quarta-feira, 10 de abril de 2013

Site incentiva boicote a lugares com preços altos em SP

Os valores cobrados por alimentação, entretenimento e serviços em geral em São Paulo começaram a despertar a reação de alguns consumidores.
 
Nesta semana, entrou no ar o site boicotasp, que divulga estabelecimentos que cobram preços altos e incentiva o boicote a esses lugares.

De acordo com o site, "com a velha desculpa do 'tem quem pague', os preços sobem de uma maneira que não dá mais pra encarar."

A página estreou na segunda-feira (8) e desde então tem uma média diária 12 mil acessos, segundo os responsáveis. Até o momento foram publicados 22 relatos entre os 237 recebidos, como queixas sobre ingressos de shows a R$ 12 mil, um milk-shake por R$ 45 e uma manutenção de bicicleta que recebeu o orçamento de R$ 360.

Os locais podem ser consultados por região, "ranking de exploração" ou em oito categorias, como lojas e restaurantes. 

Figura em: Página mostra comentários de clientes que criticam os preços de diversos tipos de estabelecimentos

A ideia é do publicitário Danilo Corci, 38, e de um grupo de amigos. Segundo ele, um dos momentos que o fez ter a iniciativa foi quando um garçom cobrou R$ 10 para que uma amiga sua ficasse com a garrafa da cerveja que havia bebido. "Queremos fazer com que as pessoas parem para pensar um pouco no assunto", afirma.

De acordo com seus criadores, o site apenas faz um levantamento de lugares que as pessoas acham que "está fora da realidade". "Se e o site vai começar a entregar dicas de alternativa depende dos próprios usuários", diz Corci.

As "denúncias" são enviadas por mensagem e avaliadas pelo grupo que criou o Boicota SP.

Corci afirma que até o momento apenas um estabelecimento entrou em contato após a citação, mas que será criada uma área para que os empresários possam dar respostas aos internautas e consumidores.

"Também vamos começar a fazer um cruzamento entre preço e qualidade e uma série de discussões sobre consumo", diz Corci. "Existe uma lógica de que consumir um produto muito caro inflaciona tudo nos locais em volta. Queremos que as pessoas parem para refletir".

Na próxima semana, o BoicotaSP deve virar um aplicativo para celular no qual os clientes poderão fazer comentários em tempo real. 

Fonte: Folha S.Paulo

Japão tuíta erroneamente sobre lançamento de míssil norte-coreano

Mensagem foi disparada sem querer e a cidade demorou 20 minutos para corrigir a situação.
Os 41,2 mil seguidores de Yokohama no Twitter levaram um susto nesta quarta-feira, 10, depois de a conta da cidade japonesa soltar uma mensagem avisando que a Coreia do Norte havia lançado um míssil.

Para alívio geral, a mensagem foi postada erroneamente, mas só 20 minutos depois é que os responsáveis corrigiram a situação, após serem questionados pela população.

"Recebemos uma ligação de um dos nossos seguidores que notou o erro", contou à AFP um oficial da cidade, que fica ao sul da capital, Tóquio.

O tweet estava pré-programado e havia até um espaço em branco para ser preenchido com o horário exato do lançamento. "Por alguma razão isso foi disparado erroneamente", disse o oficial.

Japão, assim como China e Estados Unidos, estão entre os países em estado de atenção por causa da tensão entre as Coreias do Sul e do Norte. Por isso a mensagem estava pronta; no caso de um ataque, o Twitter seria forte aliado para propagação de alertas.

Fonte: Olhar Digital

sexta-feira, 5 de abril de 2013

Google Maps Engine Lite permite a criação de mapas personalizados

O Google anunciou o lançamento do Google Maps Engine Lite, um novo serviço que oferece um modo fácil de criar mapas personalizados e compartilhar informações com amigos e colegas de trabalho.

Com Maps Engine Lite você poderá importar dados de uma planilha ou simplesmente desenhar e adicionar pontos de interesse, linhas e formas.

Você também pode escolher o estilo dos pontos e formas em seu mapa, além de nove estilos de mapas. Você pode ainda compartilhar seu mapa e/ou incorporá-lo em seu site.

Por se tratar de um produto pronto para o usuário final, a plataforma não requer “absolutamente nenhum conhecimento de programação”.

Fonte: Discovery Google

quarta-feira, 3 de abril de 2013

Microprojetores da Philips começam a ser vendidos no Brasil



Figura em: Philips PPX2480

Os diodos emissores de luz, os afamados LEDs, estão no mercado há décadas. No ramo das imagens, projetadas ou não, o que chama atenção é a alta taxa de contraste e principalmente o consumo bem menor que as tecnologias concorrentes. Os microprojetores ou picoprojetores se aproveitam destas vantagens. Tivemos a oportunidade de testar alguns deles no INFOlab e a experiência sempre foi: “Precisamos de mais luz aqui” e “É um bom quebra galho em reuniões familiares ou pequenas apresentações na empresa”. Os novos projetores da Philips conseguem ser pequenos e potentes com esta tecnologia.
Figura em: Philips PPX2055

Os modelos de projetores de bolso Philips PicoPix 2055, PicoPix 2480 e o PicoPix 2330 estão agora oficialmente disponíveis no mercado nacional. Os dois últimos algarismos se referem a intensidade da luz em cada um. Na verdade a tecnologia deles é a DLP, que usa também um LED RGB. Só para efeito de comparação, os projetores mais comuns no mercado possuem em torno de 3000 a 4000 lumens. Mas você jamais vai conseguir colocá-los no bolso, certo?
Figura em: Philips PPX2330

O menor deles, o PicoPix 2330, tem 130 gramas e consegue projetar uma imagem de até 60 polegadas a uma distância um pouco maior que 2 metros. A resolução nativa é 640 x 360 pixels e o contraste estático é 1500:1. Além disto, ele vem com entrada microSD e USB e reproduz sozinho os formatos de vídeos: MPEG4, H264 e RMVB. Segundo o fabricante, a duração da bateria é de 2 horas. Veja o vídeo de demonstração: 


O preços sugeridos dos aparelhos é 1599, 1899 e 2499 reais do mais simples para o mais avançado.


Fonte: INFO Exame

Apple deve lançar TV controlada por anel em 2013, diz analista

Brian White afirma que preços variarão entre US$ 1,5 mil e US$ 2,5 mil.

O próximo passo da Apple pode ser entrar no mercado de televisões. Segundo o analisa Brian White, da Topeka Capital, a empresa pretende lançar uma iTV de 60 polegadas ainda neste ano, que poderá ser controlada por um anel, o iRing.

A constatação é fruto de uma visita às cadeias de fornecimento da China e Taiwan. Segundo seu relatório, o produto deve ser lançado com preço variando entre US$ 1,5 mil e US$ 2,5 mil dependendo da configuração escolhida.

O anel serviria como recurso para navegação, mas também teria incorporadas algumas funções de controle remoto. Além disso, uma possibilidade seria a inclusão de um acessório opcional semelhante a um iPad, que ele chama de "mini iTV", que poderia servir para assistir ao conteúdo mesmo longe do televisor, entre outras aplicações.

Oficialmente, a Apple não se manifesta há algum tempo sobre o assunto das televisões, embora os rumores sobre o assunto se prolonguem há algum tempo. Tim Cook, CEO da empresa, já afirmou que a empresa não despreza este nicho. "Podemos contribuir com muitas coisas para este espaço, então continuaremos para vermos aonde isso nos leva", afirmou em janeiro, durante apresentação dos resultados do primeiro trimestre da empresa.

Fonte: Olhar Digital

O bê-a-bá dos códigos

Escola em Londres coloca em prática o que teóricos dizem ser o futuro da educação: o ensino de programação e linguagem computacional para crianças.


No final de 2012, em uma atividade anual que reúne pais, filhos e professores na escola primária St. Saviours, no centro de Londres, o tradicional cantinho de contação de histórias no qual os alunos ouviam contos de monstros, fadas e bruxas se voltou para algo completamente diferente: a programação e aprendizado de código computacional. “Queríamos dar às crianças as ferramentas para que elas pudessem contar as próprias histórias”, explica Lindsey Woodford, diretora do colégio.

A ideia saiu da cabeça de Nick Corston, empresário e pai de dois alunos, preocupado porque seus filhos poderiam se tornar meros usuários de tecnologia em vez de pensadores críticos da era digital em que nasceram e viverão. “A intenção é mostrar para as crianças que elas podem se tornar produtoras de conteúdo em vez de desperdiçarem todo o tempo delas com joguinhos ao estilo Angry Birds. Se elas forem direcionadas da maneira correta e mostrarem esforço, podem criar os próprios jogos e, com isso, se tornarem pessoas mais criativas e preparadas para o futuro”, afirma Corston.

Durante o dia livre, as crianças puderam se familiarizar com o Raspberry Pi, um computador do tamanho de um cartão de crédito que custa US$ 25 e que propositalmente deixa suas “entranhas” de circuitos à mostra, permitindo entender melhor como funciona a parte interna de um computador. Pelo preço acessível e alta possibilidade de customização, o computador criado por uma fundação inglesa tem sido usado no mundo todo para dar vida a uma infinidade de projetos de máquinas de pinball a helicópteros.

Alfabetização. Os pupilos também aprenderam alguns conceitos de programação através do Scratch, um software desenvolvido pelo Massachusetts Institute of Technology (MIT) para tornar o aprendizado de código e robótica compreensível para crianças. Através do programa e do Raspberry Pi, crianças a partir de cinco anos conseguiram controlar um crocodilo-robô produzido pela Lego, o WeDo. Interpretando o código escrito pelos participantes, o crocodilo mordia o dedo de qualquer um que o colocasse em sua boca. “Foi fantástico, a grande maioria adorou e, para nossa surpresa, notamos uma grande parcela de meninas interessadas”, diz Corston.

O sucesso foi tão grande que a escola se conectou a uma organização nacional para a difusão de código, o Code Club, e agora oferece o curso como parte do currículo básico. “No começo eu me assustei um pouco, mas vi que pode ser fácil. Às vezes, é difícil ter de digitar a mesma linha diversas vezes até que o computador aceite, mas é legal dizer o que o robô vai fazer e criar coisas no computador”, diz Saskia Lee, estudante do St. Saviours de nove anos.

Iniciado por designers e programadores voluntários como um projeto-piloto em cinco escolas londrinas, o Code Club ganhou o apoio da ARM (gigante do setor de semicondutores) e expandirá consideravelmente seu alcance em 2013 para, em dois anos, alcancar 5 mil colégios (25% de toda a rede inglesa).

Assim como a ARM, outras empresas importantes do setor estão voltando seus olhos para o ensino de código e robótica para crianças em idade escolar – também um investimento para criar trabalhadores mais capacitados no futuro. A fabricante Dell patrocina o Apps for Good, que ajuda estudantes a criar aplicativos para smartphones para solicionar problemas cotidianos. E a Mozilla, que produz o navegador Firefox, gastou cerca de US$ 10 milhões para desenvolver um pacote de programas que ajuda a remixar a web, o Webmaker, e produz uma série de seminários e hackathons voltados para o público infantil.

De acordo com o presidente da fundação Mozilla, Mark Surman, trata-se de uma atuação estratégica, pois as crianças decidem entre os oito e dez anos de idade se querem se tornar criadores de conteúdo ou apenas consumidores.

Recentemente, o Google também decidiu apostar na tendência. O presidente-executivo Eric Schmidt esteve na Inglaterra para anunciar um esforço conjunto com a Raspberry Pi para incentivar o ensino de tecnologia em colégios e se livrar do velho currículo escolar que apenas as instrui sobre softwares como Microsoft Word ou PowerPoint. Para alavancar a parceria, o Google doou 15 mil Raspberry Pis para a rede escolar britânica e planeja outras iniciativas similares.

A alfabetização digital de crianças ganha força no mundo todo. No mês passado, Mark Zuckerberg, fundador do Facebook, gravou um vídeo apoiando a associação Code.org que também tem o respaldo de Bill Gates, fundador da Microsoft, e Jack Dorsey, criador do Twitter. Sites como Codecademy e Udacity, que oferecem cursos gratuitos de programação voltados para leigos, têm ganhado destaque nos últimos anos.

A ideia por trás disso é que, em um mundo governado pela internet, interpretar, alterar e criar códigos é quase tão vital quanto ler e escrever. Porém, o pretexto é essencialmente econômico: na Inglaterra, dados governamentais mostram que a procura por cursos superiores de ciências da computação diminui a cada ano, enquanto a demanda por trabalhadores capacitados na indústria de tecnologia crescerá anualmente 1,6% até 2020, exigindo a entrada no mercado de 130 mil pessoas ao ano.

Uma ideia, um comando e uma mordida

Na escola londrina, 240 crianças já começaram a programar. Mas o pai responsável pela iniciativa, Nick Corston, sabia muito pouco de linhas de código. Ele foi inspirado por uma palestra no TED dada em 2006 por Sir Ken Robinson, que dizia que o atual sistema educacional inglês poderia matar a criatividade das crianças. O programa de ensino de códigos é detalhado: primeiro as crianças aprendem o que é o Raspberry Pi, o computador de US$ 25, e descobrem para que serve cada uma de suas portas.

Depois, elas são introduzidas à linguagem de programação Scratch, para programar comandos básicos. As crianças aprendem primeiro a jogar um game de gatos escrito em Scratch; depois, descobrem como cada comando escrito interfere nas ações do gato. Por fim, começam a alterar o funcionamento do jogo. O crocodilo vem no final: as crianças aprendem que podem escrever comandos que são lidos pelo Raspberry Pi e, ali, são transformados em ações físicas no réptil feito de Lego. Os códigos viram mordidas: o robô abocanha o dedo de quem o coloca em sua boca.

Fonte: Link Estadão

terça-feira, 2 de abril de 2013

Anarnet: Brasil ganha órgão responsável pela autorregulação da internet

Nova entidade tem o objetivo de transformar a web brasileira em um imenso fórum de discussões.
 
Na tentativa de trazer uma maior organização à internet brasileira, neste ano entra em operação no país um novo órgão regulador. Conhecida como Anarnet (Agência Nacional de Autorregulação da Internet), a nova instituição tem o objetivo unir as opiniões de empresas, organizações não governamentais, governantes e membros da população em geral para transformar a web nacional em um grande fórum de discussões.

Embora tenha sido fundada em julho de 2011, até o momento a Anarnet funciona de forma sigilosa e não há data para que ela passe a operar de maneira completa. “Nós já temos esta resposta, mas vai ficar para o lançamento”, afirmou Coriolano Almeida Camargo, diretor-presidente da entidade. Ao que tudo indica, o novo órgão vai funcionar de forma semelhante ao Conar, responsável pela regulamentação das propagandas exibidas em território brasileiro.

“O Conar nasceu em um momento de ameaças à livre atuação do setor publicitário, e a Anarnet nasce em um contexto complexo formado por graves riscos e enormes oportunidades para o Brasil e o mundo todo”, declarou Giuliano Giova, diretor do Instituto Brasileiro de Peritos.

Apesar de alguns setores da entidade já estarem funcionando, a previsão é que a iniciativa só passe a aceitar sócios a partir do segundo semestre de 2013. Haverá diversas categorias de filiação, incluindo opções gratuitas, que permitirão a participação de diversas fatias da população.

Fonte: Tecmundo