sexta-feira, 8 de janeiro de 2010

Google foca em mapear cidades-sede da Copa de 2014 para o Street View


As cidades do Rio de Janeiro e de São Paulo começaram a ter todas suas ruas fotografadas para o serviço Street View, do Google, desde a segunda-feira (4), mas a intenção da empresa é ter todas as cidades brasileiras que serão sedes da Copa do Mundo de 2014 em seu site de mapas.

“Vamos fotografar dos grandes centros urbanos para os menores, de acordo com o interesse público. Naturalmente, vamos privilegiar as grandes capitais e as cidades que sediarão a Copa do Mundo”, afirma Felix Ximenes, diretor de comunicação do Google Brasil. “Esses locais despertarão muito interesse tanto dos brasileiros como do mundo todo”. Na cidade de São Paulo, a estimativa é que o mapeamento leve cerca de 4 meses.

Em seguida, os 30 carros adaptados especialmente para comportar uma torre com nove câmeras irão fotografar as ruas das grandes metrópoles e das cidades turísticas até chegar aos menores municípios brasileiros. O trabalho no Brasil será contínuo, como é feito nos 28 países em que o Street View está presente no Google Maps. Os carros não irão parar de rodar pelo país.

Problemas e privacidade
O Google não tem uma perspectiva de quanto tempo levará para fotografar as ruas de São Paulo e do Rio de Janeiro – Belo Horizonte já foi mapeada por ser a sede do centro de engenharia da companhia no Brasil. A estimativa é que leve entre três e quatro meses para realizar as fotos e mais alguns meses para processar as imagens.

O tempo e o trânsito podem ser alguns dos problemas que os carros enfrentarão durante a ronda diária. As fotografias não ficam com qualidade quando chove, apresentando pingos e borrões, embora as câmeras sejam à prova de água. A empresa não quer também que as fotos mostrem um mar de carros parado – cena comum em São Paulo. “Os carros estão saindo para o trabalho fora dos horários de pico de trânsito”, conta Ximenes. Toda a capital paulista, inclusive regiões periféricas e com pouca segurança, terá suas ruas fotografadas.

Outra preocupação é com a privacidade. Ao capturar imagens em ruas movimentadas, é impossível evitar que pessoas apareçam no Street View. Para evitar que elas sejam identificadas nas fotos, o Google utiliza um software que borra os rostos e placas de carro automaticamente. Caso alguém se reconheça ao navegar pelo serviço, existe um link na parte inferior da página que pode ser acessado. Após preencher um formulário e enviar a solicitação para a empresa, a imagem será removida.

No entanto, há quem deseje aparecer a todo o custo no Street View e ir para a posteridade da internet. “Para evitar que estas pessoas fiquem muito excitadas com a exposição, não revelamos por onde o carro vai passar”, afirma o diretor do Google. “A única certeza é de que ele irá passar na sua rua uma hora ou outra”.


Fonte: Globo/Tecnologia

Empresa lança TV de alta definição portátil de 10 polegadas

Aparelho tem entrada HDMI e conexão Bluetooth e os modelos custam entre US$ 150 e US$ 230 nos Estados Unidos.
A fabricante Vizio lançou um televisor portátil chamado de Razor LED que reproduz imagens de alta definição. Ele é compatível com o sinal de TV digital existente nos Estados Unidos, tem entrada HDMI para conectar tocadores de Blu-ray e videogames e tem conexão Bluetooth para que o usuário possa usar fones compatíveis com a tecnologia. Os modelos custam entre US$ 150 e US$ 230 e chegam até o final de 2010 às lojas norte-americanas.

Fonte: Globo/Tecnologia

Google Audio: novo serviço de música do Google

O Google lançará em 28 de outubro um serviço de músicas, informou o blog Techcrunch nesta quarta-feira.

O novo serviço, que deve ser chamado de Google Audio ou de One Box, será um recurso integrado ao buscador Google.com que permitirá usuários ouvirem músicas no próprio site através de serviços terceirizados como o iLike e o Lala.

Usuários poderão ouvir as músicas gratuitamente, e terão a oportunidade de comprá-las, disseram fontes. O Google não quis comentar, porém acho que a Techcrunch não postaria isto se as fontes fossem fracas.

Update: O Techcrunch conseguiu algumas fotos do serviço. Confira-as depois da quebra.

Fonte: Jornal Tecnologia

quinta-feira, 7 de janeiro de 2010

Samsung anuncia TV de LED ultrafina, sistema 3D e loja de aplicativos

Samsung Eletronics apresentou uma série de lançamentos na CES 2010, incluindo um sistema completo de entretenimento 3D para casas e TVs de LED com telas tão finas como uma caneta.

A empresa demonstrou a sua TV de LED mais fina, da série LED9000, que tem apenas 7.6 milímetros de espessura.
Já o sistema de entretenimento 3D para casas inclui TVs em 3D de alta definição, o player Blu-ray BD-C6900 e um sistema de áudio que será vendido em conjunto ou separadamente. A Samsung se uniu a Dreamworks Animation e Technicolor para oferecer conteúdo de entretenimento 3D. Os produtos estarão disponíveis mais tarde em 2010. A companhia não divulgou informações sobre o preço.

As novas TVs com tecnologia 3D e LED incluem a série LED7000, além de TVs de plasma da série 7000 e as de LCD da série 750. Para quem quiser assistir programas tradicionais em 2D nesses modelos, a Samsung incluiu uma tecnologia de conversão automática que transforma o conteúdo 2D em 3D, em tempo real. Segundo a empresa, esses modelos chegarão ao mercado em breve. A fabricante anunciou que também venderá óculos especiais 3D.

A companhia ainda apresentou sua própria loja de aplicativos para oferecer jogos, filmes e softwares para vários dispositivos, incluindo TVs e players de Blu-ray, além de celulares.

A Samsung App já está funcionando na web, mas os aplicativos para TVs só estarão disponíveis a partir de Julho, segundo o website. A companhia espera atrair desenvolvedores com um programa para criação de aplicativos e um kit de desenvolvimento de software (SDK, em inglês).

Fonte: PC World

Nexus One: conheça detalhes do celular do Google

Ele ainda não está disponível no Brasil, mas já faz as mãos dos aficionados por gadgets coçarem. O Nexus One, smartphone lançado através de uma parceria do Google com a HTC ontem, foi sem dúvida um dos mais esperados pelo mercado neste começo de ano. Afinal, era o "Deus" Google dando seus primeiros passos rumo a um mercado até então inexplorado por ele.

O Nexus One roda a versão mais recente do Android, a 2.1. E, de acordo com executivos do Google, ele chega para inaugurar uma categoria de dispositivos chamados "superphones". É que o processador do Nexus é de 1GHz, tornando-o tão poderoso quanto um computador portátil de três ou quatro anos atrás. E isso tudo dentro de uma "caixinha" de 11,9 cm de altura, 5,98 cm de largura e apenas 1,15 cm de espessura, colocando-o entre os smartphones mais finos do mercado.

A tela touchscreen de 3,7 polegadas utiliza a tecnologia OLED, e a câmera de 5 megapixels é um ótimo acessório. No universo dos softwares, o Google aprimorou o sistema de reconhecimento de voz. Agora, digitar mensagens, textos e até acessar aplicativos como o Facebook ficou bem mais fácil. É claro, o vocabulário do sistema só reconhece o inglês por enquanto.

Apesar desses recursos, o lançamento frustrou parte dos geeks, que esperavam uma revolução por parte do Google. O Nexus é, sim, um ótimo aparelho, mas não traz uma mudança na forma como as pessoas se relacionam com o smartphone. Neste sentido, a Apple e o seu iPhone continuam sendo referência.

Nos EUA, o aparelho será vendido por US$529 na loja online do Google. Nós, brasileiros, continuamos esperando uma data de lançamento oficial por aqui. Para conhecer todas as funcionalidades do aparelho, é só assistir aos vídeos abaixo. E, caso queira brincar com a versão 3D do Nexus One, é só acessar a página oficial e se divertir!

Fonte: Olhar Digital

quarta-feira, 6 de janeiro de 2010

TV pública digital custará até R$ 2,8 bi em 20 anos

O governo federal prevê gastar até R$ 2,8 bilhões, em 20 anos, na transmissão dos canais de televisão estatais em sinal digital. A rede de transmissão será construída pelo setor privado, que terá concessão para prestar serviço à EBC (Empresa Brasil de Comunicação).

A empresa (ou consórcio de empresas) que construirá e administrará a rede deverá ser escolhida em concorrência internacional. A minuta do edital da licitação foi colocada em consulta pública apenas três dias antes da virada do ano.

O edital admite a possibilidade de a concessão ser prorrogada para até 35 anos. A EBC fará duas audiências públicas para discutir o edital: uma no Rio de Janeiro, no dia 27 deste mês, e outra no dia seguinte, em Brasília. As regras terão de ser aprovadas pelo Tribunal de Contas da União antes da licitação.

O BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social) financiará o vencedor da licitação na compra de equipamentos e serviços produzidos no Brasil. O empréstimo oficial pode cobrir até 80% do valor do empreendimento.

Pelo projeto da EBC, até o final de 2014 os 273 municípios com população acima de 100 mil habitantes estarão cobertos pela rede pública de TV digital. É um público total estimado em 121 milhões de habitantes, o que daria alcance nacional não obtido com a TV analógica.

A empresa pretende que o sistema seja inaugurado nas cidades de São Paulo e Belo Horizonte ainda no governo Lula.

Segundo o gerente jurídico da EBC Marco Antonio Fioravante, os R$ 2,8 bilhões são o valor máximo admitido no edital para remuneração pelo uso da rede, em 20 anos de concessão.

O desembolso anual máximo previsto é de R$ 160 milhões, quando todos os equipamentos estiverem implantados. A EBC espera que, com a realização da licitação internacional, o custo seja reduzido substancialmente.

Por determinação dos ministérios da Fazenda e do Planejamento, os equipamentos terão de ser devolvidos ao governo ao final do contrato de concessão.

Grupos estrangeiros

O vencedor da licitação construirá a infraestrutura de transmissão e será remunerado pela EBC para transmitir os canais estatais (TV Brasil, TV Senado, TV Câmara e TV Justiça, entre outros) citados no decreto do presidente Lula que autorizou a televisão digital.

A remuneração obedecerá a um critério variável de parcelas que terá, como principal parâmetro, a qualidade do serviço prestado. Portanto, interrupções na transmissão serão descontadas no pagamento.

A terceirização da rede de transmissão de TV digital foi inspirada nas experiências de Japão, França e Espanha. A japonesa Marubeni e o grupo francês TDF, que administram redes de transmissão de radiodifusão em seus países, são pré-candidatos ao leilão --ambos participaram de reunião com a EBC no final do ano passado, na sede do BNDES, no Rio.

Após o encontro com a direção da EBC, os empresários interessados tiveram audiências individuais com técnicos do BNDES para conhecer as condições do empréstimo.

A Folha apurou que está em curso uma articulação para que um consórcio nacional dispute a licitação. Entre os integrantes do consórcio brasileiro está a empresa mineira STB (Superior Technologies in Broadcasting), fabricante de sistemas de transmissão de TV, de Santa Rita do Sapucaí (MG).

O presidente da empresa, Armando Lemes, já havia ameaçado entrar com ação judicial para pedir a impugnação do edital. Segundo ele, se um grupo estrangeiro vencer a licitação, a tendência é que os equipamentos sejam trazidos do exterior e que os fabricantes nacionais percam mercado.

A EBC atuará como distribuidora dos demais canais públicos federais no sistema digital. Receberá a programação das TVs Câmara, Senado e Justiça e, ainda, dos canais que serão produzidos pelos ministérios da Educação e da Cultura, e os entregará ao operador da rede pública de TV digital.

A ideia é que a rede tenha três canais digitais nacionais, com programação gerada em Brasília, e um canal local, em cada capital. A tecnologia digital permite que um canal transmita até oito programações diferentes simultaneamente.

Fonte: IDG Now!

terça-feira, 5 de janeiro de 2010

Skiff Reader tem tela flexível de alta resolução


Ele é maior do que qualquer Kindle ou do que o Nook. Otimizado para revistas e jornais, o Skiff Reader oferece uma durável touchscreen flexível de 11,5 polegadas e 1.600 x 1.200 pixels e tem apenas cerca de 7 mm de espessura.

A conexão do aparelho à loja digital da Skiff poderá ser feita via Wi-Fi ou rede 3G (Sprint, nos EUA). As parcerias de conteúdo ainda não foram divulgadas, mas a Skiff promete suporte a livros e principalmente material de formato maior, como revistas e jornais. A tela significativamente maior do que a do Kindle (no tamanho e na resolução) parece capaz de oferecer os prometidos “layouts visualmente atraentes, gráficos de alta resolução, tipografia rica e atualizações dinâmicas”, ainda que exiba apenas imagens em preto-e-branco.




Fonte: Gizmodo