quinta-feira, 18 de agosto de 2011

Google Mapas ganha camada com previsão do tempo

Não é de hoje que o Google tem tornado a nossa vida cada vez mais fácil. E digo isso no sentido mais amplo de facilidade. A empresa está sempre preocupada em oferecer, aos seus usuários, produtos e serviços que facilitem o dia a dia de todos. Entre elas, uma das mais utilizadas pelos meus amigos é, sem dúvida, o Google Mapas.

Nele, além de as pessoas poderem localizar um determinado ponto da cidade, podem traçar rotas, verificar a distância e o tempo gasto (à pé, de carro ou transporte público) entre dois ou mais pontos e, claro, localizar um ponto de ônibus ou estação de metrô mais perto do destino pretendido. Mas, se o GMapas já era bacana, ficou ainda mais. O Google adicionou hoje, ao seu serviço de mapas, uma nova camada que passa a exibir, no próprio navegador, a previsão do tempo para as principais cidades brasileiras.


Ao acessar o Google Mapas através do endereço http://maps.google.com/maps?lci=weather, ou simplesmente ativando a camada Clima no menu lateral direito passando o mouse sobre Satélite, o usuário passa a contar com a previsão para os próximos quatro dias ou, se preferir, ver a previsão para cada hora e/ou para os próximos 10 dias. No menu lateral esquerdo do serviço, o usuário pode optar pela exibição da temperatura em Fahrenheit ou Celsius, além de optar por visualizar a velocidade do vendo em Milhas ou Quilômetros por hora.

Obviamente que a novidade não fica restrita à versão web do Google Mapas. Os usuários de smartphones também poderão contar, na versão mobile do serviço, com a previsão do tempo para a sua cidade. Basta tocar na tela sobre a cidade desejada que a previsão será imediatamente exibida.


E aí, gostaram da novidade? Artigos relacionados:Google Earth ganha informações AtmosféricasGoogle Maps adiciona camada de vídeosGoogle Maps ganha nova camada de resultados locaisYahoo! Brasil ganha novo Personal AssistantConstruções 3D no Google Maps

Fonte: Google Discovery

Modelagem do mascote do Android em 3D

Vibrador com tecnologia USB é luxo erótico

O pequeno Duet seria apenas mais um vibrador na prateleira não fosse seu diferencial geek. Além das funções básicas, ele ainda satisfaz quando o assunto é armazenar dados. O vibrador chega a comportar até 16GB e pode ser carregado em qualquer porta USB. São quatro opções de vibração, cinco níveis de energia e funcionamento quase silencioso. Essa discrição pode ser vista inclusive no design que de tão alternativo nem parece objeto sexual.

Quando o assunto é sério: discrição é o ponto alto no design do Duet (Foto: Divulgação)

Se deixarmos de lado informações de seu uso prioritário, ele é ainda surpreendente. O corpo de silicone e metal é completamente à prova d’água. Você pode mergulhá-lo até três metros de profundidade, e claro que pode usar no banho. A parte discutível (como se todo o resto não fosse) fica a cargo da memória flash. Levando em conta que ela seja usada majoritariamente para armazenar conteúdo erótico, vale a reflexão: qual o sentido de guardar dados se você não pode acessá-los e usar o vibrador ao mesmo tempo?

O Duet atualmente está buscando patrocínio no CKIE, uma incubadora virtual. Caso queira se aventurar nesse universo geek-erótico, você precisará desembolsar $75 pelo modelo base (que custará $140 quando estiver oficialmente à venda), $125 pela memória de 8GB ($190) e $250 ($350) pelo modelo de luxo de 16GB que vem com uma capa dourada.

Fonte: Tech Tudo

Google Street View começa a mapear comunidades da Amazônia

Empresa anunciou mapeamento da região do Rio Negro.
Triciclo com câmeras está fazendo as imagens da floresta.

Trechos do Rio Negro e comunidades próximas, no estado do Amazonas, começaram a ser fotografadas para o serviço Street View, do Google. A região será incluída no serviço que permite, ao acessar o Google Maps, fazer um passeio virtual por meio de fotos em 360 graus (Foto: Evaristo SA/AFP)

A inclusão da Amazônia no Google Street View foi anunciada na quarta-feira (17) pelo Google e pela Fundação Amazônia Sustentável (FAS). A tecnologia promoverá ‘um tour interativo dentro da floresta amazônica’, destacou Virgilio Viana, superintendente-geral da FAS, em comunicado (Foto: Evaristo SA/AFP)

As imagens do Rio Negro serão capturadas por barcos acoplados a um triciclo com câmeras. Esse veículo também será usado em terra para mapear as comunidades da região, em vez do carro que normalmente faz as fotografias nas cidades, que não poderia circular pela floresta (Foto: Evaristo SA/AFP)

Fonte: Globo/Tecnologia

Todo gadget deveria ser à prova d'água como o Motorola Defy+

Sabe o que faz sentido? Colocar coisas que amamos e precisamos (fotos, música, e-mail, bate-papo) em algo pequeno e que caiba no bolso. Sabe o que não faz sentido? Fazer esses objetos vulneráveis a algo que cobre três quartos de nosso planeta. Pelo menos o novo Defy+ não é.

E, para completar, ele não precisa parecer um tanque de guerra portátil, como a maioria dos gadgets à prova d’água. O primeiro Defy já tinha características de quem aguenta a porrada, mas na hora da água, a Motorola dizia que ele era à prova de respingos. Muito pouco, não? Já o Defy+ aguenta até 10 minutos submerso na água, o que significa que ações cotidianas e incômodas como pegar um toró sem guarda-chuva ou derrubar café bem em cima do celular poderão ser aliviadas.

Além da habilidade, o Defy+ manteve a tela de Gorilla Glass de seu antecessor e, na configuração, ganhou processador de 1GHz que, segundo a Motorola, aumentou a velocidade do aparelho em 25% — o primeiro modelo tem processador de 800MHz. O Android agora está na sua versão 2.3. De resto, os números são semelhantes: câmera de 5MP, tela de 3,7 polegadas e por aí vai.

Mas a parte de resistência à água deveria ser padrão da indústria. É um saco ter que proteger o smartphone durante uma chuva torrencial. Às vezes, não dá para escapar da água. E ela é a inimiga de todos os circuitos, mas isso não impede que as empresas ofereçam proteções melhores e não sacrifiquem design por isso. Levando em consideração o sucesso que o Defy fez por aqui por causa do custo/benefício, esperamos que as empresas entendam que esses detalhes podem fazer a diferença.

Fonte: Gizmodo

Ative função no Google Maps para navegação e ligações mais rápidas

O Google Maps para Android foi atualizado com um ótimo recurso “Botões de Bolha”, que coloca botões de telefonema e navegação GPS aos resultados dos mapas. Eis como ativá-lo.

Primeiro veja se você está rodando o Mapas mais recente: abra o Android Market e veja se você recebeu o update. Depois, vá em Menu > Mais > Labs. Desça até “Botões de Bolha” e toque nele para ativar. Agora, sempre que você procurar por um local no Mapas, você terá a opção de ligar para eles ou navegar direto para lá, reduzindo bastante o número de toques necessários para realizar cada ação. Vá até o Market e atualize o Mapas, disponível para Android 1.6 ou superior em Android Market.

Fonte: Gizmodo

quarta-feira, 17 de agosto de 2011

Vídeo da ASUS reafirma durabilidade do display Gorilla Glass

Na produção feita pela empresa, tela do Eee Pad Transformer resiste a moedas, chaves e parafusos.


Para comemorar o sucesso do Eee Pad Transformer, a ASUS publicou na última segunda-feira (15 de agosto) um vídeo no YouTube que destaca a durabilidade da tela do aparelho. Na produção, um funcionário da companhia usa chaves, moedas e parafusos para mostrar a resistência do display Gorilla Glass utilizado na construção do tablet.

Segundo a empresa, a durabilidade da tela se deve a um processo de troca iônica que resulta em uma camada compreensiva de tensão em sua superfície. O processo físico-químico utilizado faz com que a movimentação e compressão dos íons ocorra de forma a tornar o produto extremamente durável.

Durante a demonstração, que deve provocar agonia em fãs de gadgets caros, a tela do aparelho se mantém intacta mesmo diversas tentativas de riscá-las com objetos comuns. A exceção fica por conta do momento em que o aparelho é atingido por uma flecha lançada a partir de um arco. A mensagem passada pela ASUS é de que os usuários podem carregar o tablet por qualquer canto sem ter que se preocupar que outros itens de uso comum destruam o display do dispositivo.

Fonte: Tec Mundo