terça-feira, 19 de fevereiro de 2013

Nasa anuncia Hangout com astronautas no Google+


A NASA anunciou que, no próximo dia 22 de fevereiro, vai realizar seu primeiro Hangout de longa distância que irá incluir a participação de astronautas na Estação Espacial Internacional.

O evento será transmitido pela página da Nasa no Google+  e canal no YouTube. Com duração de uma hora, os usuários poderão conhecer um pouco mais como os astronautas vivem e trabalham no laboratório a uma distância de aproximadamente 400 km.

NASA pede para que os internautas  enviem perguntas em vídeo até dia 12 de fevereiro com a hashtag #askAstro, além de incluir o nome e localização do autor. A Nasa também vai abordar questões ao vivo de seguidores no Google+, Twitter e Facebook.

Fonte: Discovery Google

Google pode construir aeroporto privado


Aparentemente o Google não quer mais depender dos aeroportos comuns e planeja construir um complexo próprio em San Jose, na Califórnia.

As primeiras informações afirmam que o projeto poderia custar 82 milhões de doláres e teria um espaço privado de 29 hectares de propriedade. Sua estrutura iria comportar facilmente a descida de Boeing 737 e 767, além de pequenos jatos particulares.

O Google Airport também contaria com terminais para executivos, instalações para a manutenção de aeronaves e uma longa lista de outras coisas extravagantes, afirma o jornal San Jose Mercury News.




Fonte: Discovery Google

TelexFree vai virando alvos de inquéritos no Brasil todo. Até a polícia federal já investiga

Muito controverso e polêmico, a rede Telexfree vai virando alvo de ações e inquéritos no Brasil todo.

O Ministério Público de Mato Grosso, através da promotora de justiça de Lucas do Rio Verde, abriu inquérito para investigação da empresa que representa a TelexFree no Brasil.

Recentemente o PROCON do Acre anunciou o envio de denúncias à Polícia Federal, Ministério Público Estadual e a Secretaria de Fazenda em razão de “indícios de crimes” relacionados à atuação da empresa TelexFree naquele Estado.

Em entrevista a Tv Rio Verde (Rede Record) de Lucas, a promotora revela que a empresa oferece risco aos consumidores, “Essas pessoas estão expostas, estão sendo lesadas. Eu instaurei um inquérito civil na Secretaria de Justiça, exatamente por causa desse risco de lesão aos consumidores”, explica a promotora.


Fonte: Blog do BG

Google pode abrir lojas nos Estados Unidos

Gigante de buscas inauguraria lojas de varejo nos EUA para que usuários pudessem testar seus produtos antes da compra.

 O Google tem planos de abrir lojas físicas nas maiores regiões metropolitanas dos Estados Unidos ainda neste ano. A informação foi dada por uma fonte “extremamente confiável” ao site 9to5Google.

Mas por que uma empresa que nasceu na internet teria interesse de ir para o mundo do varejo tradicional?

Segundo a publicação, o objetivo do Google é oferecer aos clientes a oportunidade de conhecer e testar os produtos em mãos antes da compra.

Figura em: Sergey Brin, cofundador do Google, demonstra o Google Glass.

O Google já tem tablets e smartphones Nexus e os Chromebooks (notebooks que usam o sistema operacional Chrome OS) no mercado. Mas a principal função das lojas físicas seria a de apresentar novidades como o Google Glass, óculos de realidade aumentada (uma espécie de “smartphone-óculos”) que deve ser lançado ainda neste ano e custar entre U$S 500 e U$S 1.000.

No caso de um produto como o Google Glass, que pretende ser revolucionário, o 9to5Google avalia que (fora os aficionados por tecnologia) poucas pessoas estariam dispostas a comprar o gadget sem antes testar. Por isso a importância da estratégica das lojas.

Alguma experiência no varejo tradicional o Google já tem. São centenas quiosques em lojas da varejista de eletrônicos Best Buy, nos Estados Unidos, e em 50 unidades da PC World, no Reino Unido. Nesses espaços, funcionários demonstram as funções dos Chromebooks e tiram dúvidas de consumidores.

Ideia maluca? Um artigo da Forbes comenta a notícia e aborda alguns pontos que justificam por que a ideia de uma loja do Google não é maluca. Um deles: as lojas ajudariam a expandir o alcance da marca do gigante de buscas, hoje atrelada somente à internet. Mesmo que a palavra Google tenha tanta força a ponto de virar um verbo (sinônimo de buscas na internet), a marca ainda pode se expandir para outras áreas e vender de roupas a novos gadgets.

Outro ponto abordado pela Forbes: não importa o quão inovador e barato um produto seja, as pessoas sempre vão querer testá-lo antes de gastar seu precioso dinheiro. O texto diz que as lojas não precisam ser um centro de custo grande dentro da empresa, mas devem conseguir agregar valor para o cliente, como faz a Apple Store. Com 400 lojas pelo mundo, a Apple tem o maior ganho por metro quadrado em todo o varejo norte-americano prova de que o segmento é rentável.

Fonte: Link Estadão

Estudante cria gerador que transforma o ar em energia


O estudante alemão Dennis Siegel, da Universidade de Arte de Bremem, desenvolveu um gerador que transforma as ondas transmitidas no ar em energia. O processo acontece por qualquer aparelho elétrico, desde cabeamentos de energia e antenas, até celulares e roteadores.

Portanto, o dispositivo aproveita as radiações eletromagnéticas para produzir eletricidade. O gerador funciona em duas versões. Uma delas aproveita as radiações de frequências baixas (entre 50 e 60 Hz). A outra gera eletricidade por meio das altas frequências (ondas de rádio, telefonia, bluetooth e WiFi) que se propagam pelo ar.

O sistema é simples, pois qualquer aparelho ligado à eletricidade emite radiação eletromagnética. Siegel afirma que o sistema é capaz de carregar uma bateria AA por dia com apenas a eletricidade obtida das radiações eletromagnéticas.

Portanto, o gerador segue o mesmo princípio de carregadores sem fios, cada vez mais usados por smartphones. A polêmica em torno desse tipo de conversão de energia eletromagnética em eletricidade era a necessidade de que o carregador e a bateria do aparelho eletrônico estejam próximos, em uma posição ideal.

O estudante ainda não patenteou sua invenção. Além disso, ele não divulgou informações detalhadas sobre o dispositivo que ainda está em fase de testes e não tem previsão para chegar ao mercado.

Fonte: INFO Exame

domingo, 17 de fevereiro de 2013

Cobrança de imposto no e-commerce é alvo de ação

Uma Ação Direta de Inconstitucionalidade ajuizada no início de fevereiro pelo procurador-geral da República, Roberto Gurgel, junto ao Supremo Tribunal Federal (STF) pode atrapalhar os planos do Rio Grande do Norte e mais 18 estados abocanharem uma fatia do ICMS (Imposto sobre a Circulação de Mercadorias e Serviços) gerado nas compras interestaduais e não presenciais, como as realizadas pela internet ou telemarketing. 

Figura em: O RN e outros estados assinaram um protocolo buscando o direito de ficar com parte do ICMS do e-commerce.

Estados como o RN, que são na maioria das vezes destino e não origem das mercadorias, assinaram um protocolo buscando o direito de ficar com parte do imposto. No caso do RN, o ICMS ainda não estava sendo cobrado na operações de venda para consumo. O imposto vinha sendo recolhido apenas nos estados de onde vêm os produtos. Apesar disso, futuras cobranças por parte do RN podem ser inviabilizadas por meio dessa Ação Direta de Inconstitucionalidade.

A ação tem como objetivo suspender a cobrança do imposto no Pará, mas repercutirá, segundo tributaristas, em todo o país. Para a Procuradoria Geral da República, a cobrança de ICMS nessas operações viola dispositivos constitucionais e pode ocasionar a retenção de mercadorias nas barreiras fiscais. A Procuradoria sustenta que a Constituição Federal adotou como critério de partilha da competência tributária o estado de origem das mercadorias, de modo que o deslocamento para o estado de destino dependeria da alteração do próprio texto constitucional. Os estados não teriam competência para alterar a forma de repartição constitucional do imposto.

O Rio Grande do Norte é um dos 19 estados que, assim como o Pará, assinaram o protocolo ICMS nº 21, de 2011, e alteraram a sistemática de cobrança. Mas diferentemente dos outros estados, o RN foi desaconselhado a cobrar o imposto. Sem sinal verde da Consultoria Geral do Estado para seguir em frente, o RN tem deixado de arrecadar cerca de R$ 40 milhões por ano. Valor que só tende a subir com o avanço do comércio eletrônico. A Secretaria de Tributação estima que o e-commerce movimente, só no RN, cerca de R$ 400 milhões anuais.

O STF ainda não sabe quando julgará a ação e preferiu não comentar o impacto da Adi. Mas segundo o advogado tributarista e presidente da Comissão de Defesa do Contribuinte da Ordem dos Advogados (OAB) no Rio Grande do Norte, Evandro Zaranzas, a decisão do STF valerá para todos os estados que assinaram o protocolo. "A Adi é uma das ações previstas no 'controle concentrado de constitucionalidade' e tem efeito 'para todos' e não só para o alvo da ação, explica o advogado.

Atualmente, produtos adquiridos de forma não presencial para consumo no RN são taxados apenas no estado de origem. Já os adquiridos com vistas à comercialização são taxados no estado de origem e também no Rio Grande do Norte. Especialistas já demonstraram preocupação de a cobrança nos estados também de destino  levar o consumidor a pagar os impostos duas vezes.

O RN, afirma Aírton, só passará a realizar a cobrança quando a redistribuição do ICMS for considerada constitucional.

Embora defenda a mudança na distribuição do imposto, Evandro Zaranzas não questiona a inconstitucionalidade do protocolo. "Para ter validade, um protocolo como esse precisaria ser ratificado por todos os estados brasileiros". Não foi o que ocorreu. Dos 26 estados brasileiros considerando o Distrito Federal só 19 assinaram. São Paulo e Rio de Janeiro, grandes polos produtores, ficaram de fora.

DIFICULDADES

Segundo o presidente da Comissão de Defesa do Contribuinte da OAB RN os estados que assinaram o protocolo já sabiam que enfrentariam dificuldades jurídicas como a que o Pará está enfrentando. A constitucionalidade do próprio protocolo já é questionada em outra Ação Direta de Inconstitucionalidade, a nº 4628.    

O Rio Grande do Norte e os outros signatários do protocolo colocam suas esperanças na PEC (Proposta de Emenda à Constituição) do Comércio Eletrônico, que atribui parte da arrecadação do tributo ao estado comprador, abolindo a sistemática atual de destiná-lo somente ao estado de origem da transação, em tramitação no Congresso.

Fonte: Tribuna do Norte/RN

sexta-feira, 15 de fevereiro de 2013

Intel deve lançar set-top de vídeo online

Em um painel da conferência D: All Things Digital, que aconteceu nos dias 11 e 12 de fevereiro, o vice-presidente corporativo e gerente geral da Intel Media, Erik Huggers, afirmou que a empresa pretende lançar seu serviço de TV online até o final de 2013.

Segundo Huggers, a proposta é lançar um set-top box exclusivo da empresa para vender aos consumidores, oferecendo acesso à conteúdo de TV ao vivo e sob demanda. O executivo ainda afirmou que a Intel pretende lançar o produto sob uma nova marca, e trabalhar com toda a indústria para levar atrações ao vivo da TV para os consumidores via Internet.

A entrada da Intel no mercado de mídia já estava sendo insinuada desde outubro de 2011, quando a unidade de mídia da empresa foi criada. Na ocasião, foi afirmado que ela trabalharia com parceiros da mídia e da indústria do entretenimento para entregar experiências inovadoras de mídia para os dispositivos de seus consumidores. O conteúdo a ser ofertado, assim como seu modelo de negócio, ainda não foi especificado pela empresa.

Fonte: Tela Viva News