terça-feira, 12 de julho de 2011

Empresa usa código QR em publicidade para vestir mulheres nuas

Que tal usar a nudez para chamar atenção para uma loja de calçados e roupas em geral? É esta a ideia da loja Zappos em suas mais recentes propagandas, onde há apenas mulheres nuas, ou quase, já que suas partes íntimas estão com um tampão de código QR.
Propaganda da Zappos (Foto: Reprodução)

A campanha utiliza mulheres nuas em suas atividades diárias, como caminhar pela rua, chamar um taxi na beirada da calçada ou jogar frisbee em público, nuas. As partes íntimas das garotas trarão códigos QR com o endereço do site da loja com vídeos promocionais onde aparece o que acontece com a mulher depois de fazer o que estava fazendo e dá a opção para o cliente vestir a moça com as peças que estão no endereço.

Códigos QR são uma evolução dos códigos de barra e conseguem guardar mais informações do que só números.

Por enquanto só há mulheres nuas nas propagandas, mas a loja vai criar outras peças publicitárias com homens também nus. Aproveitamos para esclarecer que a imagem que colocamos neste artigo não contém o código QR pois a campanha ainda não foi iniciada, mas a loja irá substituir o seu nome pelos códigos quando os anúncios chegarem às ruas.

Fonte: Tech Tudo

TV digital: Argentina amplia produção local de conversores

Na sua estratégia de atrair a indústria para a Terra do Fogo, a zona Franca da Argentina, o governo de Cristina Kirchner informa que a Newsan investirá US$ 65 milhões para manufaturar conversores para a TV Digital (ISDB-T) e TV paga e para ampliar a produção de LCDs.

O governo argentino adotou a política de incentivar a produção local de TVs com conversores e de conversores para a TV digital não apenas para atender a demanda interna, mas, também, para o mercado latino-americano. Ideia é aproveitar o vácuo deixado pelo Brasil, que até o momento, não definiu sua política de incentivo para a massificação da TV digital.

Na parte de LCDs, a Newsan já produz para as marcas LG, Panasonic, JVC, Sanyo, Noblex e Philco e recém-fechou acordo com a Sony. A empresa concorrerá com a BGH, que também anunciou investimentos próprios em TV digital e uma fábrica de PCs e notebooks em joint-venture com a Positivo Informática.

Fonte: Convergência Digital

Mesmo o Google sofreu para ajudar o Japão após os desastres

Uma das primeiras reações ao devastador combo de terremoto e tsunami que aconteceu em março foi o Google Person Finder um banco de dados de pessoas desaparecidas. Mas mesmo para o rei das buscas, não foi fácil. E o fato de que o Google ainda era desconhecido para muitos não ajudou.

O NYT descreve os incansáveis esforços da empresa para largar tudo e redirecionar os empregados japoneses para ajudar no desastre (de um jeito bem Google). O Google pediu para os usuários enviarem fotos de pessoas desaparecidas para o Picasa para ajudar a completar as listas, e logo eles ficaram completamente sobrecarregados. Milhares de fotos apareceram, excedendo a capacidade do Google de transcrevê-las apesar do banco de dados eventualmente exceder o surpreendente número de 600 mil pessoas, ajudando a conectar amigos e família após o desastre.

Mas o esforço mostrou o quão distante o Google ainda está de alcançar o Yahoo no Japão. Muitos Japoneses são avessos à empresa devido a preocupações com a privacidade, e muitos simplesmente não sabiam o que era o Google. Pode parecer impossível, mas o Times cita uma frase de um empregado que teve que explicar tudo direitinho, desde o começo, quando estava tentando entrar em contato com o governo local: “Eu sou de uma empresa de internet chamada Google. Nós gostaríamos de sua cooperação.”

Não se sabe quanto do interesse do Google ao fazer essa base de dados foi empatia humanitária ou uma tentativa de aumentar sua fatia de mercado. Talvez uma mistura dos dois.

Fonte: Gizmodo

Não dá para acreditar que alguém foi para a Lua em uma nave assim

Quando eu vi esta imagem pela primeira vez, minha primeira reação foi “ah, que lindo esse modelo de papel de um módulo lunar! Tão bem feito!”. Depois eu percebi que não era um brinquedo, e sim uma foto da nave original.

Claro, não é uma nave construída com papelão e cola, mas o Lunar Module Challenger uma nave com 5,4 por 4,2 por 4 metros levou os astronautas Eugene Cernan e Harisson Schmitt, tripulantes da Apollo 17, até a superfície da Lua, enquanto o piloto do módulo, Roland Evans, orbitava acima deles. Se a nave parece frágil e porque, bem, ela era frágil. Ou melhor, forte o bastante para completar sua missão, mas fraca para voar em qualquer outro lugar que não seja o espaço e a Lua.

Na época, a prioridade era criar a nave mais leve possível com um espaço humanamente aceitável para os dois astronautas, além das ferramentas que eles precisassem transportar (e também para trazer pedras e vestígios da Lua). Em seu estágio final a da foto acima a nave pesava apenas 4.600 quilos, incluindo estrutura, motor, combustível e passageiros. Para se ter uma ideia da fragilidade da incrível nave, certos pontos de sua parede protetora tinham apenas 0,03 centímetros de espessura. Tão fino quanto um papel comum.


Apollo 17 foi a última viagem de humanos foram da órbita baixa da Terra e a última viagem para outro corpo celeste até então. A missão quebrou o recorde de expedição com maior duração de órbita e voo lunar tripulado.

No vídeo, você pode ver Buzz Aldrin dentro do Eagle, o primeiro módulo lunar a aterrissar na Lua, com cara de durão em seu belo par de óculos escuros.

Fonte: Gizmodo

Anonymous vaza banco de dados com 90 mil senhas de empresa militar

Anonymous vaza banco de dados com 90 mil senhas de empresa militar. Em um dos maiores ataques do grupo, coletivo ciberativista publicou na web banco de dados da Booz Allen Hamilton.

O coletivo ciberativista Anonymous divulgou nesta segunda (11) um banco de dados com 90 mil logins e senhas de e-mails militares que seus membros "saquearam" da empresa de segurança Booz Allen Hamilton, contratada pelas Forças Armadas dos EUA.

O Anonymous havia anunciado a a publicação dos documentos, dizendo tratar-se apenas do primeiro de uma série de vazamentos destinados a mostrar o que chamam de vulnerabilidades das empresas de segurança digital.

A Booz é uma empresa de consultoria de gestão da Virgínia, Estados Unidos. A companhia tem forte presença no Oriente Médio e Norte da África, com sede regional nos Emirados Árabes Unidos.

"Com uma abordagem multidisciplinar, a Booz Allen fornece soluções de segurança cibernética robusta para uma ampla gama de clientes e indústrias, permitindo-lhes confiança para alcançar as oportunidades oferecidas pela revolução cibernética", diz o texto no site da empresa.

Entre os executivos da Booz, há um ex-diretor (e um atual) da Agência de Segurança Nacional dos EUA (NSA), um ex-diretor da CIA e uma diretora-sênior para o Ciberespaço do Departamento de Defesa Doméstica (Homeland Security).

Um comunicado do grupo acusa a Booz de estar envolvida em programas de vigilância eletrônica do governo dos EUA que estão sendo usados contra ativistas de direitos humanos no Oriente Médio. Além disso, questiona o que chama de conflito de interesses entre executivos da empresa e agências governamentais.

No Twitter, o megavazamento está sendo comentado com a hashtag #MilitaryMeltdownMonday.

Ao que tudo indica, nesta terça haverá novos vazamentos, dentro do que o grupo chama de operação "Antisec", destinado a expor dados secretos.

Fonte: IDG Now

Desenvolvedores terão API para Google+

Empresa confirma ter planos para atrair desenvolvedores e editores de conteúdo à rede social.

Já nos acostumamos, nos últimos anos, a ver empresas de Internet lançar versões de teste de seus novos serviços acompanhadas de alguma forma de abertura para desenvolvedores. Mas a Google não seguiu essa tendência com sua rede social Google+.

Atualmente, os desenvolvedores externos não contam com nenhuma API Google+, nem com ferramentas para lidar com a novidade, que vem sendo testada por um conjunto limitado de usuários.

Em 2009, por exemplo, a Google lançou sua ferramenta de comunicação e colaboração Wave agora encerrada – inicialmente para desenvolvedores, durante a conferência I/O promovida pela empresa.

Construído sobre a Google Web Toolkit e baseado na HTML5, o Wave veio com um conjunto de APIs para que desenvolvedores pudessem ampliar sua funcionalidade e integrá-lo a outros serviços da web.

Isso não ocorre com o Google+. No entanto, quando questionada sobre o tema, uma porta-voz da Google afirmou que a empresa pretende atrair desenvolvedores para o Google+ em breve.

OpenSocial
“Nós temos, sim, planos para envolver desenvolvedores e editores no projeto Google+, mas não temos detalhes específicos para compartilhar no momento. Por favor, fiquem atentos”, afirmou, por e-mail.

A porta-voz recusou-se a afirmar especificamente se o Google+ será compatível com o conjunto OpenSocial de APIs comuns para aplicações de redes sociais.

Quando a Google abrir o Google+ para desenvolvedores, as ferramentas e políticas terão de refletir a ênfase do projeto da rede social em privacidade e em tornar mais fácil para os usuários entender como e com quem eles estão compartilhando conteúdo.

Tal iniciativa pode ser bastante complexa se levarmos em conta o jogo de gato e rato que envolve as empresas de Internet e os desenvolvedores externos. Alguns deles, motivados por lucro ou fins maliciosos, tentam burlar as regras das plataformas de aplicação e, por isso, costumam ser punidos com a suspensão do aplicativo ou o banimento da rede de desenvolvimento.

Fonte: IDG Now

Google remove quatro aplicativos maliciosos da Android Market

Usuários que os baixassem tinham seus smartphones infectados com malware que, pela quarta vez no ano, chegou à loja oficial do SO.

Pesquisadores de segurança encontraram aplicativos maliciosos na Android Market. Eles vinham se espalhando a partir de lojas virtuais chinesas, de acordo com a Lookout Security.

Na última sexta (8/07), os especialistas identificaram quatro programas infectados com uma variante do “DroidDream Light”, praga que pela quarta vez no ano causa problemas aos usuários. A Google já teve de retirar, no total, 80 softwares de sua loja por conta dele.

Segundo o blog do Lookout software antivírus para o Android a gigante das buscas já apagou os quatro aplicativos corrompidos. “Felizmente, eles ficaram pouco tempo disponíveis, de modo que contabilizaram menos de cinco mil downloads”.

Assim como em junho a última investida do malware o novo DroidDream Light também se abria automaticamente tão logo o usuário o baixasse. Uma vez instalado, ele obrigava o aparelho a baixar outros aplicativos ou a abrir páginas com códigos maliciosos.

Fonte: IDG Now