terça-feira, 12 de julho de 2011

Não dá para acreditar que alguém foi para a Lua em uma nave assim

Quando eu vi esta imagem pela primeira vez, minha primeira reação foi “ah, que lindo esse modelo de papel de um módulo lunar! Tão bem feito!”. Depois eu percebi que não era um brinquedo, e sim uma foto da nave original.

Claro, não é uma nave construída com papelão e cola, mas o Lunar Module Challenger uma nave com 5,4 por 4,2 por 4 metros levou os astronautas Eugene Cernan e Harisson Schmitt, tripulantes da Apollo 17, até a superfície da Lua, enquanto o piloto do módulo, Roland Evans, orbitava acima deles. Se a nave parece frágil e porque, bem, ela era frágil. Ou melhor, forte o bastante para completar sua missão, mas fraca para voar em qualquer outro lugar que não seja o espaço e a Lua.

Na época, a prioridade era criar a nave mais leve possível com um espaço humanamente aceitável para os dois astronautas, além das ferramentas que eles precisassem transportar (e também para trazer pedras e vestígios da Lua). Em seu estágio final a da foto acima a nave pesava apenas 4.600 quilos, incluindo estrutura, motor, combustível e passageiros. Para se ter uma ideia da fragilidade da incrível nave, certos pontos de sua parede protetora tinham apenas 0,03 centímetros de espessura. Tão fino quanto um papel comum.


Apollo 17 foi a última viagem de humanos foram da órbita baixa da Terra e a última viagem para outro corpo celeste até então. A missão quebrou o recorde de expedição com maior duração de órbita e voo lunar tripulado.

No vídeo, você pode ver Buzz Aldrin dentro do Eagle, o primeiro módulo lunar a aterrissar na Lua, com cara de durão em seu belo par de óculos escuros.

Fonte: Gizmodo

Anonymous vaza banco de dados com 90 mil senhas de empresa militar

Anonymous vaza banco de dados com 90 mil senhas de empresa militar. Em um dos maiores ataques do grupo, coletivo ciberativista publicou na web banco de dados da Booz Allen Hamilton.

O coletivo ciberativista Anonymous divulgou nesta segunda (11) um banco de dados com 90 mil logins e senhas de e-mails militares que seus membros "saquearam" da empresa de segurança Booz Allen Hamilton, contratada pelas Forças Armadas dos EUA.

O Anonymous havia anunciado a a publicação dos documentos, dizendo tratar-se apenas do primeiro de uma série de vazamentos destinados a mostrar o que chamam de vulnerabilidades das empresas de segurança digital.

A Booz é uma empresa de consultoria de gestão da Virgínia, Estados Unidos. A companhia tem forte presença no Oriente Médio e Norte da África, com sede regional nos Emirados Árabes Unidos.

"Com uma abordagem multidisciplinar, a Booz Allen fornece soluções de segurança cibernética robusta para uma ampla gama de clientes e indústrias, permitindo-lhes confiança para alcançar as oportunidades oferecidas pela revolução cibernética", diz o texto no site da empresa.

Entre os executivos da Booz, há um ex-diretor (e um atual) da Agência de Segurança Nacional dos EUA (NSA), um ex-diretor da CIA e uma diretora-sênior para o Ciberespaço do Departamento de Defesa Doméstica (Homeland Security).

Um comunicado do grupo acusa a Booz de estar envolvida em programas de vigilância eletrônica do governo dos EUA que estão sendo usados contra ativistas de direitos humanos no Oriente Médio. Além disso, questiona o que chama de conflito de interesses entre executivos da empresa e agências governamentais.

No Twitter, o megavazamento está sendo comentado com a hashtag #MilitaryMeltdownMonday.

Ao que tudo indica, nesta terça haverá novos vazamentos, dentro do que o grupo chama de operação "Antisec", destinado a expor dados secretos.

Fonte: IDG Now

Desenvolvedores terão API para Google+

Empresa confirma ter planos para atrair desenvolvedores e editores de conteúdo à rede social.

Já nos acostumamos, nos últimos anos, a ver empresas de Internet lançar versões de teste de seus novos serviços acompanhadas de alguma forma de abertura para desenvolvedores. Mas a Google não seguiu essa tendência com sua rede social Google+.

Atualmente, os desenvolvedores externos não contam com nenhuma API Google+, nem com ferramentas para lidar com a novidade, que vem sendo testada por um conjunto limitado de usuários.

Em 2009, por exemplo, a Google lançou sua ferramenta de comunicação e colaboração Wave agora encerrada – inicialmente para desenvolvedores, durante a conferência I/O promovida pela empresa.

Construído sobre a Google Web Toolkit e baseado na HTML5, o Wave veio com um conjunto de APIs para que desenvolvedores pudessem ampliar sua funcionalidade e integrá-lo a outros serviços da web.

Isso não ocorre com o Google+. No entanto, quando questionada sobre o tema, uma porta-voz da Google afirmou que a empresa pretende atrair desenvolvedores para o Google+ em breve.

OpenSocial
“Nós temos, sim, planos para envolver desenvolvedores e editores no projeto Google+, mas não temos detalhes específicos para compartilhar no momento. Por favor, fiquem atentos”, afirmou, por e-mail.

A porta-voz recusou-se a afirmar especificamente se o Google+ será compatível com o conjunto OpenSocial de APIs comuns para aplicações de redes sociais.

Quando a Google abrir o Google+ para desenvolvedores, as ferramentas e políticas terão de refletir a ênfase do projeto da rede social em privacidade e em tornar mais fácil para os usuários entender como e com quem eles estão compartilhando conteúdo.

Tal iniciativa pode ser bastante complexa se levarmos em conta o jogo de gato e rato que envolve as empresas de Internet e os desenvolvedores externos. Alguns deles, motivados por lucro ou fins maliciosos, tentam burlar as regras das plataformas de aplicação e, por isso, costumam ser punidos com a suspensão do aplicativo ou o banimento da rede de desenvolvimento.

Fonte: IDG Now

Google remove quatro aplicativos maliciosos da Android Market

Usuários que os baixassem tinham seus smartphones infectados com malware que, pela quarta vez no ano, chegou à loja oficial do SO.

Pesquisadores de segurança encontraram aplicativos maliciosos na Android Market. Eles vinham se espalhando a partir de lojas virtuais chinesas, de acordo com a Lookout Security.

Na última sexta (8/07), os especialistas identificaram quatro programas infectados com uma variante do “DroidDream Light”, praga que pela quarta vez no ano causa problemas aos usuários. A Google já teve de retirar, no total, 80 softwares de sua loja por conta dele.

Segundo o blog do Lookout software antivírus para o Android a gigante das buscas já apagou os quatro aplicativos corrompidos. “Felizmente, eles ficaram pouco tempo disponíveis, de modo que contabilizaram menos de cinco mil downloads”.

Assim como em junho a última investida do malware o novo DroidDream Light também se abria automaticamente tão logo o usuário o baixasse. Uma vez instalado, ele obrigava o aparelho a baixar outros aplicativos ou a abrir páginas com códigos maliciosos.

Fonte: IDG Now

quarta-feira, 6 de julho de 2011

Facebook anuncia conversas por meio de vídeo e em grupo

Anúncio é em reação ao lançamento da rede social Google+.
Área de bate-papo será redesenhada.

O Facebook anunciou nesta quarta-feira (6) algumas novidades da rede social para os proximos meses de 2011. Entre os destaques está o chat por meio de vídeo e em grupo. A parceria tecnológica foi feita com o Skype e o serviço já está disponível. (Ao lado uma figura: Anúncio é em reação ao lançamento da rede social Google+. Área de bate-papo será redesenhada.)

O site, que já possui mais de 750 milhões de usuários que compartilham 4 bilhões de "coisas" todos os dias, irá mudar o design da função e incluirá as conversas por meio de vídeo nos próximos dias. Mark Zuckerberg, CEO do Facebook, disse que a mudança será significativa para os usuários. Para usar o serviço, será necessário instalar um plug-n no PC. A integração do recurso para celulares e tablets ainda não será implementada, segundo a empresa.

Haverá uma mudança de design na área de bate-papo para atender uma demanda do público, permitindo enxergar melhor os amigos que estão on-line para chamar para uma conversa em grupo, por exemplo. As chamadas por meio de vídeo prometem ser bastante simples, bastando clicar no ícone específico para iniciar a conversa.

Tony Bates, CEO do Skype, disse que a medida irá ampliar a base de usuários do produto nos próximos meses e anos. "É uma grande oportunidade de negócios". A Microsoft, que possui 1,4% do Facebook, adquiriu o Skype em maio por US$ 8,5 bilhões.

O bate-papo por meio de vídeo será gratuito e poderá ser feito apenas entre duas pessoas. O usuário precisa ir na página de um amigo e clicar no ícone com o desenho de uma câmera e realizar a chamada, que deve ser aceita pela outra pessoa. "As câmeras não serão acionadas até as duas pessoas aceitarem o início da conversa", disse o CEO do Facebook.

No concorrente Google+, chat com tecnologia pode ser realizado com até dez pessoas ao mesmo tempo. "Acreditamos que assim teremos o melhor serviço em termos de redes sociais", disse Zuckerberg.

Conversas por meio de vídeo no Facebook ocorrem de maneira similar ao Skype (Foto: Reprodução)

"Até dois anos atrás, as pessoas ainda tinham dúvidas se as redes sociais iam ser uma ferramenta ubíqua. Esse capítulo acabou. Não estamos em todos os lugares, mas hoje todo mundo entende que é uma questão de tempo até que bilhões de pessoas estejam em uma mesma rede", disse Zuckerberg. "Nos próximos anos, a métrica do valor de uma rede social não deverá ser mais pelo número de pessoas, mas sim pelo conteúdo que está sendo gerado, pelo tempo que as pessoas estão passando conectadas, no volume de itens compartilhados com seus contatos".

Por conta do grande número de usuários utilizando o sistema de conversas por meio de vídeo do Facebook, algumas pessoas não conseguem utilizar o serviço. Uma mensagem de erro avisa que o programa que permite usar a tecnologia está indisponível.

Mensagem avisa de problemas com o serviço de conversas por meio de vídeo do Facebook

Fonte: Globo/Tecnologia

terça-feira, 5 de julho de 2011

Senado lança aplicativo para BlackBerry

Já está disponível para download o aplicativo do Senado para telefones móveis BlackBerry, da empresa canadense RIM, uma das plataformas mais usadas no mundo. Ele pode ser baixado no BlackBerry App World. O download é gratuito: basta ter uma "BlackBerry ID". Para isso o usuário precisa cadastrar seu e-mail no site http://br.blackberry.com/id.

O aplicativo - desenvolvido com apoio técnico da BlackBerry e sem qualquer ônus para a Casa traz todas as notícias do dia publicadas pela Agência Senado, bem como a agenda das atividades legislativas e perfis dos senadores, filtrados por nome, partido ou unidade da federação. Em breve serão agregados novos recursos, como áudios, vídeos e ordem do dia do Plenário.

O Senado já tem também versões do aplicativo para telefones iPhone, da Apple, e Android, do Google. A Casa está trabalhando ainda numa versão mais sofisticada para os chamados tablets, como o iPad, da Apple.

Tais aplicativos são todos desenvolvidos pela Secretaria de Comunicação Social do Senado, por meio das equipes técnicas da Agência Senado e do Jornal do Senado. Nenhum serviço ou software foi comprado pela Casa.

Fonte: Diário de Natal

Senado lança aplicativo para BlackBerry

Já está disponível para download o aplicativo do Senado para telefones móveis BlackBerry, da empresa canadense RIM, uma das plataformas mais usadas no mundo. Ele pode ser baixado no BlackBerry App World. O download é gratuito: basta ter uma "BlackBerry ID". Para isso o usuário precisa cadastrar seu e-mail no site http://br.blackberry.com/id.

O aplicativo - desenvolvido com apoio técnico da BlackBerry e sem qualquer ônus para a Casa - traz todas as notícias do dia publicadas pela Agência Senado, bem como a agenda das atividades legislativas e perfis dos senadores, filtrados por nome, partido ou unidade da federação. Em breve serão agregados novos recursos, como áudios, vídeos e ordem do dia do Plenário.

O Senado já tem também versões do aplicativo para telefones iPhone, da Apple, e Android, do Google. A Casa está trabalhando ainda numa versão mais sofisticada para os chamados tablets, como o iPad, da Apple.

Tais aplicativos são todos desenvolvidos pela Secretaria de Comunicação Social do Senado, por meio das equipes técnicas da Agência Senado e do Jornal do Senado. Nenhum serviço ou software foi comprado pela Casa.

Fonte: Diário de Natal