segunda-feira, 18 de junho de 2012

Tablets Android superam iPad no desejo de compra de negócios e TI

Pesquisa do IDG Connect sugere que uma mudança está acontecendo no mercado global do tablets usados em empresas

O iPad pode ainda ser considerado o rei dos tablets em muitos aspectos, mas dados de uma nova pesquisa mostram uma sombra de dúvida pairando sobre o dispositivo da Apple. Por quanto tempo será que ele continuará no topo?

De acordo com o estudo realizado pelo IDG Connect, 44% dos compradores de primeira viagem do ramo de negócios e TI planejam adquirir um tablet Android dentro dos próximos 12 meses, comparado com apenas 27% que planejam comprar um iPad. "O aumento no uso de tablets e o aumento da tendência BYOD (em inglês, 'Bring Your Own Device' ou 'Traga o Seu Próprio Dispositivo', em tradução livre) terá impacto fundamental no ramo de negócios e TI nos próximos anos", afirma a diretora do IDG Connect, Kathryn Cave, em uma declaração feita a imprensa. "Estes resultados significam alterações no consumo de trabalho móvel e liderança de mercado na arena de tablets."

Apenas 3% optam pelo Windows 8
Para conduzir a pesquisa, o IDG Connect recentemente entrevistou 3124 profissionais de TI e negócios do mundo todo.

Segundo o estudo, 71% dos participantes disseram que eles já possuem seu próprio tablet e 51% relataram que adquiriram um iPad.

Sobre compras futuras, no entanto, Android é claramente preferência, com 44% dos entrevistados dizendo que escolheriam um dispositivo que utiliza sistema operacional baseado em plataforma Linux. Apenas 3% dos participantes disseram que optariam por um dispositivo com Windows 8 e 21% disseram não ter uma escolha definida.

Variações globais
Os resultados da pesquisa se tornam ainda mais interessantes quando atravessamos as fronteiras dos países.

Na África, por exemplo, 44% indicaram que escolheriam um tablet Android, comparado com os 21% que planejam adquirir um iPad. Já na Europa, apenas 23% dos novos compradores disseram que planejam a compra de um iPad, comparado com os 49% que estão de olho em um Android.

Aqueles da América do Norte e Austrália/Nova Zelândia, curiosamente, demonstraram o menor interesse pelo tablet Android, com apenas 30% para compradores norte-americanos e 35% para australianos/neozeolandeses.

Fonte: IDG Now

domingo, 17 de junho de 2012

Raspberry Pi no Brasil: com impostos, você paga dois e leva um


O Raspberry Pi, computador portátil que custa US$35, começou a ser vendido este ano. Mesmo sendo bem pequeno, ele consegue rodar Quake III e fazer streaming via AirPlay. É um aparelhinho impressionante, com lugar garantido entre acadêmicos e entusiastas. Mas tem um problema no Brasil: para importá-lo, você paga quase R$200 só de imposto mais o frete, mais o preço do aparelho.

O leitor Henrique Araujo comprou o Raspberry Pi para fins acadêmicos, e pagou os US$35 mais US$40 de frete para o Brasil. No total, cerca de R$150. Para um computador menor que um iPhone mas que roda Linux, tem porta Ethernet, USB, HDMI e entrada para cartão SD, vale a pena principalmente se você for usá-lo para aprender a programar, um dos principais objetivos do Raspberry Pi.

Só que Henrique recebeu outra cobrança: R$190,13. Estes são todos os impostos a pagar por importar o aparelho: ICMS, imposto de importação, taxa administrativa e alguns centavos para a Infraero. É assim que um aparelhinho de US$35 passa a custar quase R$350 no Brasil.

No Brasil, nem sempre os impostos são os únicos culpados pelo preço alto de gadgets. Mas, neste caso, obviamente a carga tributária acrescenta um peso enorme ao preço. A pior parte é pagar todos esses impostos também em cima do frete: o cálculo da Receita Federal considera o valor total, não apenas os US$35 do aparelho.

O Raspberry Pi, até onde sabemos, não possui um equivalente nacional disponível no mercado. Além disso, ele tem fins educacionais. Na verdade, todo o lucro será doado à Raspberry Pi Foundation, que vai distribuir pequenos PCs como estes de graça para escolas. Não é melhor deixá-lo isento de imposto? Ou melhor, não vale a pena isentar de imposto qualquer importado abaixo de certo valor?

Enquanto esses pedidos não viram realidade, fique esperto: se você comprou o Raspberry Pi, ele pode lhe custar um pouco mais caro que US$35 mais frete.



Fonte: Gizmodo

Esta máquina CNC gigante é maior que um campo de futebol

Os dias das linhas de produção como as que Henry Ford vislumbrou estão contados na medida em que o trabalho manual é substituído pelo mecânico. Na realidade, o chão de fábrica de amanhã poderá ser ocupado por máquinas CNC de 5 eixos como esta aqui.
Construída pela EEW Maschinenbau na Alemanha, a HSM-Modal, como é chamada, é um centro de processamento de alta velocidade com 5 eixos. À primeira vista, ela trabalha como qualquer outra plataforma CNC (mesmo os modelos de mesa): é basicamente um braço mecânico se movimentando no espaço em três dimensões sob os comandos de um programa CAD. Seu tamanho funcional, porém, coloca a HSM-Modal em outro nível.

A Modal opera em uma área gigantesca, funcionando em até 150 metros no eixo X, 9 metros ao longo do seu eixo Y e mais de 4 metros verticalmente, pelo eixo Z. Ela pode rotacionar 270º e girar sua ponta 190º (um feito impressionante considerando até onde as pontas giratórias vão). Além disso, sua construção em fibra de carbono e alumínio fazem a Modal ser extremamente leve, o que significa que a máquina, apesar do seu tamanho, consuma entre 5 e 7 kW por hora.

A HSM-Modal é bem versátil também, dependendo de qual ferramenta estiver usando. Ela é capaz de moer, serrar, polir e outras peripécias, além de realizar cortes com jatos de água, plasma, laser e ultrassônico tudo com precisão submilimétrica.

A impressionante lista de habilidades permite que a HSM-Modal realizar a fundição de areia para o molde de peças, um processo ainda hoje feito quase sempre manualmente. Ela faz fundições em um quarto do tempo que um humano leva em média. Ela também consegue esculpir cascos de barcos a partir de uma peça única através de extrusão e moagem do caso no formato desejado. Até mesmo a indústria automobilística encontrou uso para a máquina, fazendo mock-ups de modelos em escala 1:1.


Fonte: Gizmodo

sexta-feira, 15 de junho de 2012

Microsoft explica velocidade do JavaScript no IE 10

A última versão de desenvolvimento do Internet Explorer 10, lançada junto com o Windows 8 Release Preview, inclui um novo motor HTML5 que tem como objetivo fornecer uma ótima experiência de navegação tanto na interface padrão do Windows quanto na nova interface Metro. Em um post no blog de desenvolvedores do Internet Explorer, Andrew Miadowicz, especialista em JavaScript da Microsoft, explicou as mudanças que a empresa vem fazendo para aumentar a velocidade de seu navegador web.


Assim como no Chakra, nome dado ao motor de JavaScript do Internet Explorer 9, o novo navegador aproveita todo o hardware do computador do usuário para renderizar a página rapidamente, utilizando todos os núcleos do processador e até conjuntos de instruções mais avançadas, como a SSE2, introduzida no Intel Pentium 4 em 2000. Caso o processador não tenha as instruções necessárias, a tarefa é ser realizada via software, mas de maneira mais lenta.

De acordo com Andrew, a Microsoft implementou técnicas para evitar travamentos indesejáveis, fazendo com que o Internet Explorer tente "adiar" determinadas tarefas de renderização de páginas. Dessa forma, é possível melhorar a responsividade do navegador concentrando tarefas mais pesadas nos momentos em que o computador do usuário está menos ocupado.

Com as mudanças realizadas no Internet Explorer, será possível rodar serviços pesados mesmo na interface Metro, como Office 365 e Bing Maps de maneira fluida. Jogos online que utilizam animações em HTML5, como Angry Birds, Cut The Rope e Pirates Love Daisies, também se beneficiarão com as novidades, especialmente com o novo "coletor de lixo", que fará o navegador consumir menos memória RAM.

Fonte: Tech Tudo

quarta-feira, 13 de junho de 2012

"Robô-aranha" inspeciona torres a 90 metros de altura

Equipamento conta uma teleobjetiva potente e faz a escalada com facilidade.


Inspecionar turbinas eólicas a 90 metros de altura não é uma tarefa simples. Além da altura demasiada, o processo pode levar até cerca de 4 horas e, enquanto isso, a turbina precisa ser desativada por questões de segurança. Entretanto, a GE parece ter encontrado uma maneira de resolver esse problema.

A empresa criou um robô, equipado com uma lente teleobjetiva, capaz de “escalar” as turbinas mais altas. O produto é uma parceria com a Climbing Machines e é capaz de realizar o mesmo procedimento subir e tirar fotos para verificação posterior em apenas alguns minutos. A parte da esteira, responsável pelo movimento durante a escalada, conta com diversas ventosas, para que não se desprenda de superfícies lisas.

Fonte: Tecmundo

Mais cara, quarta geração da telefonia celular vai atrair consumidores mais ricos

A quarta geração (4G) da telefonia celular vai permitir acesso à internet em velocidade até dez vezes mais rápida que a oferecida atualmente pelas operadoras. Mas os serviços só devem ser contratados, inicialmente, por usuários de maior poder aquisitivo

Só depois os serviços serão popularizados. Essa é a avaliação dos principais executivos das operadoras de telefonia Vivo e Claro, vencedoras dos primeiros lotes das faixas de frequência que vão suportar a nova tecnologia, leiloados hoje (12) pela Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel).

Para o presidente da Vivo, Carlos Valente, os primeiros clientes da 4G serão, além dos usuários com maior poder aquisitivo, clientes com perfil “inovador”. “A partir do momento que ampliar a cobertura, muitos outros segmentos vão fazer uso dessa rede”.

Fonte: Blog Robson Pires

terça-feira, 12 de junho de 2012

Oi e TIM levam os dois últimos lotes nacionais da telefonia móvel 4G

TIM ofereceu R$ 340 milhões, ágio de 7,9% sobre valor mínimo do lote.
Dois primeiros lotes haviam sido arrematados por Vivo e Claro.

Oi e TIM venceram os dois últimos lotes que dão direito a explorar em âmbito nacional a telefonia móvel de quarta geração (4G) no leilão feito nesta terça-feira (12) pela Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel).

A TIM venceu o lote chamado “V1” com lance de R$ 340 milhões, ágio de 7,9% sobre o valor mínimo exigido pela Anatel, de R$ 315,096 milhões. Já a Oi, com oferta de R$ 330,851 milhões, ágio de 5% sobre o valor mínimo (R$ 315,096 milhões), ficou com o lote chamado “V2”.

Os dois primeiros lotes nacionais da telefonia 4G já haviam sido arrematados pela Vivo, por R$ 1,05 bilhão, ágio de 66,6% sobre o valor mínimo exigido pela agência, de R$ 630,191 milhões; e pela Claro, com oferta de R$ 844,518 milhões, ágio de 34% sobre o valor mínimo exigido, de R$ 630,191 milhões.

O interesse maior pelo lote vencido pela Vivo justifica-se pelo fato de englobar a subfaixa nacional "X", a última na disputa com largura de banda de 20 MHz, maior do que as demais e, portanto, com maior capacidade operacional. O lote vencido pela Claro também tem capacidade de cobertura superior aos vencidos por TIM e Oi.

Como não houve oferta para a faixa de 450 MHz, destinada à telefonia móvel rural (primeiro lote leiloado), as vencedoras dos quatro lotes que dão direito a prestar serviço da telefonia 4G em âmbito nacional ficam obrigadas a fazer os investimentos também para a telefonia rural.

Além dos lotes nacionais e da telefonia rural, a Anatel também leiloa 268 lotes de faixas de frequência para operações regionais, cujos resultados ainda não foram divulgados.

Na avaliação de especialistas ouvidos pelo G1, a rede 4G será ao menos 20 vezes mais rápida que a atual rede 3G.

Para o presidente da Anatel, João Batista de Rezende, no entanto, a banda larga móvel de quarta geração no Brasil deve oferecer velocidade de até 20 Mbps (megabits por segundo), dez vezes maior do que os 2 Mbps máximos proporcionados pela 3G nacional.



4G
A banda larga ultrarrápida entrou em operação em 2006, na Coreia do Sul, por meio da tecnologia WiMax, migrando posteriormente para o padrão Long Term Evolution (LTE), que permite downloads de 100 megabits por segundo (Mbps) no acesso móvel. Hoje, segundo a consultoria ABI Research, há mais de 40 redes 4G em operação no mundo, que vão conectar 61 milhões de dispositivos móveis até o fim deste ano (a maior parte smartphones), chegando a 100 milhões em 2013.

A experiência real dos serviços 4G, no entanto, depende da estrutura da rede e do número de usuários que compartilham o sinal em determinado momento. “Além disso, as operadoras costumam estabelecer um limite à velocidade de acesso para garantir uma navegação uniforme. Então mesmo que somente uma pessoa esteja acessando a internet em um determinado local, a velocidade não vai atingir 100 Mbps, por exemplo”, explica Eduardo Tude, presidente da consultoria Teleco.

Quando chegar ao país, a tecnologia LTE permitirá que o internauta brasileiro faça o download de uma foto em 1 segundo ou baixe uma música em 2 segundos, em seu smartphone, tablet ou com um modem 4G portátil no computador. A previsão se baseia em uma oferta local nas velocidades entre 5 e 12 megabits por segundo (Mbps) estimada pelas consultorias Teleco e IDC Brasil. Confira abaixo o gráfico comparativo de velocidades de acesso entre os serviços 4G, 3,5G e 3G.

A velocidade real estimada para as redes 4G representa um acesso de 20 a 40 vezes mais rápido, em média, do que o alcançado com as atuais redes 3G entre 256 kilobits por segundo (Kbps) e 1 Mbps.

No edital do leilão de 4G, a Anatel não define as velocidades de acesso que devem ser oferecidas pelos prestadores da banda larga de quarta geração na frequencia de 2,5 GHz. Já nas áreas rurais, pela frequência de 450 MHz, as empresas serão obrigadas a oferecer acesso à internet com taxas de transmissão de 256 Kbps de download e 128 Kbps de upload, no mínimo.

Fonte: G1