terça-feira, 15 de fevereiro de 2011

O vice-presidente do Google para a América Latina deixa o Google

O vice-presidente do Google para a América Latina, Alexandre Hohagen, deixou a empresa nesta segunda-feira (14).

O Google divulgou o seguinte comunicado sobre a saída do executivo: "Alexandre Hohagen decidiu deixar sua posição à frente do Google América Latina. Agradecemos por sua contribuição em estabelecer nossa estrutura de vendas local. O Google está em busca de um novo líder que possa aproveitar ao máximo as grandes oportunidades que a região, marcada pelo incrível crescimento, oferece".

Segundo rumores, Hohagen pode ir para o Facebook, onde assumiria a presidência brasileira da rede social. Procurada pelo G1, a assessoria do Facebook disse que ainda não pode confirmar a notícia da contratação de Hohagen.

Hohagen foi promovido há cerca de um mês a vice-presidente do Google para a América Latina. O executivo também ocupou, interinamente, a presidência do Google Brasil após a saída de Alex Dias. Quando assumiu essa função, ele tinha a posição de diretor-geral do Google na América Latina. Ele entrou para o Google em 2005 para montar a filial brasileira da gigante da internet.

Fonte: Globo/Tecnologia

segunda-feira, 14 de fevereiro de 2011

Google estaria negociando produtora especializada em vídeo online

O Google estaria buscando uma produtora para ajudar a melhorar a qualidade do conteúdo do YouTube. Segundo nota da Reuters, a gigante da Internet estaria negociando a compra da Next New Networks, produtora de comédias online como "Barely Political". O interesse do YouTube seria um serviço de desenvolvimento de vídeo e parceria que a empresa tem e que é dirigido a produtoras menores. Ainda segundo a Reuters, a empresa poderia considerar a possibilidade de fechar o estúdio da Next New e investir mais no desenvolvimento de vídeos de parceiros para exibição no YouTube.

Fonte: Tela Viva News

Google cria código de verificação para aumentar segurança no login

O Google está expandindo para todas as contas de seus serviços a opção de efetuar login em dois passos, que inclui uma verificação adicional além da clássica dupla usuário-senha.

Essa media de segurança – implementada para clientes do Google Apps há alguns meses, e que é ‘opt-in’ (depende de adesão voluntária) – protege a conta Google de ser invadida ou comprometida.

Um porta-voz do Google disse que a empresa “está animada ao implementar o novo método de verificação, o sistema de autenticação em dois passos, nas contas Google, tornando-a disponível para todos os usuários”, completando também que a empresa está apresentando outros recursos adicionais para fazer os controles de segurança muito mais disponíveis e fáceis de usar.

A autenticação é o processo que verifica se o usuário é dono legítimo de determinada conta, antes de acessá-la. Isso depende de alguma informação que a pessoa saiba (uma senha), um dispositivo (como um celular) ou, o que é mais avançado, de uma parte do corpo, como uma impressão digital.

Fonte: Blog Tecnologia Comentada por Gleydson Costa

Computação em nuvem: preocupação para TI, festa para os usuários

O que a nuvem tem a oferecer para os usuários "normais" - aqueles sem ou com pouco conhecimento técnico - pode superar em muito os supostos riscos.

A preocupação dos CIOs com a segurança dos dados na nuvem é justificada. Ainda assim, o modelo de computação em nuvem faz total sentido.

Existem muitas pessoas com uma visão crítica acerca da computação em nuvem e, provavelmente, sou uma delas. Ocorre que fatos importantes estão mudando minha maneira de pensar sobre o assunto.

Experimente apreciar outras características dessa plataforma e investigar o que, afinal de contas, a nuvem significa para uma miríade de pessoas – longe dos executivos e dos CIOs.

Para um público com pouca intimidade em TI, a nuvem oferece vantagens relevantes. Quem nunca passou por uma situação e que há perda de documentos ou de dados importantes por causa de uma queda repentina no fornecimento de energia?

Suítes de produtividade online, como o Google Docs e o Microsoft Office Web Apps, tornam impossível perder um documento, pois os arquivos são salvos automaticamente a cada poucos segundos. Além disso é possível voltar ao estado anterior de uma planilha ou de um documento texto.

Salvar, o que é isso?
O mais interessante nesse modelo de funcionamento é que os usuários não precisam ter noção do que vem a ser “salvar” um arquivo. Não existem mais a necessidade de saber isso. O mesmo vale para tipos de sistemas de arquivos – ninguém precisa se preocupar com esse detalhe quando opera no modelo de computação em nuvem.

A computação em nuvem oferece um local mais seguro que sistemas desktop e mídias tradicionais quando chegada a hora de armazenar um arquivo. CDs, DVDs e até discos rígidos são pouco resistentes às ações do tempo e outros acidentes.

O único motivo pelo qual os dados não devem ser posicionados na nuvem é o risco de falência das empresas que oferecem o serviço. Mas, francamente, não consigo ver uma organização igual ao Google falir da noite para o dia.

Que tal apreciar a computação em nuvem a partir do ponto de vista de um programador? A plataforma de cloud oferece uma possibilidade até então inédita. Escrever aplicativos independentemente do sistema operacional.

Se o programador for capaz de escrever um aplicativo que rode satisfatoriamente em browsers como o Chrome ou o Firefox, essa solução irá funcionar muitíssimo bem em sistemas operacionais diversos, como Linux e Mac OS. Dispositivos móveis também são bem-vindos no ambiente – pelo menos aqueles modernos que rodem os programas a partir da nuvem.

Disponível sempre
E o que os usuários finais acham da computação em nuvem? Eles amam. O simples fato de saber que, uma vez armazenado em um servidor, o arquivo estará disponível sempre, deixa esse público mais que feliz.

Se um colega modificou o conteúdo de uma planilha de cálculo, basta entrar na rede para acessar o arquivo e ver as modificações. Se for necessário, pode ainda dar uma bronca no colega usando a plataforma de bate-papo da Google.

A gerência de TI pode até reclamar da falta de segurança da nuvem, mas aos olhos dos reles mortais, essa preocupação é inexistente e assim o valor da nuvem dobra em sua percepção. Flexibilidade não tem nada a ver com falta de segurança, mas vai explicar isso ao CSO.

Para o usuário final, o fato de várias pessoas terem acesso ao mesmo arquivo é um sonho que se transforma em realidade, e não venha com conversa de segurança ou de dados sigilosos na nuvem , não com o usuário.

Por: Keir Thomas
Fonte: IDG Now

Interatividade na TV Digital: questão técnica, política ou de jogo de mercado?

Quase 4 anos depois do início das transmissões de sinal de TV Digital aberta no Brasil, a discussão sobre a interatividade ainda permanece em pauta como um assunto incômodo a ser resolvido.

O Decreto 5.820, que a Presidência da República publicou em junho de 2006 criando o Sistema Brasileiro de Televisão Digital Terrestre (SBTVD-T), estabelecia em seu artigo 6º que o mesmo deveria possibilitar: I – transmissão digital em alta definição (HDTV) e em definição padrão (SDTV); II – transmissão digital simultânea para recepção fixa, móvel e portátil; e III – interatividade.

Está muito claro no decreto que a adoção do SBTVD-T (ou ISDB-T) compreendia essas 3 características e que pensar a implantação da TV Digital apenas com alta definição ou mobilidade tornaria esse processo incompleto.

Como já se sabe a TV Digital, salvo pela iniciativa de alguns experimentos como o que foi feito pela Caixa Econômica em São Paulo, começou sem interatividade. Lembro que nessa época cheguei a ler algumas declarações de natureza futurológica sobre essa questão. Para alguns especialistas, tratava-se de uma funcionalidade tecnológica que só seria incorporada ao longo de 10 anos. Existiam também os mais pessimistas que previam que sequer a interatividade chegaria a ser utilizada (talvez por ter deduzido que o brasileiro era um povo pouco interativo e que não gosta de novidades tecnológicas). No outro extremo havia também os excessivamente otimistas, que acreditavam que em 2 anos as coisas estariam resolvidas e que os brasileiros seriam beneficiados com uma série de serviços interativos de cidadania e entretenimento oferecidos pela televisão.

Avanços

Seria injusto não reconhecer que alguns avanços significativos foram conquistados nos últimos anos. No âmbito do Fórum SBTVD-T conseguiu-se resolver questões de patentes, chegar-se a um entendimento para as definições dos perfis do middleware e fazer-se o fechamento da norma técnica para a publicação na ABNT.

Graças a uma bem sucedida ação conjunta entre órgãos do Governo Federal e o Fórum, o padrão nipo-brasileiro expandiu-se para 11 países e ganhou reconhecimento internacional pelas suas inovações. No ano passado a ITU (International Telecommunication Union) reconheceu o Ginga como padrão de middleware para IPTV e assistimos ao surgimento dos primeiros televisores digitais com o selo DTVi (que é utilizado por empresas que são associadas ao Fórum para indicar a aderência ao Ginga) feito pela LG e, em seguida, pela Sony, Philips e Panasonic.

Se o fato de não existirem receptores de sinal de TV Digital com middleware no mercado foi apontado por algum tempo como um dos principais impedimentos para que a interatividade não deslanchasse, hoje não se pode mais usar esse argumento.

Embora não tenhamos números formais por parte da indústria sobre o número de televisores e outros dispositivos DTVIs vendidos desde o ano passado, o fato é que já existe um parque de usuários que podem experimentar essa funcionalidade.

Mas afinal, o uso da interatividade na TV Digital aberta no Brasil é uma questão técnica, política ou de jogo de mercado?

Restrições em todos os campos

É muito fácil para qualquer pessoa que tenha um mínimo de bom senso perceber que se o Ginga ainda não decolou por aqui é devido a um conjunto de fatores impeditivos que não são apenas de ordem técnica, política e de mercado. É a soma de todos esses fatores juntos.

Atribuir somente a indústria de recepção, ou a falta de uma obrigatoriedade para se embarcar o Ginga nos televisores, a culpa pelo pouco que tem sido feito até o momento, é ver as coisas de uma forma fragmentada e simplista.

Se por um lado a academia brasileira deu importantes contribuições para o aprimoramento do ISDB-T, principalmente no que se refere a interatividade, por outro demorou na definição das regras para a transferência das inovações do Ginga para as empresas. Isso inevitavelmente gerou atrasos.

A indústria de software não se preparou e nem se articulou setorialmente de forma adequada para trabalhar com esse tema. As poucas empresas que enxergaram no software para TV Digital uma oportunidade de crescimento, não souberam criar uma sinergia para enfrentar os desafios que viriam pela frente e acabaram se dividindo, entrando em um clima de competição predatória. Faltou união de forças e visão estratégica logo de saída. Isso gerou mais atrasos.

Enquanto o setor de software não se encontrava nesse jogo, problemas como a criação de modelos de negócios atrativos – que justifiquem uma adoção abrangente da interatividade pela indústria e pelas emissoras – e como a garantia da interoperabilidade entre as diversas implementações de middleware, foram crescendo em importância e hoje podem ameaçar – com mais atrasos ainda – o já castigado ecossistema da interatividade.

Apesar de ser favorável à obrigatoriedade de inclusão do Ginga, o que é coerente com o decreto de criação do SBTVD-T, reconheço que se essa iniciativa não fizer parte de estratégias políticas e comerciais consistentes e sustentáveis, o simples fato de uma TV ou um celular ter o recurso de interatividade não justificará o seu uso.

Uma das dificuldades encontradas é que esse é um tema que é tratado hoje quase que exclusivamente pelas áreas técnicas das emissoras ou das empresas de software. Como resultado a maior parte dos aplicativos interativos que estão sendo transmitidos são chatos e repetitivos. Falta o envolvimento de profissionais de outras áreas, como comunicação e publicidade, capazes de criarem conteúdos cada vez mais atrativos para essas novas plataformas.

Hora de agir

Já é mais do que hora de atores importantes como a radiodifusão, o mercado publicitário e o Governo Federal – que apesar de ter investido aproximadamente US$ 27 milhões desde 2005 para desenvolver projetos de TV Interativa, ainda não internalizou o seu uso – decidirem se de fato vão usar as inovações tecnológicas do Ginga e o ambiente de convergência que ela traz. E a melhor forma de fazer isso é experimentando. Colocando em prática.

Mas se no Brasil ainda insistirmos em colocarmos em pauta discussões que tínhamos ainda em 2007, vai restar aos argentinos nos salvar, demonstrando o que pode ser feito com a interatividade. Por lá a TV Digital e o Ginga foram inseridos no contexto do programa de inclusão digital, as universidades estão produzindo diversas pesquisas nessa área e venho acompanhando com entusiasmo o crescimento da produção de conteúdos audiovisuais que já nascem roteirizados para permitir o uso da interatividade.

Mantendo-se esse ritmo, em breve poderemos assistir a palestras dos nossos irmãos argentinos, nos ensinado a como utilizar a tecnologia que criamos.

Inovação

É fácil perceber que o ISDB-T no Brasil precisa andar lado a lado com o PNBL (Plano Nacional de Banda Larga), que está se configurando para ser uma das grandes conquistas do Governo Dilma. Televisão e banda larga são ingredientes que devidamente combinados (conteúdos) podem trazer um salto qualitativo na forma de se fazer e assistir TV no país, e tornar o uso da interatividade uma experiência mais rica e completa.

Discordo do ponto de vista dos que acham que a inovação tecnológica pode ser comparada a um vinho, que precisa esperar um longo processo de maturação para ser apreciado. A verdade é que toda inovação tem uma janela de tempo, que é cada vez menor nesse mundo globalizado e competitivo em que vivemos.

Independente de termos o Ginga, a convergência na TV é uma tendência que está crescendo com muita força em todo o mundo e as Connected TVs vão ocupar um espaço de destaque nos lançamentos que a indústria irá fazer ao longo desse ano (no Brasil a fabricação de TVs conectadas poderá responder por até 70% da produção de alguns fabricantes em 2011).

Uma coisa que minha geração aprendeu sobre o tempo é que ele “não para”, como cantava o poeta Cazuza. Também gosto de pensar no tempo como define o filósofo Santo Agostinho.

Para ele o tempo existia tão somente dentro de nossas mentes e em nenhum outro lugar mais. O tempo existe por causa de nossas consciências e só temos a capacidade de perceber e medir o tempo no momento em que decorre
Empurrar para o futuro as definições sobre o Ginga pode ser entendido como uma maneira de sinalizar para a sociedade de que esse tema não é tratado com seriedade e clareza.

É o que fizermos a partir de agora que vai determinar se a interatividade baseada no Ginga veio para ficar em nosso país, ou se vai entrar para uma cômica lista de “fiascos tecnológicos”, servindo de exemplo de incompetência e insucesso para as futuras gerações.

Por: Salustiano Fagundes
Fonte: IDG Now

sábado, 12 de fevereiro de 2011

Pesquisa afirma que lâmpadas LED podem causar câncer

Doença pode ser causada por materiais como chumbo e arsênico, presentes nas lâmpadas.

Pesquisadores da Universidade da Califórnia, Estados Unidos, afirmam que lâmpadas de LED, consideradas ecologicamente corretas, podem causar câncer Em entrevista ao TG Daily, o pesquisador Oladele Ogunseitan apontou que não se pode deixar de lado possíveis problemas de saúde causado por substâncias que não agridem o meio ambiente.

“LEDs são apontados como a próxima geração de dispositivos de iluminação. Mas como nós tentamos encontrar produtos que não esgotam os recursos energéticos ou contribuem para o aquecimento global, temos de ser vigilantes sobre os riscos de toxicidade daqueles comercializados como substitutos”, garantiu o pesquisador.

A pesquisa foi feita usando pequenas luzes multicoloridas de Natal, juntamente com outras usadas em semáforos e lanternas de carros. A descoberta foi preocupante: as luzes vermelhas continham até oito vezes o limite permitido de chumbo segundo leis do estado da Califórnia, o que eleva para “significativo” o risco de câncer.

As cores mais brilhantes apresentaram mais problemas, e as brancas, apesar de estar entre as menos perigosas, contém altos níveis de níquel. Além do câncer, substâncias encontradas nas lâmpadas podem causar outras doenças como lesões neurológicas, doenças renais, hipertensão e erupções cutâneas.

Apesar dos problemas comprovados, as lâmpadas de LED ainda não são classificadas como tóxicas e, segundo Ogunseitan, as fabricantes poderiam facilmente reduzir a concentração das substâncias que causam dano à saúde humana.

Fonte: Baixaki

OI investe em banda larga no Amazonas e amplia capacidade de rede do estado

Conexão via fibra ótica, em região que era atendida apenas por meio de satélite, permite oferta de planos de banda larga mais acessíveis à população.

A Oi é a única empresa que leva banda larga por fibra ótica à capital do Amazonas. Agora a companhia inicia nova fase de ampliação de capacidade de transmissão, visando a expansão da disponibilidade do serviço Oi Velox, reforçando compromisso da companhia com o desenvolvimento nacional.

O projeto faz parte do programa de investimentos da Oi para a Amazônia Legal, que inclui melhoria da atual rede de comunicação e ampliação de cobertura, contribuindo para acelerar o crescimento econômico da Região Amazônica.

A chegada da banda larga à capital amazonense via fibra ótica já beneficiou Boa Vista, que desde setembro de 2009 passou a contar com essa alternativa de acesso. Para que a ligação entre Manaus e Boa Vista fosse possível, aprofundando o processo de integração internacional, foram necessárias pelo menos dez licenças para a obra, sendo três federais e sete municipais.

A partir da concessão das licenças, os técnicos da Oi também precisaram superar uma série de adversidades geográficas, que demandaram um projeto de alta complexidade técnica que envolveu a utilização de diversas alternativas tecnológicas.

De Manaus, o cabo de fibra ótica atravessa um trecho de 784 quilômetros até Boa Vista (RR). Da capital de Roraima, os dados seguem para Caracas, na Venezuela, por redes óticas da Eletronorte e da Cantv.

A partir de Caracas, os dados são transportados pela rede da GlobeNet, subsidiária da Oi que opera um sistema de cabos de fibra ótica submarinos com 22 mil quilômetros de extensão. Da Venezuela, chega aos Estados Unidos e à cidade de Fortaleza por meio de um cabo submarino. Da capital cearense, o cabo segue para o Rio de Janeiro.

Investimento na Amazônia
Com a compra do controle da Brasil Telecom, em 2009, a Oi passou a atuar em todo o território nacional e agora cumpre o compromisso de antecipar investimentos na Amazônia. A conexão por meio de fibra ótica em Manaus e Boa Vista amplia a capacidade de transmissão de dados na região.

A Oi estende a conexão de Manaus para outras localidades: Mucajaí, Iracema, Caracaraí, Rorainópolis, Nova Equador, Nova Colina, no estado de Roraima, e Presidente Figueiredo, no Amazonas. Em Mucajaí, Iracema e Caracaraí a banda larga já foi implantada. Em Rorainópolis, Nova Equador, Nova Colina e Presidente Figueiredo será implantada ainda no primeiro semestre deste ano.

Fonte: baixaki