sexta-feira, 5 de outubro de 2012

Campina Grande do Paraíba, citada entre as 10 cidades brasileiras para abrir empresas de tecnologia

Conheça 10 cidades brasileiras para abrir empresas de tecnologia.
Abrir uma empresa de tecnologia é sonho de muitos jovens. Mas nem todo lugar oferece o ambiente ideal para começar esse tipo de negócio negócio. O UOL consultou instituições e especialistas e listou dez cidades brasileiras que unem oportunidades, incentivo e infraestrutura por abrigarem universidades, institutos de pesquisa, incubadoras de negócios e grandes empresas.

Belo Horizonte (MG)
A capital mineira, que tem um escritório do Google, está investindo em tecnologia. No campus da UFMG (Universidade Federal de Minas Gerais), funciona o parque tecnológico, cujo foco de atuação são softwares e biotecnologia.

Campina Grande (PB)
A cidade tem um parque tecnológico, três universidades públicas e uma incubadora de empresas. Lá, está o TecOut Center, centro criado em parceria com a China para internacionalização de tecnologia. As áreas de atuação são software, hardware e comunicação digital.

Florianópolis (SC)
A cidade abriga mais de 600 empresas de tecnologia, quatro fundos de venture capital (capital de risco), duas incubadoras de negócios e um parque tecnológico. As principais áreas são: software, hardware e serviços de tecnologia.

Itajubá (MG)
A prefeitura concede benefícios fiscais para empresas se instalarem. Conta com a Unifei (Universidade Federal de Itajubá) e uma incubadora de empresa. Um parque tecnológico está em fase de implantação. Destacam-se as áreas eletroeletrônica, mecânica e informática.

Recife (PE)
A capital pernambucana tem o maior parque tecnológico do país, o Porto Digital, com uma incubadora de negócios e mais de 200 empresas instaladas. Atua nas áreas de softwares, games, multimídia e tecnologia ligada à comunicação.


Rio de Janeiro (RJ)

A “Cidade Maravilhosa” tem um parque tecnológico e duas grandes universidades com incubadoras: a UFRJ (Universidade Federal do Rio de Janeiro) e PUC-Rio (Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro). Energia e combustíveis são as principais atividades.

São Carlos (SP)
Possui um parque tecnológico o Science Park com duas incubadoras de empresas, duas universidades: USP e UFSCar (Universidade Federal de São Carlos) e dois centros de pesquisa ligados à Embrapa (Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária). Os setores de destaques são: óptica, química fina e tecnologia para a agropecuária.

São José dos Campos (SP)
A cidade conta com um parque tecnológico, um campus da Unifesp (Universidade Federal de São Paulo), o ITA (Instituto Tecnológico de Aeronáutica) e a Embraer. Destaca-se nas áreas de aeronáutica, energia e tecnologia para saúde e meio ambiente.

São Paulo (SP)
Maior cidade brasileira e principal destino dos escritórios empresariais. Conta com universidades e incubadoras de negócios, com destaque para USP (Universidade de São Paulo). Tem potencial de atuação em todas as áreas.

Santa Rita do Sapucaí (MG)
Conhecida como “Vale da Eletrônica”, o município de apenas 37,7 mil habitantes conta com duas incubadoras de empresas, o Inatel (Instituto Nacional de Telecomunicações). As áreas mais promissoras são de eletroeletrônicos e informática.

Fonte: PaqTcPB

Como evolui a inovação na era pós-Jobs

Impressora 3D, casa inteligente e óculos do Google são exemplos após a morte do guru.

Figura: Metamáquina é produzida em São Paulo com hardware e software livre e já está com o primeiro lote esgotado.

Como uma gigantesca espaçonave de vidro, capaz de abrigar 12 mil pessoas, cercada pela natureza em Cupertino, na Califórnia, o novo prédio da Apple, em construção, foi o tema de Steve Jobs em julho de 2011, sua última aparição antes de morrer. Três meses depois, em 5 de outubro, em casa, o gênio criativo da Apple morreria deixando fãs inconsoláveis e a dúvida: por quanto tempo a maçã se manteria como imagem símbolo de inovação tecnológica?

A té agora, acionistas e consumidores parecem não ter do que reclamar. As ações, vendidas a US$ 374 há um ano, na quinta-feira fecharam a US$ 666,80. No último 19 de setembro, chegaram a superar o valor de US$ 700 com a notícia de que o iPhone 5, mais recente celular apresentado pela companhia, havia vendido 2 milhões de unidades em apenas 24 horas do período de encomendas. Para quem não ficou impressionado com o centímetro a mais de altura do aparelho, principal novidade em relação ao modelo anterior, a notícia surpreende. O sucesso parece seguir acompanhando a Apple, alheio à mudança no nome de quem está no comando.

Parece que as pessoas têm uma miopia voluntária em relação a isso: a Apple é uma empresa grande, com uma enorme pesquisa de hábitos dos consumidores. Só assim se acerta tantas vezes. Acreditar que isso tudo seja talento de um indivíduo só é ingenuidade. A inovação é um processo – afirma Luli Radfahrer, professor de comunicação digital da ECA-USP, para quem o desafio de Tim Cook, atual presidente, não é se manter à frente, mas administrar a grande base de usuários que conquistou desde o lançamento do iPhone, em 2007.

O adesivo da maçã, que antes era para poucos compradores apaixonados pela marca, não é mais exclusividade de seletos donos de computadores caríssimos. Aprender a agradar uma variedade maior de pessoas pode ser decisivo. O raro pedido de desculpas divulgado na semana passada, depois que a atualização do sistema operacional destruiu o programa de mapas usado por donos de celulares e tablets da marca, pode ser um sinal de que a lição está sendo entendida.

Outras gigantes não dão trégua: a Amazon lança, ano após ano, equipamentos de leitura que se aproximam do iPad, cada vez melhores e com a vantagem do rico acervo de conteúdo, especialidade da loja virtual. A Samsung tira o máximo de proveito das tecnologias existentes em seus smartphones, com o Galaxy S3 considerado por muitos melhor que o iPhone 5. A Nokia alia-se à Microsoft para entregar um aparelho avançado, com o novo sistema operacional móvel da tradicional empresa de software. Até o Facebook vive sob a especulação de que lançaria um celular próprio. Enquanto isso, o Google desenvolve um óculos que pretende revolucionar a relação do consumidor com a internet, projetando na lente uma camada de informações que o ajudariam a navegar no mundo.

Está havendo uma guerra na indústria de dispositivos que envolve contexto, convergência e conteúdo. Os smartphones estão ficando cada vez mais parecidos entre si. O que vai diferenciar não é o hardware, mas a usabilidade, a interface, os aplicativos. O que você quer, na verdade, não é o equipamento, mas a informação – aponta Sergio Cavalcante, superintendente do Centro de Estudos e Sistemas Avançados do Recife (Cesar).

Para Cavalcante, o grande legado de Jobs é uma cultura dentro da Apple que não parece ter enfraquecido: o foco na experiência do usuário, em criar produtos que sejam fáceis e atendam aos desejos do consumidor. Sejam eles inovadores ou não.

Impressores 3D

Nada menos que uma nova revolução industrial. É o que Chris Anderson, escritor e editor da revista de tecnologia Wired, aposta que a iminente popularização das impressoras 3D deve provocar no mundo. Para Anderson, esses equipamentos devem ter um impacto tão profundo quanto o surgimento da internet. As impressoras 3D darão aos consumidores o poder de construir quaisquer objetos que desejam. No Brasil, a Metamáquina é produzida em São Paulo com hardware e software livre e já está com o primeiro lote esgotado. Montada, testada e calibrada, sai por R$ 3,7 mil.

Óculos do Google

Mudar a relação entre pessoas, o mundo e a internet é o que promete o projeto Google Glass. Em desenvolvimento e previsto para chegar a consumidores especializados até o fim do ano por US$ 1,5 mil, o protótipo ainda deixa a desejar: permite apenas o registro de fotos e vídeos a partir de uma perspectiva bastante pessoal, mas com a necessidade de acionar um botão. A ambição, é claro, é muito maior: trazer para diante de nossos olhos, sobrepostas ao mundo real, todas as informações da rede. Seria possível, por exemplo, enxergar instruções do Google Maps enquanto caminha na rua.

Casa inteligente

SmartTVs que acessam aplicativos na internet já estão disponíveis, em diversos modelos, nas prateleiras dos supermercados. Aos poucos, os demais eletrodomésticos da casa também ganham inteligência.

Pelo celular, não será possível apenas comandar a televisão ou o aparelho de som, mas o fogão, a geladeira e a máquina de lavar. O antigo sonho de um refrigerador que monta lista de compras, avisa sobre produtos de validade próximos a vencer, sabe congelar e descongelar alimentos na hora certa e ainda vira um centro de entretenimento na cozinha na hora da novela está prestes a tornar-se realidade.

Parte dessas funções é realizada pela Inverse Maxi com Central Inteligente da Brastemp, lançada há poucas semanas e à venda por R$ 5.399.

As marcas de Steve Jobs
No final dos anos 70, cria a Apple com Steve Wozniak. O objetivo era revolucionário para a época: produzir computadores pessoais, fáceis de usar, para o consumidor final.
Em 1984, lança o Macintosh, popularizando a interface gráfica.

Sob seu comando, nos anos 90, a Pixar lança a animação Toy Story e vira referência no cinema.

Redefine a indústria fonográfica com o iPod e a loja virtual iTunes em 2001.
O iPhone, em 2007, cria uma nova categoria de telefones.

Em 2010, apresenta o iPad, fazendo surgir o mercado de tablets.

Fonte: Zero Hora

terça-feira, 2 de outubro de 2012

Suposto óvni é fotografado no Google Street View

Recentemente, o Google anunciou algumas novidades para o Street View, como fotos de passeios subaquáticos e imagens em alta resolução. No entanto, o que ninguém imaginava era que o serviço da Gigante da Web pudesse capturar até imagens de óvnis. É isso o que acontece com uma olhada para o céu em um mapa de Jacksonville, Texas, nos Estados Unidos. 

O site KLTV divulgou a imagem por conta de um alerta feito por uma visitante, que mora perto de Houston e procurava informações de como chegar à casa de sua tia, em Jacksonville. (Ao lado de um figura em: Óvni é flagrado em fotos do Google Sreet View).

O suposto óvni foi fotografado próximo a um prédio entre as ruas 69 e 79, perto de um restaurante chamado Sadler’s e em frente a uma loja da rede de fast food Taco Bell. Muitas pessoas que vivem na cidade ficaram impressionadas com a imagem. No entanto, não houve nenhum relato de testemunhas que possam ter visto o tal objeto não-identificado. O Google, até o momento, também não se pronunciou sobre o caso.

O que você acha? É mesmo um óvni, apenas uma sujeira na lente que capturou a imagem ou algum outro objeto não identificado? Navegue no mapa abaixo:




Fonte: Tech Tudo

Cartilha orienta interessados na obtenção da certificação digital

Uma cartilha, lançada pelo Comitê das Certificadoras Digitais do Brasil, informa sobre os benefícios e as aplicações da certificação digital. Há versões da cartilha em papel, ipad e digital. Os interessados devem acessar o endereço eletrônico www.beneficioscd.com.br para localizar o material. A cartilha foi elaborada pela Federação Nacional das Empresas de Serviços Contábeis de Assessoramento, Perícias, Informações e Pesquisa (Fenacon).

A certificação digital é utilizada nas áreas financeira e contábil, no Poder Judiciário, nos ministérios da Saúde e da Educação, no Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), além da Caixa e da Receita Federal. Na versão impressa, a cartilha tem 34 páginas e informa de maneira detalhada o que são a certificação, o certificado, a assinatura digital e os vários tipos existentes no país.

Os empresários interessados em solicitar o documento devem apresentar o Cadastro Nacional de Pessoa Jurídica (CNPJ), o registro comercial, o ato constitutivo e o contrato social. No caso de pessoas físicas, os documentos são o título de eleitor, a carteira de identidade, o Cadastro de Pessoa Física (CPF) e o Programa de Integração Social (PIS), além do comprovante de residência.

Com os documentos em mãos, o interessado deve procurar uma Autoridade Certificadora. No país estão autorizados a atender aos interessados a Caixa, Receita Federal, o Serviço Federal de Processamento de Dados (Serpro), os correios, o Simples Nacional, Instituto Nacional de Tecnologia da Informação (ITI), a Confederação das Associações Comerciais e Empresariais do Brasil (CACB), Fenacon, o Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae) e a Serasa, entre outros.

Fonte: Diário de Pernanbuco


Clientes do Recife/PE, terão internet 4G da Oi a partir de abril de 2013

A operadora iniciou oficialmente o funcionamento do serviço no Brasil. A rede começa a ser oferecida primeiro no Rio de Janeiro, e será expandida aos poucos para outras cidades do país.

Figura: O presidente da Oi, Francisco Valim, observa o presdiente da Anatel, João Rezende, testar o sistema.

A Oi oferecerá internet 4G para metade do Recife em abril de 2013. A cidade, no entanto, não estará totalmente coberta pelo serviço ao fim dos próximos seis meses. O prazo estabelecido pela operadora de telefonia envolve 50% do território da capital pernambucana. “A cobertura será ampliada aos poucos”, explicou Francisco Valim, presidente da Oi, em entrevista coletiva cedida nesta segunda-feira (1º) no Rio de Janeiro.

O prazo de implementação foi definido pelo governo federal primeiro para as sete cidades que sediam jogos da Copa das Confederações, que será realizada no Brasil em junho do ano que vem. Recife, portanto, viverá uma situação diferenciada, pois a Arena da Copa fica em São Lourenço da Mata, e não na capital. “Os estádios são prioridade na definição do alcance, pois é exigência da Fifa”, reforçou João Rezende, presidente da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel), que também estava presente na coletiva.

Nesta segunda, a empresa iniciou oficialmente o funcionamento do serviço no Brasil. A rede começa a ser oferecida primeiro no Rio de Janeiro, no bairro do Leblon, e será expandida aos poucos para outras cidades do país. Em dezembro, o sistema chega a São Paulo, Brasília e Belo Horizonte, além de ampliar sua cobertura para os cariocas. Fortaleza e Savador também contarão com a internet 4G a partir de abril.

“Os novos planos de serviços e os aparelhos ainda não foram definidos”, advertiu Valim durante a entrevista, que contou com um teste ao vivo para os jornalistas. “Ainda não foram definidos quem serão os fornecedores”, complementou. “Trabalharemos com todas marcas, exceto com o iPhone 5, cujo serviço ainda não foi liberado no Brasil.” O investimento total da Oi é de R$ 1 bilhão.

Novos aparelhos e aplicativos chegarão ao mercado graças às possibilidades oferecidas pelo 4G, que representa a quarta geração da internet sem fio no Brasil. Uma demonstração já havia sido testada publicamente pela empresa durante a conferência Rio+20, em junho. A rede wi-fi (terceira geração) também será reforçada.

Fonte: Diário de Pernanbunco

segunda-feira, 1 de outubro de 2012

Google passa Microsoft e se torna 2ª mais valiosa no setor de tecnologia

Empresa alcançou valor de mercado de US$ 249,2 bilhões nesta segunda.
Primeira do ranking, a Apple é quase duas vezes mais valiosa.


 O Google ultrapassou a Microsoft em valor de mercado e se tornou a segunda empresa de capital aberto mais valiosa do mundo do setor de tecnologia. Por volta das 12h (horário de Brasília), as ações do Google subiam 0,7%, levando o valor da empresa a US$ 249,2 bilhões. Já os papeis da Microsoft tinham queda de 0,3% e o valor de mercado da companhia era de US$ 248,7 bilhões.

Apenas a Apple a empresa de capital aberto mais valiosa do mundo, a US$ 632,9 bilhões supera o Google entre as companhias do setor de tecnologia. Segundo a agência de notícias "Bloomberg", a Apple ultrapassou a Microsoft em valor de mercado em 2010, puxada pela alta das vendas de iPhones e iPads.
 
Fonte: G1/Tecnologia

Irã libera acesso ao Google e ao Gmail

Autoridades afirmam que intenção não era barrar acesso ao email, e sim ao YouTube.

Cerca de uma semana depois de ter iniciado as operações de uma rede de informações interna e bloquear o acesso ao Google e ao Gmail, o Irã voltou atrás nas restrições e já permite que os internautas do país entrem nos serviços.

De acordo com a BBC, o bloqueio ao Gmail foi acidental. A intenção do governo iraniano era impedir o acesso ao YouTube.

"Nós não queremos que o YouTube seja acessível", afirmou um membro do órgão responsável pelas telecomunicações do Irã. Agora os técnicos do país estudam uma maneira de impedirem o acesso ao YouTube sem prejudicar o Gmail. "Isso vai acontecer em breve".

Fonte: Olhar Digital