segunda-feira, 2 de maio de 2011

Morte de Bin Laden gera pico de tráfego em sites de notícias on-line

Índice registrou 4,1 milhões de visualizações de páginas por minuto.
Twitter recebeu 4 mil tuítes por segundo durante anúncio de Obama.

A notícia sobre a morte de Osama bin Laden resultou um pico no tráfego on-line com usuários em busca de informações em sites de jornalismo. O índice Akamai, que mede o tráfego nos principais sites de notícias no mundo, registrou o pico de 4,1 milhões de visualizações de páginas por minuto às 23h de domingo (horário dos Estados Unidos), quando o presidente Barack Obama fez o anúncio sobre a morte na TV.

Segundo o Akamai, o número representa um aumento de 28% na América do Norte e de 24% em todo mundo, se comparado com as médias para o mesmo período. No entanto, conforme o site “Boston.com”, o número não está nem perto dos maiores recordes do Akamai. Na semana passada, por exemplo, o casamento do príncipe William gerou 5,3 milhões de visualizações de site de notícias por minuto.

Twitter
O site “Mashable” informou que o índice Akamai mede apenas sites de notícias. Mídias sociais também apresentaram um enorme crescimento no tráfego on-line. O Twitter disse ter recebido 4 mil tuítes por segundo no horário do anúncio de Obama. De acordo com a CNN, o volume de tuítes em torno da notícia pode ser o segundo ou o terceiro maior da história do microblog.

Fonte: Globo/Tecnologia

Empresas investem em tecnologia futurista

Falar ao telefone debaixo do chuveiro, demandar tarefas do celular usando comandos de voz e bloquear o smart-phone com uma senha enviada por SMS, em caso de roubo, são tecnologias que, apesar de soarem futuristas, já estão disponíveis em aparelhos de vários fabricantes.

Mas os mais de US$ 10 bilhões investidos pelas empresas de celular em 2010 anunciam que, em breve, será possível pagar a viagem de ônibus com um toque de tela e gravar um vídeo da festa de aniversário do seu filho usando um smartphone com câmera 3D.

Segundo a Bernstein Research, a Nokia aplicou US$ 3,9 bilhões em novas tecnologias móveis, seguida pela Samsung, com US$ 3 bilhões, e pela RIM (Research in Motion), que fabrica o BlackBerry e gastou US$ 2 bilhões em inovação.

Sony Ericsson e Motorola desembolsaram, cada uma, US$ 1 milhão no ano passado, enquanto a Apple, que ditou o rumo da evolução de celulares inteligentes com o iPhone, investiu cerca de US$ 750 mil.

O resultado que já saiu do papel inclui, por exemplo, celulares "à prova de tudo", que resistem a quedas, água e têm telas que não arranham por causa da poeira.

Além de compartilhar dados com outros aparelhos, os smartphones já caminham para substituir completamente a câmera digital amadora.

Modelos como o Nokia N8 têm câmera embutida de 12 Mpixels e zoom potente. Além da qualidade das imagens, o celular vence a corrida contra a câmera porque oferece a possibilidade de compartilhar as fotos em tempo real.

O segredo por trás dessa evolução está no poder dos processadores. Hoje em dia, boa parte dos smartphones já têm capacidade para processar dados em velocidade igual à de alguns desktops e laptops e, no dia 12 deste mês, o Brasil finalmente abriu as portas para a nova geração de supersmartphones.

O primeiro dessa leva a chegar ao país é o Atrix, da Motorola, com processador de núcleo duplo capaz de oferecer mais velocidade, dinamismo e performance.

Mas o Atrix não ficará sozinho no Brasil por muito tempo. Menos de dois anos se passaram desde o primeiro longa metragem filmado em três dimensões, e o mundo já se prepara para conhecer o primeiro smartphone a oferecer a tecnologia 3D. Trata-se do Optimus 3D, da LG, que deve chegar aos Estados Unidos até o mês que vem, e ainda neste ano ao Brasil.

A LG incluiu no aparelho uma câmera estereoscópica para que o usuário possa produzir suas próprias fotos e vídeos em 3D. A tecnologia conta com duas câmeras que funcionam como o olho humano e montam duas imagens para formar o efeito de profundidade e perspectiva.

Além da melhoria nas estruturas de banda larga no Brasil, é preciso que parceiros como bancos e empresas invistam na tecnologia NFC (Near Field Communication), uma forma de conexão entre aparelhos próximos um do outro semelhante ao Bluetooth, mas mais veloz.

Com o NFC será possível pagar uma compra no cartão de crédito ou débito apenas encostando o telefone na máquina da loja, realizar check-in de um voo e substituir o crachá dos escritórios na catraca da empresa, entre outras facilidades.

Mas uma demanda antiga que, com a chegada dos smartphones, parece ter empacado, é a busca por baterias que durem mais.

"Os celulares tendem a ter processadores mais poderosos, mas o que você faz se acaba a bateria no meio do dia? Você perde toda a mobilidade", afirma Bia Kunze, consultora em tecnologia móvel.

Segundo ela, a pesquisa com células de energia ainda deixa a desejar e afeta todas as fabricantes.

Fonte: UOL/Tecnologia

Android tem mais aplicativos gratuitos do que iPhone, diz estudo

A empresa Distimo, especializada em lojas de aplicativos para mobile, divulgou nesta quarta feira (27) números de um recente estudo sobre as principais marcas e sistemas operacionais do mercado (mobile e não mobile). Pela primeira vez o Android passou o iPhone em números de aplicativos gratuitos, embora ainda tenha uma quantidade menor de aplicativos em sua totalidade. Os dados correspondem às lojas virtuais norte-americanas.

De acordo com o estudo, a Android Market oferece 134.342 aplicativos gratuitos, enquanto a AppStore para iPhone da Apple armazena 121.854. Quanto aos aplicativos pagos, a Apple dispõe de um número quase três vezes maior, com pouco mais de 210 mil ante a 71 mil da principal concorrente (acompanhe no gráfico).

A empresa faz distinção entre aplicativos de iPhone e iPad, embora ambos os aparelhos usem o mesmo sistema operacional, porém adaptado, o iOS. Se considerarmos as duas plataformas, os aplicativos de iOS superam a marca de 367.334 ao todo, quase o dobro de sua concorrente. A comparação seria mais “justa” já que a Android Market engloba tanto os aplicativos feitos para tablets quanto para smartphones.

A expectativa da Distimo é que a loja de aplicativos para Android ultrapasse os concorrentes em cinco meses. A loja de aplicativos para Blackberry também poderá apresentar um crescimento expressivo. Segundo a empresa, em seis meses a BlackBerry App World pode dobrar de tamanho em seis meses e passar a loja da Nokia, OVI Store.

Fonte: GigaBlog

RIM compra fornecedora de software de segurança para dispositivos móveis

Solução da Ubitexx fará parte de uma plataforma corporativa para gestão e controle de smartphones e tablets de múltiplos fornecedores.

Uma semana depois de anunciar a compra da empresa de aplicativos para calendário Tungle.me, a Research In Motion (RIM), dona da plataforma BlackBerry acaba de assinar um acordo para compra da desenvolvedora de software para segurança de dispositivos móveis Ubitexx. A informação, divulgada na página da companhia adquirida, nesta segunda-feira (2/5), não detalha o valor da transação.

De acordo com o site Techcrunch, a Ubitexx já conseguiu investimentos de mais de R$ 4 milhões para desenvolver e distribuir o software para segurança e gestão de smartphones e tablets.

A RIM, por sua vez, por meio de um comunicado à imprensa, confirmou a compra da Ubitexx e disse que o principal software da companhia, o ubi-Suite, será utilizado como parte de sua plataforma para gestão, segurança e controle de dispositivos móveis, BlackBerry´s Enterprise Server. Além disso, a solução fará parte de um console por meio do qual as empresas poderão controlar múltiplos smartphones e tablets, incluindo os que utilizam Android (do Google) e iOS (da Apple).

Fonte: Olhar Digital

Publicidade no celular é extraordinariamente eficaz, afirma Google

Quatro em cada dez usuários de smartphones clicam nos anúncios que veem; pesquisa aponta para o surgimento de um novo tipo de consumidor móvel.

Os usuários de smartphone respondem a anúncios em um nível extraordinário, de acordo com os resultados de uma pesquisa divulgada pela Google. E uma das razões disso pode ser a natureza das buscas feitas no celular, mais voltadas para informações locais.

Dos usuários pesquisados, 42% clicam nos anúncios de que gostam, revelou o estudo "Mobile Movement: Understanding Smartphone Users". Destes, 49% - quase a metade – vão em frente para efetuar uma compra; 35% visitam o site do anunciante; e 27% ligam para a empresa em questão.

Conduzida sob encomenda pela empresa de pesquisas Ipsos OTX, a pesquisa ouviu 5.013 usuários adultos de Internet móvel no fim de 2010.

Outro resultado foi que 82% dos usuários de smartphone “percebem os anúncios móveis”, mas a frase é capciosa: perceber um anúncio não garante que ele tenha sido lido, por exemplo.

Natureza prática
A pesquisa enfatiza a natureza prática da busca em um smartphone se comparada com a no desktop. Nove entre dez pessoas tomaram uma ação com base nos resultados da busca pelo celular. As buscas na web via smartphone têm forte apelo local: 95% das pessoas usam o celular para procurar informações sobre as redondezas. Talvez a explosão recente de apps de geolocalização não seja apenas uma moda passageira, afinal.

Nós também usamos nossos celulares enquanto compramos no mundo real: 45% comparam preços enquanto navegam, 44% leem avaliações dos produtos cobiçados e 34% usam o celular até para verificar o estoque da loja no momento em que estão nela.

Some-se a isso o fato de que usamos nossos smartphones ao mesmo tempo em que vemos outra mídia (33% usam o celular enquanto assistem à TV e 22%, enquanto leem o jornal). A Google afirma que os resultados da pesquisa apontam para uma nova geração de consumidores informados em tempo real - o “smartphone consumer”, segundo a empresa.

Tais pessoas fazem parte de um “movimento móvel”, e novas técnicas de marketing são exigidas de quem deseja se aproximar dele, afirma a Google. Por exemplo, dos que usam seus smartphones durante as compras, praticamente a metade busca promoções ou cupons. A atitude combina com a visão da Google para a tecnologia Near Field Communications (NFC), que segundo a empresa será mais utilizada em promoções e ofertas.

Faltam sites
Nem tudo são flores. A pesquisa aponta que 79% dos maiores anunciantes não têm sites produzidos especialmente para a plataforma móvel, algo que pode afastar quem busca informações no smartphone. A maioria dos sites funciona bem nos smartphones modernos, mas alguns são melhores que outros, especialmente os mais adaptados a redução e ampliação e que não incluem firulas, como o excesso de animações em Flash.

De forma compreensível, a Google avisa que a publicidade móvel deverá se tornar uma área de crescimento explosivo à medida que mais pessoas tenham smartphones. Mas aqui, pelo menos, há questões em relação à lógica da Google.

A empresa esquece convenientemente que, neste exato momento, os donos de smartphones percentem às classes de alta renda. A menos que tenham achado seu aparelho na rua, eles gastaram centenas de dólares (e muito mais em reais) por um smartphone e continuam a pagá-lo por meio das contas mensais.

Pode ser que a tecnologia de smartphones se torne predominante caso os preços dos aparelhos caiam, mas não haverá garantia de que essa nova parcela de usuários não tão endinheirados terá o mesmo tipo de resposta diante de anúncios no celular.

Uso desigual
Além disso, uma pesquisa de 2010 divulgada também pela Google mostrou que o uso dos smartphones não é igual em todas as classes e faixas etárias. A maioria (58%) dos compradores de smartphones é homem e 40% deles são jovens, entre 25 e 34 anos. Sem cair em estereótipos, é razoável afirmar que as pessoas jovens saem mais que as mais velhas e, por consequência, estão mais sujeitas a fazer o tipo de pesquisa móvel que, segundo a Google, impulsiona a publicidade móvel.

De fato, no que diz respeito à publicidade móvel, nós podemos estar bem no meio de uma época de ouro. O mercado pode muito bem se diluir à medida que novos e mais baratos aparelhos cheguem ao mercado.

Há poucas dúvidas de que as buscas móveis sejam um novo e importante mercado. É provavelmente verdade que as versões móveis dos sites são necessárias. No entanto, pode ser preciso um pouco mais de tempo para perceber qual será o cenário antes que grandes investimentos sejam feitos.

Fonte: IDG Now!

Sem saber, paquistanês tuíta sobre ação que levou à morte de Bin Laden

Sohaib Athar relatou ataque ocorrido na cidade de Abbotabad.
Ele só soube o que tinha acontecido horas depois do primeiro post.

Um paquistanês morador da cidade de Abbotabad tuitou, sem saber, sobre a operação americana que levou à morte do terrorista Osama bin Laden.

Sohaib Athar, dono do perfil @ReallyVirtual no Twitter, postou sobre a aproximação dos helicópteros ao local, dizendo esperar que "não fosse o começo de nada ruim".

Horas depois, o consultor de tecnologia da informação escreveu no site de microblogagem: "Uh oh, agora eu sou o cara que blogou ao vivo sobre o ataque a Osama sem saber".

Antes, ele ficou várias horas especulando sobre o que teria acontecido. No começo, os twitts tinham tom bem humorado ("Uh oh, lá se vai a vizinhança"), mas depois ele percebeu a gravidade da notícia, quando foi inundado de mensagens de pessoas que tentavam contato com ele.


Reprodução do perfil de Sohaib Athar, que tuitou sobre o ataque que matou Bin Laden sem saber.

Fonte: Globo

domingo, 1 de maio de 2011

Twitter vai esconder mensagens seguidas de usuários falastrões

Quando um usuário falastrão publicar várias mensagens seguidas no Twitter, elas serão agrupadas em apenas um tuíte, para evitar que poluam a timeline. O recurso é semelhante a um já existente no Facebook.

Se um tuiteiro publicar uma série de posts em um curto espaço de tempo, aparecerá apenas uma das mensagens e, abaixo dela, a indicação de que há mais tuítes. As outras postagens só poderão ser vistas quando se clica no link --"6 More Tweets by @nomedousuario Show All" (mais seis tweets do usuário mostrar todos), por exemplo.

Em fase de testes, a funcionalidade está disponível apenas para uma pequena parcela de usuários. O Twitter ainda não se manifestou publicamente sobre o assunto.

Veja abaixo uma imagem do recurso em funcionamento:

Exemplo de agrupamento de tuítes de um usuário no Twitter; recurso está em fase de testes.

Fonte: Folha