quarta-feira, 9 de novembro de 2011

Firefox 8 ganha busca no Twitter e combate extensões inúteis



O Firefox 8 foi lançado oficialmente para Windows, Mac, Linux e Android. A nova versão incorpora busca nativa no Twitter e várias outras melhoras incluindo complementos irritantes desativados por padrão.


A nova versão do Firefox foi descoberta ontem nos servidores FTP da Mozilla, e foi lançada oficialmente hoje. O Twitter foi adicionado às opções de busca para usuários da versão desktop. O Firefox também acrescentou a função de recarregar abas sob demanda: se o navegador travar, você pode restaurar apenas as abas que quiser, quando quiser.

O Firefox também desativou complementos (add-ons) instalados por terceiros como as terríveis barras (AVG, Ask.com etc.) que programas insistem em nos trazer. Se você instalar um aplicativo e ele quiser instalar um complemento no Firefox, você precisa ativá-lo manualmente.

Para usuários do Android, a maior novidade é uma “senha mestra”, que impede usuários não-autorizados de acessar as senhas no seu celular.

Fonte: Gizmodo

Adobe finalmente desiste do Flash em sua versão móvel

A Adobe irá parar o desenvolvimento de seu Flash Player para navegadores móveis, de acordo com uma reportagem exclusiva da ZDNet. A empresa continuará dando suporte às configurações existentes para Android e para o PlayBook, da RIM, mas o desenvolvimento futuro será focado em HTML5 e aplicativos.

Aparentemente os desenvolvedores foram avisados pela Adobe sobre a situação, que se transformará em uma nota no site oficial da Adobe ainda hoje:

Nosso trabalho futuro com Flash em aparelhos móveis será focado em permitir que desenvolvedores Flash consigam criar apps nativos com Adobe AIR para todas as plataformas principais. Nós não iremos mais adaptar o Flash Player para dispositivos móveis para novos navegadores, versões de sistema operacional ou configurações de aparelhos. Alguns de nossos licenciadores de código poderão optar por continuar trabalhando nisso e lançando suas próprias implementações. Nós continuaremos dando suporte às configurações atuais do Android e do PlayBook com correção de bugs críticos e atualizações de segurança.

Ontem, a Adobe anunciou que iria demitir 750 funcionários para uma grande reestruturação, mas não especificou quais departamentos seriam afetados.

Mesmo com o Flash sendo um diferencial do Android e de outros aparelhos contra a cruzada anti-Flash que a Apple fez no iOS, a Adobe nunca foi capaz de deixar a performance da ferramenta segura, não devoradora de bateria e com funcionamento correto. Enquanto isso, mais e mais conteúdo na web que antes era dominado pelo Flash está migrando para o HTML5, ou mesmo se transformando em apps móveis. Era esperado que o Flash chegasse ao Windows Phone em algum momento do futuro, mas esse projeto provavelmente será eliminado.

Fonte: Gizmodo

terça-feira, 8 de novembro de 2011

YouTube é porta de entrada para a TV interativa, diz executivo

Gerente da Sony diz exploração da TV começa pelo site do Google.
'No Brasil, o conteúdo local é importantíssimo', afirma.

O YouTube é a porta de entrada dos usuários para a TV conectada e interativa, segundo Marcelo Varon, gerente de internet vídeo da Sony Brasil, que falou durante o TV.Apps, evento sobre TV interativa que acontece em São Paulo nesta terça-feira (9).

“Quando a pessoa compra a TV conectada, ela inicia seu contato com as novas funções do aparelho pelo YouTube. A partir daí, ela vai tendo acesso a outros conteúdos. No Brasil, os conteúdos locais são importantíssimos”, disse o executivo, que afirma que 85% das TVs que a Sony coloca no mercado atualmente têm acesso à internet.

Varon mostrou dados sobre a venda de TVs conectadas à internet. Ele lembrou de uma pesquisa da Display Research que afirma que, em 2011, 25% das TVs de tela plana vendidas serão conectadas. “Isso vai subir para 47% em 2015, em todo o mundo”, completou.

O executivo defendeu que uma das vantagens da Sony no mercado de TVs interativas é a presença de setores que desenvolvem filmes e séries, além da estrutura da PlayStation Network. “Nós temos mais de 40 aplicativos para a TV interativa e a grande maioria é de vídeos. É isso que as pessoas querem ver na TV”, afirmou.

Quanto à questão dos ecossistemas completos, Breno Masi, sócio-diretor da Fingertips, comentou a ameaça representada pela Apple. “Se a Apple quiser, ela será uma grande ameaça ao mercado das TVs, pelo menos nos Estados Unidos”, afirmou Masi, que também participou do TV.Apps. “O fabricante que conseguir unificar os seus processos mais rápido conseguirá bater de frente com a Apple”, disse.

Fonte: G1

Governo faz 'mea culpa' e diz que voltará a investir em TV interativa

Programa Ginga permite interação no sistema brasileiro de TV Digital.
Assessor da Casa Civil diz que 100% das novas TVs terão função em 2015.

O governo está voltando a investir na plataforma Ginga, o software de interatividade do padrão brasileiro de TV Digital, segundo André Barbosa, assessor especial da Casa Civil, falou durante o TV.Apps, evento sobre TVs conectadas que acontece em São Paulo nesta terça-feira (8).

“Vim fazer um ‘mea culpa’ e colocar o problema do Ginga”, disse. “Nós paramos os investimentos e não integramos a estrutura do software, mas haverá uma reunião dos fabricantes com o [ministro da Ciência e Tecnologia Aloisio] Mercadante sobre o assunto.”

Barbosa disse que o Ginga representa uma integração entre a TV conectada e a TV aberta. Na reunião com o ministro, os fabricantes irão discutir a obrigatoriedade da inclusão do Ginga nos aparelhos de TV, segundo o assessor. “Queremos chegar a 2015, com praticamente 100% dos televisores vendidos conectados ao Ginga”, disse o assessor.

Barbosa também afirmou ter a intenção de tornar a TV pública o “grande alavancador da interatividade na TV brasileira.” Segundo ele, será possível usar o software para levar serviços públicos à população com a ajuda da TV.

De acordo com Carlos Fini, da Rede Globo, as novelas recentes da empresa têm aplicativos e funções integradas com o Ginga. Fini também falou durante o TV.Apps. “No ambiente do Ginga, a conectividade chegou às casas”, disse, informando que já existem 2 milhões de aparelhos capacitados com o software de interatividade no Brasil.

TVs conectadas
Fini falou sobre a tendência do uso de TVs conectadas. “Pelo que foi visto na CES [Consumer Eletronics Show, uma das maiores feiras de tecnologia do mundo], o ‘boom’ é a TV conectada. Só que ela passa por uma ferramenta muito importante que é a banda larga. É preciso investir, disse.

“A internet é uma experiência fantástica, mas ela não foi inicialmente concebida para o vídeo. Mas isso pode mudar”, afirmou. “As TVs conectadas são a evolução natural da TV”, completou David Brito, da TOTVS, também durante o evento.

Fonte: G1

segunda-feira, 7 de novembro de 2011

Nova tecnologia transforma vírus em ferramentas valiosas

Pesquisadores demonstraram um processo simples onde vírus geneticamente modificados se organizam em padrões extremamente ordenados com propriedades distintas, como cor ou força. Essa técnica poderia ser usada para criar novos dispositivos óticos, ou armações biológicas para cultivar tecidos macios, dentes e ossos.

Os pesquisadores, liderados por Seung-Wuk Lee, professor de engenharia biológica da Universidade da Califórnia, em Berkeley, usaram a técnica para fazer filmes estruturados. "Queremos imitar a natureza e criar diversos tipos diferentes de estruturas funcionais, usando um bloco de construção muito simples", diz Lee.

Esse trabalho é parte de um esforço mais amplo para criar novos tipos de materiais usando vírus como tijolos microscópicos. Pesquisadores do MIT, liderados por Angela Belcher, professora de engenharia biológica e ciências materiais, já desenvolveram vírus para se unirem a materiais inorgânicos algo que eles nunca fariam naturalmente, e fizeram com que eles se organizassem em componentes de baterias.

Lee e seus colegas descobriram uma forma de ajustar a organização de vírus individuais para criar estruturas sofisticadas, com complexos desenhos, tudo por conta própria. Usar um único vírus como unidade de construção é "bastante requintado", afirmou Belcher, pois suas características podem ser geneticamente modificadas, e pode-se prender muitos materiais úteis à sua superfície. O aspecto mais importante do novo trabalho, que foi publicado na revista "Nature", é o controle preciso sobre a automontagem viral, resultando em estruturas de grande escala com diversos níveis de organização. "Esse é um trabalho maravilhoso", disse ela. "Pode-se fazer muito com um único vírus."

Em seu trabalho, os pesquisadores usaram um vírus bacteriano em formato de bastão, chamado M13. Primeiro, eles mergulham uma folha plana de vidro em uma solução salina contendo os vírus. Conforme puxam lentamente o vidro para fora, em velocidade controlada, os vírus se configuram espontaneamente em padrões ordenados na superfície. "A automontagem é algo difícil de obter de maneira sistemática, mas o que os autores desenvolveram mostra uma rota potencialmente poderosa para fazer isso", explicou George Schatz, professor de química da Northwestern University.

Fonte: The New York Times News Service/Syndicate

quarta-feira, 2 de novembro de 2011

Apple compra concorrente do Google Maps

A Apple parece estar seguindo o plano de destruir o Android elaborado por Steve Jobs, preparando para se livrar da presença do Google em seus dispositivos.  De acordo com o site VentureBeat, ela “aparentemente” adquiriu, pela quantia de US$ 240 milhões, a C3 Technologies, companhia que detém uma “sofisticada” tecnologia de criação de mapas 3D através de satélite.

Com a aquisição da empresa, a idéia é que as próximas gerações dos dispositivos da maçã com iOS dispensem o Google Maps em troca de um serviço próprio de mapas. Outro ganho para os usuários do iOS é que eles sempre  poderiam contar com a última versão do programa de mapas, honra que só os usuários do Google Maps para Android têm.

Esta não é a primeira vez que a Apple tenta criar seu próprio serviço de mapas. Em 2009 a empresa adquiriu a Placebase e no ano passado foi a vez da Poly9, outra empresa especializada em mapeamento 3D.

Fonte:  Euandroid

terça-feira, 1 de novembro de 2011

Peixe congelado em nitrogênio líquido revive na água

Processo capaz de ressuscitar animal é usado para explicar fenômeno biológico.



O nitrogênio líquido é uma substância bastante perigosa quando entra em contato com seres humanos e não é por acaso que ela é uma das substâncias do processo de criogenia, por exemplo. Mas isso não nos impede de realizar alguns experimentos bastante curiosos e divertidos com ele.

No vídeo acima, por exemplo, um peixe dourado (o mesmo que recebemos em sacos plásticos depois de eventos infantis) é retirado de uma bacia com água e colocado em contato com o nitrogênio líquido por poucos segundos. Em seguida, ele é devolvido ao primeiro recipiente e, depois de um tempo, “magicamente” volta a bater as nadadeiras.

O que acontece é o chamado Efeito de Leidenfrost, fenômeno que ocorre quando dois meios de temperaturas diferentes interagem entre si, criando um isolante térmico que impede uma reação rápida, como o congelamento do peixe ou a ebulição de água em uma panela muito quente, por exemplo.

A experiência é comum em colégios norte-americanos e há vários relatos e vídeos com processos similares pela internet. Os responsáveis pelo vídeo ainda avisam que, mesmo após passar por todo o processo, o peixe não sofreu nenhum tipo de violência contra animais apesar de ter sido usado logo em seguida como alimento para tartarugas que também estavam no laboratório.

Fonte: Tecmundo