terça-feira, 23 de agosto de 2011

Google inicia mapeamento da Amazônia para Street View

A Amazônia é uma das regiões mais remotas e ricas em biodiversidade do planeta, com um tesouro cultural e ecológico reservado apenas aos que são fortes e aventureiros o suficiente para descobri-lo. Mas, em breve, conhecer as maravilhas da Amazônia não exigirá mosquiteiro, facões e nem mesmo calças compridas. Essa semana, o Google começou a cruzar os rios e vilas da maior floresta tropical do mundo com equipamentos especiais para atingir seu último objetivo: catalogar a Amazônia para exibir a região na ferramenta Street View.

Apesar do nome do projeto (Street = Rua, em inglês), há muito poucas ruas no estado do Amazonas. Então, como a maioria dos habitantes da região mora em vilas isoladas às margens dos rios, a equipe internacional de avaliadores do Google viajou de barco e bicicleta para coletar imagens panorâmicas do exuberante ecossistema, em comunidades onde poucos moradores terão acesso ao trabalho final.

Para o desenvolvimento das imagens mais fascinantes que a ferramenta já exibiu, o Google contou com a ajuda da Fundação Amazônia Sustentável (FAS), um grupo que trabalha para promover consciência social, econômica e ambiental na região, lar de milhares de indígenas, cuja cultura esteve por muito tempo inacessível à boa parte do mundo. O projeto contou inclusive com a ajuda de residentes locais para levar triciclos equipados com câmeras para suas comunidades o que permitiu também o registro do cotidiano.

“Quando todas as imagens forem colocadas na Internet, poderemos compartilhar a cultura e a beleza local da Amazônia com o mundo todo. Sem a visão, a criatividade e a dedicação de nossos parceiros, isso não seria possível”, disse, em declaração ao site do Terra, a chefe da equipe do Street View na Amazônia, Karin Tuxen-Bettman

Esta não foi a primeira vez que o Google Street View se aventurou em locais de difícil acesso para registrar os ecossistemas mais importantes do planeta. No ano passado, o Google lançou um tour único e interativo pela Antártida ao lado de centenas de pinguins. Talvez, tendo a chance de conhecer as maravilhas da ameaçada floresta Amazônica e caminhar virtualmente pelas vilas ao lado dos habitantes locais, mais e mais pessoas ao redor do mundo poderão ajudar na luta pela preservação da floresta.

Fonte: Discoverybrasil.com

sexta-feira, 19 de agosto de 2011

Assespro Nacional debate a interatividade na TV Digital em reunião do Ministério das Comunicações

Atenta aos principais assuntos que rondam o setor de Tecnologia da Informação e Comunicação (TIC), a Assespro Nacional (Associação das Empresas Brasileiras de Tecnologia da Informação) participou nessa quarta-feira, dia 17 de agosto, da reunião sobre a inclusão da interatividade no Programa de Incentivos à Indústria de Produção de Televisores, realizado pelo Ministério das Comunicações.

A audiência tinha como principal objetivo debater as questões da obrigatoriedade da utilização do Ginga na inclusão da interatividade no projeto do Sistema Brasileiro de TV Digital.

O Ginga é o Middleware desenvolvido para atuar na TV Digital brasileira. Um middleware para aplicações de TV digital consiste em um software que executa linguagens e bibliotecas de funções, que permitem o desenvolvimento rápido e fácil de aplicações.

Na ocasião, a Assespro Nacional foi representada por Ricardo Masstalerz, colaborador da entidade, que ratificou a importância da adoção do Ginga, porém com a ressalva de que somente esta ação não seria o suficiente para alcançar a interatividade na TV Digital.

“Há necessidade de uma estratégia mais consistente do que simplesmente adotar o Ginga. O setor de TI entende que esta indução pelo governo do uso da interatividade seja fundamental para a geração do mercado. É uma inovação, e adotada com sucesso por TVs Públicas, como em outros países onde a interatividade deu certo”, afirma Masstalerz.

Segundo o presidente da Assespro Nacional, Luís Mário Luchetta, a entidade acompanha as reuniões governamentais sobre a TV Digital desde 2007. “Sempre defendemos que a obrigatoriedade de embarcar o Ginga deve ser feita dentro de uma estratégia mais consistente para o setor de software, criando mecanismos para fomentar um mercado aberto e atrativo do ponto de vista de negócios. Ainda é importante salientar que nos países onde a interatividade na TV Digital aberta deu certo, o Governo teve um papel decisivo utilizando as TVs públicas como indutoras, como na Inglaterra, Itália e Japão”, finaliza.

Fonte: Profissionaisti

Hangouts do Google+ podem agora ser iniciados pelo YouTube

O Google divulgou nesta sexta-feira a possibilidade de iniciar Hangouts do Google+ diretamente da funcionalidade de compartilhar do YouTube.

A intenção da gigante está em estimular a conferência de vídeos e a participação dos utilizadores em ambos os produtos.

Há pouca semanas, Brandon Badge, Gerente de Produto do YouTube Live, havia anunciado que a empresa estava trabalhando no suporte a vídeos ao vivo do YouTube.

Com a nova funcionalidade, os usuários do Google+ poderão assistir juntos, até 10 pessoas, as transmissões ao vivo do YouTube, desde shows, transmissões de jogos e a programação de canais especializados para a web.

Fonte: Google Discovery

HP desiste do WebOS menos de 2 meses depois do lançamento do primeiro tablet.

Em um press release, a empresa divulgou que está abandonando o desenvolvimento de sua plataforma para dispositivos móveis. O HP Touchpad foi lançado há apenas seis semanas.

Em um movimento que surpreendeu muita gente, a Hewlett Packard anunciou que está abandonando o desenvolvimento da plataforma móvel que adquiriu em 2010, quando comprou a Palm por 1,2 bilhões de dólares. O WebOS foi um dos maiores motivos da compra, pois a HP via nele um grande potencial de desenvolvimento. O primeiro tablet rodando o novo sistema, o HP TouchPad, foi lançado no mercado há seis semanas.

O anúncio foi feito pouco tempo após a HP ter anunciado (embora ainda de maneira informal) que está separando a divisão de PCs do restante da empresa. Da mesma forma, pouco antes do lançamento do TouchPad, a HP já havia anunciado que estava criando uma unidade exclusiva para o sistema webOS.

Acompanhando a notícia, a empresa ressaltou que vai continuar buscando opções para valorizar o WebOS, mas não irá dar suporte à utilização do sistema em tablets e smartphones.

A decisão pode estar pautada na baixa aceitação do sistema por parte dos usuários, uma vez que diversas empresas de varejo reportaram que não estavam conseguindo vender os dispositivos. Segundo o AllThingsD, a rede Best Buy estava com aproximadamente 225 mil unidades do TouchPad encalhadas em seus estoques. O aumento de uso da plataforma Android também pode ter exercido influência na tomada decisão.

Fonte: Tec Mundo

Windows 8 terá loja on-line de aplicativos

Em um post no blog "Criando o Windows 8", que vai acompanhar o desenvolvimento da nova versão do sistema operacional, o presidente da divisão Windows da Microsoft, Stefen Sinofsky, explica como está sendo o trabalho de criação do software. Entre as novidades, ele revelou que o novo Windows terá uma loja de aplicativos, nos moldes da App Store, da Apple, e para a qual foi montado um time de engenheiros dedicados à sua montagem.

Sinofsky detalhou o trabalho das equipes e listou 35 grupos de trabalho. A "app store", como é chamada pela equipe de trabalho, chama a atenção por colocar o sistema da Microsoft em concorrência direta com as funcionalidades dos sistemas da Apple, que já possuem uma Mac Apple Store, lançada há oito meses.

A Microsoft havia anunciado que os software para o Windows 8 serão compatíveis com a versão anterior, o Windows 7. Por existirem muito mais programas desenvolvidos para o sistema da Microsoft em comparação com o da rival Apple, uma loja on-line de aplicativos alimenta as expectativas de que a nova versão do Windows vai despertar grande interesse nos usuários.

Fonte: TI Inside

Google+ deve oferecer concorrência real ao Facebook

O Facebook por fim tem um concorrente sério. Ao menos é o que acredita Sergio Monsalve, experiente investidor em mídias sociais.

Executivos de capital de risco como Monsalve estão vendo sinais iniciais de que o Google+, que conquistou 25 milhões de usuários desde o seu lançamento em junho, está no caminho certo.

A rede social criada recentemente pelo Google, que tem Mark Zuckerberg, presidente-executivo do Facebook, como membro, foi recebida por alguns com ceticismo até o momento. Alguns observadores estão esperando para ver se ela conseguirá manter o ímpeto demonstrado nos seus primeiros meses.

Outros encontram motivos para otimismo. Monsalve, que investiu em diversas empresas iniciantes de serviços ao consumidor via Internet, está entre os profissionais que consideram que a situação é promissora.

Se a criação do presidente do Google, Larry Page a qual, segundo alguns críticos, imita melhor do que o Facebook a categorização instintiva de amigos que acontece na vida real conseguir realizar seu potencial, isso significará um momento decisivo para seu maior rival.

A expectativa generalizada é de que o Facebook abra logo seu capital, talvez ainda em 2011, caso não surjam novas perturbações nos mercados. O surgimento de um desafiante sério, já que até agora a empresa não tem concorrência real, certamente faria com que alguns investidores pensassem duas vezes e poderia até prejudicar a avaliação inicial da empresa.

"O conteúdo é muito mais rico e interessante" do que o que se vê tipicamente no Facebook, diz Monsalve, que investiu recentemente na myyearbook.com e trabalhou em estreita colaboração com o MySpace nos dias áureos do serviço, quando comandava o marketing do Photobucket.

Há muito em jogo. O Facebook deve obter faturamento publicitário de 4,05 bilhões de dólares neste ano, de acordo com a eMarketer. A comScore, uma empresa concorrente de pesquisa de mercado, estima que os usuários norte-americanos passem em média 434 minutos mensais no site, que conta com 750 milhões de usuários em todo o mundo.

A questão no futuro próximo será determinar o quanto e se o Google+ reduzirá do tempo médio de uso mensal do Facebook.

"Não é como se cada minuto dedicado ao Google+ fosse um minuto a menos de uso do Facebook", disse Lou Kerner, analista da Wedbush.

Fonte: Terra/Tecnologia

Em comunicado, HP diz que vai abandonar o mercado de tablets e smartphones

A HP está abandonando o mercado de tablets e smartphones. Em anúncio divulgado nesta quinta-feira (18/8), a empresa também informou que está considerando separar sua divisão de computadores pessoais - seria criada uma nova empresa - e que também estaria negociando a Autonomy, uma fabricante de software que busca e rastreia dados de empresas e governos. Entre seus clientes, estão a BP, a Ford e o Departamento de Defesa dos Estados Unidos.

O anúncio foi feito por Leo Apotheker, executivo-chefe da HP, para fortalecer a empresa na área de produtos e serviços corporativos. Segundo Apotheker, as mudanças são "decisões difíceis" que visam "transformar a HP para o futuro".

Com a nova filosofia da HP, os aparelhos com webOS vão ser descontinuados, como os celulares das famílias Pre e Pixi e o tablet TouchPad, um fracasso de vendas. A Best Buy, parceira da HP no lançamento do tablet, vendeu menos de 10% das 270 mil unidades recebidas e tenta devolver o estoque para a fabricante.

A HP informou que procura alternativas para sua divisão de computadores pessoais (o PSG, Personal Systems Group). Segundo o comunicado de Apotheker, várias opções está sendo consideradas, como uma parcial ou total separação do PSG do restante da companhia.

O preço da fabricante de software britânica Autonomy pode chegar a quase US$ 10 bilhões. Seria a terceira maior aquisição da história da HP. As outras duas anteriores foram a Compaq e a Electronic Data Systems.

Fonte: Pernanbuco.com