domingo, 5 de junho de 2011

Namoro virtual” requer cuidados dos parceiros

Muitos brasileiros consideram o ambiente virtual interessante para encontrar um grande amor. Segundo a paulista Erica Queiroz, consultora em relacionamentos e autora do livro "O Amor está na Rede", independente de um namoro surgir através da internet ou não, é preciso cuidados. Ela relata que isso não pode ser esquecido, pois, não sabemos ainda com quem estamos lidando.

Consultora fala dos riscos dos namoros das salas de bate-papo

"Muitas pessoas têm medo dos golpistas que "circulam" pela internet e, por esta razão, têm medo de conhecer alguém através de um site de relacionamentos. O que elas não percebem é que os golpistas sempre existiram e estiveram ao nosso redor. E a internet é só mais um meio encontrado para aplicar golpes. No entanto, é muito mais fácil você se proteger de um golpista de internet, a quem você terá muito tempo para analisar, do que de um golpista que coloca uma arma na sua cabeça no meio da rua", alerta Erica Queiroz.

Em muitos casos, as pessoas sabem que correm riscos ao iniciar um namoro virtual, pelo fato dessa pessoa não ser conhecida pelos seus amigos ou familiares. Erica explica que no "encontro virtual", a idealização do outro é muito maior, a paixão também tende a ser mais forte e é aí que identificamos o problema. As pessoas se deixem levar pelo encantamento e se sentem mais poderosas, achando que não precisam tomar cuidados especiais de proteção, explica a consultora em relacionamentos.

Com base em cuidados simples e perseverança, é possível encontrar um grande amor. "Conheço vários casais felizes cuja história de amor se iniciou pela internet. Eu e meu marido levamos um mês para nos conhecermos pessoalmente, após termos iniciado nosso primeiro contato pela rede. Passamos de mensagens trocadas em sites de relacionamentos para chats por MSN, com a utilização de recursos de voz e webcam. Só depois trocamos celulares. Finalmente, marcamos encontro em um café localizado facilmente ao acesso de ambos. Após sairmos mais algumas vezes, assumimos o namoro e hoje somos casados", relata Erica.

Fonte: Tribuna do Norte

sábado, 4 de junho de 2011

Especialista acredita que Brasil conseguirá só montar tablets, sem produção de componentes

O Brasil não tem competitividade para instalar uma efetiva indústria de tablet, o computador portátil que tem forma de prancheta e funciona com tela sensível ao toque. Na avaliação do pesquisador de economia da informação, João Maria de Oliveira, do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), a curto prazo, o país conseguirá apenas montar aparelhos a partir de componentes importados de outros países, como acontece na produção de computadores, televisores com tela fina e aparelhos celulares, cujos processadores e monitores são apenas encaixados por trabalhadores brasileiros nas linhas de produção final.

Na avaliação do pesquisador de economia da informação do Ipea, a curto prazo, o país conseguirá apenas montar aparelhos a partir de componentes importados de outros países.

João Maria de Oliveira conversou com a Agência Brasil dias depois da edição da Medida Provisória 534, no último dia 20, que estendeu a isenção de impostos à fabricação de tablet, conforme o que estabelece a Lei de Informática, que exige o processo produtivo básico (PPB) das empresas que produzem bens de informática e automação para ter direito a incentivos fiscais. No caso dos tablets, a medida publicada é a contrapartida das empresas para obtenção da alíquota zero de PIS/Cofins.

"O processo de criação, de design , de produção de software, associado aos tablets, não vai ser feito no Brasil. E é, aí [nessas atividades], que está o valor adicionado à geração de tecnologia", prevê. Em sua opinião, a montagem de equipamentos tem baixo valor agregado e gera poucas divisas, no caso dos produtos serem vendidos ao exterior.

"Simplesmente importar uma indústria para começar a produzir este tipo de equipamento, que tem, de fato, demanda em larga escala, o valor adicionado não vai ficar aqui. Isso vai ser [destinado] para quem desenhou, articulou ou produziu softwares associados a esses equipamentos", pondera.

Para o pesquisador, é preciso encontrar um nicho de atividades ligadas ao uso de tablet. "Nós precisamos investir, a longo prazo, na indústria de desenvolvimento de software e de design. É isso que está em aberto", destaca, ao lembrar que o processo não é imediato e pode levar 15 anos. E, além disso, vai exigir muito investimento em ciência e tecnologia.

João Maria de Oliveira compara as possibilidades de instalação da indústria dos tablets com o interesse da indústria de petróleo no Brasil. O país virou referência mundial por causa da capacidade de extração de óleo na camada pré-sal, no fundo do oceano. "Na área de tecnologia para a exploração do pré-sal, o processo é inverso: os grandes centros das empresas [transnacionais] vêm pra cá e não é só porque tem mercado [aqui no Brasil], mas porque percebem que nós temos uma expertise".

Em sua opinião, a despeito de anúncios oficiais, os centros de pesquisa e desenvolvimento dos grandes fabricantes de tablet não virão para o Brasil. "Não virão sem algum domínio [tecnológico] ou sem técnicos suficientes", lamenta. A presença dos centros de pesquisa de grandes fabricantes costuma ser um marco na nacionalização da produção, como deseja o governo federal, que considera a indústria de tablet como estratégica para melhor inserção do país na economia global.

Nesta semana, foi estabelecido o cronograma para a nacionalização da produção dos componentes do tablet. Foram publicadas as portarias que definem a quantidade de componentes, partes e peças nacionais que os fabricantes devem utilizar na montagem do equipamento para ter direito aos benefícios tributários.

Os índices de nacionalização aumentam até 2014, chegando a 80% no caso de carregadores. A expectativa do governo é que, a partir de 2014, a fabricação ocorra totalmente no Brasil. Os critérios e prazos foram estabelecidos pelos ministérios do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior e da Ciência e Tecnologia, após consulta pública.

Fonte: Tribuna do Norte

quinta-feira, 2 de junho de 2011

Google testa uma nova barra de navegação nos celulares

O Google está testando uma nova interface experimental em sua versão para celulares que traz uma barra horizontal no topo da página de resultados com os ícones e filtros da barra vertical da interface em desktop. "A nova interface parece um aplicativo Web e isso torna mais fácil selecionar um serviço de pesquisa diferente ou um aplicativo do Google", disse o blog Google Operating System.


Fonte: Google Discovery

Mundo terá 15 bi de aparelhos conectados à web em 2015

O número de aparelhos conectados à internet no mundo será, em apenas quatro anos, mais que o dobro da população mundial, estimada hoje em 7 bilhões de pessoas. De acordo com estudo publicado pela Cisco nesta quarta-feira, 1, mais de 15 bilhões de equipamentos (incluindo computadores, smartphones e tablets) serão responsáveis pelo tráfego de 966 Exabytes em 2015

Para o Brasil, a pesquisa prevê que o tráfego na internet será oito vezes maior que o registrado em 2010, saltando de 230,2 Petabytes para 1.876,1 Petabytes. Isso significa que em 2015 o tráfego total será o equivalente a 1 bilhão de DVDs.

O estudo associa o resultado geral a quatro fatores: crescente uso de portáteis, como tablets e smartphones; novos internautas (serão 3 milhões de usuários em 2015); banda larga com velocidade mais alta; e mais vídeos trafegando (em 2015, 1 milhão de minutos em vídeo deverão trafegar na web).

A dimensão do volume de dados transitando pela internet pode ser notada ao compará-los a um streaming: em 2015, a média global de tráfego alcançará os 245 Terabytes por segundo, o equivalente a 200 milhões de pessoas assistindo a um filme online (em high-definition, 1,2 Mbps), simultaneamente, todo dia.

Fonte: Estadão

Google Moon convida você a conhecer a Lua em 3D

O Google anunciou hoje um novo recurso na versão 5.0 do Google Earth, o Google Moon, que permite explorar a paisagem lunar virtualmente com um conjunto de dados completo sobre o terreno lunar. "O objetivo é oferecer mais informações sobre a Lua por meio de uma envolvente experiência em 3D. A nova funcionalidade é lançada no dia em que se comemora os 40 anos da chegada do homem à Lua" disse a equipe do Google.

A empresa também explicou que o novo recurso funciona como um atlas interativo em três dimensões a partir de dados e imagens capturados pelo altímetro a laser Kaguya. "O novo recurso possibilita aos usuários participar de passeios guiados pelos astronautas Buzz Aldrin (Apollo 11) e Jack Schmitt (Apollo 17), visualizar fotos panorâmicas de alta resolução e assistir a gravações nunca antes divulgadas de imagens da superfície da Lua. Além disso, o Google Moon também inclui 'viagens conceituais' elaboradas pelas equipes que estão participando do Google Lunar X-PRIZE – competição internacional promovida pelo Google que premiará, com US$ 30 milhões, o time que conseguir pousar um robô na Lua, fazê-lo viajar 500 metros e mandar imagens e dados para a Terra".

“Há 40 anos, dois homens andaram na Lua. A partir de hoje, com o recurso Google Moon, será possível seguir os passos deles. Estamos fornecendo acesso sem precedentes a uma apresentação interativa em 3D das missões Apollo para centenas de milhões de pessoas em todo o mundo” disse Michael Weiss-Malik, gerente do produto no Google.

A nova ferramenta é o mais recente resultado do Space Act Agreement, um acordo firmado em novembro de 2006 entre o Google e a NASA para a colaboração em uma série de atividades tecnológicas focadas em pesquisa e desenvolvimento. “O anúncio de hoje torna ainda mais ampla a relação entre o Google e o Centro de pesquisa Ames da NASA. Temos o prazer de ser parte dos esforços mais recentes do Google em disponibilizar a exploração virtual da lua a todos por meio do computador" disse S. Pete Worden, diretor da agência espacial americana.

Alguns recursos do Google Moon:

Imagens de satélite especiais – Para explorar imagens sobrepostas e descrições detalhadas das áreas da Lua selecionadas pela publicação Lunar Image of the Week,da Universidade do Estado do Arizona;

Imagens capturadas por espaçonaves – Acesso a imagens capturadas pela câmera métrica das naves Apollo e Clementine ou pelo Lunar Orbiter;

Missões Apollo – Viagem no tempo para a época da nave Apollo, com informações sobre os locais de pouso das missões Apollo 11 a 17. É possível explorar imagens similares à do recurso Street View com fotos panorâmicas, além de gravações inéditas de filmes feitos pelas espaçonaves e textos sobre os lugares vistos pelos astronautas em suas viagens para a Lua;

Passeios guiados – Com os astronautas Buzz Aldrin (da Apollo 11) e Jack Schmitt (da Apollo 17);

Mapas históricos – Plantas geológicas e topográficas da Lua criadas na época das missões Apollo e que foram usadas no centro de controle de viagens à Lua;

Objetos terrestres – Os tipos de equipamento exploratório que os seres humanos deixaram na Lua e onde eles podem ser encontrados hoje. Há objetos dos Estados Unidos, da antiga União Soviética, da China, da União Europeia, do Japão e da Índia — alguns deles disponíveis em 3D.

Para acessar o Google Moon, basta executar o Google Earth 5.0 e alterar o modo de “Earth” (Terra) para “Moon” (Lua) na barra de ferramentas na parte superior da tela. O Google Earth 5.0 pode ser baixado do site http://earth.google.com.br/moon.






* Com informações do press release para a imprensa.
Fonte: Google Discovery

NOVO PROJETO DO GOOGLE OFERECE TOUR VIRTUAL POR MUSEUS DO MUNDO

As obras de arte ao alcance de todos. O Art Project, do Google, um site que usa a tecnologia do serviço Street View, para mostrar o acervo dos mais importantes museus do mundo, foi lançado numa cerimónia na Tate Britain, em Londres.

Através do Art Project (www.googleartproject.com) podemos percorrer as salas e as obras de arte do Museu Rainha Sofia, em Madrid; do MoMA-The Museum of Modern Art, em Nova Iorque; do Museu Van Gogh, em Amesterdão; da Tate Britain e da National Gallery, em Londres; do Hermitage, em São Petersburgo; da galeria dos Uffizi, em Florença; do Palácio de Versailles, em França; do Museum Kampa, em Praga, entre outros.

São 17 os museus e galerias que aderiram ao projecto, estão espalhados por 11 cidades de nove países. Mas faltam museus importantes, como o Louvre ou o Prado. Não foram dadas explicações para a sua ausência mas foi dito que o projecto que terá mais participantes no futuro.

Um pequeno veículo com uma câmara que regista imagens de 360º, andou nas galerias e salas de museus e por isso podem visualizar-se, virtualmente, mais de mil obras de arte em alta resolução. Dezessete delas foram digitalizadas com super resolução (gigapixel) e têm um nível de detalhe extremo (caso de "Noite Estrelada de Van Gogh" e "Regresso do Filho Pródigo", de Rembrandt). Especialistas falam dos quadros, e podemos procurar outras obras do mesmo artista, organizar as nossas próprias colecções, comentar e enviar para amigos e redes sociais.

“O projecto começou quando um grupo de funcionários do Google apaixonados por arte se juntou para pensar como poderiam usar a tecnologia para ajudar os museus a tornarem as obras de arte mais acessíveis”, contou Amit Sood na sessão de apresentação do projecto.

Para Nelson Mattos, vice-presidente de engenharia do grupo Google, o Art Project permitirá às crianças que vivem longe destes museus na América Latina, Índia e em África, uma experiência próxima do real, através da Internet. “Isto realmente representa um grande passo na maneira como as pessoas vão passar a interagir com os tesouros de arte espalhados pelo mundo”, cita a agência Reuters. Acreditam que o projecto levará mais pessoas aos museus. visitar aqui o link em Art Project.

Fonte: 3DDS

quarta-feira, 1 de junho de 2011

Câmera Super Hi-Vision possui sensor de 33 megapixels

Aparelho possui somente um sensor para capturar as imagens, que utiliza 4 chips adicionais para filtrar cores.



A câmera Super Hi-Vision desenvolvida pela rede de televisão estatal japonesa NHK surpreende pela qualidade. Construída em parceria com a Sharp, o dispositivo possui um sensor de imagens impressionante, com 33 megapixels.

Segundo a NHK, o principal atrativo da câmera, além da incrível resolução, é o fato de ela ser relativamente compacta quando comparada a outros equipamentos semelhantes disponíveis atualmente no mercado. Além disso, o equipamento usa somente um sensor para captar as imagens, contando com o auxílio de quatro chips, cada um responsável por filtrar as cores de cerca de 8 milhões de pixels.

Outra vantagem do equipamento está relacionada ao tipo de lente utilizada. Em vez de optar por um formato proprietário, os desenvolvedores permitem que praticamente qualquer equipamento comum seja utilizado pela câmera sem qualquer tipo de restrição. No momento, o equipamento apresentado ainda se trata de um protótipo incompleto, e seus criadores trabalham junto a fabricantes para tornar sua utilização viável em um futuro próximo.

Fonte: Baixaki