sexta-feira, 11 de janeiro de 2013

Atraso compromete tecnologia 4G

Com prazo de apenas 11 meses para entrar em operação em Natal e nas demais cidades-sede da Copa do Mundo, a Quarta Geração da Telefonia Móvel (4G) enfrenta como um dos seus maiores desafios a instalação das novas antenas de celulares. A capital potiguar precisa receber 165 desses equipamentos até dezembro deste ano. O que dá uma média aproximada de 1 antena instalada a cada dois dias. 


O Rio Grande do Norte possui 821 antenas de telefonia celular, das quais 295 estão em Natal. Com a adição dos novas antenas adequadas à tecnologia 4G, substituta da 3G, a cidade passará a ter 460

Essas obras dependem de autorização dos municípios, com legislações próprias, que às vezes restringem a construção das torres. Em Natal não é diferente. Na verdade, é até mais difícil que em algumas cidades. Segundo o diretor-executivo do Sindicato Nacional das Empresas de Telefonia e de Serviço Móvel Celular e Pessoal (SindiTeleBrasil), Eduardo Levy, a exigência de um estudo de impacto ambiental para cada equipamento é um dos principais entraves para a instalação de novas antenas na cidade.

"Natal é uma das cidades mais difíceis de se implantar serviço de telecomunicações. Essa exigência (de um estudo de impacto ambiental) ocorre em outros municípios e é um dos maiores entraves", alerta Levy. De acordo com ele Natal perdeu a chance de ser uma das cidades pioneira na oferta da tecnologia 4G por trazer dificuldades. Recife, Campos do Jordão, Paraty e Búzios já possuem o serviço.

O Rio Grande do Norte possui 821 antenas de telefonia celular, das quais 295 estão em Natal. Com a adição dos novos equipamentos, a cidade passará para 460. Um número ainda baixo, se analisarmos a qualidade do serviço oferecido pelas operadoras atualmente. É bom destacar que a oferta do serviço 4G não vai influenciar, positiva ou negativamente, o serviço 3G.

A reclamação diante da exigência do estudo de impacto ambiental vem incomodando realmente as empresas. "Não tem sentido. Seguimos os padrões internacionais. Testados e aprovados em cidades históricas, tombadas como patrimônio histórico", reclama Eduardo Levy. Para o diretor-executivo do SindiTeleBrasil Olinda, Rio de Janeiro e Brasília devem seguir de exemplo para outras cidades. É cada uma conseguiu uma legislação que não interfere na conservação do patrimônio e ao mesmo tempo permite a instalação dos serviços.

Outra reclamação, além da exigência do estudo de impacto ambiental, é a morosidade para o licenciamento. Em algumas cidades, destaca Eduardo Levy, o prazo varia de seis a oito meses, apesar das cidades-sede terem assumido a responsabilidade de "adotar procedimentos para emissão não onerosa, em até 60 dias a partir da data do pedido, de licenças para instalação das redes de telecomunicações que atenderão ao evento" até setembro de 2012, de acordo com a Matriz de Telecomunicações do Gecopa. "Dai a nossa preocupação. Hoje estamos concentrando esforços para as cidades que participarão da Copa das Confederações, mas já fazemos um apelo pela celeridade", enfatiza.

Não há informação sobre os pedidos de licença de instalação

Um outro entrave que as empresas de telefonia celular não contavam pode dificultar ainda mais o início da instalação do serviço. É que junto com a mudança de governo em várias cidades vem o período de transição de equipe - uma espécie de limbo na administração pública. A Secretaria Municipal de Meio Ambiente e Urbanismo (Semurb), órgão responsável pela emissão das licenças para instalação das antenas, está passando por uma faxina.

O diretor de licenciamento da secretaria, Rondinelle Oliveira, afirma que ainda não tem condições de precisar quantos pedidos de instalação de antenas para rede 4G já foram feitos pelas operadoras ou se algum já foi feito. "Encontramos quase 500 processos parados aqui dentro da secretaria. São processos de todas as naturezas e que serão analisados. Vamos fazer um levantamento e nossa meta é realizar mutirão e colocar tudo em dia", disse. A equipe que está realizando esse trabalho encontrou processo que deu entrada no ano de 2010 no meio das pilhas de documentos.

Sobre a legislação municipal, Rondinelle Oliveira afirmou que as restrições para instalação dos equipamentos de trasmissão aqui em Natal são mínimas. Além do estudo de impacto ambiental é preciso resguardar um raio de 30 metros do ponto de emissão de radiação de espaços de uso coletivo como hospitais, praças, escolas e creches, por exemplo. Outra legislação que deve ser cumprida diz respeito aos pontos de combustíveis e restringe a instalação do equipamento dentro de um raio de 100 metros de cada estabelecimento.

Tempo

O prazo destacado no início desta reportagem e que se encerra em pouco mais de 11 meses é a segunda de três metas estipuladas pela Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) e assumida pelas empresas de telefonia que venceram o leilão da 4G - Claro e Vivo -, realizado em junho passado pela agência. A primeira meta é a conclusão da rede até abril de 2013 nas cidades que sediarão os jogos da Copa das Confederações e a última meta é quando as operadoras deverão atender capitais e cidades com mais de 500 mil habitantes. 

Fonte: Tribuna do Norte - RN

segunda-feira, 7 de janeiro de 2013

YouTube ganhará botão de emparelhamento em novos dispositivos


No último mês de novembro, o Google lançou um novo recurso que permitia o emparelhamento de vídeos assistidos no YouTube para Android com os equipamentos da Google TV, utilizando somente o Wi-Fi.

Além disso, a funcionalidade trouxe ao aplicativo móvel a possibilidade de transformar o smartphone num controle remoto, permitindo pausar, adiantar e definir uma playlist de vídeos a serem assistidos na TV.

Esta semana, no blog oficial do YouTube, a gigante de Mountain View anunciou que mais equipamentos deverão ganhar integração com o recurso. Os novos produtos serão anunciados na próxima semana durante a CES 2013.

“Este ano na Consumer Electronics Show (CES), nós traremos o recurso de emparelhamento mobile/TV para aparelhos de nossos amigos, como: Bang & Olufsen, LG, Panasonic, and Sony. Em 2013, ainda veremos em disposutivos da Philips, Samsung, Sharp, Toshiba, Vizio, Western Digital e outros”.



Fonte: Discovey Google

sexta-feira, 21 de dezembro de 2012

Instagram volta atrás na mudança de termos de uso

Empresa recebeu críticas pela possibilidade de uso das fotos dos usuários para publicidade.

Toda a reclamação na internet deu resultado. O Instagram anunciou que voltará atrás na mudança de seus termos de uso, que recebeu inúmeras críticas nos últimos dias, desde que foi divulgada.

A empresa decidiu manter a maior parte dos novos termos, mas decidiu trocar a parte referente à publicidade. Desta forma, neste quesito específico, está mantida a versão original, lançada com o serviço em 2010, anunciou Kevin Systrom, co-fundador, no blog do Instagram.

Em comunicado, Systrom aponta uma mudança de diretrizes do serviço. Ele diz que, no futuro, em vez de pedir permissão para implantar formas de publicidade que ainda nem foram completamente desenvolvidas, eles deverão ter mais cuidado para terminá-las para poder explicá-las melhor para o público.

Systrom ainda conclui o texto reafirmando que nunca foi a intenção do Instagram vender as fotos de nenhum de seus usuários e que os direitos sobre elas permaneceriam com seus respectivos autores.

Por fim, ele agradeceu e se diz orgulhoso pela participação da comunidade do Instagram nesta decisão.

Fonte: Olhar Digital

terça-feira, 18 de dezembro de 2012

Banda larga ruim prejudica EAD nos municípios

Para João Carlos Teatini,diretor da Capes,o principal gargalo da educação a distância hoje no Brasil está na conexão ruim

(Com informações da Assessoria de Comunicação do dep. Alex Canziani)

Um dos maiores problemas do ensino à distância (Ead) é a banda larga. É o que acha o professor João Carlos Teatini, diretor de Educação à Distância da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Ensino Superior (DED/Capes). Teatini e a professora Luisa Furlan Costa, diretora do Núcleo de Educação à Distância e Coordenadora do Programa Universidade Aberta do Brasil, palestraram hoje, em Brasília, para a Frente Parlamentar em Defesa da Educação do Congresso Nacional, onde discutiram "As Ações da Educação à Distância no Sistema Universidade Aberta do Brasil (UAB)".

O professor Teatini apontou os objetivos da Universidade Aberta. "Ampliar o acesso à educação superior pública, em especial nas regiões remotas do Brasil induzir e fomentar a educação a distância nas instituições públicas de ensino superior, promover a pesquisa e produção de inovações e a formação inicial e continuada de professores da educação básica", destacou.

Atualmente a Universidade Aberta conta com 778 polos de apoio presencial ativos com bibliotecas, salas de tutoria, laboratórios de informática, internet, tutoria à distância e laboratórios didáticos. São mais de 42 mil alunos. A meta para 2014 é de mil polos e 600 mil alunos.

No entanto, o professor Teatini alerta que o principal gargalo do Ead é qualidade ruim da internet banda larga nos municípios, o que dificulta o trabalho nos polos presenciais. O professor afirma também que é necessário divulgar melhor a modalidade de ensino.

"Temos que divulgar mais a Universidade Aberta do Brasil e superar o preconceito que ainda existe no ensino à distância. É preciso que levemos esse debate para os municípios e estados", salientou.

Na avaliação do presidente da Frente Parlamentar da Educação, deputado Alex Canziani (PTB-PR), a educação à distância democratiza o ensino. "É uma grande iniciativa e a oportunidade para jovens e trabalhadores que não podem frequentar a universidade normal."

Segundo o deputado da educação, a Universidade Aberta do Brasil está dando certo e vai melhorar cada vez mais. "O número de alunos no ensino à distância vem crescendo a cada ano. É, sem dúvida, mais um caminho importante", destacou o deputado da educação.

A Frente Parlamentar da Educação realizou nove palestras este ano para discutir os desafios do país por uma educação de qualidade. O ciclo de palestras sobre educação vai continuar no próximo ano.

Fonte: Ache seu curso a Distância

segunda-feira, 17 de dezembro de 2012

Twitter ofereceu US$ 525 milhões pelo Instagram antes da aquisição pelo Facebook

No final de uma manhã de agosto, Kevin Systrom, executivo-chefe do Instagram, fez um juramento antes de depor em uma audiência no Departamento de Corporações da Califórnia, órgão que almejava saber se a aquisição do aplicativo de fotografia pelo Facebook ia ao encontro dos interesses dos investidores do Instagram.

O Facebook havia solicitado a audiência para acelerar o processo da aquisição.

Quando questionado se sua companhia havia recebido qualquer oferta além da do Facebook à época das negociações, Systrom disse: "Não, nunca recebemos qualquer oferta", segundo as transcrições documentadas. Ele disse que o Instagram havia "conversado com outros, mas nunca uma oferta formal de qualquer um deles."
 
Ivan V. Griswold, um advogado da instituição, perguntou novamente: "Imediatamente antes das negociações, você recebeu qualquer oferta de investid..."

Antes de finalizar sua pergunta, Systrom o interrompeu: "Nunca recebemos qualquer oferta formal ou papéis de contrato", disse. "Não." (Figura ao lado em: Kevin Systrom, do Instagram)

Apesar disso, diversas pessoas ligadas ao Twitter e ao Facebook e documentos recebidos pelo "New York Times" contradizem o que ele disse sob juramento. Systrom e Mike Krieger, o outro fundador do Instagram, encontraram-se diversas vezes no fim de março com os principais executivos do Twitter, segundo pessoas de ambos lados da conversa, que pediram anonimato.

Essas pessoas disseram que o Twitter e o Instagram haviam concordado verbalmente em um valor de US$ 525 milhões (cerca de R$ 1,1 bilhão) pelo Instagram, em dinheiro e em ações do Twitter.

Systrom disse ao Twitter no dia 20 de março que ele e Krieger haviam pensado sobre a oferta e decidido "permanecer independentes". Menos de três semanas mais tarde, o Instagram concordou em ser adquirido pelo Facebook em uma transação de US$ 1 bilhão, negociada pessoalmente pelo executivo-chefe do Facebook, Mark Zuckerberg.

O negócio incluiu US$ 300 milhões em dinheiro e o restante em ações do Facebook. O Instagram era pertencente a Krieger e Systrom, que tinham porções majoritárias, e várias firmas de "venture capital" (financiamento de alto risco).

CONTRAOFERTA

As pessoas familiares com a negociação disseram que os executivos do Twitter estavam chocados pelo fato de que não haviam tido a oportunidade de apresentar uma nova oferta. Eles disseram que o Twitter estava preparado para oferecer valores mais altos.

O Facebook e Systrom se recusaram a comentar os depoimentos e a negociação com o Twitter. Gabriel Stricker, porta-voz do Twitter, também negou-se a falar.

Apesar de parecerem irrelevantes alguns milhões de dólares a mais que poderiam ter acumulado os já afortunados investidores, estes costumam representar fundos que incluem as pensões e participações mútuas de trabalhadores.

O caso também poderia ser visto como um outro exemplo de gigantes tecnológicas que contornam as agências reguladoras.

Constatações feitas por outras pessoas envolvidas na venda do Instagram tampouco falam. Quando o Facebook enviou o caso para os órgãos de regulação californianos, o conselheiro-geral Ted Ullyot escreveu que, apesar de o conselho ter considerado alternativas possíveis, havia "falta de interesse em adquirir a companhia por parte de outros potenciais candidatos." Por meio de um porta-voz, o Facebook recusou-se a comentar.

O diretor de comunicação do departamento de corporações, Mark Leyes, disse que o órgão que deve proteger consumidores e investidores de sofrerem com o chamado "self-dealing", ou transações mal-intencionadas não havia "recebido qualquer reclamação ou protesto sobre a idoneidade do processo de aquisição do Instagram pelo Facebook."

Figura em: O brasileiro Mike Krieger (à esq.) e o americano Kevin Systrom, fundadores do Instagram.

 "Em geral, disse Eric Talley, um professor de direito na Universidade da Califórnia, Berkeley, "se há juramento, há chances de falso testemunho." E também, adicionou, "há riscos de fraude quando uma frase pouco precisa, dita para seus investidores, viola leis antifraude estaduais ou federais."

Talley disse que há mais razões pelas quais pessoas podem tentar ocultar informações, incluindo os "amenizadores de negociações", em que alguém pode ser mantido em um alto cargo ou passar a ganhar um salário maior.

Systrom, que havia trabalhado no Google no setor de aquisições e fusões, foi cauteloso em suas relações com o Twitter desde o princípio. Ele pedia que encontros fossem realizados em restaurantes nos arredores de San Francisco, em vez de em algum dos escritórios das empresas, segundo pessoas que participaram das conversas.

Quando ele recebeu uma das folhas dos termos de contrato de um funcionário do Twitter, ele devolveu e pediu um final de semana para ponderar os detalhes.

É possível que investidores se saíssem melhores se a empresa fosse vendida em um leilão aberto, para o Twitter ou mesmo Google e Microsoft.

FATURAMENTO MENOR

O negócio com o Facebook foi fechado em US$ 735 milhões no começo de setembro, após as ações da rede social despencarem por causa do medo gerado nos investidores sobre o fraco prognóstico de crescimento do faturamento da empresa.

Dado o fato de que o Twitter, empresa de capital fechado, deve faturar US$ 1 bilhão no próximo ano, segundo estimativas, o que deve aumentar consideravelmente sua valoração, os investidores do Instagram teriam feito milhões de dólares a mais.

Não está claro por que o Facebook não mencionou o interesse do Twitter. Uma pista pode ser encontrada em um documento sobre os resultados do primeiro semestre, que o Facebook apresentou à SEC (comissão de valores mobiliários americana) para detalhar a aquisição do Instagram: Talley disse que foi usada linguagem típica de casos antitruste.

A linguagem do documento, que incluía uma taxa de rescisão de 20% para o caso de o negócio dar errado, "sugere que há uma séria preocupação sobre uma investigação antitruste da FTC", disse Talley, referindo-se à Comissão Federal de Comércio dos EUA. "Essas questões antitruste não teriam sido levantadas caso o Instagram estivesse sendo vendido ao Twitter ou ao Google."

Um representante da FTC, Mitchell J. Katz, recusou-se a comentar.

ANTITRUSTE

Também havia a questão de o que Systrom e os reguladores consideravam uma "oferta formal". Apesar de advogados definirem de maneira divergente, foi perguntado a Systrom se ele havia recebido qualquer oferta, formal ou não e ele disse sempre não.

O Facebook já esteve emaranhado com reguladores anteriormente. O que a empresa faz com os dados que recolhe de seus usuários atraiu a atenção da FTC, que acusou a empresa de práticas "injustas e enganosas". A agência, em um acordo, obrigou o Facebook a emitir relatórios de privacidade por 20 anos.

Também houve atrito entre o Facebook e a SEC sobre a estratégia para dispositivos móveis da rede social, em um documento que ainda não foi divulgado.

No final da audiência, os funcionários da reguladora perguntaram a Systrom uma terceira vez se ele havia recebido qualquer oferta: se havia qualquer "outra solicitação de terceiros sobre uma possível aquisição do Instagram" depois que o negócio com o Facebook havia sido anunciado. Apesar de os executivos do Twitter terem tentado contatar Systrom, ele respondeu: "Eu e o conselho não recebemos qualquer contato."

Fonte: Folha de S. Paulo

Foxconn fecha fábrica na Zona Franca de Manaus e demite 300

 A Foxconn anunciou na sexta-feira o fechamento de uma fábrica que produz peças plásticas para celulares na Zona Franca de Manaus.

A empresa chinesa diz ter perdido mercado após o governo federal ter alterado, em junho deste ano, regras de obrigatoriedade para conteúdo nacional nos aparelhos, facilitando a importação de componentes similares pela indústria do setor.

A fábrica da Foxconn era a principal fornecedora de peças e subconjuntos plásticos para celulares da Nokia, que passou a importar as peças da China e Índia.

Com o fechamento da unidade de Manaus, a multinacional fica com uma fábrica de câmeras fotográficas no Amazonas e outras seis unidades em São Paulo.

O governo brasileiro mudou o PPB (processo produtivo básico), que é a porcentagem mínima de conteúdo nacional na produção de componentes para celulares, dispensando etapas de produção previstas antes em Manaus.

Entre as peças atingidas pela medida estão carcaça, teclas de navegação e mostradores de cristal líquido.

O Sindicato dos Trabalhadores na Indústria de Material Plástico de Manaus diz que a mudança atingiu a cadeia produtiva do setor. Neste ano, dos 12,5 mil empregados, 4.000 foram demitidos.

A Foxconn tinha cerca de 900 empregados na fábrica e anunciou ontem a demissão dos últimos 300.

OUTRO LADO


Em nota, a Foxconn negou e disse não ter sido informada das alterações. "A fábrica produzia peças para 16 itens dos aparelhos da Nokia. Após a alteração [do PPB], passou a ter dez itens e chega ao fim das atividades com seis, restando para o próximo ano apenas quatro itens", disse.

A Nokia informou apenas que o fechamento da unidade da Foxconn em Manaus não afetará a produção de celulares da empresa.

Os ministérios do Desenvolvimento e da Ciência e Tecnologia informaram que as mudanças no PPB do telefone celular responderam a demandas de diversos fabricantes. Disseram ainda que o governo estuda medidas para aumento do valor agregado nacional para preservar as indústrias de plásticos.

Sobre o fechamento da Foxconn, o governo disse não ter sido informado sobre eventuais danos, ameaças de desemprego ou riscos de desindustrialização decorrentes das medidas do PPB. 

Fonte: Folha de S. Paulo

TV por fibra ótica da Oi chega com internet de até 200 Mbps


Quando TV a cabo se une à fibra ótica, ela fica melhor de várias formas: a troca de canais fica quase instantânea; sua TV fica mais inteligente; e ela vem acompanhada de internet rápida, o que é sempre bom.

Depois que a Vivo lançou seu serviço de IPTV por fibra ótica, agora é a vez da Oi e ela promete alguns truques bem bacanas. No entanto, ela ainda é para poucos.

Você pode pausar programas e voltar em até 1h30 no que você estava assistindo; pode rever programas selecionados dos últimos 7 dias; e pode assistir TV no tablet ou celular ou usá-los como controle remoto. A transmissão para outros dispositivos é feita via Wi-Fi; você recebe um roteador no momento da instalação.

Além disso, há alguns truques de Smart TV que o decodificador coloca na tela: acesso a redes sociais; conteúdo gratuito (notícias, rádio); conteúdo pago (Locadora Oi de filmes); e a possibilidade de ver fotos e vídeos do tablet ou smartphone direto na TV. Vale notar que você não precisa possuir uma Smart TV em casa: tudo isso é feito através da plataforma Mediaroom, da Microsoft também usada pela Vivo TV Fibra.

Como ao chegar em sua casa, o sinal precisa ser convertido, você recebe um conversor ótico. Ele é ligado ao decodificador, que então é conectado à TV. Você também recebe um roteador Wi-Fi, para conectar dispositivos à TV. Tudo isso tem um preço, é claro: o pacote de TV HD mais simples, com 90 canais, custa R$160 mensais. Ele não oferece internet (exceto para uso da TV).

Também há planos apenas de internet via fibra ótica: o pacote de 50 Mbps sai a R$150/mês; enquanto a velocidade de 100 Mbps lhe custará R$190 mensais. Essas são as velocidades de download; o upload é de apenas 10 Mbps e 15 Mbps, respectivamente.


Você também pode adquirir os dois juntos, é claro. Nesse caso, a Oi vai dobrar a velocidade dos primeiros cinco mil clientes: ou seja, o pacote com 90 canais e internet de 50 Mbps na verdade terá 100 Mbps. O pacote de 100 Mbps também é dobrado para 200 Mbps. Os pacotes custam a partir de R$170 (R$200 para quem não é cliente Oi Fixo).

Infelizmente, tudo isso ainda é para poucos, mas não pelo preço: nesta primeira etapa, apenas certas áreas nos bairros da Zona Sul do Rio e Barra da Tijuca são cobertos pelo serviço. Depois, o serviço deve ser expandido para Belo Horizonte e outras capitais.

A Vivo TV Fibra, por sua vez, está disponível a partir de R$150 (com internet de 25 Mbps) em mais de vinte bairros de São Paulo, mais onze cidades do interior e litoral. Da mesma forma, a disponibilidade é limitada a algumas áreas das cidades.

Vivo, TIM e GVT também oferecem internet via fibra ótica, também em áreas limitadas. Torcemos que serviços de fibra ela se expandam ainda mais pelo Brasil eu quero tudo isso aqui em casa, e logo.

Fonte: Gizmodo