sexta-feira, 31 de outubro de 2008

LEITORES DE TELA TRANSFORMAM TEXTOS DO COMPUTADOR EM ÁUDIO PARA ACESSIBILIDADE DE CEGOS

Ouvir os textos na tela do computador, transformar um e-book em MP3 e escutá-lo no seu celular, permitir que deficientes visuais e analfabetos tenham acesso à internet, ajudar crianças em fase de alfabetização. Esses são alguns usos dos leitores de tela, que, além de oferecerem entretenimento e educação, são uma ferramenta poderosa na inclusão digital.

Para Marco Antônio de Queiroz, 51, consultor em acessibilidade na rede, "leitores de tela são fundamentais para a acessibilidade de algumas deficiências, em especial a cegueira".

Com os programas, deficientes visuais podem executar qualquer ação no computador, de receber um e-mail a ouvir o que está digitando. Algumas narrações são tão reais que parecem a de um noticiário de TV.

As vozes que acompanham os programas são sintetizadas --um pouco estranhas no começo, mas bem compreensíveis. Para os que exigem mais realismo, outras vozes são vendidas separadamente, custando US$ 25 em média. Em algumas línguas, como o inglês, é possível até mesmo escolher o sotaque da voz.

Para Francisco Lima, 44, professor da Universidade Federal de Pernambuco, deficiente visual de nascença, os leitores de tela também servem a uma outra função. Francisco dá aulas de informática para deficientes auditivos. Com um micro, tela, teclado e leitor de telas, eles se comunicam sem nenhum problema.

A idéia por trás dos leitores de tela não é nova --o Jaws, por exemplo, foi criado em 1989, e o brasileiro Dosvox, quatro anos depois. Ainda assim, diz Francisco, que se especializou na área de inclusão, foi a internet e o conceito de software livre que os tornaram acessíveis a um grande número de pessoas.

Mas, diferentemente do que possa parecer, os programas não são restritos a deficientes visuais. Pedagogos os usam na educação de crianças dislexas e com certos tipos de deficiência intelectual. Curiosos, para ouvir seus livros digitais.

O pleno funcionamento dos leitores de tela, no entanto, depende também da adaptação de sites e outros programas.

O maior problema são arquivos do tipo PDF, lidos apenas por versões mais recentes do Jaws e do Virtual Vision, ambos pagos. Já arquivos em Power Point não são lidos nem mesmo pelo leitor de telas do próprio Windows Vista, o Narrator.

Apesar dessas limitações pontuais, vale conferir os principais programas do gênero.

Fonte: Site Olhar Direto

Redes Wi-Fi domésticas são mais seguras, diz estudo

Um estudo da empresa de segurança americana RSA chegou a uma conclusão curiosa: redes sem fio domésticas são, em geral, mais bem protegidas do as que redes aplicadas em ambientes corporativos.

Segundo o site heise Security,a análise comprovou que mesmo com informação ampla a respeito dos riscos de redes desprotegidas ou mal configuradas, a segurança de redes sem fio fica muito aquém do adequado.

As pesquisas da RSA com redes sem fio começaram há sete anos, primeiro em Londres e posteriormente se expandindo para Paris e Nova York, mas é a primeira vez que redes privadas foram incluidas nos testes. O resultado? Mais de 90% destas redes estavam bem protegidas.

Em Paris, 98% de todas as redes domésticas tinham criptografia, comparado a 97% em Nova York e 90% em Londres. Os métodos utilizados para cifrar os dados eram melhores que os escolhidos por empresas: em Paris e Nova York, as redes domésticas possuíam criptografia mais forte.

Londres foi a cidade analisada com o nível de segurança mais baixo entre as três metrópoles estudadas, embora comparativamente tenha sido a cidade em que houve maior equilíbrio entre qualidade de criptografia encontrada em redes Wi-Fi domésticas e corporativas. Entretanto, 25% das companhias não possuíam qualquer proteção, um número maior se comparado aos dados do ano anterior.

Em Paris foi descoberto que tanto redes corporativas (94%) e redes privadas (98%) estavam com proteção adequada.

O estudo Wireless Security Survey também mostrou que a capital inglesa é a mais avançada em número de pontos de acesso: 12.276, quase 3 mil a mais que Nova York, noticiou o site IT Pro.

Os relatórios podem ser lidos, em inglês, em arquivos PDF, organizados por cidades pelos atalhos:

Fonte: Magnet

quinta-feira, 30 de outubro de 2008

Google lança integração do Calendar e Docs para o Gmail

O Google anunciou, na segunda-feira (27/10), a integração do Calendar e Docs ao Gmail por meio de gadgets que podem ser ativados pelo Google Labs.

Com a novidade, os usuários podem visualizar seus compromissos marcados no calendário e seus documentos recentemente acessados diretamente da caixa de entrada do Gmail.

Para habilitar os gadgets, o usuário deve clicar em “Settings” e selecionar o Calendar e o Docs na aba “Labs”. Os recursos são oferecidos para os usuários da versão em inglês do Gmail.

Na semana passada, o Google lançou uma função para que os usuários do Gmail possam criar múltiplas respostas automáticas aos e-mails recebidos.

Fonte: PC World

quarta-feira, 29 de outubro de 2008

Gigantes da Internet assinam código de ética

Microsoft, Google e Yahoo divulgaram nesta terça-feira um código de conduta conjunto para oferecer proteção à liberdade de expressão na Internet e garantir a privacidade de usuários contra a intromissão de governos no ambiente online.

O código, intitulado Global Network Initiative, foi assinado depois de as empresas terem sofrido críticas por auxiliarem governos como o da China a censurarem conteúdos da Internet.

Segundo o acordo, as companhias vão limitar os dados que poderão enviar aos governos em questões que tratam da liberdade de expressão e privacidade dos usuários.

"Este é um primeiro passo importante", avalia Mike Posner, da organização não governamental Human Rights First.

Posner afirmou à BBC que o acordo é o "reconhecimento por estas companhias, grupos de defesa dos direitos humanos e investidores de que deve haver uma responsabilidade coletiva sobre este problema crescente".

"As empresas devem ser mais firmes em desafiar a interferência sem razão de alguns governos (na Internet)", disse Posner.

O documento afirma que a privacidade é "um direito humano e uma garantia da dignidade humana" e diz que as empresas signatárias se comprometem a resistir a demandas por restrições na liberdade de expressão e na privacidade feitas por governos.

As empresas também se comprometem a avaliar o nível de liberdade de expressão em um país antes de fecharem acordos e de se certificarem de que seus funcionários e parceiros façam o mesmo.

"Estes princípios não serão uma solução definitiva para o problema, mas, o mais importante para mim é que eles fornecem mais transparência", afirma Danny O'Brien, da Electronic Frontier Foudation.

"Nós nos juntamos a essa iniciativa porque sabemos que um grande número de grupos trabalhando juntos pode conseguir mais do que uma empresa agindo sozinha", disse Andrew McLaughlin, diretor global de políticas públicas do Google.

Acusações
O advento do acordo acontece depois de anos de críticas e acusações de que muitas empresas - inclusive Google, Yahoo e Microsoft - concordaram em ajudar a desenvolver o que é conhecido como "O Grande Firewall da China", um sistema de bloqueio de conteúdos de Internet do governo chinês.

O Google foi acusado de cumprir exigências do governo chinês para filtrar pesquisas na Internet e eliminar resultados em seu sistema de buscas sobre palavras como "democracia" e "Massacre da Praça da Paz Calestial", por exemplo.

Já a Microsoft foi acusada de bloquear o blog de um famoso pesquisador de mídia chinês que publicou artigos contra a demissões no jornal Beijing News Daily.

Pesquisadores canadenses também afirmam que uma joint venture chinesa do serviço de ligações pela Internet Skype monitorava as comunicações dos usuários.

Um jornalista chinês também foi condenado a dez anos de prisão depois que o Yahoo China forneceu suas informações pessoais ao governo.

Mapa
Nesta terça-feira, o CEO e co-fundador do Yahoo, Jerry Yang, comemorou a assinatura do novo código de conduta.

"Estes princípios dão um mapa para companhias como o Yahoo operarem em mercados onde a liberdade de expressão e a privacidade são restritas", disse.

"O Yahoo foi fundado sobre a crença de que promover o acesso à informação pode enriquecer a vida das pessoas e os princípios acordados hoje refletem nossa determinação de que as nossas ações reflitam esses valores ao redor do mundo", afirmou Yang.

Mas, enquanto a China costuma ser pintada como o lugar onde estes direitos são menos respeitados, o pesquisador Colin Maclay, do Centro Berkman para Internet e Sociedade da Universidade de Harvard, afirma que outros países e governos também cometem abusos.

"O número de Estados buscando censurar conteúdo online ou procurando ter acesso a informações pessoais na Internet está crescendo", diz.

"Os meios empregados para isso - técnicos, sociais, legais e politicos - são cada vez mais sofisticados e diversas vezes colocam empresas de Internet e de telecomunicações em situações delicadas".

Questão de negócios
A Global Network Initiative foi desenvolvida pelas empresas de Internet junto com grupos de defesa dos direitos humanos, acadêmicos e investidores.

Adam Kanzer, diretor da companhia de investimentos Domini Social Investments, afirma que a iniciativa, assim como é a "coisa certa a se fazer", também faz sentido nos negócios.

Ele disse à BBC que "quando se vê a indústria caindo em táticas de vários regimes ao redor do mundo, a questão dos negócios é muito clara".

"A liberdade de expressão é central nos negócios destas empresas. Elas dependem de uma internet aberta, livre e segura. Se as pessoas não acreditarem na internet e não acharem que ela é segura, é contraproducente para seus negócios".

Mas os esforços já estão sendo vistos por alguns como insuficientes.

"Depois de dois anos de discussões, eles terminaram com muito pouco", diz Morton Sklar, diretor-executivo da ONG World Organization For Human Rights, nos EUA.

"Isto é pouco mais de que uma declaração de apoio a princípios gerais, sem nenhum mecanismo concreto que garanta que as medidas sejam adotadas", afirma.

Apesar das críticas, espera-se que outras empresas assinem o código de conduta e duas empresas européias, France Telecom e Vodafone, já afirmaram estar considerando adicionar seus nomes ao acordo.

Fonte: BBC Brasil

segunda-feira, 27 de outubro de 2008

Saiba como escolher programas para proteger seu PC

negrito É bem possível que você já tenha encontrado pragas digitais que conseguiram se infiltrar no computador, mesmo com o antivírus em perfeito estado de funcionamento. Por isso, na estréia da “Segurança para o PC”, vou dar dicas para os usuários fazerem a escolha certa na hora de adotar softwares de segurança. O foco desta primeira coluna será o antimalware, ou suíte que protege contra diversos tipos de códigos maliciosos, e também conceitos que ajudam na hora de adotar soluções para proteger sua máquina.

Quando um código malicioso invade o computador, a conclusão geralmente é a de que o problema é o software, e a busca por uma ferramenta adequada recomeça toda vez que a anterior falha. O problema, porém, não pode ser encarado desta forma.

Bruce Schneier, um dos mais importantes e reconhecidos especialistas em segurança (alguns o consideram o “Chuck Norris” do ramo), tem o lema “segurança é um processo, não um produto”. A citação reflete nossa procura por uma saída fácil para os problemas, preferencialmente algo que se possa comprar e depois esquecer. Ao afirmar que segurança não é um produto, Schneier nos ensina que, para este campo, não existe um “enlatado” que sirva para todos.

Independentemente do software que você escolher, lembre-se que ele não fará tudo sozinho. Assim, o programa de segurança mais adequado é aquele que você conhece melhor – não apenas em suas configurações, mas em seus pontos fortes e fracos, porque não existe uma solução sem falhas. Ao ter conhecimento das limitações do produto, você sabe quando precisa de um cuidado extra.

Considere ainda que cada programa tem um peso na memória e no processador do computador e que instalar e usar vários programas ao mesmo tempo – especialmente dois do mesmo tipo – poderá diminuir sua segurança, pois softwares de proteção também possuem vulnerabilidades que podem ser aproveitadas por indivíduos e códigos maliciosos. Em julho, a empresa alemã n.runs AG divulgou que, em alguns meses, 800 falhas – 35% delas graves – foram encontradas em softwares antivírus.

Ainda assim, softwares de segurança são importantes ferramentas para ajudar no processo da segurança. Escolher uma ferramenta de qualidade, adequada para suas necessidades, é importante. Nesta primeira coluna, dividida em duas partes, dou algumas dicas para ajudar você a fazer as escolhas certas, começando pela camada “antimalware”.

Antimalware

Primeiro havia o antivírus, depois o antitrojan e, mais tarde, o anti-spyware – todos com funcionamento semelhante. O resultado foi previsível: suítes completas “antimalware” foram criadas, forçando os desenvolvedores mais tradicionais a fazerem o mesmo. A maioria dos softwares “antivírus” é capaz de identificar trojans, spywares e vírus, é claro.

Caso o antivírus que de sua escolha não detecte todo tipo de código malicioso, procure outro software ou uma solução anti-spyware dedicada para trabalhar junto com ele. Se o software já incluir uma proteção, não instale outros aplicativos desnecessários, ou pelo menos deixe os “scanners de tempo real” desativados.

A grande maioria dos usuários de Windows precisa de um programa antivírus para servir de auxílio na identificação de pragas digitais. O software não substitui, porém, os cuidados ao abrir arquivos de fontes inseguras e durante a navegação na internet. Se você nunca abrir um vírus, nunca vai precisar de antivírus. Não abuse da sorte: dependa no antivírus apenas quando necessário.

É importante que você considere a taxa de falsos positivos, que é a freqüência com que o antivírus detecta softwares legítimos como maliciosos, ou seja, são “alarmes falsos”. Um usuário experiente pode identificar um falso positivo facilmente, mas os mais leigos devem preferir uma solução com menos erros.

Avira, AVK e Kaspersky, por exemplo, possuem ótimas taxas de detecção, mas alta taxa de falsos positivos, enquanto o McAfee e o Norton detectam menos pragas, mas tem menos falsos positivos, de acordo com os testes da AV-Comparatives.org.

Um site interessante é o VirusTotal.com. Ao enviar um arquivo no VirusTotal, ele será analisado por 32 antivírus. Se você suspeita de um arquivo específico, ou mesmo acredita ter encontrado um falso positivo, o VirusTotal pode lhe ajudar. Não use-o, porém, para comparar os softwares, pois não é um método objetivo e confiável.

Não existe o melhor para todos

Em segurança, o “melhor para todos” acaba não sendo tão bom por muito tempo. Isso porque, caso todos usem o mesmo, “melhor” programa, os criminosos irão ajustar seus códigos maliciosos para escapar daquele programa, usar as falhas nele existentes e inutilizá-lo após a infecção de um sistema.

Pequenas diferenças em porcentagens de detecção nos testes não se traduzem em melhorias observáveis na sua realidade. Testes são feitos, atualmente, com base em até dois milhões de códigos maliciosos. Se você encontrar um por dia, 365 por ano, é muito. É por isso que o AV-Comparatives classifica os antivírus em standard e advanced+, desprezando pequenas diferenças nos resultados.

Portanto, faça sua escolha. Conheça seu software e use-o como ferramenta de auxílio, juntamente com o VirusTotal, pesquisas no Google e colunas como esta. Aí sim, com seu processo de segurança, você terá um computador seguro.

Por hoje é só. Na quarta-feira (29), continuarei esta coluna falando sobre firewalls, anti-spam, utilitários e outras soluções de segurança, quem precisa delas e fatores importantes para levar em consideração na hora de escolhê-las.

Atenção: A coluna também responderá dúvidas dos leitores sobre segurança. Deixe sua pergunta nos comentários. A primeira coluna com respostas será publicada na próxima quarta-feira (5).

* Altieres Rohr é jornalista e vai usar sua coluna “Segurança para o PC” para responder dúvidas, explicar conceitos e dar dicas e esclarecimentos sobre antivírus, firewalls, crimes virtuais, proteção de dados e outros. Ele criou e edita o Linha Defensiva , site e fórum de segurança que oferece um serviço gratuito de remoção de pragas digitais, entre outras atividades. Na coluna “Segurança para o PC”, o especialista também vai tirar dúvidas deixadas pelos leitores na sessão de comentários.

Fonte: G1 -Globo

domingo, 26 de outubro de 2008

Entenda Sobre A Web2.0

Como o mais novo colunista da Agência Grife Mídia, escolhi o assunto mais falado nos fóruns “tecnológicos”, “Web 2.0”.

O termo Web 2.0 foi criado por Tim O’Reilly em 2003. Como ele mesmo conceituou, a regra fundamental da Web 2.0 é o aproveitamento da inteligência coletiva.

Mas ainda não se tem definido o que é a “Web 2.0”. Podemos ressaltar que a Web 2.0 esta em construção, ainda não tem uma forma concreta. Nós estamos moldando-a. Com tudo, a visão da Internet mudou, a Internet não é mais uma rede mundial de computadores, agora com a Web 2.0 ela se tornou uma plataforma.

Outra questão que podemos observar é: A “Web 2.0” tem como prioridade serviços gratuitos, contendo textos, áudio, vídeos e é claro, muita opinião. Para esta habilidade de dar opiniões, damos o nome de Tagsonomia, é um sistema de indexação de arquivos, que é, associar àquele trecho de qualquer assunto. Cada conteúdo pode conter varias Tags e ser ligadas a partir delas.

Definindo em poucas palavras. A idéia principal é que a Internet se torne mais dinâmica e que os usuários ajudem para a criação do conteúdo. Isso significa que cada usuário pode não somente utilizar e aprender, como dar e passar conhecimento. Para isso temos algumas ferramentas como: Wikis, Mash-ups, Tagging, Ájax, Adsense, Blogs, Rss.
Mais qualquer definição sobre esse termo seria precipitada, sabendo que teremos muitas novidades em breve.

Fonte: Agência Grife Mídia.

A Melhor Linguagem De Programação

Se alguém lhe perguntasse qual a melhor linguagem de programação o que você diria?
Acredito que a melhor resposta seria: depende.

Conheço muitos desenvolvedores que programam em uma só linguagem e não admitem se quer ouvir falar em outras.

Para alguns sempre existe a tal linguagem que é “pau para toda obra”, mas se refletirmos um pouco saberemos que não é bem assim.

Na minha opinião um bom desenvolvedor tem que ter a cabeça aberta para aceitar que para determinadas situações uma linguagem é melhor do que outra.

Concordo que a questão de gosto e familiaridade com a linguagem conta muito. Ninguém esquece a primeira linguagem que aprendeu.

Tipos de linguagem:

Praticas e simples: São aquelas que para se iniciar um projeto não é necessário muitas “burocracias” para dar o passo inicial. JAVA por exemplo é assim. Por não ser uma linguagem 100% orientada a objetos você pode abrir um editor de textos e já escrever seus códigos sem se preocupar com heranças e classes. A quem goste desta praticidade, e a quem não goste.

Embora a qualidade do projeto em si dependa da competência do programador, para criar um projeto grande com este tipo de linguagem normalmente exige-se um esforço maior.

Mais elaboradas: Java por exemplo podemos considerar como mais elaborada, pois ao iniciar um projeto, não podemos “sair por ai” escrevendo códigos sem um planejamento mais detalhado. 

Esta por ser uma linguagem 100% orientada a objetos exige-se maior cautela e organização do código como um todo, estabelecendo uma relação mais concisa sobre todos os módulos e elementos do sistema.

A idéia deste artigo não é comparar JAVA com PHP, mas sim exemplificar que cada situação merece uma ação diferente.

Por exemplo: em um simples aplicativo web talvez não seja tão produtivo “gastar tempo” criando classes, objetos ou padrões de projetos sendo que com poucas linhas em uma linguagem mais simples o resultado seria o mesmo.

Neste caso costumamos dizer o termo “evitar matar uma mosca com uma bazuca”, ou seja, é muito recurso para pouca necessidade.

O outro lado da moeda seria desenvolver um projeto maior e que exige uma certa organização mais robusta utilizando uma linguagem que não ofereça os recursos necessários que sua equipe 
irá precisar.

Abraço