sexta-feira, 18 de janeiro de 2013

Cientistas descobrem um antigo rio espetacular em Marte


Cientistas planetários da Agência Espacial Europeia divulgaram imagens 3D da “parte superior da região Reull Vallis de Marte”, que revelam um antigo rio de 1.500 quilômetros que vai de Promethei Terra até a bacia Hellas.

O rio era enorme. As imagens da sonda Mars Express, da ESA, mostra que, em algum ponto, o leito do rio tinha 7 quilômetros de largura e 300 metros de profundidade. As câmeras do satélite também revelaram “numerosos afluentes” que abasteciam o rio gigante.

À direita das imagens você pode ver as montanhas de Promethei Terra, “surgindo cerca de 2.500 metros acima das planícies”. Uma paisagem espetacular não muito diferente de algumas partes da Terra.

Como a Terra
A equipe do Mars Express diz que o rio fluía com água abundante até cerca de 3,5 a 1,8 bilhão de anos atrás, durante o período hespério. Depois disso, a era Amazoniana começou, fazendo com que a região de Reull Vallis fosse invadida por uma geleira. Esta geleira esculpiu o vale onde o rio estava, empurrando detritos e gelo e criando os lados afiados que você pode ver nas imagens.

Junto com os dados coletados pela NASA e por robôs da ESA, parece que Marte sofreu o mesmo processo geológico que temos aqui no nosso pequeno planeta azul.

“Essas analogias estão dando a geólogos planetários tentadoras visões de um passado no planeta vermelho não muito diferente dos eventos do nosso mundo hoje.”

Os pesquisadores acreditam que Reull Vallis é igual a qualquer geleira da Terra como aquela que você pode ver em Yosemite, mas sem turistas e árvores. Em algum momento, Marte pode muito bem ter sido assim:

Muito depois, meteoros atingiram a superfície do vale, causando as crateras que você pode ver em imagens. Cientistas acreditam que outros recursos geológicos na área podem estar cheios de água congelada.

Visão superior em cor natural

Uma vista em perspectiva, com um dos afluentes se conectando ao enorme rio no meio.

As flechas apontam para o rio principal e um dos afluentes.

Uma bela visão.

Se você tiver óculos especial, pode ver essa imagem em 3D.

Fonte: Gizmodo

Google terá novo escritório em Londres com 1 milhão de m²

 Figura em : Companhia já tem escritórios na cidade, como o da região de Covent Garden

O Google está construindo uma nova sede britânica que pode valer até 1 bilhão de libras (US$ 1,6 bilhão) quando concluída, o mais recente acordo imobiliário europeu para o grupo de internet americano de grandes recursos.

O Google comprou um terreno no projeto de Kings Cross Central, um dos maiores programas de revitalização da cidade, onde vai construir um escritório de 1 milhão de metros quadrados, disseram os desenvolvedores de propriedade por trás do projeto nesta quinta-feira, sem divulgar o valor da compra.

Uma fonte diferente com conhecimento do acordo disse que o Google está investindo 650 milhões de libras para comprar e desenvolver o local. O escritório valerá até 1 bilhão de libras quando for concluído em 2016, disse uma outra fonte.

"É um grande investimento do Google, estamos nos comprometendo ainda mais com o Reino Unido - onde computação e a web foram inventados. São boas notícias para o Google, para Londres e para o Reino Unido", disse o vice-presidente do Google para o norte e centro da Europa, Matt Brittin, em comunicado.

O Google vai abandonar os atuais escritórios nos distritos de Victoria e Holborn na capital britânica em 2016, quando acabar a construção. A construção terá início no fim de 2013 e o prédio terá entre 7 e 11 andares de altura.

Kings Cross Central, que repousa sobre um ex-quintal de grãos, carvão e peixe no norte da cidade, vai conter casas, escritórios e lojas. O projeto está sendo construído pela King Cross Central Limited Partnership, que inclui a desenvolvedora Argent Group.

Fonte: Terra/Tecnologia

Microsoft pode ser multada em R$ 1 mi por caixa do Windows 8

Figura em: Empresa terá que modificar a caixa do Windows 8 para deixar claro que se trata de uma atualização

A Microsoft terá que mudar a embalagem do Windows 8 Pro no Brasil para deixar claro para o consumidor que o produto se trata de uma atualização de software. O Procon de São Paulo obrigou a companhia a informar na frente e na lateral da embalagem do Windows 8 Pro que é necessária uma versão anterior do Windows para a instalação do sistema operacional até 17 de fevereiro. Em caso de descumprimento da medida, a empresa será multada em R$ 1 milhão.

Segundo o termo de ajustamento de conduta assinado pelo Procon e pela Microsoft, a gigante do doftware também terá que informar no verso da embalagem "informações adicionais no sentido de que se trata de software de atualização e que requer um computador com a versão original do Windows 7, Vista ou XP SP3 já instalada".

Até que a embalagem seja modificada, a Microsoft é obrigada a fornecer suporte aos consumidores por meio do seu call center, revendedores e material de marketing para deixar claro que se trata de uma atualização. O termo diz ainda que a cada reclamação fundamentada de consumidores que não receberm suporte da empresa no upgrade acarretará em uma multa de R$ 2 mil.

Preço
A Microsoft já havia sido notificada pelo Procon em outubro, depois que consumidores compraram a versão de upgrade do Windows 8 por um preço maior que o anunciado pela companhia no lançamento do sistema operacional. A Microsoft havia divulgado o valor de R$ 69 pelo upgrade para a nova versão do Windows, mas quem baixou o programa acabou recebendo uma cobrança de R$ 83,98.

A Microsoft reembolsou os clientes que afetados pela discrepância no preço.

Fonte: Terra/Tecnologia

Futuro da tecnologia depende de ideias 'malucas', diz CEO do Google

Figura em: Larry Page, cocriador do buscador mais usado da web, critica Facebook e Apple e fala sobre mercado de tecnologia

 O lema dele é "10 vezes", de 10 vezes mais. Para Larry Page, cofundador e hoje CEO do Google, não basta crescer apenas 10%, isso significa que a empresa não está indo mal, mas não representa um grande crescimento. Para Page, os funcionários devem criar produtos 10 vezes melhor que os que já existem.

A inspiração para criar o que hoje é o maior site de buscas da web surgiu quando ainda era graduando na Universidade de Michigan, em um seminário de liderança, em que ouviu dizer que era preciso ter "um desprezo saudável pelo impossível". Depois, já na Universidade de Stanford, o hoje CEO transformou a ideia de uma ferramenta para indexar a web no Google.

Em entrevista à Wired, Page fala sobre o mercado de tecnologia, em que pouco há de realmente inovador, e inclui a Motorola aquisição recente do gigante de buscas - como um dos braços de novidades de Mountain View. O CEO explica como a divisão de "maluquices" Google X se encaixa na visão da companhia de desenvolvimento do setor, critica o Facebook e a Apple, e comenta sobre o sucesso do Android.

Rumos do setor
"Acho que algo de muito errado aconteceu com a forma como tocamos empresas de tecnologia", começa Page, citando a cobertura da mídia especializada como prova de que, aparentemente, o setor funciona a partir da superação da concorrência. "Qual estímulo você tem de ir trabalhar se o melhor que você pode fazer é perseguir outra companhia que faz praticamente a mesma coisa?", questiona.

Para o executivo, é na falta de inovação que está a explicação para a derrocada de determinados serviços na web. Para manter os funcionários motivados, é preciso lembrá-los que podem criar algo realmente novo. "Uma grande parte do meu trabalho é manter as pessoas focadas em coisas que não são apenas melhorias", afirma, citando o Gmail como exemplo. "Éramos uma companhia de buscas, foi uma reviravolta ter um produto de e-mails, ainda mais um que oferecia 100 vezes mais armazenamento do que qualquer outro. Isso não é algo que poderíamos fazer acontecer se estivéssemos só pensando em melhorias", explica.

Mas, é claro, é necessário aperfeiçoar os serviços sempre mais. "Mas a cada n anos você deveria trabalhar em algo completamente novo e que você acha que é realmente maravilhoso", diz Page.

Divisão de "maluquices"
É por causa dessa visão que ele criou a divisão Google X, voltada a produtos "mirabolantes", como o carro que dirige sozinho e o óculos de realidade aumentada. "Você talvez diga que a Apple só faz uma quantidade muito, muito pequena de coisas, e que isso está funcionando muito bem para eles. Mas acho isso insatisfatório. Acho que existem muitas possibilidades no mundo para usar a tecnologia de modo a fazer a vida das pessoas melhores", justifica, estimando que todas as empresas do setor dão conta de apenas 1% das oportunidades. "Isso significa que há 99% de território virgem", indica.

Sobre os investidores, que se preocupam com os altos valores investidos em "maluquices", Page é direto: "se você não está fazendo algo maluco, vocês está fazendo as coisas erradas". Por outro lado, ele lembra que é preciso pensar em como ganhar dinheiro com as invenções, garantindo a sustentabilidade dos negócios. "Quando eu era criança queria ser inventor, mas então percebi que há muitas histórias tristes sobre inventores como Nikola Tesla (engenheiro que criou o sistema de abastecimento elétrico por corrente alternada), pessoas incríveis que não tiveram muito impacto porque não transformaram seus inventos em negócios", aponta.

O CEO do Google acredita que a falta de mais pessoas dispostas a desenvolver projetos "mirabolantes" vem da falta de formação e de estímulo para isso. "Não é fácil criar esses projetos", diz, citando conhecimentos em programação, administração e empreendedorismo como necessários aos que desejam tentar. Além disso, ele fala sobre ideias que amadurecem. "Eu queria fazer (carros autônomos) desde que estava em Stanford. Isso foi há 14 anos. A única coisa que mudou é que agora temos a coragem para tirar isso do papel", exemplifica.

Android, Apple e Facebook
Page também comenta sobre o sucesso do Android, o sistema operacional mobile do Google, que disputa mercado com o iOS da Apple. Questionado sobre se o SO se manterá líder do segmento, ele responde apenas que o sistema tem sido bem sucedido e que isso excita a companhia. E quanto à ameaça que Steve Jobs, ex-CEO da Apple, fez de que lutaria até o fim para derrubar o Android, ideia que ele dizia ser roubada da Maçã, o executivo-chefe do Google apenas ironiza: "e como estão indo essas coisas?".

Para o cocriador da gigante de tecnologia, a compra da empresa que criou as bases do Android, em 2005, não significou um ato tão louvável de visão empresarial. "Quando compramos o Android era muito óbvio que os sistemas operacionais mobile da época eram terríveis. Não dava para criar softwares para eles. Compare com o temos agora. Só o que precisamos (na época) foi ter a convicção para fazer um investimento a longo prazo e acreditar que as coisas podiam ser muito melhores", avalia.

Sobre litígios em geral, também é breve, alegando que nenhuma empresa estagnou por causa de um litígio ou de concorrentes. "As companhias falham porque fazem coisas erradas, ou (porque) não são ambiciosas", resume.

Voltando ao assunto das concorrências, Page é enfático ao discordar que o Google+ esteja correndo atrás do Facebook. "Sim, eles são uma grande companhia no setor, mas eles também estão fazendo um péssimo trabalho com o produto deles. Para que a gente tenha sucesso, é preciso que alguma outra companhia falhe? Não. Na verdade, estamos fazendo algo diferente", afirma, completando que é "é indignante dizer que só há espaço para uma companhia no setor". Reforçando o argumento, lembra que quando o Google começou nas buscas, previu-se seu fracasso, porque já havia cinco outras ferramentas semelhantes no ar. "Dissemos, 'somos uma empresa de busca, mas estamos fazendo algo diferente'", relata.

Segundo Page, a companhia de Mountain View tem feito "muitas coisas legais, muitas das quais foram até copiadas pela concorrência", o que seria sinal de aprovação. E falando em concorrência e mercados compartilhados, o CEO do Google comenta a decisão da Apple de lançar uma ferramenta própria de mapas como nativa do iOS 6, sistema operacional do iPhone 5. "Trabalhamos há muito tempo com o Mapas, e é legal ver as pessoas se darem conta de quanto esforço foi investido nisso, estão valorizando mais agora", diz. O assunto também levanta a oposição entre sistemas abertos (como o Google vê o Android), e os fechados, como o da Apple. Para o executivo, a diversidade de sistemas, com cada empresa "tentando cercar tudo" o que é proprietário, diminui o ritmo da inovação.

Motorola e hardware
O CEO do Google também rebate a ideia de que a companhia de buscas comprou a Motorola Mobility por US$ 12,5 bilhões em 2011 para ter acesso ao portfólio de patentes. "Estamos tocando (a Motorola) de forma independente. Há muito espaço para inovação em hardware", aponta, usando como exemplo o vidro que recobre as telas dos smartphones atuais, com altos riscos de quebra em caso de queda. "Em cinco ou 10 anos não via mais ser assim, vai haver muita mudança", garante.

Rotina de inovação
O executivo afirma que passa a maior parte do seu tempo "garantindo que o usuário tenha uma experiência consistente nos produtos principais" da empresa, o que inclui interface e usabilidade, por exemplo. "Não é uma boa experiência se existem 50 formas diferentes de compartilhar uma coisa", exemplifica. E como é implementar mudanças sendo uma companhia tão grande? O executivo diz que é mais difícil, mas que no lado positivo há um bilhão de usuários dos serviços de Mountain View.

Em relação aos funcionários da empresa, o trabalho é mantê-los estimulados para criar grandes inovações. E como fazer isso em uma empresa tão grande? Para Page, em termos de número de funcionários o Google é médio. Além disso, se a empresa chegar à casa dos milhões de colaboradores, haverá um jeito. "Tudo é escalonável", resume o executivo, afirmando que sim, gostaria de ser maior.

"Poderíamos contratar pessoas e ainda assim ser realmente inovadores. Isso seria ótimo para nós. Somos uma das maiores companhias do mundo, e eu gostaria de nos ver fazendo mais coisas - não só o que alguém mais já fez, mas algo novo", conclui Larry Page.

Fonte: Terra/Tecnologia

quarta-feira, 16 de janeiro de 2013

Site de aluguel de namorada virtual começa a contratar perfis verdadeiros

Namoradas são alugadas para aparecer no Facebook do cliente.
Meninas contratadas já estão todas ocupadas, diz site.

Figura em: Mulheres contratadas pelo site estão todas ocupadas no momento, diz site
 
O site de aluguel de “namoradas para o Facebook” informou ao G1, nesta quarta-feira (16), que começou a contratar “perfis de mulheres reais” para atender às demandas de seus clientes. Em um comunicado anterior divulgado, a empresa afirmava que os perfis eram falsos, algo que, segundo o Facebook, fere os termos de uso da rede social. “Não temos mais nenhum perfil fake”, disse Flávio Estevam, o criador do NamoroFake.com.br.

Segundo ele, já estava previsto parar de usar perfis falsos e contratar perfis de mulheres reais para atender a demanda. Ele afirmou que as meninas contratadas recebem metade do valor pago pelo cliente. Ao “alugar” uma namorada para a rede social, o usuário define que mensagens ela irá compartilhar com ele.

Ao entrar no NamoroFake.com.br nesta quarta-feira, o G1 recebeu um aviso de que não havia mais namoradas disponíveis. Segundo Estevam, as meninas já estão todas ocupadas em horas.

Namoradas falsas
Estevam conta que há uma grande demanda de clientes que usam o serviço para “causar ciúmes nas ex-namoradas”. No NamoroFake, o usuário paga para ter uma “namorada no Facebook”, com um certo grau de afinidade e por um período determinado uma namorada sai por R$ 40, por sete dias, por exemplo, mas existem outras opções de relacionamento.

O internauta escolhe um perfil de namorada e define, por meio de mensagem restrita, os “posts e comentários que a namorada falsa escreverá no seu perfil”. Estevam explica que a iniciativa não envolve namoros virtuais, reais ou encontros pessoais o relacionamento se restringe ao Facebook.

O site já está no ar há 15 dias e Estevam afirma que a maior demanda, no momento, vem do público masculino. “Em breve, vamos oferecer perfis de namorados falsos para o público feminino”, promete.

Fonte: G1/Tecnologia

sexta-feira, 11 de janeiro de 2013

Atraso compromete tecnologia 4G

Com prazo de apenas 11 meses para entrar em operação em Natal e nas demais cidades-sede da Copa do Mundo, a Quarta Geração da Telefonia Móvel (4G) enfrenta como um dos seus maiores desafios a instalação das novas antenas de celulares. A capital potiguar precisa receber 165 desses equipamentos até dezembro deste ano. O que dá uma média aproximada de 1 antena instalada a cada dois dias. 


O Rio Grande do Norte possui 821 antenas de telefonia celular, das quais 295 estão em Natal. Com a adição dos novas antenas adequadas à tecnologia 4G, substituta da 3G, a cidade passará a ter 460

Essas obras dependem de autorização dos municípios, com legislações próprias, que às vezes restringem a construção das torres. Em Natal não é diferente. Na verdade, é até mais difícil que em algumas cidades. Segundo o diretor-executivo do Sindicato Nacional das Empresas de Telefonia e de Serviço Móvel Celular e Pessoal (SindiTeleBrasil), Eduardo Levy, a exigência de um estudo de impacto ambiental para cada equipamento é um dos principais entraves para a instalação de novas antenas na cidade.

"Natal é uma das cidades mais difíceis de se implantar serviço de telecomunicações. Essa exigência (de um estudo de impacto ambiental) ocorre em outros municípios e é um dos maiores entraves", alerta Levy. De acordo com ele Natal perdeu a chance de ser uma das cidades pioneira na oferta da tecnologia 4G por trazer dificuldades. Recife, Campos do Jordão, Paraty e Búzios já possuem o serviço.

O Rio Grande do Norte possui 821 antenas de telefonia celular, das quais 295 estão em Natal. Com a adição dos novos equipamentos, a cidade passará para 460. Um número ainda baixo, se analisarmos a qualidade do serviço oferecido pelas operadoras atualmente. É bom destacar que a oferta do serviço 4G não vai influenciar, positiva ou negativamente, o serviço 3G.

A reclamação diante da exigência do estudo de impacto ambiental vem incomodando realmente as empresas. "Não tem sentido. Seguimos os padrões internacionais. Testados e aprovados em cidades históricas, tombadas como patrimônio histórico", reclama Eduardo Levy. Para o diretor-executivo do SindiTeleBrasil Olinda, Rio de Janeiro e Brasília devem seguir de exemplo para outras cidades. É cada uma conseguiu uma legislação que não interfere na conservação do patrimônio e ao mesmo tempo permite a instalação dos serviços.

Outra reclamação, além da exigência do estudo de impacto ambiental, é a morosidade para o licenciamento. Em algumas cidades, destaca Eduardo Levy, o prazo varia de seis a oito meses, apesar das cidades-sede terem assumido a responsabilidade de "adotar procedimentos para emissão não onerosa, em até 60 dias a partir da data do pedido, de licenças para instalação das redes de telecomunicações que atenderão ao evento" até setembro de 2012, de acordo com a Matriz de Telecomunicações do Gecopa. "Dai a nossa preocupação. Hoje estamos concentrando esforços para as cidades que participarão da Copa das Confederações, mas já fazemos um apelo pela celeridade", enfatiza.

Não há informação sobre os pedidos de licença de instalação

Um outro entrave que as empresas de telefonia celular não contavam pode dificultar ainda mais o início da instalação do serviço. É que junto com a mudança de governo em várias cidades vem o período de transição de equipe - uma espécie de limbo na administração pública. A Secretaria Municipal de Meio Ambiente e Urbanismo (Semurb), órgão responsável pela emissão das licenças para instalação das antenas, está passando por uma faxina.

O diretor de licenciamento da secretaria, Rondinelle Oliveira, afirma que ainda não tem condições de precisar quantos pedidos de instalação de antenas para rede 4G já foram feitos pelas operadoras ou se algum já foi feito. "Encontramos quase 500 processos parados aqui dentro da secretaria. São processos de todas as naturezas e que serão analisados. Vamos fazer um levantamento e nossa meta é realizar mutirão e colocar tudo em dia", disse. A equipe que está realizando esse trabalho encontrou processo que deu entrada no ano de 2010 no meio das pilhas de documentos.

Sobre a legislação municipal, Rondinelle Oliveira afirmou que as restrições para instalação dos equipamentos de trasmissão aqui em Natal são mínimas. Além do estudo de impacto ambiental é preciso resguardar um raio de 30 metros do ponto de emissão de radiação de espaços de uso coletivo como hospitais, praças, escolas e creches, por exemplo. Outra legislação que deve ser cumprida diz respeito aos pontos de combustíveis e restringe a instalação do equipamento dentro de um raio de 100 metros de cada estabelecimento.

Tempo

O prazo destacado no início desta reportagem e que se encerra em pouco mais de 11 meses é a segunda de três metas estipuladas pela Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) e assumida pelas empresas de telefonia que venceram o leilão da 4G - Claro e Vivo -, realizado em junho passado pela agência. A primeira meta é a conclusão da rede até abril de 2013 nas cidades que sediarão os jogos da Copa das Confederações e a última meta é quando as operadoras deverão atender capitais e cidades com mais de 500 mil habitantes. 

Fonte: Tribuna do Norte - RN

segunda-feira, 7 de janeiro de 2013

YouTube ganhará botão de emparelhamento em novos dispositivos


No último mês de novembro, o Google lançou um novo recurso que permitia o emparelhamento de vídeos assistidos no YouTube para Android com os equipamentos da Google TV, utilizando somente o Wi-Fi.

Além disso, a funcionalidade trouxe ao aplicativo móvel a possibilidade de transformar o smartphone num controle remoto, permitindo pausar, adiantar e definir uma playlist de vídeos a serem assistidos na TV.

Esta semana, no blog oficial do YouTube, a gigante de Mountain View anunciou que mais equipamentos deverão ganhar integração com o recurso. Os novos produtos serão anunciados na próxima semana durante a CES 2013.

“Este ano na Consumer Electronics Show (CES), nós traremos o recurso de emparelhamento mobile/TV para aparelhos de nossos amigos, como: Bang & Olufsen, LG, Panasonic, and Sony. Em 2013, ainda veremos em disposutivos da Philips, Samsung, Sharp, Toshiba, Vizio, Western Digital e outros”.



Fonte: Discovey Google