quarta-feira, 24 de abril de 2013

Nota Fiscal Eletrônica para Consumidor começa a ser implantada no RN

O projeto de implantação da Nota Fiscal Eletrônica para o Consumidor Final (NFC-e) começou a ser implantado nesta quarta-feira (24) em Natal. Em solenidade na Miranda Computação, primeira empresa do estado a receber a tecnologia, a primeira NFC-e foi impressa em nome do secretário estadual de Tributação, José Airton. Diferente da Nota Fiscal Eletrônica (NF-e) lançada no Brasil em 2008, a NFC-e é uma solução específica para o consumidor final, opção aos modelos já existentes de cupom fiscal e nota fiscal em papel.

“A NFC-e é um arquivo digital, não existe fisicamente, mas possui uma representação chamada DANFE - Documento Auxiliar da Nota Fiscal Eletrônica para Consumidor Final - que reúne as principais informações contidas na nota fiscal e pode ser impressa, caso o consumidor opte por tê-la em mãos para garantia de algum produto, por exemplo”, esclareceu o secretário. O cliente poderá solicitar que a nota seja enviada por e-mail ou, caso disponha de smartphone com câmera, poderá escanear o QR Code (código de barras bidimensional), acessar todas as informações contidas na NFC-e e armazená-la em seu dispositivo.

Figura em: Cliente poderá receber a nota fiscal por email ou escanear através do QR Code

Para o empresário Afrânio Miranda, o novo sistema irá beneficiar o comércio reduzindo os custos com papel e necessidade de impressora fiscal para operar uma compra. “Para manter uma impressora fiscal, o varejista tem que desembolsar uma média de R$ 3.500 por máquina, além de custos com manutenção e necessidade de aguardar dias e até semanas por homologação. Com a virtualização do processo, o contribuinte poderá usar uma impressora comum para imprimir a nota fiscal eletrônica e, mesmo assim, somente quando for necessário, já que o cliente pode optar por recebê-la via e-mail”, explicou Afrânio.

Segundo José Airton, a ideia é que a SET expanda o projeto para outras empresas o mais rápido possível, de modo que todos os processos passem a ocorrer em meio eletrônico e unificado. “A implantação da NFC-e no RN representa uma revolução no controle fiscal do comércio, proporcionando uma maior justiça fiscal e grandes avanços em logística, tecnologia e preocupação com o meio ambiente, com a opção de não utilização de papel”, acrescentou.

Fonte: Tribuna do Norte - RN

segunda-feira, 22 de abril de 2013

Empresa cria lingerie que vibra para casais que ‘namoram’ pela internet

asais que curtem “namorar” pela internet acabam de ganhar uma nova alternativa para apimentar o relacionamento: a lingerie tecnológica. Desenvolvida pela empresa australiana Durex, a roupa íntima adaptada permite uma maior interação entre os parceiros e  já está dando o que falar. 
 

De acordo com o jornal britânico “Daily Mail”, o produto, que se chama “Fundawear”, utiliza um mecanismo de vibração para dar, tanto ao homem quanto à mulher, a sensação de toque nas partes íntimas. Um aplicativo instalado em smartphones funciona como um controle remoto e permite ao casal escolher como, onde e quando as vibrações acontecerão.



Em sua página no Facebook, a Durex explica que o produto ainda está em fase de produção, mas os interessados na novidade podem se candidatar como “testadores”. A expectativa dos criadores do projeto é que as peças caiam no gosto do público e sejam comercializadas o mais rápido possível.

Fonte: Bhaz

quarta-feira, 17 de abril de 2013

Internet brasileira é a 4ª mais perigosa do mundo

Um estudo divulgado nesta semana pela Symantec diz que o Brasil é o quarto país com mais atividade criminosa na internet. O Brasil só está melhor, nesse quesito, que Estados Unidos, China e Índia, onde o nível das ameaças digitais é ainda mais alto.

Chamado de Internet Security Threat Report (ISTR), o estudo faz um balanço da segurança digital em 2012. Ele aponta que, no ano passado, houve aumento de 42% nos ataques dirigidos a alvos específicos, geralmente para fins de espionagem industrial.

“O ISTR deste ano mostra que os cibercriminosos não estão diminuindo o ritmo. Eles continuam encontrando novas maneiras de roubar informações de organizações de todos os portes”, diz Stephen Trilling, diretor de tecnologia da Symantec, num comunicado da empresa.

A Symantec observa grande crescimento do tipo de ataque conhecido como “watering hole”. O termo em inglês se refere a uma nascente onde animais selvagens bebem água. É um óbvio lugar para um caçador se posicionar à espera da caça.

Na versão digital da caçada, o criminoso estuda a vítima para determinar que sites da web ela frequenta, ou seja, quais são seus “watering holes”. Depois, ele testa esses sites até encontrar um que esteja vulnerável.

Esse site é, então, invadido e usado para transmitir um programa maligno aos computadores da vítima. Uma tática comum é invadir alguma empresa pequena (geralmente mais vulnerável) para, depois, penetrar nos sistemas de alguma corporação que faz negócios com ela.

Segundo a Symantec, é nas empresas com menos de 250 empregados que as invasões mais cresceram em 2012. 31% das organizações atacadas tinham esse perfil, o triplo do registrado em 2011.

A tática da tocaia no bebedouro foi usada, por exemplo, por um grupo de criminosos conhecido como Gangue de Elderwood. Eles conseguiram invadir 500 organizações num único dia.

Os alvos principais dos criminosos são profissionais que têm acesso à propriedade intelectual da empresa (27% do total), mas também há muitos ataques dirigidos à área de vendas (24%). A indústria manufatureira é o setor mais visado (24% dos ataques), seguida pela área financeira (19%).

A posição do Brasil no ranking de ameaças digitais é parecida com a que o país ocupava em 2011. Naquele ano, o Brasil também foi o quarto país com mais atividade criminosa. Mas houve ligeiro decréscimo na parcela dos incidentes registrados aqui, de 4,1% do total mundial para 4%.

Vale notar que, como a Symantec considera o total de incidentes no país em relação à soma mundial, países mais populosos e com alto nível de informatização tendem a aparecer em posições mais altas no ranking. Se fosse considerada a relação entre número de incidentes e população, o ranking seria outro, é claro.

Fonte: Blogue Robson Pires

Remédio virtual para garantir a voz

Pesquisadores da UFRN criam software que avalia os sinais da voz do paciente e identifica prováveis patologias.

É preciso ficar atento ao som da voz. A rouquidão, por exemplo, quando persistente, sinaliza que algo não vai bem. O erro é buscar a assistência médica apenas quando o problema já está muito sério. Para facilitar o acesso da população ao diagnóstico precoce, uma equipe multidisciplinar da Universidade Federal do Rio Grande do Norte está trabalhando na criação de um software que avalia os sinais da voz do paciente e aponta para as prováveis patologias. A tecnologia deverá ser acoplada a tablets e smartphones.

A nova tecnologia possibilitará identificar desvios na voz que podem sinalizar para alguns distúrbios, que vão desde nódulos nas pregas vocais até câncer na laringe. E com a utilização deste equipamento no sistema básico, será possível identificar precocemente estes distúrbios. Atualmente, este diagnóstico é feito geralmente por fonoaudiólogos, que estão em maior quantidade apenas na saúde de média e alta complexidade.

O sistema está sendo desenvolvido com o aporte da UFRN, que financiou bolsas de pesquisa. Ele funcionará utilizando um banco de vozes de pessoas doentes e normais. A partir da similaridade com a voz gravada do paciente, o software identificará se há o indício de alguma patologia da voz e, num nível mais avançado, qual a patologia. O ideal, de acordo com o professor do Departamento de Engenharia da Computação, Luiz Felipe de Queiroz, é que o banco tenha, pelo menos, 500 vozes agregadas. Hoje, há pouco mais de 100. (Ao lado um figura em: Leandro Pernambuco, Heliana Bezerra Soares e Luiz Felipe de Queiroz, pesquisadores da UFRN).

A captação dos sinais de vozes está sendo feita a partir das consultas realizada na Clínica Escola de Fonoaudiologia da Universidade Federal e daqueles pacientes encaminhados pela Otorrinolaringologia da UFRN. Com os registros que já tem, explicou Queiroz, o software já faz a classificação correta sobre a existência de alguma patologia em 96% dos casos. O índice é válido apenas quando a questão se refere a ter ou não algum problema.

Quando se parte para identificar a patologia, o índice de acertos ainda é de cerca de 80%. Espera-se, no entanto, que estes valores cresçam à medida que se conquiste a maior robustez do software. O sistema utiliza uma técnica de processamento digital de sinais, que já era empregada em outros sistemas, mas, pela primeira vez, é utilizado para identificar patologias através da comparação de vozes gravadas.

“Nós da computação geralmente criamos um problema para tentar resolver. E desta vez estamos trabalhando com um problema real que existe e o sistema terá um fim prático”, ressaltou Queiroz. A professora de Engenharia Biomédica, Heliana Bezerra Soares, também engajada no projeto, ressalta que o software foi pensando desde o início para ser compatível com várias plataformas. “Nós tivemos a preocupação de que o software funcione em qualquer sistema. Às vezes é criado um sistema que funciona apenas no Windows, por exemplo, ou na plataforma Mac.”, afirmou.

O projeto é focado não só na pesquisa e extensão, mas também contempla o ensino. O professor fonoaudiólogo Leandro Pernambuco explicou que durante o curso nem sempre os alunos têm contato com patologias raras, o que será fundamental durante a carreira profissional. Através do sistema, eles poderão ouvir as vozes com os mais variados tipos de distúrbio e praticar o diagnóstico.

“Existe algumas patologias que são mais frequentes, como nódulos, e outras que não são tantas. Então se você for procurar por um pólipo vocal, por exemplo, é muito mais raro do que encontrar um nódulo. Aí é a oportunidade para um estudante de graduação é fantástica, porque ganha no processo de ensino e aprendizagem”, explicou.

Depois de pronto, o sistema será apresentado ao poder público para que seja integrado à saúde básica. O software, em hipótese alguma, será vendido. “Estamos fazendo a nossa parte e a ideia, de fato, é que o sistema seja útil”, atestou Queiroz.

A utilização do software, no entanto, não exclui a análise de outros profissionais. A avaliação completa é multidimensional, envolve a avaliação perceptiva auditiva, envolve a avaliação de análise acústica e a associação disso tudo com o diagnóstico otorrinolaringológico.

Professores estão entre os mais atingidos

A maior parcela de pacientes que os fonoaudiologistas recebem é formada pelos profissionais da voz. São pessoas que exigem muito das cordas vocais em seu ofício. E, dentro deste grupo, os que mais se destacam são os professores. De acordo com o professor do departamento de Fonoaudiologia da UFRN, Leandro Pernambuco, um estudo recente aponta que 63% dos professores já referiram ter tido algum problema vocal. “De fato, devido ao grande uso da força vocal, é um grupo que chama muita atenção”, reforçou o especialista, lembrando que o estudo também mostrou que boa parte destas pessoas fica afastada do trabalho até cinco dias por causa da voz.

O professor explicou que o mais comum nos pacientes são as disfonias funcionais, que, na verdade, acontecem não por uma alteração orgânica, mas por um mau uso da voz. A consequência pode ser um desvio na emissão vocal, o que pode causar edema na prega vocal ou irregularidade na vibração das pregas vocais. O mais preocupante são as disfonias orgânicos funcionais, em que a mais frequente é o nódulo, conhecido como calo vocal.

A questão ainda envolve o câncer de laringe, que é a patologia mais grave ligada à voz. “O primeiro sinal é a disfonia e com o tempo ela vai piorando”, ressaltou, lembrando que a rouquidão do ex-presidente Lula já era o sinal de algum problema. O caso do petista, complementou o professor, ajudou a dar maior divulgação nacional para este tipo de câncer.

O câncer de laringe vem crescendo, já despontando entre os dez mais frequentes do país. “Se você tem uma rouquidão, uma alteração na voz, que está durando mais de 15 dias e tende a piorar; se também está associada ao problema de deglutição, porque o sistema é um só, tem que procurar um médico otorrinolaringologista, um cirurgião de cabeça e pescoço e um fonoaudiologista para saber o que é”, ressaltou o professor.

Pronto para uso até o final do ano

A expectativa é de que em seis meses o sistema já esteja sendo testado em pacientes e, até o final do ano, pronto para uso. O graduando de Engenharia da Computação, Maurício Nunes, que está desenvolvendo o software, ainda vai precisar de mais três meses para concluir o programa, dos quais um será para fazer a migração de alguns códigos.

A partir de então, ele poderá ser usado para a captação dos sinais. Neste período será estudada a possibilidade de integrar os softwares aos sinais que já existem no banco da Clínica Escola da UFRN. “O importante é manter o padrão de aquisição. Aí a gente pode integrar esse banco e ele cresce de forma mais rápida”, ressaltou o professor Luiz Felipe.

E, em seis meses, o sistema já será testado em paciente para avaliar a robustez do projeto. Por enquanto, ele só está sendo testado em vozes existentes em um banco. Até o final do ano, espera já ter viabilizado uma plataforma que possa embarcar em celular e tablets.

Fonte: Novo Jornal

segunda-feira, 15 de abril de 2013

Comunidade isolada no Pará terá energia solar


O primeiro leilão para a contratação de energia elétrica destinada ao suprimento de regiões remotas dos sistemas isolados está marcado para o dia 7 de maio, pelas Centrais Elétricas do Pará (Celpa).

O fornecimento de energia será feito por meio de painéis fotovoltaicos (equipamentos usados para absorver a energia solar e transformá-la em elétrica) com conversão para a corrente alternada. Serão atendidas 1.422 casas da Reserva Extrativista Verde para Sempre, que fica no município de Porto de Moz (PA).

Os moradores serão contemplados pelo Programa Luz para Todos, com investimento previsto em R$ 23,6 milhões. Os custos de investimento serão cobertos pela Conta de Desenvolvimento Energético (CDE) e os custos de operação, manutenção e ampliação, pela Conta de Consumo de Combustíveis (CCC).

Os valores investidos pelo Luz Para Todos são compartilhados pelo governo federal, estados e distribuidoras de energia elétrica.

No Brasil, o programa já atendeu mais de 3 milhões de famílias, com investimentos de R$ 19,8 bilhões, dos quais R$ 14,3 bilhões do governo federal. No Pará, o programa beneficiou 334.442 famílias, com aplicação de R$ 2 bilhões, dos quais R$ 1,5 bilhão do governo federal.

Fonte: INFO Exame

sexta-feira, 12 de abril de 2013

Twitter compra empresa australiana de streaming de música

O Twitter adquiriu a empresa iniciante de serviço de transmissão de música We Are Hunted, formada por três funcionários e sediada na Austrália, anunciaram as duas companhias na noite de quinta-feira.

Os termos da operação não foram divulgados, mas a compra parece reafirmar a intenção do Twitter de se tornar um ponto central para distribuição de conteúdo multimídia.

No ano passado, o site de microblogs expandiu agressivamente as ferramentas de carregamento de fotos, vídeos e conteúdo interativo para muito além das mensagens de 140 caracteres que tornaram a empresa conhecida.

Os fundadores da We Are Hunted afirmaram em seu site que não poderiam revelar o que farão no Twitter. Os atuais serviços da empresa adquirida serão encerrados. O Twitter não comentou o assunto além de uma mensagem em site dando boas-vindas à We Are Hunted.

A compra ocorreu vários meses depois que o Twitter adquiriu a Vine, uma empresa de compartilhamento de vídeos curtos. Desde o lançamento oficial da empresa em janeiro sob o controle do Twitter, a Vine se tornou um dos aplicativos mais populares da loja iTunes, da Apple, conforme os usuários do Twitter ampliam o uso dos vídeos de seis segundos na forma de tuítes.

Fonte: INFO Exame

Crise energética torna Coreia do Norte invisível à noite


As deficiências na infraestrutura energética da Coreia do Norte são velhas conhecidas do mundo. Mas uma imagem captada por satélites da Nasa dá uma noção visual chocante do tamanho do problema que a população do país enfrenta.

Vista do espaço, a Coreia do Norte se torna um fantasma mergulhado na escuridão, onde é possível apenas vislumbrar um pequeno foco de luz vindo da capital, Pyongyang, centro do regime. Em contraste, a Coreia do Sul aparece plenamente iluminada.

A agência espacial americana chega a sinalizar que a Coreia do Norte tem menos luzes do que o Mar Amarelo, onde navios de pesca brilhantes "parecem formar uma linha, como se marcassem uma fronteira aquática entre as nações" (veja no retângulo branco à esquerda inferior da imagem).

Esse é o preço alto que a Coreia do Norte paga por, historicamente, ter optado pelo uso militar da energia nuclear em detrimento do uso civil para geração de eletricidade e suprimento das necessidades da população.

Com 27,4 milhões de habitantes, o país sofre com estagnação energética e de combustíveis. Atualmente, mais de 70% da geração vem de termelétricas a carvão, e mesmo assim de forma ineficiente e abaixo da demanda. Em ranking de produção nacional de energia feito pela Agência Internacional de Energia, o país amargava a 68ª posição em 2010.

Publicada em setembro de 2012 no site especial do programa da Nasa, a imagem foi captada com ajuda de equipamentos do satélite Suomi NPP, lançado em 2011, que permitem fazer as imagens mais detalhadas da Terra no período noturno.

Fonte: INFO Exame