. Segundo o diretor-executivo do Sindicato Nacional das Empresas de Telefonia e de Serviço Móvel Celular e Pessoal (SindiTeleBrasil), Eduardo Levy, a exigência de um estudo de impacto ambiental para cada equipamento é um dos principais entraves para a instalação de novas antenas na cidade.

"Natal é uma das cidades mais difíceis de se implantar serviço de telecomunicações. Essa exigência (de um estudo de impacto ambiental) ocorre em outros municípios e é um dos maiores entraves", alerta Levy. De acordo com ele Natal perdeu a chance de ser uma das cidades pioneira na oferta da tecnologia 4G por trazer dificuldades. Recife, Campos do Jordão, Paraty e Búzios já possuem o serviço.

O Rio Grande do Norte possui 821 antenas de telefonia celular, das quais 295 estão em Natal. Com a adição dos novos equipamentos, a cidade passará para 460. Um número ainda baixo, se analisarmos a qualidade do serviço oferecido pelas operadoras atualmente. É bom destacar que a oferta do serviço 4G não vai influenciar, positiva ou negativamente, o serviço 3G.

A reclamação diante da exigência do estudo de impacto ambiental vem incomodando realmente as empresas. "Não tem sentido. Seguimos os padrões internacionais. Testados e aprovados em cidades históricas, tombadas como patrimônio histórico", reclama Eduardo Levy. Para o diretor-executivo do SindiTeleBrasil Olinda, Rio de Janeiro e Brasília devem seguir de exemplo para outras cidades. É cada uma conseguiu uma legislação que não interfere na conservação do patrimônio e ao mesmo tempo permite a instalação dos serviços.

Outra reclamação, além da exigência do estudo de impacto ambiental, é a morosidade para o licenciamento. Em algumas cidades, destaca Eduardo Levy, o prazo varia de seis a oito meses, apesar das cidades-sede terem assumido a responsabilidade de "adotar procedimentos para emissão não onerosa, em até 60 dias a partir da data do pedido, de licenças para instalação das redes de telecomunicações que atenderão ao evento" até setembro de 2012, de acordo com a Matriz de Telecomunicações do Gecopa. "Dai a nossa preocupação. Hoje estamos concentrando esforços para as cidades que participarão da Copa das Confederações, mas já fazemos um apelo pela celeridade", enfatiza.

Não há informação sobre os pedidos de licença de instalação

Um outro entrave que as empresas de telefonia celular não contavam pode dificultar ainda mais o início da instalação do serviço. É que junto com a mudança de governo em várias cidades vem o período de transição de equipe - uma espécie de limbo na administração pública. A Secretaria Municipal de Meio Ambiente e Urbanismo (Semurb), órgão responsável pela emissão das licenças para instalação das antenas, está passando por uma faxina.

O diretor de licenciamento da secretaria, Rondinelle Oliveira, afirma que ainda não tem condições de precisar quantos pedidos de instalação de antenas para rede 4G já foram feitos pelas operadoras ou se algum já foi feito. "Encontramos quase 500 processos parados aqui dentro da secretaria. São processos de todas as naturezas e que serão analisados. Vamos fazer um levantamento e nossa meta é realizar mutirão e colocar tudo em dia", disse. A equipe que está realizando esse trabalho encontrou processo que deu entrada no ano de 2010 no meio das pilhas de documentos.

Sobre a legislação municipal, Rondinelle Oliveira afirmou que as restrições para instalação dos equipamentos de trasmissão aqui em Natal são mínimas. Além do estudo de impacto ambiental é preciso resguardar um raio de 30 metros do ponto de emissão de radiação de espaços de uso coletivo como hospitais, praças, escolas e creches, por exemplo. Outra legislação que deve ser cumprida diz respeito aos pontos de combustíveis e restringe a instalação do equipamento dentro de um raio de 100 metros de cada estabelecimento.

Tempo

O prazo destacado no início desta reportagem e que se encerra em pouco mais de 11 meses é a segunda de três metas estipuladas pela Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) e assumida pelas empresas de telefonia que venceram o leilão da 4G - Claro e Vivo -, realizado em junho passado pela agência. A primeira meta é a conclusão da rede até abril de 2013 nas cidades que sediarão os jogos da Copa das Confederações e a última meta é quando as operadoras deverão atender capitais e cidades com mais de 500 mil habitantes. 

Fonte: Tribuna do Norte - RN

segunda-feira, 17 de dezembro de 2012

TV por fibra ótica da Oi chega com internet de até 200 Mbps


Quando TV a cabo se une à fibra ótica, ela fica melhor de várias formas: a troca de canais fica quase instantânea; sua TV fica mais inteligente; e ela vem acompanhada de internet rápida, o que é sempre bom.

Depois que a Vivo lançou seu serviço de IPTV por fibra ótica, agora é a vez da Oi e ela promete alguns truques bem bacanas. No entanto, ela ainda é para poucos.

Você pode pausar programas e voltar em até 1h30 no que você estava assistindo; pode rever programas selecionados dos últimos 7 dias; e pode assistir TV no tablet ou celular ou usá-los como controle remoto. A transmissão para outros dispositivos é feita via Wi-Fi; você recebe um roteador no momento da instalação.

Além disso, há alguns truques de Smart TV que o decodificador coloca na tela: acesso a redes sociais; conteúdo gratuito (notícias, rádio); conteúdo pago (Locadora Oi de filmes); e a possibilidade de ver fotos e vídeos do tablet ou smartphone direto na TV. Vale notar que você não precisa possuir uma Smart TV em casa: tudo isso é feito através da plataforma Mediaroom, da Microsoft também usada pela Vivo TV Fibra.

Como ao chegar em sua casa, o sinal precisa ser convertido, você recebe um conversor ótico. Ele é ligado ao decodificador, que então é conectado à TV. Você também recebe um roteador Wi-Fi, para conectar dispositivos à TV. Tudo isso tem um preço, é claro: o pacote de TV HD mais simples, com 90 canais, custa R$160 mensais. Ele não oferece internet (exceto para uso da TV).

Também há planos apenas de internet via fibra ótica: o pacote de 50 Mbps sai a R$150/mês; enquanto a velocidade de 100 Mbps lhe custará R$190 mensais. Essas são as velocidades de download; o upload é de apenas 10 Mbps e 15 Mbps, respectivamente.


Você também pode adquirir os dois juntos, é claro. Nesse caso, a Oi vai dobrar a velocidade dos primeiros cinco mil clientes: ou seja, o pacote com 90 canais e internet de 50 Mbps na verdade terá 100 Mbps. O pacote de 100 Mbps também é dobrado para 200 Mbps. Os pacotes custam a partir de R$170 (R$200 para quem não é cliente Oi Fixo).

Infelizmente, tudo isso ainda é para poucos, mas não pelo preço: nesta primeira etapa, apenas certas áreas nos bairros da Zona Sul do Rio e Barra da Tijuca são cobertos pelo serviço. Depois, o serviço deve ser expandido para Belo Horizonte e outras capitais.

A Vivo TV Fibra, por sua vez, está disponível a partir de R$150 (com internet de 25 Mbps) em mais de vinte bairros de São Paulo, mais onze cidades do interior e litoral. Da mesma forma, a disponibilidade é limitada a algumas áreas das cidades.

Vivo, TIM e GVT também oferecem internet via fibra ótica, também em áreas limitadas. Torcemos que serviços de fibra ela se expandam ainda mais pelo Brasil eu quero tudo isso aqui em casa, e logo.

Fonte: Gizmodo

quarta-feira, 31 de outubro de 2012

GVT investe R$ 60 milhões para estrear em Natal/RN

A GVT, empresa com atuação nacional no setor de telecomunicações, começou a operar ontem no Rio Grande do Norte, após analisar o mercado durante nove meses  e investir R$ 60 milhões para montar a infraestrutura de rede que vai dar suporte ao serviço. A empresa passa a operar, num primeiro momento, em 20 bairros da capital e chega a outros sete até dezembro deste ano. Os detalhes da operação foram apresentados ontem, em Natal.

Figura em: Jarbas Tiso, Carlos Nunes, Fabiano Ferreira e Renato Pontual, executivos da GVT: meta de atingir uma cobertura de 70%, em Natal, em dois anos.

 O objetivo da companhia, de acordo com o vice-presidente de vendas Fabiano  Oliveira Ferreira, é atingir uma cobertura de 70% da cidade, em dois anos, e expandir a partir de 2013 para outras áreas da cidade e do mercado potiguar de TV por assinatura. Os investimentos para este segundo momento não foram divulgados.

De acordo com o vice-presidente da companhia, o avanço no mercado potiguar não se dará, porém, por meio de "guerra de preços", uma estratégia adotada por algumas empresas que lançam mão de promoções agressivas para 'fisgar' o consumidor. A aposta é na oferta de serviços com banda larga (15 Mbps), TV por assinatura  e telefonia fixa - "com diferenciais em velocidade, entretenimento e atendimento."

"Estudamos por nove meses o mercado, a concorrência, e definimos a entrada com a proposta de entregar todos os serviços na área coberta", disse Fabiano Ferreira. A chegada da operadora eleva para cinco o número de empresas do setor que disputam a preferência de cerca de 100 mil consumidores em potencial, na capital potiguar.

Segundo dados da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel), o número de domicílios  com serviço de TV por assinatura cresceu 1,84% no país, em setembro deste ano em relação ao mesmo período do ano anterior, e de 29,5%, em doze meses. No Rio Grande do Norte, o salto no mesmo período foi bem maior chegando a 36,5%. O número de assinaturas no RN saiu de 125.173 em setembro do ano passado para 170.923 em setembro deste ano. Um incremento de 45.750 novas assinaturas.

Embora não tenha afirmado para qual classe social o serviço está voltado, os preços praticados (com combos a partir de R$ 160 por mês) deverá delimitar o perfil do consumidor da operadora. O valor foi justificado pelos investimentos para implantação de infraestrutura própria de cabeamento e serviços técnicos, como também pelo custo e carga tributária.

Em Natal, a cobertura inicial corresponde a 50% da área urbana e abrange 27 localidades. Na primeira fase, os bairros atendidos são: Alecrim, Areia Preta, Barro Vermelho, Candelária, Cidade Alta, Cidade da Esperança, Cidade Nova, Dix-Sept Rosado, Lagoa Nova, Lagoa Seca, Mãe Luíza, Mirassol, Morro Branco, Nossa Senhora de Nazaré, Nova Descoberta, Petrópolis, Quintas, Ribeira, Rocas, Tirol. Já na segunda etapa de implantação da rede que deverá ser concluída nos próximos meses, os bairros atendidos são: Capim Macio, Neópolis, Parque das Dunas, Pitimbu, Planalto, Ponta Negra e Satélite.

SERVIÇO: Mais informações sobre os serviços da empresa estão disponíveis pelo telefone 10325.

Bate-papo

Fabiano Oliveira Ferreira, vice-presidente de vendas da GVT

"Cidade foi escolhida antes de virar sede da Copa do Mundo"

A GVT investiu R$ 60 milhões no mercado potiguar. É esta a média de investimento feito nas outras cidades?

O valor varia de acordo com a cobertura da GVT. Em Natal, podemos afirmar que foi superior à média de investimento para lançamento. Encontramos aqui um bom potencial de crescimento e de resultado o que impulsionou colocarmos uma cobertura e investimento bastante significativa.

Quais as projeções de investimentos e expansão a partir de 2013?

Nós temos um plano de expansão já definido, mas não pode ser antecipado. Vale ressaltar  que pode ser alterado, para mais ou para menos, a partir do apetite do consumidor.

A meta é chegar a quantos consumidores?

Vamos cobrir 50% da área urbana, 27 bairros da cidade, e pretendemos uma cobertura relativa em 70% de Natal, em dois anos. Trabalhamos com um plano de expansão da cobertura, mas pode  haver ainda a expansão da capacidade.

Como se deu a escolha por Natal?

Natal é uma capital importante do Nordeste, com participação turística e setor de serviços crescentes. O potencial de consumo também está em crescimento. A cidade já estava escolhida antes de ser sede da Copa do Mundo. Isso só veio afirmar que acertamos na decisão.

Com a entrada no mercado potiguar, como fica a participação no mercado de telecomunicações?

Isso gera uma participação de 30% de share nessas regiões que estamos presentes, que poderá crescer. Isso vai depender do apetite do consumidor, da reação da concorrência, não haverá briga de preço, mas uma proposta de valor que vai ser reconhecida pelo consumidor.

Como o senhor avalia o endurecimento da Anatel em fiscalizar e cobrar planos de investimentos em infraestrutura, de operadoras de TV por assinatura?

A Anatel é um órgão que gerencia o setor e busca essas ações com base também na preocupação em visualizar como vai ser o serviço no futuro, principalmente com os eventos mundiais que o Brasil vai sediar a partir do próximo ano. Além de garantir a qualidade dos serviços e fazer crescer a cobertura em várias partes do país. Nossa empresa tem um compromisso sério com a questão da satisfação, em manter um canal direto aberto com o consumidor, feito por 3,5 mil funcionários da empresa. Colaboradores orientado a resolver rapidamente, por telefone.

Fonte: Tribuna do Norte

terça-feira, 2 de outubro de 2012

Clientes do Recife/PE, terão internet 4G da Oi a partir de abril de 2013

A operadora iniciou oficialmente o funcionamento do serviço no Brasil. A rede começa a ser oferecida primeiro no Rio de Janeiro, e será expandida aos poucos para outras cidades do país.

Figura: O presidente da Oi, Francisco Valim, observa o presdiente da Anatel, João Rezende, testar o sistema.

A Oi oferecerá internet 4G para metade do Recife em abril de 2013. A cidade, no entanto, não estará totalmente coberta pelo serviço ao fim dos próximos seis meses. O prazo estabelecido pela operadora de telefonia envolve 50% do território da capital pernambucana. “A cobertura será ampliada aos poucos”, explicou Francisco Valim, presidente da Oi, em entrevista coletiva cedida nesta segunda-feira (1º) no Rio de Janeiro.

O prazo de implementação foi definido pelo governo federal primeiro para as sete cidades que sediam jogos da Copa das Confederações, que será realizada no Brasil em junho do ano que vem. Recife, portanto, viverá uma situação diferenciada, pois a Arena da Copa fica em São Lourenço da Mata, e não na capital. “Os estádios são prioridade na definição do alcance, pois é exigência da Fifa”, reforçou João Rezende, presidente da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel), que também estava presente na coletiva.

Nesta segunda, a empresa iniciou oficialmente o funcionamento do serviço no Brasil. A rede começa a ser oferecida primeiro no Rio de Janeiro, no bairro do Leblon, e será expandida aos poucos para outras cidades do país. Em dezembro, o sistema chega a São Paulo, Brasília e Belo Horizonte, além de ampliar sua cobertura para os cariocas. Fortaleza e Savador também contarão com a internet 4G a partir de abril.

“Os novos planos de serviços e os aparelhos ainda não foram definidos”, advertiu Valim durante a entrevista, que contou com um teste ao vivo para os jornalistas. “Ainda não foram definidos quem serão os fornecedores”, complementou. “Trabalharemos com todas marcas, exceto com o iPhone 5, cujo serviço ainda não foi liberado no Brasil.” O investimento total da Oi é de R$ 1 bilhão.

Novos aparelhos e aplicativos chegarão ao mercado graças às possibilidades oferecidas pelo 4G, que representa a quarta geração da internet sem fio no Brasil. Uma demonstração já havia sido testada publicamente pela empresa durante a conferência Rio+20, em junho. A rede wi-fi (terceira geração) também será reforçada.

Fonte: Diário de Pernanbunco

segunda-feira, 3 de setembro de 2012

4G vai levar até cinco anos para se desenvolver no Brasil, diz Oi

Em testes, operadoras superaram a velocidade de 80 Mbps

Realidade em mercados como EUA e Japão, o 4G ainda não chegou para valer no Brasil. A tecnologia que acelera a banda larga móvel existe no papel desde junho, quando a frequência de 2,5 Mhz foi a leilão numa operação em que R$ 2,9 bilhões foram arrecadados junto às operadoras interessadas em explorar o serviço.

Desde então as empresas de telefonia se armam para experimentar a tecnologia e aprimorar seu uso antes de oferecê-la aos consumidores. As cidades-sede da Copa do Mundo terão prioridade em receber o 4G. Belo Horizonte, Brasília, Cuiabá, Curitiba, Fortaleza, Manaus, Natal, Porto Alegre, Recife, Rio de Janeiro, Salvador e São Paulo devem ter a implantação iniciada em 2013, segundo previsão do ministro das Comunicações, Paulo Bernardo.

Testes começaram a ser feitos. Na última semana Claro e Oi ofereceram degustações a consumidores em cidades turísticas como Campos do Jordão (SP), Búzios e Paraty (RJ) e em Brasília.  Em ambos os experimentos, segundo as operadoras, a velocidade de 80 Mbps foi superada, chegando, no caso da Oi, a 88 Mbps com rajadas de 100 Mbps. Os índices superam em muito o 1 Mbps, velocidade praticada atualmente no mercado.

“O perfil de utilização de internet pelos brasileiros tem se direcionado cada vez mais para o tráfego de vídeos e para o download de arquivos pesados, o que demanda conexões como o 4G, que proporcionam alta velocidade e perfeita qualidade na navegação. Percebemos que os sites de streaming de vídeos foram os mais acessados”, analisa Carlos Eduardo Monteiro, diretor do Projeto 4G da Oi.

Segundo a empresa, o tempo de maturação do 4G no Brasil tende a ser de três a cinco anos. Ao Olhar Digital, a operadora diz que ainda é cedo para projetar preços pelos quais os pacotes serão oferecidos. “Pacotes similares praticados na Europa custam de 50 a 60 euros por mês (equivalente a R$ 150). O serviço estará inicialmente voltado para quem estiver disposto a pagar por um serviço premium”, informa.

De olho na extensão da cobertura 4G, o governo já sinalizou interesse em leiloar a faixa de 700 Mhz para uso da nova tecnologia. Neste caso, no entanto, há um imbróglio iminente: as TVs abertas brasileiras trafegam seus dados nesta frequência e, dada a intenção de prorrogar o desligamento do sinal analógico para além de 2016, a comercialização da faixa para uso das operadoras ainda é incerta.

Fonte: Olhar Digital

domingo, 8 de julho de 2012

Cientistas da Nasa apresentam novo Wi-Fi de 2.684.354 Mbps

Os roteadores de hoje em dia já trabalham com o padrão 802.11n, capaz de transmitir mais de 100 Mbps em condições ideais. Poucas operadoras de banda larga oferecem essa velocidade e, quando oferecem, o serviço tem um preço proibitivo. Enquanto isso, na Nasa, a agência espacial norte-americana, cientistas desenvolvem novo padrão de conexão wireless que chega à inacreditável velocidade de 2,56 Tbps, ou 2.684.354 Mbps. Para efeitos comparativos, você pode testar a sua internet no nosso velocímetro.

A equipe composta por pesquisadores americanos e israelenses utilizou uma nova configuração para aproveitar as ondas eletromagnéticas, resultando em uma tecnologia que possibilitaria transmitir sete filmes em altíssima definição (Full HD) e Blu-ray por segundo, simultaneamente. Para você ter uma noção dessa velocidade, o serviço de banda larga mais rápido dos Estados Unidos, o FiOS da Verizon, só vai "até" 300 Mbps. (Ao lado de um figura em: Limite de velocidade? Não, obrigado. (Foto: Reprodução/LegalSpeeding)

Na revista Nature há toda a explicação conceitual para a tecnologia. Na prática, significa que um mesmo sinal comporta oito transmissões simultâneas, o que resulta em um volume muito maior de dados trafegando e ampliando o streaming.

Infelizmente, os testes feitos pela equipe da Nasa em condições mais do que perfeitas incluem a distância pequena de 1 m entre os equipamentos. O próximo desafio do time é transformar a tecnologia em algo comercial e acessível também para grandes distâncias, a fim de colaborar para a estrutura da internet mundial.

Fonte: Tech Mundo

quarta-feira, 13 de junho de 2012

Mais cara, quarta geração da telefonia celular vai atrair consumidores mais ricos

A quarta geração (4G) da telefonia celular vai permitir acesso à internet em velocidade até dez vezes mais rápida que a oferecida atualmente pelas operadoras. Mas os serviços só devem ser contratados, inicialmente, por usuários de maior poder aquisitivo

Só depois os serviços serão popularizados. Essa é a avaliação dos principais executivos das operadoras de telefonia Vivo e Claro, vencedoras dos primeiros lotes das faixas de frequência que vão suportar a nova tecnologia, leiloados hoje (12) pela Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel).

Para o presidente da Vivo, Carlos Valente, os primeiros clientes da 4G serão, além dos usuários com maior poder aquisitivo, clientes com perfil “inovador”. “A partir do momento que ampliar a cobertura, muitos outros segmentos vão fazer uso dessa rede”.

Fonte: Blog Robson Pires

terça-feira, 12 de junho de 2012

Oi e TIM levam os dois últimos lotes nacionais da telefonia móvel 4G

TIM ofereceu R$ 340 milhões, ágio de 7,9% sobre valor mínimo do lote.
Dois primeiros lotes haviam sido arrematados por Vivo e Claro.

Oi e TIM venceram os dois últimos lotes que dão direito a explorar em âmbito nacional a telefonia móvel de quarta geração (4G) no leilão feito nesta terça-feira (12) pela Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel).

A TIM venceu o lote chamado “V1” com lance de R$ 340 milhões, ágio de 7,9% sobre o valor mínimo exigido pela Anatel, de R$ 315,096 milhões. Já a Oi, com oferta de R$ 330,851 milhões, ágio de 5% sobre o valor mínimo (R$ 315,096 milhões), ficou com o lote chamado “V2”.

Os dois primeiros lotes nacionais da telefonia 4G já haviam sido arrematados pela Vivo, por R$ 1,05 bilhão, ágio de 66,6% sobre o valor mínimo exigido pela agência, de R$ 630,191 milhões; e pela Claro, com oferta de R$ 844,518 milhões, ágio de 34% sobre o valor mínimo exigido, de R$ 630,191 milhões.

O interesse maior pelo lote vencido pela Vivo justifica-se pelo fato de englobar a subfaixa nacional "X", a última na disputa com largura de banda de 20 MHz, maior do que as demais e, portanto, com maior capacidade operacional. O lote vencido pela Claro também tem capacidade de cobertura superior aos vencidos por TIM e Oi.

Como não houve oferta para a faixa de 450 MHz, destinada à telefonia móvel rural (primeiro lote leiloado), as vencedoras dos quatro lotes que dão direito a prestar serviço da telefonia 4G em âmbito nacional ficam obrigadas a fazer os investimentos também para a telefonia rural.

Além dos lotes nacionais e da telefonia rural, a Anatel também leiloa 268 lotes de faixas de frequência para operações regionais, cujos resultados ainda não foram divulgados.

Na avaliação de especialistas ouvidos pelo G1, a rede 4G será ao menos 20 vezes mais rápida que a atual rede 3G.

Para o presidente da Anatel, João Batista de Rezende, no entanto, a banda larga móvel de quarta geração no Brasil deve oferecer velocidade de até 20 Mbps (megabits por segundo), dez vezes maior do que os 2 Mbps máximos proporcionados pela 3G nacional.



4G
A banda larga ultrarrápida entrou em operação em 2006, na Coreia do Sul, por meio da tecnologia WiMax, migrando posteriormente para o padrão Long Term Evolution (LTE), que permite downloads de 100 megabits por segundo (Mbps) no acesso móvel. Hoje, segundo a consultoria ABI Research, há mais de 40 redes 4G em operação no mundo, que vão conectar 61 milhões de dispositivos móveis até o fim deste ano (a maior parte smartphones), chegando a 100 milhões em 2013.

A experiência real dos serviços 4G, no entanto, depende da estrutura da rede e do número de usuários que compartilham o sinal em determinado momento. “Além disso, as operadoras costumam estabelecer um limite à velocidade de acesso para garantir uma navegação uniforme. Então mesmo que somente uma pessoa esteja acessando a internet em um determinado local, a velocidade não vai atingir 100 Mbps, por exemplo”, explica Eduardo Tude, presidente da consultoria Teleco.

Quando chegar ao país, a tecnologia LTE permitirá que o internauta brasileiro faça o download de uma foto em 1 segundo ou baixe uma música em 2 segundos, em seu smartphone, tablet ou com um modem 4G portátil no computador. A previsão se baseia em uma oferta local nas velocidades entre 5 e 12 megabits por segundo (Mbps) estimada pelas consultorias Teleco e IDC Brasil. Confira abaixo o gráfico comparativo de velocidades de acesso entre os serviços 4G, 3,5G e 3G.

A velocidade real estimada para as redes 4G representa um acesso de 20 a 40 vezes mais rápido, em média, do que o alcançado com as atuais redes 3G entre 256 kilobits por segundo (Kbps) e 1 Mbps.

No edital do leilão de 4G, a Anatel não define as velocidades de acesso que devem ser oferecidas pelos prestadores da banda larga de quarta geração na frequencia de 2,5 GHz. Já nas áreas rurais, pela frequência de 450 MHz, as empresas serão obrigadas a oferecer acesso à internet com taxas de transmissão de 256 Kbps de download e 128 Kbps de upload, no mínimo.

Fonte: G1