quarta-feira, 4 de maio de 2011

Polícia sul-coreana faz batida em escritório da Google

Objetivo da ação foi reunir provas que mostrem a o armazenamento ilegal dos dados de usuários dos smartphones produzidos pela companhia.
Nesta terça-feira (3 de maio), uma unidade da polícia da Coreia do Sul vasculhou o escritório da Google no país em busca de evidências que provem a captura ilegal de dados dos usuários de smartphones produzidos pela companhia.

A investigação tem como alvo um subsidiária da empresa que desenvolve aplicativos para celulares, cujo nome não foi citado. Tudo indica que o alvo das buscas seja a AdMob, plataforma para dispositivos portáteis, adquirida em 2010 pela gigante de buscas.

Segundo a polícia, a divisão da Google coletava dados pessoais através de um aplicativo sem o conhecimento dos usuários dos smartphones. Através da triangulação de sinais, seria possível estabelecer a localização exata do dono do aparelho, o que constitui uma clara violação de privacidade.

Práticas questionáveis
Não é a primeira vez que a polícia sul-coreana questiona as práticas da Google no país. Em janeiro de 2011, a empresa foi acusada de usar os serviços de mapas e imagens fornecidos pelo Google Street View para obter informações ilegais de seus usuários.

Para entender melhor a polêmica gerada pela captura de dados por grandes empresas de forma indevida, confira o artigo “Meu celular está sendo rastreado?”.

Fonte: Baixaki

Google mostra base de dados e sistema de backup dos servidores

Você provavelmente lembra de quando o Google perdeu dados de uma pequena porcentagem de contas do Gmail. Os servidores continham backup dessas contas, mas elas também sofreram danos, o que acabou deixando o Google com uma última opção: restaurar o backup do backup, feito em fitas. Embora a verdadeira causa da falha provavelmente não seja revelada nunca pela gigante de Mountain View, eles decidiram mostrar em vídeo o que fazem para ter certeza que isso não aconteça mais.



O vídeo pode estar completamente em inglês, mas algumas das imagens são auto-explicativas. Ele foi gravado em um dos data centers do Google nos EUA e mostram não só o sistema de segurança de última geração que eles usam como também os métodos para apagar seguramente os dados de seus usuários, evitando assim que eles caiam nas mãos erradas.

No minuto 4:02 também é exibido o sistema de backup em fitas que foi usado para recuperar as contas afetadas do Gmail. Um sistema bastante arcaico, considerando as tecnologias atuais. Mas foi o responsável por salvar mensagens de uma grande quantidade de usuários antes que eles começassem a arrancar os cabelos.

Fonte: TecnoBlog

Governo estuda exigir que fabricantes instalem software de interatividade

A interatividade da TV digital não pegou. Lembra que você poderia ter serviços parecidos com os da internet na TV aberta? Acessar informações sobre a programação, últimas notícias, condições do trânsito e previsão do tempo, participar de enquetes e jogos, consultar o extrato bancário, pagar contas e até fazer compras, ao alcance do controle remoto? A promessa não se cumpriu.

Existem aplicativos no ar, mas pouca gente vê. O sistema nipo-brasileiro estreou em dezembro de 2007, mas a norma do software de interatividade Ginga só foi definida no ano passado. Os televisores que vêm com ele ainda são minoria. As empresas de software defendem que o governo torne obrigatória a inclusão do Ginga nos aparelhos.

O governo ainda estuda a medida. Segundo o Ministério das Comunicações, o assunto precisa ser discutido com outras pastas, como o Ministério do Desenvolvimento. A adoção dos televisores que recebem o sinal de TV digital só decolou depois que o governo vinculou a integração do receptor de sinais digitais aos benefícios tributários da Zona Franca de Manaus.

“Há quatro anos, o governo escolheu o sistema japonês para a TV digital, com algumas inovações brasileiras”, disse Laércio Cosentino, presidente da Totvs, maior empresa brasileira de software. “A principal é o Ginga. Está na hora de colocar isso em prática.” A Totvs investiu mais de R$ 25 milhões no desenvolvimento de software para TV digital interativa, e tem 150 pessoas trabalhando nessa área.

O Ginga é a única tecnologia genuinamente brasileira do chamado padrão nipo-brasileiro. Houve outras mudanças em relação à tecnologia japonesa, como a atualização do sistema de compressão de vídeo, mas a troca foi entre padrões internacionais. O Ginga, por outro lado, foi realmente criado aqui, na Pontifícia Universidade Católica (PUC) do Rio de Janeiro e na Universidade Federal da Paraíba.

Momento. O temor da indústria de software é de que, com a demora, o momento da TV aberta interativa acabe passando. Os fabricantes investem cada vez mais em soluções de TV conectada, em que oferecem aplicativos de parceiros, com conteúdo baixado da internet. Em 2006, quando o governo anunciou sua escolha para a TV digital, uma das promessas era que o Ginga se tornasse uma ferramenta de inclusão social, levando serviços de áreas como educação e saúde para quem não tem acesso à internet.

Algumas empresas, como a Sony, oferecem o Ginga em todos os televisores desde o ano passado. Outras, como a LG, instalaram o software de interatividade em vários modelos. Apesar disso, a maioria das empresas de eletroeletrônicos ainda não integrou o sistema a seus produtos, e a resistência a uma possível obrigatoriedade é grande.

A Associação Nacional de Fabricantes de Produtos Eletroeletrônicos (Eletros) preferiu não comentar, dizendo que o tema é do Fórum do Sistema Brasileiro de TV Digital (SBTVD), que reúne indústria, emissoras, empresas de software e até governo.

“O fórum não tem uma posição sobre a obrigatoriedade do Ginga”, disse o presidente do Fórum SBTVD, Roberto Franco. “Somos harmonizadores de posições. Mas não dá para falar em dissenso, porque não discutimos formalmente o assunto.”

Além de presidente da entidade, Franco é diretor de Rede e Assuntos Regulatórios do SBT. “Sendo de um setor, seria irresponsabilidade falar de obrigatoriedade sobre outro setor”, disse Franco. “As emissoras têm interesse total de que a adoção do Ginga se acelere. A política do governo para os receptores funcionou.”

Segundo dados do Fórum, havia, em 2010, uma base de 6,6 milhões de televisores com receptores de TV digital no País. A previsão para este ano é de que esse total alcance 17 milhões de unidades. A entidade não tinha estimativa do número de aparelhos vendidos com o software Ginga.

Fonte: GingaDF

terça-feira, 3 de maio de 2011

Procon divulga lista de sites de comércio eletrônico que não entregam o que prometem

Sites de comércio eletrônico que vendem uma série de produtos e não entregam continuam no ar, segundo comunicado apresentado nesta segunda-feira (2) pelo Procon-SP (Procuradoria de Proteção e Defesa do Consumidor). A entidade havia detectado 20 sites de e-commerce que vendiam produtos, mas não os entregavam aos compradores – desses 20, nove ainda continuam online. A área de atuação das empresas denunciadas pelo Procon é bem variada: vai de venda de calçados a loja de alargadores de orelha (veja abaixo a lista de empresas).

De acordo com o Procon, algumas empresas, além de não entregarem os produtos comprados, também não são encontradas nos endereços oficiais.

O processo padrão utilizado pela entidade para denunciar uma empresa é: após receber a reclamação de consumidores, enviar uma carta para a companhia para prestar esclarecimento. Caso a empresa não dê resposta, é aberto um processo administrativo. Alguns casos vão até parar no DPPC (Departamento de Polícia de Proteção à Cidadania).

Para ajudar o consumidor a não cair nesse tipo de armadilha, o Procon dá alguns conselhos:

- Faça uma pesquisa em redes sociais e no site do Procon pelo nome da empresa e repare no número e tipo de reclamações que ela recebe;

- Desconfie de preços muito baixos, abaixo da média do mercado;

- Verifique os dados da empresa no registro.br. É importante que o usuário fique atento se o site estiver hospedado em outro país;

- Desconfie de sites que exigem depósito em conta corrente de pessoas físicas ou depósitos em caderneta de poupança;

- Observe o endereço físico da empresa, telefones, e-mails e quais os procedimentos adotados pela companhia (exemplos: reclamação, devolução, garantias do produto, etc);

- Guarde todos os dados das compras (nome do site, itens adquiridos, valores pagos, número de protocolo);

- Exija sempre nota fiscal.

Empresas que venderam produtos, mas não entregaram aos consumidores
Site Ativo

Fonte: UOL

TV digital interativa pode virar obrigatória

Governo estuda exigir que fabricantes instalem software de interatividade.

A interatividade da TV digital não pegou. Lembra que você poderia ter serviços parecidos com os da internet na TV aberta? Acessar informações sobre a programação, últimas notícias, condições do trânsito e previsão do tempo, participar de enquetes e jogos, consultar o extrato bancário, pagar contas e até fazer compras, ao alcance do controle remoto? A promessa não se cumpriu.

Existem aplicativos no ar, mas pouca gente vê. O sistema nipo-brasileiro estreou em dezembro de 2007, mas a norma do software de interatividade Ginga só foi definida no ano passado. Os televisores que vêm com ele ainda são minoria. As empresas de software defendem que o governo torne obrigatória a inclusão do Ginga nos aparelhos.

O governo ainda estuda a medida. Segundo o Ministério das Comunicações, o assunto precisa ser discutido com outras pastas, como o Ministério do Desenvolvimento. A adoção dos televisores que recebem o sinal de TV digital só decolou depois que o governo vinculou a integração do receptor de sinais digitais aos benefícios tributários da Zona Franca de Manaus.

"Há quatro anos, o governo escolheu o sistema japonês para a TV digital, com algumas inovações brasileiras", disse Laércio Cosentino, presidente da Totvs, maior empresa brasileira de software. "A principal é o Ginga. Está na hora de colocar isso em prática." A Totvs investiu mais de R$ 25 milhões no desenvolvimento de software para TV digital interativa, e tem 150 pessoas trabalhando nessa área.

O Ginga é a única tecnologia genuinamente brasileira do chamado padrão nipo-brasileiro. Houve outras mudanças em relação à tecnologia japonesa, como a atualização do sistema de compressão de vídeo, mas a troca foi entre padrões internacionais. O Ginga, por outro lado, foi realmente criado aqui, na Pontifícia Universidade Católica (PUC) do Rio de Janeiro e na Universidade Federal da Paraíba.

Momento. O temor da indústria de software é de que, com a demora, o momento da TV aberta interativa acabe passando. Os fabricantes investem cada vez mais em soluções de TV conectada, em que oferecem aplicativos de parceiros, com conteúdo baixado da internet. Em 2006, quando o governo anunciou sua escolha para a TV digital, uma das promessas era que o Ginga se tornasse uma ferramenta de inclusão social, levando serviços de áreas como educação e saúde para quem não tem acesso à internet.

Algumas empresas, como a Sony, oferecem o Ginga em todos os televisores desde o ano passado. Outras, como a LG, instalaram o software de interatividade em vários modelos. Apesar disso, a maioria das empresas de eletroeletrônicos ainda não integrou o sistema a seus produtos, e a resistência a uma possível obrigatoriedade é grande.

A Associação Nacional de Fabricantes de Produtos Eletroeletrônicos (Eletros) preferiu não comentar, dizendo que o tema é do Fórum do Sistema Brasileiro de TV Digital (SBTVD), que reúne indústria, emissoras, empresas de software e até governo.

"O fórum não tem uma posição sobre a obrigatoriedade do Ginga", disse o presidente do Fórum SBTVD, Roberto Franco. "Somos harmonizadores de posições. Mas não dá para falar em dissenso, porque não discutimos formalmente o assunto."

Além de presidente da entidade, Franco é diretor de Rede e Assuntos Regulatórios do SBT. "Sendo de um setor, seria irresponsabilidade falar de obrigatoriedade sobre outro setor", disse Franco. "As emissoras têm interesse total de que a adoção do Ginga se acelere. A política do governo para os receptores funcionou."

Segundo dados do Fórum, havia, em 2010, uma base de 6,6 milhões de televisores com receptores de TV digital no País. A previsão para este ano é de que esse total alcance 17 milhões de unidades. A entidade não tinha estimativa do número de aparelhos vendidos com o software Ginga.

Fonte: Estadão

Twitter comprou TweetDeck por até US$ 50 milhões

O Twitter vem seguindo há algum tempo uma tática do Google: comprar empresas que criam bons produtos ao invés de gastar tempo desenvolvendo os seus. Foi assim com o aplicativo móvel da rede social para iOS, que antes era conhecido como Tweetie, criação de uma empresa chamada Atebits. Ela foi comprada pelo Twitter que o transformou no cliente oficial. Agora a história pode se repetir em relação a programas de desktop, ao menos para Windows.

O Twitter já conta com um cliente oficial para desktop, mas ele é específico para Mac OS X e também foi criado pela Atebits. Hoje, no entanto, fontes do TechCrunch afirmaram que o conhecido aplicativo TweetDeck foi adquirido pela empresa e deve se tornar o cliente oficial para Windows. Ainda não há confirmação oficial da compra, mas as fontes dizem que foram pagos por volta de 50 milhões de dólares.

Por um lado, a compra pode ser um pouco ruim para quem usa o TweetDeck para outras contas de outras redes sociais, como o Facebook ou LinkedIn ou MySpace, pois é bem provável que ele perca essa compatibilidade. Mas por outro lado, isso pode ser um avanço e tanto no desenvolvimento do aplicativo, que deve ganhar um grupo considerável de desenvolvedores para tomar conta dele e receber atualizações mais constantes.

Fonte: TecnoBlog

RIM apresenta nova linha BlackBerry Bold com processador mais rápido e NFC

A Research In Motion já não tinha conseguido guardar segredo, mas na manhã desta segunda-feira (2) durante a convenção BlackBerry World em Orlando, nos Estados Unidos, a companhia oficializou os aparelhos BlackBerry Bold 9900 e 9930 (Bold Touch). Agora, a linha possui mais potência e algumas melhorias, como a tecnologia de comunicação por proximidade (NFC).

O poderio extra vem do processador preferido dos smartphones mais potentes, o Snapdragon da Qualcomm, com clock de 1.2 GHz. Para um aparelho de tela sensível ao toque VGA de apenas 2,8″ e com densidade de 287 dpi, é mais do que suficiente para melhorar as operações típicas de um BlackBerry, como navegação na web, gerenciamento de e-mails e aplicativos de escritório. A tampa traseira abriga a câmera de 5 megapixels, além dos 8 GB de armazenamento (expansível via cartão microSD), (Ao lado uma imagem de Novo BlackBerry Bold).

O sistema NFC (sigla em inglês para “Comunicações por Campo de Proximidade”) embutido permite, por exemplo, acessar links rapidamente em meios físicos (de forma semelhante ao QRCode) ou mesmo efetuar pagamentos utilizando o smartphone como um cartão de crédito. A tecnologia, que vem sendo alvo de rumores para o próximo iPhone, promete se tornar padrão a partir deste ano.

Outra boa novidade da atualização do Bold é sua espessura, com apenas 10,5 mm (o mais fino da RIM atualmente), com um corpo construído em aço escovado e fibra de vidro. Claro que uma das características mais amadas de um BlackBerry típico está lá: o teclado QWERTY completo, exibindo as teclas na mesma disposição de um computador.

A versão 9900 possui conectividade HSPA+, compatível com a tecnologia 4G, enquanto a 9930 é para o resto do mundo, com CDMA dual-band. De resto, ambos incluem capacidade de Wi-Fi 802.11 a/b/g/n, Bluetooth 2.1 e o renovado sistema operacional BlackBerry 7 OS, que inclui um navegador mais rápido e comandos por voz. O lançamento dos aparelhos pela RIM está previsto para o verão norte-americano, ou seja, inverno para o Brasil.

Fonte: Tech Tudo