segunda-feira, 1 de outubro de 2012

Irã libera acesso ao Google e ao Gmail

Autoridades afirmam que intenção não era barrar acesso ao email, e sim ao YouTube.

Cerca de uma semana depois de ter iniciado as operações de uma rede de informações interna e bloquear o acesso ao Google e ao Gmail, o Irã voltou atrás nas restrições e já permite que os internautas do país entrem nos serviços.

De acordo com a BBC, o bloqueio ao Gmail foi acidental. A intenção do governo iraniano era impedir o acesso ao YouTube.

"Nós não queremos que o YouTube seja acessível", afirmou um membro do órgão responsável pelas telecomunicações do Irã. Agora os técnicos do país estudam uma maneira de impedirem o acesso ao YouTube sem prejudicar o Gmail. "Isso vai acontecer em breve".

Fonte: Olhar Digital

quarta-feira, 26 de setembro de 2012

Diretor geral do Google no Brasil é detido pela Polícia Federal em SP

Juízes determinaram retirada dos conteúdos do YouTube.
Empresa diz que não é responsável pelo conteúdo. 

O diretor geral do Google no Brasil, Fábio José Silva Coelho, foi detido na tarde desta quarta-feira (26) por policiais federais em São Paulo, de acordo com nota divulgada pela própria Polícia Federal (PF). A detenção ocorreu após a empresa negar o cumprimento de decisões judiciais que determinam a retirada de vídeos do YouTube que acusam Alcides Bernal (PP), um dos candidatos a prefeito de Campo Grande, no Mato Grosso do Sul, de ser suspeito de praticar crimes. (Ao lado um figura em:Em imagem registrada em junho de 2011, Fábio Coelho na sede da empresa, localizada na Avenida Faria Lima.)

Segundo a PF, o diretor geral do Google será liberado ainda nesta quarta. "Por se tratar de um crime de menor potencial ofensivo, apesar de trazido para a Polícia Federal, ele não permanecerá preso. Será lavrado um Termo Circunstanciado de Ocorrência, com a oitiva do conduzido e sua liberação após a assinatura do compromisso de comparecer perante a Justiça", informou a nota.

Ao G1, a empresa disse antes da prisão de seu diretor que recorre das decisões e que não é responsável pelo conteúdo publicado por usuários no YouTube. "O Google está recorrendo da decisão que determinou a remoção do vídeo do YouTube porque, em sendo uma plataforma, o Google não é responsável pelo conteúdo postado em seu site." Sobre o mandado de prisão do diretor-geral, pelo Tribunal Regional Eleitoral do Mato Grosso do Sul (TRE-MS), a empresa não se manifestou.

 A prisão do diretor foi determinada na quinta-feira (20) pelo juiz Flávio Saad Perón, da 35ª Zona Eleitoral de Campo Grande. Ele também determinou a retirada do site de compartilhamento de vídeos do ar na cidade e, se possível, em Mato Grosso do Sul, por um dia. "Se a cada pessoa fosse dado escolher entre cumprir ou não uma determinação judicial que legalmente lhe foi imposta, a nossa sociedade viraria um caos", afirmou Perón.

O Google apelou da decisão dizendo que "não se trata de propaganda eleitoral negativa", mas o juiz Amaury da Silva Kuklinski, do TRE-MS, manteve a ordem. O magistrado determinou que o mandado de prisão seja encaminhado à Polícia Federal (PF) para que o diretor seja conduzido até uma delegacia para as providências necessárias.

Histórico
As imagens que circulam pela internet apontam Bernal como incentivador da prática de aborto, além de ter relação com crimes de embriaguez, lesão corporal contra menor, enriquecimento ilícito e preconceito contra os mais pobres.

Em entrevista ao G1, o candidato Alcides Bernal afirmou que o conteúdo dos vídeos postados na internet é "mentiroso". Ele disse ainda que os vídeos fazem parte de uma “estratégia eleitoreira” para abalar a candidatura dele como prefeito.

Nota da PF
Confira abaixo íntegra da nota:

"A Polícia Federal deu cumprimento hoje, 26 a ordem judicial proveniente do Tribunal Regional Eleitoral do Mato Grosso do Sul, em relação ao representante da empresa Google no Brasil.

O mandado judicial trata do crime de desobediência previsto no Código Eleitoral, com pena de até um ano de detenção, um crime de menor potencial ofensivo.

No momento o conduzido esta sendo ouvido com o fim de dar cumprimento a ordem judicial.
Por se tratar de um crime de menor potencial ofensivo, não haverá prisão. Será lavrado um Termo Circunstanciado de Ocorrência com a liberação do conduzido após a assinatura do compromisso de comparecer perante a Justiça. Esse procedimento está previsto na lei 9.099/95.

Atenciosamente,
Setor de Comunicação Social
Superintendência da Polícia Federal em São Paulo"

Fonte: G1/Tecnologia

Google incorpora imagens de recife de coral no Street View

Câmera fotográfica submarina foi criada especialmente por pesquisadores de programa dedicado à preservação de corais.

Google usa câmera submarina para levar imagens de corais para o serviço de mapas da empresa (Foto: Catlin Seaview Survey via BBC)

Imagens panorâmicas de recifes de coral foram adicionadas aos mapas do Google Street View, permitindo que as pessoas possam explorar paisagens 'embaixo d'água'.

O material fotográfico foi reunido pelo projeto Catlin Seaview Survey, que estuda a saúde dos recifes e seu impacto no aquecimento global.

O diretor do programa disse que o esforço ajudaria os cientistas a analisar ecossistemas e alertar a comunidade internacional sobre sua preservação.

imagem de coral feita pelo Google para serviço de mapas (Foto: BBC)

No entanto, a novidade também é considerada um golpe publicitário para dar vantagem ao Google sobre a competição. O serviço de mapas da empresa vem sendo abandonado por seus parceiros em celulares e tablets.

O Google Street View já tinha imagens do solo submarino geradas por computador, mas é a primeira vez que exibe fotos subaquáticas.

 'Queremos ser uma fonte de imagens abrangente que permita que qualquer pessoa explore todos os lugares', disse à BBC Jenifer Foulkes, diretor da seção de oceanos do Street View.

'Este é só o próximo passo para levar os usuários para debaixo da água, oferecendo a experiência de uma área que muitas pessoas já visitaram vendo tartarugas marinhas, raias, ouriços-do-mar e belos peixes.'

Entre os locais adicionados ao serviço, estão a Grande Barreira de Corais da Austrália, os corais da Baía de Hanauma e da Cratera de Molokini e as ilhas Apo, nas Filipinas.

Câmeras submarinas

Os engenheiros do Google deram apoio técnico para o projeto, mas as fotografias e a colagem das imagens foram feitas por cientistas financiados pelo grupo Catlin, uma empresa de seguros internacional baseada nas Bermudas.

Para isso, eles desenvolveram uma câmera com três lentes grande angular, feitas para tirar fotos em alta resolução em ambientes de pouca luz.

O equipamento tirou uma foto de 24 megapixels de cada uma das lentes uma vez a cada quatro segundos para conseguir criar visualizações de 360 graus. O equipamento era operado por mergulhadores e se movia a cerca de 3 km/h.

Segundo Richard Vevers, diretor do projeto, o registro de recifes de coral era 'algo que estava faltando e que é muito necessário. Nós simplesmente não temos registros históricos para monitorar as mudanças em uma escala mais ampla.'

'Cientistas de todo o mundo agora poderão estudar os recifes remotamente e ver muito claramente como eles estão mudando.'


Imagem submarina feita com câmera do Google (Foto: BBC)

Estudos anteriores dizem que a poluição, a pesca predatória e mudanças climáticas já causaram sérios danos a muitas destas colônias de vida marinha que se formaram durante milhares de anos.

Para analisar o novo material, pesquisadores do Instituto de Mudança Global da Universidade de Queensland, na Austrália, estão usando um software de reconhecimento de imagem para identificar as criaturas registradas nas fotografias e programas de modelagem em 3D para monitorar como os habitats mudam com o passar do tempo.

Guerra dos mapas

O lançamento também dá ao Google uma nova oportunidade de promover seus serviços de mapeamento no momento em que seus rivais estão ganhando terreno.

A loja online Amazon fechou recentemente um acordo com a Nokia para usar a tecnologia de mapeamento da empresa finlandesa em seus tablets Kindle Fire. A medida foi considerada um golpe porque os tablets Kindle Fire usam o sistema operacional do google, o Android.

A tecnologia da Nokia também será usada pela Microsoft no sistema do seu Windows Phone 8. E a Apple dispensou o serviço do Google em seu aplicativo de mapas na mais nova versão do sistema operacional iOS para iPhone e iPad.

'Achamos que teria sido melhor que eles mantivéssemos o nosso, mas o que poderíamos fazer? Forçá-los a pensar diferente? A decisão é deles', disse o diretor executivo do Google, Eric Schmidt, em Tóquio, no início da semana.

Fonte: G1/Tecnologia

segunda-feira, 24 de setembro de 2012

Irão bloqueia acesso ao Gmail e à versão mais segura do Google

O Governo do Irão bloqueou o acesso ao popular serviço de correio eletrônico no Gmail e voltou a limitar as pesquisas no Google e no YouTube. A medida foi explicada pelas autoridades como uma resposta "as repetidas exigências da população", mas são conhecidos os planos do país para a substituição da Internet por uma rede interna, que limitará o acesso dos iranianos apenas a conteúdos considerados legais. (Um figura ao lado em: O bloqueio de sites como o Google e o YouTube foi reforçado após as manifestações de 2009)

"Devido às repetidas exigências da população, o Google e o Gmail vão ser filtrados em todo o país. Os filtros vão permanecer até indicação em contrário", anunciou Abdul Samad Khoramabadi, conselheiro do procurador-geral e responsável pela comissão que controla o acesso à Internet no país.

"Nos últimos dias, todas as agências governamentais têm funcionado com ligação à rede nacional de informação", anunciou o ministro adjunto das Comunicações e Tecnologia do Irão, Ali Hakim-Javadi, citado pela agência de notícias iraniana Mehr, com sede em Teerão. A edição em língua inglesa da estação Al-Jazira avança que o mesmo governante explicou que "a segunda fase do plano é ligar todos os cidadãos iranianos à rede nacional".

Segundo a agência noticiosa iraniana ISNA, o bloqueio do acesso ao Google é uma consequência da divulgação do controverso filme Innocence of Muslims, mas a Al-Jazira sublinha que não existe qualquer declaração oficial que confirme essa informação.

Apesar de o acesso ao Gmail ter sido bloqueado, continua a ser possível pesquisar no Google, embora apenas na sua versão menos segura. O Google deixou de estar acessível através do protocolo Secure Sockets Layer, que permite a transmissão de dados através de uma ligação codificada entre os computadores e os servidores do Google e que reduz as probabilidades de os resultados das pesquisas serem interceptados por terceiros.

De acordo com a notícia da agência AFP que é também reproduzida pelo site da estação Al-Arabya, detida pelo grupo saudita Middle East Broadcasting Center, alguns utilizadores de Internet conseguem aceder às suas contas do Gmail através de VPN (Virtual Private Network), que permite contornar os bloqueios impostos pelo Governo iraniano com uma ligação a servidores localizados fora do país. Mesmo assim, segundo a AFP, a largura de banda é muitas vezes limitada ou mesmo cortada, o que acaba por dificultar também esse acesso alternativo.

É a segunda vez este ano que as autoridades cortam ou limitam o acesso a serviços do Google. Em Fevereiro, os utilizadores iranianos viram-se privados de aceder ao motor de busca e ao Gmail e o site de partilha de vídeos YouTube tem sido alvo de vários bloqueios desde meados de 2009, na sequência das manifestações contra a reeleição de Mahmoud Ahmadinejad nas presidenciais, que muitos iranianos consideraram ter resultado de uma fraude eleitoral. Para além do YouTube, as autoridades costumam limitar também o acesso ao Facebook e ao Twitter.

A culpa é de um "verme"


O reforço do controlo da Internet no Irão começou em 2010, depois de as autoridades do país terem anunciado que o sofisticado "verme" Stuxnet (uma espécie de vírus informático, mas que não precisa de outro programa para se espalhar) tinha atacado com sucesso parte do seu programa nuclear. O Governo do Irão responsabilizou Israel e os EUA pela autoria do ataque, mas alguns especialistas ouvidos pela Reuters em Fevereiro deste ano acreditam que os iranianos já conseguiram derrotar o Stuxnet. "Se os iranianos ainda não se tivessem visto livre do Stuxnet, isso indicaria que são ignorantes", disse à agência noticiosa o consultor alemão Ralph Langner, considerado o primeiro a identificar o "verme" Stuxnet e a confirmar que o seu propósito seria mesmo atacar as centrifugadores do programa nuclear iraniano.

Depois desse ataque, o Governo do Irão criou uma comissão para desenvolver uma alternativa à Internet, que só funcionará no país e que as autoridades consideram ser mais segura e mais rápida mas também mais facilmente controlável.

Esta Intranet iraniana que deverá estar pronta a funcionar em Março de 2013 é vista fora do país como um verdadeiro instrumento de censura, mas o deputado Mohammad Soleimani, responsável pela Comissão de Comunicações do Parlamento iraniano, garantiu que "a Internet Nacional não vai cortar o acesso à Internet".

Em declarações à agência ISNA, na semana passada, Soleimani disse que "não é possível cortar o acesso à Internet, porque isso seria como impor sanções a nós mesmos, o que não teria qualquer lógica. No entanto, a política de filtragem de conteúdos continuará em vigor." Já o ministro das Comunicações e Tecnologia, Reza Taqipour, afirma que o Irão quer tornar a Internet "mais segura": "O controlo da Internet não deve estar nas mãos de um ou dois países. Não podemos confiar nesta rede, especialmente em assuntos de grande relevância e durante períodos de crise", defendeu o ministro.

Fonte: www.publico.pt

quarta-feira, 19 de setembro de 2012

A Instituição é a primeira universidade do país da Universidade Federal do Rio Grande do Norte, recebe canal digital de televisão do Ministério das Comunicações

A Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN) comemora mais uma importante conquista: a Instituição é a primeira universidade do país a ter um canal digital de televisão. A consignação foi dada pelo Ministério das Comunicações, conforme portaria publicada na edição desta quarta-feira, 19, do Diário Oficial da União (DOU). A portaria assegura à UFRN o canal 48, correspondente à faixa de frequência de 674MHz a 680MHz, para transmissão digital do serviço de radiodifusão de sons e imagens.

Para o superintendente de Comunicação da UFRN, professor José Zilmar Alves da Costa, a consignação do canal digital à UFRN representa "uma conquista maiúscula, não só por consagrar à UFRN o tão aguardado canal digital, mas também por lhe ratificar o pertencimento do canal 5 (analógico), depois de um período de ceticismo". Ainda de acordo com o professor José Zilmar, a obtenção do canal digital cumpre uma etapa fundamental do planejamento da Instituição para produzir, operar e transmitir serviços de radiodifusão e imagens em tecnologia digital, com algumas etapas já alcançadas. "Antes, a UFRN já tinha dado dois passos importantes no processo de migração digital: um foi a construção da nova torre de transmissão, em dezembro de 2011, e o outro a aquisição do transmissor digital, em julho de 2012", destacou.

O superintendente disse ainda que, até o início efetivo das transmissões em tecnologia digital, outras etapas do planejamento terão que ser superadas, como a construção de um abrigo para o transmissor, a aquisição de equipamentos para a produção e a capacitação de recursos humanos.

Fonte: Tribuna do Norte

terça-feira, 18 de setembro de 2012

O Impacto do 4G no varejo

É importante analisar sobre o que esperar da tecnologia 4G no curto, médio e longo prazo, e como o varejo deve se preparar para isso.
 
Muito se tem falado sobre como a tecnologia de transmissão de dados 4G irá beneficiar o mundo dos negócios, incluindo o varejo. Temos visto muitos artigos publicados sobre lojas futuristas com super-consumidores super-conectados, mencionando o quê seria possível fazer em termos de interação e experiência com as marcas e pontos de venda, em função de uma tecnologia como a 4G.
 
Muitas das projeções futuristas levam em conta a experiência de países que já utilizam a tecnologia 4G, principalmente a Suécia e Noruega, onde a 4G está disponível desde 2009. E estes países têm sido utilizados como benchmarking.

Porém, é importante analisarmos alguns números para termos uma melhor compreensão do que esperar da 4G no curto, médio e longo prazo, e como o varejo deve se preparar para isso.

Se você colocar um roteador wi-fi em sua casa para compartilhar o acesso à internet com toda a sua família, de até 5 membros, você praticamente não vai perceber diferença na velocidade de acesso individual. Porém, se você convidar seus vizinhos e parentes para acessar sua internet por meio do seu roteador, o acesso individual vai piorando à medida que mais e mais pessoas se conectam. E piorando ainda mais, se cada um resolver assistir vídeo on-line ou iniciar download de arquivos grandes demais.

Agora vamos fazer uma analogia: A área geográfica da Suécia, ou Noruega, seria o seu apartamento. A infraestrutura 4G deles equivale ao seu roteador wi-fi e a população desses países equivale à sua família. Com este cenário, a qualidade do serviço é simplesmente fantástica. Agora vamos extrapolar e convidar vizinhos e parentes.

De início, basta dizer que o Brasil é 18,92 vezes maior do que a Suécia e 22,11 vezes maior que a Noruega, mas que, apesar de maior, consta na posição 81 dos países com população abaixo do nível da pobreza, enquanto esses dois países nem aparecem na lista, a qual possui 153 países (Fonte: CIA World Factbook 2011).

A Suécia possui uma densidade populacional de 20 habitantes por Km2. Em São Paulo temos 166,2 hab./km2. Ou seja, muitos vizinhos e parentes compartilhando as mesmas conexões, o que, fisicamente pode ser traduzido em: Sem investimento em infra-estrutura o 4G terá velocidade de 3G, assim como a 3G de hoje equivale a 2G do passado.

Vale lembrar que a infraestrutura atual 3G é deficitária, não atendendo a demanda, com nível de serviço muito ruim. Lembrando que área de cobertura de sinal não quer dizer qualidade de sinal.

Portanto, até a tecnologia 4G ganhar escala de consumo igual à 3G vai demorar bastante. Logo, no curto a médio prazo, o varejo para se beneficiar desta tecnologia deverá mirar no público classe A para A+++. No longo prazo será outra história, mas somente para aqueles que se prepararem para isso.

Hoje já existem tecnologias mais baratas e em uso por boa parte dos consumidores: Bluetooth, RFID, NFC, TV Digital com Interatividade, mobilidade, entre outras. São tecnologias que já atingiram uma escala de consumo que permitiu seu fácil acesso. Apesar disso, o varejo não assimilou a cultura de utilização destas tecnologias, como novos canais de venda e relacionamento.

O conceito Omni-Channel ainda não existe por aqui...não na escala compatível com o porte do país e volume de consumidores ativos e compulsivos.

Por isso a pergunta: Se o varejo até agora não reviu seus conceitos e estratégias para se beneficiar da tecnologia existente, a qual não somente é madura e mais barata que a 4G, mas principalmente que conta com a alta adesão do consumidor, por que se preocupar com o 4G? Ou será que a disruptura do modelo de canais de vendas não orientado ao omni-channel só poderá ser viabilizado com a 4G?
 
Fonte: Empreendedor

Fotos do possível iPad mini surgem em site francês

Um dia antes do lançamento do aguardado iPhone 5, site NowhereElse publica imagens do suposto iPad mini.


Amanhã é o dia em que o público irá, finalmente, conhecer o aguardado iPhone 5. Contudo, não há ainda qualquer pista acerca do possível lançamento de uma versão menor do iPad, chamada por muitos de iPad mini. Um site francês chamado NowhereElse, porém, publicou hoje imagens que supostamente mostram o novo tablet da Apple.

 Apesar da falta de qualidade das fotos, é possível ter ideia de como pode ser o iPad mini. Segundo especulações que têm rondado o produto, que a Apple ainda não confirmou existir, o tablet terá 7 polegadas de tamanho e seria a aposta da empresa para competir na categoria de aparelhos menores. A ideia da empresa, em teoria, é a de abocanhar a liderança, competindo diretamente com o Nexus 7, do Google, e o recém-lançado Kindle Fire HD, da Amazon.

Para conseguir atingir essa meta, a empresa terá que manter o tablet avançado, porém sem incluir especificações muito requintadas, como a tela Retina que equipa o iPad 3 e que teria impacto direto no preço do aparelho. A estratégia seria então incorporar configurações similares ao iPad 2. Assim, estima-se que a empresa poderá conseguir vender o iPad mini por 299 dólares.


Fonte: EXAME.com