sábado, 25 de fevereiro de 2012

Render conceitual de iPhone 5 apresenta design revolucionário

Enquanto os fãs da Apple aguardam ansiosamente pelo lançamento do iPad 3, algumas mentes criativas já começaram a “sonhar” com a chegada do iPhone 5, ainda sem previsão de estreia. Designers inspirados na empresa de Jobs apresentam ao mundo como eles esperam que seja a aparência do futuro smartphone da Apple, como o caso desta ilustração abaixo, criado pelo italiano Federico Ciccarese.
Render de iPhone 5 (Foto: Federico Ciccarese/Ciccarese Design)

Depois de analisar os diversos rumores publicados sobre o iPhone 5 em vários sites especializados em tecnologia, Federico criou esse belíssimo render, que promove uma verdadeira revolução nas linhas do smartphone da Apple. Sua versão do telefone mais cobiçado do mundo apresenta uma curvatura semelhante a do Apple Magic Mouse, com cantos arredondados, o que torna o telefone visualmente agradável e com um bom encaixe nas mãos do usuário.

Federico escolheu a tela Retina Display, que pela natureza do novo telefone deve se afunilar nas partes superiores e inferiores do dispositivo. Na prática, isso pode fornecer uma comunicação ainda melhor, pois microfone e alto-falante estarão posicionados de uma forma mais adequada que as da atual geração. Outra mudança importante que esse render apresenta é a mudança da posição do fone de ouvido, que sai da parte superior do smartphone para se posicionar em uma das suas laterais, por força de seu novo design.
Render do iPhone 5 de Ciccarese lembra o Apple Magic Mouse (Foto: Federico Ciccarese/Ciccarese Design)

Pelas imagens apresentadas, o acabamento deste iPhone 5 é feito em alumínio, no mesmo estilo do MacBook Pro e MacBook Air, uniformizando a aparência dos produtos da Apple. O resultado final é atraente e elegante, reforçando a proposta de um produto 100% novo em sua proposta, praticamente concebido do zero.

Não é a primeira vez que Ciccarese mostrou ao mundo a sua própria versão de produtos Apple. Ele também já esboçou o que seria a futura televisão da empresa de Cupertino, também baseado em rumores recolhidos na internet. Particularmente a sua proposta de iPhone 5 poderia muito bem ser adotado pela equipe de design da Apple. Se não for por completo, pelo menos, em partes.

Fonte: Tech Tudo

Ubuntu invade o Android e quer ser a evolução do conceito de webtop, da Motorola


A Canonical avisou que o Ubuntu para Android chegou. Mas calma lá, não estamos falando de um aplicativo, e muito menos de um sistema operacional que fique dentro… de outro sistema operacional. O que a Canonical quer é mostrar que a proposta de webtop e lapdock criada pela Motorola tem mais futuro do que nós imaginamos.

Assim como a tecnologia da Motorola, é preciso um smartphone compatível com a tecnologia de plugar um aparelho para usá-lo como motor de um computador. Mas a diferença gritante é que, diferente do webtop, que trazia apenas um Firefox para a telona e limitava as opções, o Ubuntu para Android leva o sistema todo para a tela. Como descrevem os chapas do Gemind:

A integração entre os dois ambientes, promete a empresa, deve ser bem harmoniosa. Quando em trânsito, o smartphone deve se comportar como um Android qualquer. Ao ser conectado à dock, ele vira o Ubuntu e traz, de carona, aplicativos, contatos e recursos, como SMS e ligações, do Android. Dá para ler e responder mensagens e até atender chamadas na interface desktop.

Mas, claro, nem tudo são flores por aqui. Em primeiro lugar, não pense que um aparelho humilde dará conta de tantas informações: o Ubuntu para Android é limitado para smartphones com processador de dois núcleos e com no mínimo 1 GHz de processamento, 512MB de RAM, aceleração de vídeo e portas HDMI e USB. E, para completar, ele não será instalável a ideia da Canonical é que aparelhos sejam vendidos com o sistema pré-instalado.

Além de tudo isso, o The Verge viu a demonstração da Canonical com um Atrix 2 e achou os apps do Ubuntu lentos demais. Mas, segundo a Canonical, é exatamente por isso que o sistema será usado apenas em aparelhos pré-instalados: é preciso otimizar o smartphone para que ele consiga aproveitar o máximo do sistema.

Muitas restrições para um sistema aberto, mas esse pode ser só o começo de uma evolução interessante de um formato que ainda acreditamos que, em boas e espertas mãos, ainda pode ser um novo caminho na computação. Enquanto isso, veja o sistema em funcionamento no vídeo abaixo.




Fonte: Gizmodo

Governo federal faz licitação para tablets, mas só pode ser da Apple


A Folha informa que o Ministério de Minas e Energia e a Presidência fazem licitação para adquirir cerca de 700 tablets. Mas não pode ser qualquer tablet: os editais de licitação trazem especificações idênticas às disponíveis no site oficial do iPad 2. Pior: a Presidência copiou e colou do site da Apple até a nota de rodapé parou no edital. O governo federal diz que as especificações “representam a necessidade dos órgãos” e nega qualquer irregularidade.

A Lei de Licitações proíbe que sejam mencionadas marcas nos editais de compra pública. Por isso, o governo não pode simplesmente pedir explicitamente um iPad, nem mesmo um tablet da Apple. Mas a lei exige que o edital traga especificações técnicas do produto a ser comprado. Dessa forma, o governo consegue limitar o produto ao iPad. Para Cláudio Pereira de Souza Neto, da OAB, “na prática é o mesmo [que detalhar marca]“.

A Presidência da República fez licitação para comprar 42 tablets em outubro, a serem distribuídos entre autoridades e assessores, e o edital tinha praticamente uma cópia da página sobre o iPad 2 no site da Apple. E o Ministério de Minas e Energia abriu há alguns dias uma licitação para adquirir até 665 tablets, cujo edital “traz 48 especificações idênticas às apresentadas pela Apple”, segundo a Folha.

A Presidência e o Ministério de Minas e Energia dizem que as exigências são “imprescindíveis” e “representam a necessidade dos órgãos”, e que não há irregularidade: apesar de apontarem para um só fabricante, os editais não eliminam a competição, já que há vários fornecedores do mesmo produto.

Isto lembra o caso da Assembleia Legislativa de Goiás: eles fizeram licitação para comprar smartphones, mas o edital exigia especificamente um iPhone 4, apesar de não citá-lo pelo nome. Os deputados nem sabiam para que usariam um iPhone, e poderiam ter comprado um smartphone mais barato. Se o governo federal precisa de tablets, eles realmente precisam ser iPads?

Google Drive funcionará bem com aplicativos de terceiros


O Google Drive, o especulado serviço de armazenamento do Google já tem mil rumores, mas nenhuma confirmação oficial. Mas uma dúvida continua no ar: qual será o nível de liberdade de usuário na nuvem? Se este suposto código do Google Drive que sugere que aplicativos de terceiros terão acesso aos dados for real, ele pode ser tão aberto quanto torcemos.

De acordo com o blog Google Operating System, o código-fonte do Google Docs faz diversas referências ao Google Drive, a um SDK e a um comando “open with”. E alguns detalhes que eles encontraram indicam que o sistema basicamente eliminará os anexos do Gmail, das mesma forma que a Microsoft pretende fazer com o SkyDrive.

Há também uma interessante mensagem que sugere que o Google Drive se integrará muito com o Gmail: “Diga adeus aos anexos de e-mail e diga olá à colaboração em tempo real. Arraste qualquer coisa compartilhada com você para o My Drive e tenha fácil acesso.

O Google Drive tem tudo para ser bem interessante, e para usuários de Android, ele pode ser melhor ainda.

Fonte: Gizmodo

Ultimato do governo para os fabricantes de televisores

O governo perdeu a paciência com os fabricantes de televisores, que negociavam um cronograma para equipar os aparelhos com o Ginga, software que garante a interatividade na transmissão da TV digital. As regras foram publicadas ontem no Diário Oficial da União.

A partir de 2013, 75% das TVs de tela fina produzidas no país terão de sair de fábrica com o Ginga. Segundo a portaria, os fabricantes de TVs estão dispensados de incluir o software nos aparelhos produzidos neste semestre e, de julho a dezembro, a instalação do sistema é opcional. Em 2014, ano da Copa do Mundo, 90% dos televisores de tela fina fabricados no Brasil terão de contar com o software. O Ginga é o único componente desenvolvido no Brasil do chamado sistema nipo-brasileiro de TV digital.

Fonte: Blog Robson Pires

segunda-feira, 6 de fevereiro de 2012

Foxconn deve instalar 5 fábricas no Brasil

A taiwanesa Foxconn, que fabrica os iPads da Apple, deverá montar mais cinco fábricas no Brasil, além da já anunciada planta para a produção de telas de cristal líquido. A informação foi dada ontem pelo secretário de Planejamento e Desenvolvimento do Estado de São Paulo, Julio Semeghini.

Segundo Semeghini, estarão envolvidas fábricas de gabinetes para notebooks e PCs, componentes eletrônicos, conectores, baterias, e de elementos de mecânica de precisão. A negociação agora é pela localização dessas fábricas. São Paulo quer o investimento, assim como possivelmente os Estados vizinhos. "Estamos aguardando os executivos voltarem das comemorações do Ano Novo chinês para retomarmos as negociações", disse Semeghini.

Cada uma das plantas deverá ter cerca de mil funcionários, segundo o secretário. As partes produzidas por aqui ajudarão também na montagem dos produtos da Apple, segundo o secretário. Por enquanto, a empresa começa a importar os kits para montagem de iPads e iPhone no Brasil.

Fonte : Jornal da Paraíba online

domingo, 5 de fevereiro de 2012

Atire primeiro, pergunte depois. Governo dos EUA fecha 307 sites suspeitos de pirataria

Operação que está sendo feita desde outubro do ano passado já apreendeu milhões de itens pirateados.

Imagem que é encontrada ao se acessar algum dos 307 sites suspensos

Mesmo sendo um esporte que ainda aos poucos está conquistando os brasileiros, muitos de nós já estaremos nos preparando para assistir o Super Bowl mais tarde no dia de hoje (5). O governo dos Estados Unidos não foge a regra e também está agindo, mas de outra maneira. A Agência de Imigração acaba de suspender 307 diferentes domínios, suspeitos de violar os direitos autorais do evento.

Do total, 16 páginas são suspeitas de transmitirem a partida de forma ilegal e o restante foi suspenso por vender produtos não licenciados pela NFL. As ações foram tomadas com base na lei civil dos Estados Unidos e não pela lei criminal. Dessa forma, há um processo contrário do conhecido “inocente até que se prove ao contrário”. No caso, os donos dos domínios é que terão de provar que não faziam nada ilegal se quiserem obtê-los novamente.

A operação, conhecida como Fake Sweep e que iniciou em outubro de 2011, já foi responsável por apreender mais de 40 mil itens pirateados (como bonés, camisas e jaquetas), somando um valor total de 4,8 milhões de dólares.

Mesmo com todas as apreensões, de acordo com as informações da Agência de Imigração, a operação vai continuar pelo dia de hoje, com monitorias na internet e nas regiões próximas ao estádio, em Indianápolis.

Fonte: Tecmundo