quarta-feira, 6 de março de 2013

Pinguins são mais frios que o ambiente da Antártica


O pinguim-imperador se mantém quente com camadas de penas e gordura do corpo. Todo mundo ouviu isso de Morgan Freeman anos atrás. Exceto que novas imagens termais mostram que grandes partes do corpo dos pinguins são na verdade mais frias que o ar abaixo de zero ao redor delas.

Espera um pouco, como assim? Aparentemente é por causa de resfriamento radiante, o que é essencialmente o céu sugando o calor da Terra ou do seu corpo em uma noite. Em pinguins, este calor está sendo tirado da sua plumagem. O que significa, basicamente, que para se manter quente durante a noite, os pinguins andam usando pelagens que são mais frios (quatro a seis graus Celsius) que o ar gelado ao redor deles. O corpo deles mantém uma temperatura de cerca de 39 graus Celsius o calor radiante do revestimento protege eles.

Um especialista da Universidade de Indiana sugeriu que as temperaturas encontradas na superfície dos pinguins não são tão frias como parecem, mas não deixe isso tirar a imagem de adoráveis pinguins andando por aí com pelagem adoravelmente congelante.

Fonte: Gizmodo

Robô bioinspirado flutua e salta na água

Figura em: As duas pernas de impulsão do robô funcionam de forma parecida com remos.

Microrrobô bioinspirado
Já existem diversas versões de robôs que flutuam sobre a água.

Eles são geralmente inspirados nos insetos aquáticos da ordem Hemiptera e família Gerridae existem milhares de espécies ao redor do mundo.

Mas nenhum desses robôs era capaz de saltar, com fazem os insetos de verdade.
O desafio foi vencido por Jie Zhao e sua equipe do Instituto de Tecnologia Harbin, na China.

A equipe garante que este é o primeiro microrrobô bioinspirado que não apenas anda sobre a água, mas também salta, pulando continuamente para se movimentar, sem afundar.

Segundo eles, a capacidade de saltar permitirá que versões prontas para uso, em missões de reconhecimento ou monitoramento ambiental, possam superar mais facilmente os obstáculos encontrados na natureza.

Figura em: A solução exigiu a utilização de novos mecanismos de movimentação e de novos materiais,
como as patas, feitas de espuma de níquel.

Robô que salta na água
Construir um robô que salte sobre a água não é trivial porque a força necessária para impulsionar o robô para o ar faz com que as pernas afundem, inviabilizando o salto.

A solução exigiu a utilização de novos mecanismos de movimentação e de novos materiais.

As três pernas de suporte e as duas pernas de impulsão foram feitas usando uma espuma de níquel que é altamente porosa para ser leve e hidrofóbica, ou seja, que repele a água, evitando o afundamento durante a impulsão.

As patas da frente são formadas por um par de patas traseiras unidas, para manter a mesma área de apoio. As pernas de impulsão, por sua vez, mais se parecem com remos e funcionam quase como remos.

Apesar de pesar o equivalente a 1.100 insetos, o robô consegue se movimentar saltando sobre a água.

Os saltos levam o microrrobô flutuante a até 14 centímetros de altura, impulsionando a uma uma distância de 35,5 centímetros o robô sai da água a uma velocidade de 5,7 km/h.

Fonte: Tecnologia de Materiais

terça-feira, 5 de março de 2013

Centro de TV da Rio-2016 terá área de 24 campos de futebol

O complexo que abrigará o IBC (International Broadcast Centre), centro das emissoras de TV e rádio durante a Olimpíada de 2016, terá área construída de 24 campos de futebol, dois andares e será ligado por uma passarela a um prédio de escritórios.
 
A Folha teve acesso às perspectivas artísticas do conjunto, que será erguido no Parque Olímpico, em Jacarepaguá (zona oeste do Rio).

Figura em: Projeção externa do complexo que abrigará o centro das emissoras de TV e rádio durante a Olimpíada de 2016

O IBC terá 102.051 metros quadrados. O andar inferior terá pé direito de 10 m, para permitir a entrada de equipamentos. O andar superior terá 7 m do chão ao teto. O complexo terá capacidade para receber 10 mil pessoas simultaneamente e funcionará 24 horas por dia, sete dias por semana, durante a Olimpíada.

Nos Jogos, o prédio anexo vai receber a OBS (Olympic Broadcasting Services), empresa responsável pela geração oficial e pela transmissão das imagens.

A construção é de responsabilidade do consórcio vencedor da PPP do Parque Olímpico (Norberto Odebrecht, Andrade Gutierrez e Carvalho Hosken), que vai administrar o prédio após os Jogos. O cronograma dos Jogos exige que o prédio seja entregue em 2015.

 Figura em: Outra projeção do complexo que abrigará o IBC (International Broadcast Centre) na Rio-2016

Fonte: Folha S.Paulo 


segunda-feira, 4 de março de 2013

Estudante é preso ao tentar vender helicóptero que pousou em sua casa

Avaliado em 30 mil euros, modelo drone era anunciado na internet por de 1 mil euros.

Um estudante italiano foi preso após tentar vender uma aeronave drone num site de leilões. A prisão se deu porque o item disponibilizado não pertencia ao rapaz: ele apareceu em sua varanda após um pouso de emergência.

O Microdrone md4-200 VTOL é um helicóptero de quatro rotores criado pela EyeSky, startup de tecnologia italiana. No dia 17 de outubro ele fazia um voo pelas proximidades da Universidade de Bologna e realizou o pouso forçado após perder o sinal de GPS.

Desde então o aparelho sumiu do rastreamento da companhia. Ele só foi reaparecer dias depois no site Subito.it, dedicado a venda de diversos produtos. A oferta era de € 1.000 para uma aeronave avaliada em pouco mais de € 30.000.

No anúncio, o estudante alegava apenas uma falha: a falta de controle remoto. "Eu derrubei ele de uma grande altura e quebrou", afirmava. Por meio da página a polícia italiana encontrou o estudante, autuado em flagrante.

Fonte: Olhar Digital

sexta-feira, 1 de março de 2013

Graças ao HTML5, um site pode encher seu disco rígido inteiro com fotos de gatos


Às vezes, sites precisam deixar alguns dados no seu computador, como um pequeno cookie de 5 a 10 KB. No entanto, o HTML5 é mais faminto e às vezes quer um pouco mais cerca de 5 MB, por exemplo. Ele deveria parar aí, mas graças a uma falha na implementação do HTML5, este site pode encher todo o seu disco rígido com lixo. Especificamente gatos. Montes e montes de gatos.

Para evitar que sites consumam muito espaço em disco, a maioria dos navegadores coloca um limite rígido de espaço que cada site pode usar. No Google Chrome, são 2,5 MB; Firefox e Opera dão 5 MB; e o Internet Explorer opta por 10 MB.

E os padrões HTML5 ditam que este limite deve valer dentro de um mesmo domínio. Então a1.exemplo.com deveria compartilhar o espaço com a2.examplo.com. No entanto, como descoberto por Feross Aboukhadijeh, a maioria dos navegadores não faz isso.

No Chrome, Safari e Internet Explorer, cada subdomínio recebe um espaço no disco. Por isso, enquanto um site continuar produzindo novos subdomínios, o navegador vai usar mais e mais do seu disco rígido até abarrotá-lo ou até travar. (A implementação do HTML5 no Firefox impede este problema.)



 

O Filldisk.com, criado por Feross, faz exatamente isso. Com fotos de gatos. Felizmente, o site é misericordioso o bastante para lhe devolver todo o seu espaço de volta, se você pedir para ele parar. Mas é fácil ver como isso pode ser um problema caso um site não se comporte direito.

Feross alertou as equipes do Chrome, Safari e Opera sobre o bug, então o problema deve ser resolvido em breve. Feross teve problema em avisar o pessoal da Microsoft a página de contato não funcionava direito mas o bug também foi registrado para o IE.

Bem, até que venha a correção, você ainda pode bombardear seus amigos com um spam (relativamente amigável) de disco rígido, e agradecer que ninguém maligno descobriu esse pequeno problema antes.

Fonte: Gizmodo

Google pode aposentar barra de navegação e usar menu escondido

Novidade é mais leve, compacta e similar ao Chrome OS. 

Sabe aquela barra de navegação na cor preta que serve de atalho para os serviços da Google, como Gmail, Drive e Google+? De acordo com alguns sites, esse visual pode estar com os dias contados, já que a empresa estaria testando interfaces alternativas para o menu.

O Google Operating System notou que a nova interface de navegação é mais compacta, combina com a predominância do branco nos serviços da empresa e fica escondida até que você clique em seu ícone, que fica logo ao lado do botão de login. O visual é bastante parecido com o utilizado no Chrome OS.

Ao site Cnet, um representante da empresa afirmou que a Google vive testando novas interfaces e experiências na página inicial, o que não significa que elas serão incorporadas no futuro.

Fonte: Tecmundo

MYO é braçadeira de comandos e interação gestual


Em Minority Report, Tom Cruise usa uma luva que permite se comunicar com uma tela transparente. Toda a experiência é realizada através de gestos. Já vimos anteriormente os responsáveis por aquela tecnologia, que de fato existe. A Oblong Industries lançou em meados de 2008, uma combinação de hardware + software chamada g-speak. Apesar de ser um pouco velha, dada as alterações e novas descobertas que acontecem bem rapidamente no mundo atual, ela ainda é bem interessante.



Só que tanto em Minority Report quanto no produto da Oblong necessitamos de uma luva. O mesmo ocorre com o Kinect, que necessitamos do dispositivo para ter uma experiência mais rica. Aí entra o MYO. Ainda é dependente de um hardware, mas é bem menos desconfortável que uma luva, exige bem menos recursos que o software+hardware da Oblong e custa um pouquinho mais que o Kinect (lembrando que poucas pessoas compram só o Kinect, exceto quando já possuem um XBox 360). Assista ao vídeo logo abaixo:



O MYO é uma braçadeira que não exige software proprietário, como ocorre no Oblong, nem um hardware exclusivo como no Kinect. É a “união” entre esses dois hardwares: se compararmos o valor dos três, teremos o g-speak com preço indefinido, o Kinect por US$89 e o MYO por US$150 (em pré-venda e com disponibilidade prevista para o final de 2013).

Essa espécie de braçadeira de comandos gestuais funciona via feedback tátil, através da leitura da atividade dos músculos e de sensores de movimento. Através da leitura dos músculos é possível identificar a posição de cada dedo (fechado ou aberto) e, a partir da movimentação do braço, é possível também detectar qual é a posição do membro.

Ele usa Bluetooth 4.0 para se comunicar com outros dispositivos, baterias de íons de lítio recarregáveis e processador ARM. As APIs dele serão disponibilizadas futuramente e ele já suporta nativamente Windows e Mac OS X. E está planejado suporte para iOS, Android e outros sistemas através de APIs.


Fonte: Meio Bit