quinta-feira, 29 de março de 2012

Google Maps para Android ganha mapas mais nítidos e nova interface de navegação curva-a-curva



O Google Maps Navigation e sua navegação curva-a-curva, por voz e de graça, ainda permanece um grande diferencial do Android. Depois de fornecer 50 bilhões de quilômetros em instruções, o Google está atualizando o app para ficar com a cara do Ice Cream Sandwich. O app também ganhou novas funções de transporte público, e exibe mapas mais nítidos em smartphones de maior resolução.

A nova cara do Navigation só aparece no Ice Cream Sandwich, então poucos hoje cerca de 1,6% dos usuários poderão ver como o app melhorou usando as novas diretrizes de design para o Android. Felizmente, as outras novidades no Maps são para todos.

Agora você pode definir opções padrão para rotas de transporte público: priorizar ônibus ou trem/metrô; ou sempre escolher rotas que façam você andar menos, em vez de ver sempre a rota recomendada. No Brasil, o serviço está disponível apenas nas cidades de São Paulo, Rio de Janeiro e Belo Horizonte.

E se você tem um aparelho com tela de alta densidade de pixels, como o Galaxy X (Nexus), Galaxy S II, Motorola Razr e outros, agora os mapas estão mais nítidos e com informações mais organizadas. As imagens têm mais contraste e menos legendas, para deixar os mapas mais agradáveis de se ver em diversos níveis de zoom além de deixar a navegação e zoom mais rápidos.

Fonte: Gizmodo

Brasil vai construir satélite para levar banda larga para todo país


Segundo ministro, governo vai anunciar licitação internacional no próximo mês

O Brasil prepara-se para construir e lançar um satélite geoestacionário de comunicações estratégicas de governo que vai levar banda larga a todos os municípios do país. O anúncio foi feito, nesta quinta-feira, em Nova Délhi, na Índia, pelo ministro da Ciência e Tecnologia, Marco Antônio Raupp.


Além de comunicações estratégicas para as Forças Armadas,(o satélite) vai dar oportunidade a todos os municípios brasileiros de terem acesso à banda larga mais barata, explicou Raupp.

O satélite, da Telebras e da Embraer, vai custar R$ 750 milhões, incluindo construção e lançamento. O governo vai anunciar uma licitação internacional já no próximo mês. Raupp está convidando a Índia que tem experiência neste campo, já tendo lançado 70 satélites a entrar na disputa internacional pelo projeto, que trará ganhos para o consumidor nas áreas de internet e telefonia 3G. O ministro disse que vê boas oportunidades para a Índia fornecer subsistemas deste satélite:

Tem uma possibilidade de cooperação tecnológica e empresarial importante com a Índia afirmou Raupp, informando ainda que os dois países concordaram em fazer editais conjuntos nestas áreas de cooperação.
Raupp acompanha a presidente Dilma Rousseff no quarto encontro de cúpula dos Brics designação para o grupo que reúne China, Índia, Brasil, Rússia e África do Sul.

Brasil, Índia e África do Sul, segundo o ministro, também estão discutindo a possibilidade de produzir e lançar conjuntamente um satélite científico para observação do clima no Atlântico Sul, para medir e entender as “anomalias com o campo magnético terrestre que deixam passar as radiações ultravioletas na Terra”.

Com a China, o Brasil vai lançar um satélite este ano e outro em 2014, segundo o ministro. Desde os anos de 1980 os dois países cooperam na área espacial: constroem satélites juntos e já lançaram três ao espaço.

O ministro disse que ainda será assinado, nesta quinta-feira, um acordo com a Índia para o programa “Ciências sem fronteiras” que dará a possibilidade para estudantes brasileiros e indianos de fazerem intercâmbio nos países para treinamento nas áreas de ciências naturais e engenharia .

Temos procurado fazer isso em vários países. Aqui na Ásia, a Índia é um parceiro importante. Estamos assinando o convênio e eles vão definir cotas para receber os estudantes e intercâmbio de cientistas, explicou Raupp.

O intercâmbio de estudantes e cientistas será, prioritariamente, para os campos de tecnologia da informação, biotecnologia, nanotecnologia e saúde, sobretudo no que toca à cooperação para o combate ao vírus HIV, dengue, malária e tuberculose, além de fármacos. O governo, com o programa “Ciência sem fronteiras”, reconhece que o Brasil sofre com falta de mão de obra especializada.

Essa cooperação científica abre oportunidades para cooperação também na área industrial, disse o ministro.

Fonte: O Globo/Economia

SOPA brasileiro pode ser aprovado em breve pela Câmara dos Deputados

Projeto sofreu várias modificações que excluem pontos polêmicos e mudam seu foco para a segurança nacional e militar do Brasil.

(Fonte da imagem: Reprodução/Wikimedia Commons)

A Câmara dos Deputados pode estar breve de chegar a um acordo para a votação em plenário do projeto de lei 84/99, a famosa PL Azeredo (também conhecido como o SOPA brasileiro). O texto, que trata de crimes cometidos através de meios virtuais, pode ter seu destino final decidido ainda esta semana.


Para que uma votação seja possível, um novo relatório deve ser apresentado à Comissão de Ciência e Tecnologia, no qual o projeto teria vários de seus artigos removidos ou modificados. Entre eles estão alguns pontos polêmicos da proposta, que há 12 anos aguarda por uma decisão as mudanças incluem o redirecionamento de seu foco, que passa a ser violações envolvendo a segurança nacional e militar do país.

Marco Civil da internet
A Câmara dos Deputados instalou na última quarta-feira (28 de março) uma comissão especial que vai analisar a proposta que cria o Marco Civil da internet brasileira (PL 2126/11). O texto pretende estipular os direitos e deveres dos consumidores e dos provedores de internet do país.

O objetivo não é tratar diretamente de crimes acontecidos no meio virtual, mas sim estipular princípios básicos que devem ser seguidos nesse ambiente. A aprovação de um projeto do tipo é importante para melhorar a atuação do sistema Judiciário que, por falta de legislações específicas, tem tomado decisões que se mostram conflituosas.

Audiências públicas devem acontecer em Brasília e em estados como São Paulo, Bahia, Rio Grande do Sul e Rio de janeiro para que a sociedade civil possa opinar sobre o texto. O relator do projeto, deputado Alessandro Molon, espera apresentar um relatório final ainda no primeiro semestre de 2012.

Fonte: Tecmundo

terça-feira, 27 de março de 2012

Amazon.com inicia vendas no Brasil em 1º de setembro

Maior varejista de e-commerce do mundo terá centro de distribuição. Meta é vender 6 milhões de itens até 2013.

A Amazon cravou uma data para começar sua operação de comércio eletrônico no Brasil: 1º de setembro, de acordo com documento ao qual o Brasil Econômico teve acesso. (Ao lado um figura em: Jeff Bezos, presidente da Amazon, vai começar operação com produtos que podem ser transportados pelos Correios)

Enquanto procura um centro de distribuição no estado de São Paulo, a varejista americana faz planos para sua primeira fase de vendas no país. Por enquanto, nada de móveis ou televisores de LCD, disponíveis em sua Amazon.com.

Por aqui, apenas objetos de pequeno porte estarão ao alcance dos internautas como aparelhos Kindle, CDs, DVDs, livros, vídeo-games e softwares.

De setembro a dezembro deste ano, a previsão é vender aos brasileiros 1,1 milhão destes produtos. Em 2013, a estimativa é de chegar a 4,8 milhões de itens.

"Mas nada impede que a Amazon passe a comercializar mercadorias de maior porte a partir do ano que vem. Tudo vai depender do resultado alcançado nestes três primeiros meses", diz um executivo ligado à companhia.

Segundo ele, faz todo o sentido a Amazon começar com um centro de distribuição em São Paulo. A B2W, dona da Amercianas.com, Submarino e Shoptime, vende para o Brasil inteiro, mas o estado paulista é o coração de seu comércio virtual. "São Paulo representa metade das vendas da B2W", diz Renato Prado, analista de varejo da Fator Corretora.

A chegada da Amazon, apelidada por analistas estrangeiros de Walmart do comércio eletrônico, deve impor mudanças ao mercado brasileiro, responsável por R$ 18,7 bilhões em vendas no ano passado. A situação da líder B2W, por exemplo, pode se complicar ainda mais. Mesmo com pesados investimentos em logística, a varejista brasileira acumula problemas.

Recentemente, o Procon-SP determinou que a companhia deixasse de operar no estado de São Paulo por três dias devido ao aumento do número de reclamações dos consumidores. Fato semelhante aconteceu em 2011, no Rio de Janeiro, quando a companhia passou a ser investigada pelo Ministério Público do estado, também por problemas com clientes.

O resultado destes tropeços foi um prejuízo de R$ 89,2 milhões em 2011, quando o mercado cresceu nada menos que 26%.

Mesmo com crescimento imponente, o total vendido na internet pelas empresas que atuam no Brasil não faz nem cócegas à Amazon, com experiência de 17 anos e receita de US$ 48,8 bilhões no ano passado.

No entanto, este currículo não significa sucesso garantido no Brasil, que reserva uma série de desafios. Um deles diz respeito a forma de pagamento dos clientes. Nos Estados Unidos, os consumidores pagam suas compras à vista no cartão de crédito e quem precisa de financiamento para comprar um produto recorre diretamente à operadora de cartão.

No Brasil, a varejista terá de financiar diretamente seus clientes com pagamento parcelado.

"Para isso vai ter de negociar muito bem com as operadoras de cartão de crédito", diz João Pissutto, consultor de varejo da IBM. No caso de parcelamento com cobrança de juros, a companhia também precisará aprender gerenciar diferentes preços para um mesmo item. "Algo que ela não está acostumada a fazer", afirma o especialista.

E não é só isso. Ainda existem as dificuldades de logística e a complexa tributação brasileira. "Achar um bom parceiro logístico será fundamental para a operação da Amazon", afirma Pissutto.

Antes disso, porém, a companhia terá a chance de sentir o mercado, dependendo somente dos Correios, já que os produtos comercializados na primeira fase de operação serão de pequeno porte.

Fonte: Revista Veja

O desafio das editoras brasileiras frente à pirataria

Mais de 50.000 links com livros piratas já foram tirados do ar no Brasil desde 2009. De apenas dois deles, foram feitos mais de 180.000 downloads

Editores esperam que em cinco anos 10% dos leitores de livros no Brasil migrem para tablets como o iPad

Desde agosto de 2009, quatro pessoas, entre elas dois advogados, trabalham até 10 horas por dia procurando links que permitem o download gratuito de livros publicados por editoras brasileiras. Eles verificam a integralidade das obras e seguem passos que vão de notificações extrajudiciais para a retirada dos endereços até processos judiciais por burla à lei que protege os direitos autorais.

A tarefa ao modo de Sísifo é parte do esforço da Associação Brasileira de Direitos Reprográficos (ABDR) para conter a pirataria digital de livros. “Os números são expressivos”, diz Dalton Morato, representante da entidade. “Até fevereiro deste ano foram retirados da internet 59.640 links que permitiam o download de livros e movemos 15 processos contra quem se negou a fazê-lo.”

A teia imensurável de sites e a divulgação ad infinitum dos endereços apequena o total festejado. A partir de um par de links ativos durante três anos e monitorado pela ABDR foram feitos até a proibição em 2010 cerca de 180.000 downloads do mesmo livro, um exemplar didático. “É improvável que tantos exemplares desse livro tenham sido vendidos nas livrarias”, reconhece Morato.

Apesar do crescimento que nas duas maiores redes de livrarias do país chega a 1.000% entre 2009 e 2010, o percentual de vendas de livros digitais mal alcança 0,5% do total do mercado livreiro. “Para se consolidar, o mercado de livros digitais depende da popularização de e-readers e tablets. É coisa para daqui a cinco anos”, prevê Sergio Machado, diretor da editora Record.

Iniciativas preventivas como a da ABDR, financiadas por um grupo de editoras, decorrem do temor de que a indústria editorial venha a passar pelo mesmo processo de trauma que a indústria fonográfica. Ou seja, que a pirataria corroa o mercado e desestabilize a relação entre autores e editoras como aconteceu depois do advento do Napster, em 1999, que permitiu o compartilhamento de música sem nenhum controle das gravadoras. Mas, dentro do próprio setor, há quem pense de maneira oposta.

Pirataria consentida: em 2008, durante uma palestra em Munique, na Alemanha, o escritor brasileiro Paulo Coelho apresentou à platéia, com elogios, um site mantido por leitores que disponibilizava os seus livros na íntegra em mais de 40 idiomas para download sem custo. O autor de O Alquimista, que já vendeu mais de 100 milhões de exemplares dos seus 15 romances, tomou para si a ideia e criou em 2009 o Pirate Coelho, nos moldes do que apresentara.

Em janeiro deste ano, depois de ter seus livros censurados no Irã por questões políticas, o escritor divulgou um link do seu site oficial de onde é possível baixar todos os seus livros traduzidos para o farsi. “Negar acesso a conteúdo na internet tem duas explicações: ganância e ignorância”, disse ele ao site de VEJA a caminho de uma conferência em Istambul, na Turquia.

Seguido por 1,3 milhão de pessoas no Twitter, Paulo Coelho defende que o acesso gratuito à integra de obras literárias vai, ao contrário do que temem as editoras, aumentar as vendas. “A internet está sempre um passo à frente da repressão ao compartilhamento de músicas, filmes e livros, e esse fluxo continuará.”, sentencia o autor, para quem o primeiro acesso costuma desaguar em interesse por conhecer a obra do autor, desta feita, nos moldes tradicionais. Segundo ele, “é preciso dar ao leitor a possibilidade de, em conhecendo um livro, escolher comprá-lo ou não”.

Não é o que acha Miltom Hatoum, autor brasileiro de quatro romances premiados: “É uma péssima idéia que um livro seja disponibilizado ignorando os direitos do autor. Muitos escritores vivem disso e, de um modo geral, escritores não são magos, nem dão shows para um grande público”, diz ele que não usa leitores digitais

Mais acervo, menos pirataria: Num ponto há consenso entre as editoras: é preciso disponibilizar os livros em formato digital num espaço de tempo cada vez menor em relação ao lançamento físico. Em resumo, é preciso se adiantar aos piratas, que muitas vezes oferecem cópias fotografadas das páginas ou arquivos danificados.

Atualmente, cerca de 6.000 livros publicados por editoras brasileiras podem ser comprados pela internet por valores entre 20% e 30% menores que as brochuras. Esse total deve aumentar um terço até o fim de 2011 com a atuação da Distribuidora de Livros Digitais (DLD), um grupo de cinco editoras como Rocco e Objetiva que lançarão seus títulos em ações conjuntas.

Os dados mais recentes a respeito da venda de livros no Brasil são de 2009, quando revelou-se o total de 370 milhões de livros vendidos em um ano (incluindo didáticos e vendas para o governo), que somam mais de 3,5 bilhões de reais comercializados. A DLD espera que pelo menos 10% desse total migre nos próximos cinco anos para os leitores digitais que somam atualmente, entre tablets e e-readers, cerca de 300 mil unidades no Brasil.

Enquanto não há mercado pujante e procura-se conter a pirataria, o pouco que as editoras podem fazer é proteger o próprio acervo. “A pirataria sempre vai existir. Tentamos proteger os nossos livros com travas que limitam o número de instalação dos livros em leitores eletrônicos e computadores”, disse à reportagem o representante da Companhia das Letras, a terceira editora mais pirateada do país segundo o monitoramento da ABDR.

Cada livro digital comprado em livrarias brasileiras pode ser instalado em até seis leitores eletrônicos e computadores. O que desperta uma discussão ainda em curso e, ao que parece, tão complicada quanto o caminho editoras devem tomar diante da pirataria: o autor deve receber o seu percentual da venda do livro por cada livro digital vendido ou pelos seis instalados?

Há quem acredite que o grande erro das gravadoras foi não ter se aliado ao Napster e educado o público a pagar pelo download de suas músicas. Não demora e as editoras estarão diante de um dilema semelhante. Mas, ao contrário das gravadoras tomadas de assalto, cautela e previdência tem marcado as ações do mercado editorial brasileiro.


Saiba mais:

- '1822', livro do jornalista Laurentino Gomes é o título mais vendido no Brasil em formato digital

- A ABDR desenvolveu um software que realiza busca permanente de livros digitais publicados por editoras brasileiras. A ferramenta começará a ser usada em abril deste ano e espera-se que o número de notificações a sites dobre até o fim de 2010 (até agora foram 59.640 endereços)

- O Google recebe diariamente entre 1.500.000 e 3.000.000 de buscas por livros piratas

- Os campeões de pirataria de livros digitais são Estados Unidos, Índia e México.

- De acordo com um relatório da Associação Americana de Editores, divulgado na última quinta-feira (17), foram comercializados 69.000.000 de dólares em livros digitais no ano de 2010, nos Estados Unidos. A venda de livros físicos caiu em média 30%.

Fonte: Revista Veja

Amazon chega ao Brasil em setembro


O Brasil Econômico cravou hoje a data de lançamento da operação nacional da Amazon: primeiro de setembro de 2012. Hora de comemorar a iminente chegada da maior varejista online do mundo, mas é preciso analisar bem o que a empresa quer fazer por aqui. Segundo o jornal, o site entrará no ar vendendo apenas objetos de pequeno porte, como Kindles, CDs, DVDs, livros e videogames. Será que este é o caminho ideal para conquistar o Brasil?

O problema que a Amazon deve enfrentar nos primeiros meses ao oferecer apenas CDs, DVDs, livros, softwares e jogos de videogame é bem popular: chama-se pirataria. Enquanto o Brasil já se acostumou com barraquinhas de DVDs e CDs em qualquer quanto e com a queda das vendas das versões oficiais, as associações de editoras de livros também temem a pirataria mais de 50 mil links de livros pirateados já foram removidos da internet. O mesmo problema surge com os softwares, que há tempos não se espalham só por mídia física.

Ou seja: a Amazon chegará ao Brasil oferecendo alguns dos itens que têm maior dificuldade em enfrentar vendas ilegais. Parece pouco para enfrentar gigantes do varejo daqui, como Submarino e Americanas.com, que mesmo com os recentes problemas enfrentados, já contam com uma imensidão de produtos em seus estoques, de todos os tipos e tamanhos. Nosso palpite, dado os problemas de pirataria que os itens citados sofrem, é que os grandes sites de varejo online nacional lucram mesmo é com televisores, microondas e outros eletrodomésticos.

Segundo o Brasil Econômico, a Amazon argumenta que a escolha por objetos menores acontece porque a empresa ainda está em busca de um centro de distribuição gigante e localizado no estado de São Paulo. Faz sentido se pensarmos no tamanho dos armazéns da empresa nos EUA, que comportam todo e qualquer tipo de produto, do maior ao menor. Por aqui, enquanto não há espaço para criar uma boa logística para lidar com móveis, televisores e outros produtos fermentados. Um dos executivos anônimos ouvidos pelo Brasil Econômico diz que a Amazon pode rever a política no início de 2013. ”[N]ada impede que a Amazon passe a comercializar mercadorias de maior porte a partir do ano que vem. Tudo vai depender do resultado alcançado nestes três primeiros meses”.

O trunfo da Amazon no início deve ser o Kindle. Se a família de e-readers da Amazon chegar ao país com o preço especulado em fevereiro R$199 ele pode ser a ferramenta necessária para finalmente acelerar o processo de migração das editoras nacionais para o mundo digital hoje, elas admitem que o atraso do lançamento do e-book em relação ao livro físico não é o ideal, e isso só ajuda a propagar a pirataria. Porém, para fazer barulho com o aparelho, a empresa precisará chegar já com o ecossistema de livros prontos para não deixar os leitores decepcionados. Atualmente, a loja virtual conta com pouco mais de 4 mil títulos em português.

Como ja há diversas varejistas consolidadas no país e elas já contam com contratos e táticas de logísticas regionais é difícil imaginar que a Amazon roube o espaço dessas empresas em seus primeiros passos no Brasil mesmo que eles mudem rapidamente de ideia em relação aos produtos maiores. A saída para a Amazon fazer algo de diferente no Brasil seria investir onde ninguém conseguiu se estabilizar: vendas digitais, com um ótimo ecossistema envolvendo e-books, músicas e filmes em um só lugar. Caso a Amazon consiga trazer essa novidade para cá que já funciona sem nenhum tipo de fricção nos EUA as chances de sucesso aumentam bastante.

Fonte: Gizmodo

Um monte de smartphones Android tem o mesmo nome de camisinhas

Smartphones Android, adorados como são, têm nomes bem idiotas. Coisas como Wildfire Incredible Sensation Vigor Touch Skyrocket Z E Pro estragam aparelhos bem decentes. De onde as fabricantes de Android tiram essas coisas? De camisinhas! Acontece que preservativos e celulares Android compartilham mais que o uso íntimo, eles na verdade têm nomes iguais também.

Veja essa lista do Intercom Blog, que gerou uma divertida tabela de smartphones Android e camisinhas que usam os mesmos nomes bobos e sem sentido. Há tantas similaridades que você já pode esperar pelo Android Ultra Thin e o preservativo Rezound.

Mas, falando sério agora, pessoal que fabrica preservativos e/ou smartphones Android, ninguém compra um ou outro pelo nome. Na realidade, seu padrão de nomes confunde muito as pessoas. Uma camisinha Trojan XL Extra Fino Super Orgásmico Violeta Com Sabor é apenas uma camisinha. Um celular Android Hero Optimus Amaze Droid Galaxy Captivate Orange Fascinate é apenas um celular Android.

Fonte: Gizmodo