terça-feira, 5 de abril de 2011

Google investe US$ 900 milhões em 6.000 patentes de telecomunicações

O Google deu o lance de US$ 900 milhões em um leilão da empresa canadense de telecomunicações Nortel para a compra de seis mil patentes de tecnologias para telecomunicações. Algumas das patentes estão ligadas a redes wireless, semicondutores e internet 4G.

A empresa Nortel chegou a ser umas companhias de telecomunicações mais valiosas do mundo, atingindo o auge de mais US$ 400 bilhões em valor de mercado na última década. No entanto, após o estouro da chamada “bolha da internet”, no fim da década de 90, a Nortel teve o capital encolhido para pouco mais de US$ 5 bilhões em 2002. A companhia decretou falência em 2009 e desde então vem realizando leilões para pagar credores com o dinheiro da venda de seus bens.

Segundo o site “Cnet”, o Google não adquiriu as patentes oficialmente. Outros compradores ainda podem dar lances. Mas ao que tudo indica, a gigante das buscas deve mesmo ficar os direitos de mais de 6.000 documentos.

Em um post no blog oficial da empresa, o conselheiro jurídico do Google, Kent Walker, lamenta que empresas concorrentes utilizem a prática de comprar patentes para limitar o progresso das empresas que realmente estejam dispostos a desenvolver produtos, mas defende a ação da própria companhia.

“Do jeito que as coisas estão hoje, uma das melhore defesas contra essa prática é (ironicamente) ter um formidável portfólio de patentes. Somente isso é capaz de manter a liberdade de um desenvolvedor de produtos e serviços. Google é uma companhia relativamente jovem e, apesar de termos um grande númeo de patentes, muitos concorrentes tem uma gama mais completa, dada a longevidade", diz o post.

O Google e outras empresas são constantemente alvos de ações judiciais envolvendo quebras de patente. No último dia 12, a empresa MasterObjects processou a Amazon e a Google por quebra de patente usada supostamente nos recursos autocompletar e o que apresenta sugestões de termos enquanto o usuário os digita nas caixas de busca.

Fonte: UOLl/Tecnologia

Vivo anuncia pacote de internet 3G para PC por R$29,90

Se a guerra pelo 3G nos smartphones tem causado processos e uma luta infinita pelo plano mais barato, o mesmo acontece na parte do 3G voltado para desktops e notebooks. Hoje, a Vivo anunciou um novo plano pós-pago de R$ 29,90, prometendo navegação de 1Mbps. Porém, o nome escolhido Vivo Internet Brasil 150MB, deixa bem claro o limite do pacote.

A empresa afirma que trata-se do plano de 3G via modem mais barato do mercado. A promessa é de velocidade máxima de 1Mbps, mas apenas pelos primeiros 150MB do mês. Após ultrapassar o valor, o usuário poderá comprar mais “créditos” avulsos de 3G (40 centavos por MB) ou terá o já clássico corte de velocidade derrubando os 1Mbps para míseros 32Kbps.

O plano Vivo Internet Brasil 250MB, que também é autoexplicativo, recebeu um corte de 10 reais e agora custa R$ 49,90. 150MB e 250MB parecem o suficiente para quem usa a internet móvel em curtas viagens, passeios e afins, mas ainda é pouco para a enorme massa de pessoas que não tem banda larga decente e utiliza o 3G como principal fornecedor de internet.

Mas aos poucos o preço do 3G começa a cair no Brasil, tanto no pós quanto no pré-pago. Resta saber se a rede, tão pouco elogiada, está pronta para mais demanda e mais usuários.

Fonte: Gizmodo

Panasonic lança Blu-ray BDXL regravável de 100 GB

Novidade chega dia 15 de abril às lojas japonesas e deve custar um pouco mais de 100 dólares cada.

Fonte da imagem: Panasonic Japão

Se você já tem um aparelho de Blu-ray, mas não vê a hora de gravar seus próprios arquivos de mídia, a Panasonic traz uma ótima notícia. A partir do dia 15 de abril, as lojas japonesas já contarão com os discos BD-RE XL, capazes de armazenar 100 GB de informação.

A LM-BE100J é a primeira mídia no padrão BDXL a ser lançada no mercado e conta com três camadas de gravação. Por causa disso, mudanças são necessárias nos lasers dos players, fazendo com que os aparelhos atuais Blu-ray não consigam ler o conteúdo dessa nova mídia.

Dessa forma, é preciso conferir, ao adquirir um novo aparelho, se este conta com suporte para o esse formato de mídia. Para quem não possui um Blu-ray em casa, os últimos gravadores da Pioneer e Buffalo (duas marcas reconhecidas no mercado) lançados lá fora já possuem suporte aos novos discos.

O Brasil ainda deve demorar um pouco para receber a tecnologia, já que não existe nem mesmo previsão para a chegada do BDXL a outros mercados que não o japonês. O preço inicial da LM-BE100J será de 10 mil ienes (cerca de 118 dólares).

Fonte: Baixaki

segunda-feira, 4 de abril de 2011

Uns tables em Xoom e Atrix estão chegando

Esta é a imagem do convite que a Motorola mandou para alguns jornalistas hoje. Apesar das luzes apagadas, não há mistério: o potentíssimo smartphone Atrix e o Xoom, primeiro tablet com Android 3.0, estão chegando. O anúncio será dia 12 de abril pela manhã, e a festa será grande: o próprio CEO da Motorola Mobility, Sanjay Jha, virá ao Brasil para fazer o lançamento. Já há pistas sobre quanto ele vai custar.

Não há qualquer confirmação de que ele chegue às lojas no mesmo dia. Mas pelo menos temos ideia do preço. Fontes ouvidas pelos nossos amigos do ZTop indicam que o Xoom custará R$ 1.600 (versão 32 GB, sem 3G), o atual preço do primeiro iPad com a mesma configuração. Ainda é carinho, sim, mas se você pensar que o Galaxy Tab chegava ao Brasil em novembro custando R$ 2.600 no varejo, já é uma grande melhora. A estratégia da Motorola de ir direto para o varejo e não apostar no primeiro momento nas vendas com operadoras me parece mais acertada. A ideia até fazia um pouco de sentido para o Tab de 7 polegadas, que é um telefonão e precisa de linha, mas um tablet terá mais destaque sendo vendido em lojas normais, como o iPad. Pagar um plano de dados a mais quando você pode compartilhar a conexão de iPhones, Androids e Nokias não parece uma boa ideia.

Como o Xoom deverá ser o primeiro tablet de segunda geração a chegar no mercado, espere bastante barulho – e, poderia dizer, boas vendas. E não fique surpreso se o iPad 2 tiver sua estreia brasileira um pouco acelerada. Credenciais ele já tem.

Fonte: Gizmodo

software 3D ajuda no tratamento de traumas de assalto

A plataforma reproduz diálogos dos bandidos e sons de tiros
Grupo de pesquisa da PUC do Rio Grande do Sul elaborou um software 3D que trata traumas de bancários com simulação de assaltos

Pessoas que se expõem muito ao alto risco de assalto no trabalho, como funcionários de agências bancárias, tendem a ter sérios problemas emocionais. Pessoas que passaram pela situação real de assalto a banco ou sequestros ficam chocadas por muito tempo, podem sofrer consequências psicológicas, e até traumas.

Para ajudar no controle desses traumas, pesquisadores da Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul decidiram usar a tecnologia 3D no tratamento dos chamados Transtorno de Estresse Agudo (TEA) e Transtorno de Estresse Pós-Traumático tendo em vista que a cidade de Porto Alegre registrou 105 casos de ataques a banco em 2010.

O tratamento desses transtornos é feito a partir da Psicoterapia Cognitivo-Comportamental, atrelada ao uso de um programa com realidade virtual em 3D, utilizado e desenvolvido pelos pesquisadores da Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul (PUCRS). O software foi criado em parceria pelos acadêmicos dos cursos de pós-graduação em Psicologia e de Ciências da Computação.

A estratégia do tratamento com realidade virtual em 3D, segundo Christian Kristensen, coordenador do projeto e integrante do grupo Cognição, Emoção e Comportamento, é diminuir os transtornos por meio da simulação repetida de assaltos e do tratamento posterior para medir os sintomas pós-traumáticos.

O programa não está totalmente concluído, mas já foi testado em seis pacientes. "Os resultados são preliminares, mas indicam que há contribuição da realidade virtual na redução dos sintomas pós-traumáticos", disse Kristensen, que também é coordenador do programa de pós-graduação de Psicologia da universidade.

Como funciona
Segundo a psicóloga Patrícia Mello, integrante do grupo de pesquisa, os pacientes passam por situações muito parecidas com as quais viveram nos assaltos nas agências por volta de seis vezes. Estas seis simulações são parte de um total de 18 sessões, que ainda incluem 50 minutos de terapia, onde os pacientes revelam suas angústias e medos.

"Espera-se que revivendo a experiência em um ambiente seguro, com o apoio do terapeuta, o paciente seja capaz de enfrentar seus medos e observar os recursos pessoais que possui para enfrentar situações difíceis. Assim, o paciente terá mais coragem e motivação para voltar às suas atividades, sem sofrer com isso", disse Patrícia.

Em um ambiente virtual que o paciente acessa por meio de um óculos especial, é criado uma cena dentro de um agência bancária com auxílio do software de modelagem geométrica tridimensional. "Neste software são criadas as superfícies que descrevem a forma de objetos como mesas, cadeiras, computadores, paredes e outros artefatos. A fim de prover uma aparência mais real às cenas, foram obtidas imagens reais de objetos", revelou Márcio Pinho, Coordenador do Grupo em Realidade Virtual do Programa de Pós-Graduação em Ciências da Computação da PUCRS.

Para fazer o movimento dos personagens e permitir a interação do pacientecom a cena, foi usada a plataforma de um jogo de computador, segundo Pinho. A plataforma dá suporte para a apresentação de diálogos dos bandidos e a geração de sons de tiros.

O projeto foi financiado pela PUCRS e pela a Fundação da Amparo à Pesquisa do Rio Grande do Sul (FAPERGS). Sua expansão dependerá da extensão de convênios com o Hospital São Lucas da PUCRS e os planos de saúde de instituições bancárias. De acordo com os representantes do grupo de pesquisa, a terapia com realidade virtual é inédita no Brasil para o tratamento de traumas. Mais informações em www.estressetrauma.org.

Fonte: Terra/Tecnologia

Google +1 promete tornar pesquisas sociais e personalizadas. Você “curtiu” a ideia?

A Google anúncio a pouco um novo serviço integrado ao seu buscador, o Google +1. A descrição oficial do recurso diz que “o botão +1 é um abreviação para ‘isso é muito legal’ ou ‘você precisa ver isso’”. Aham.

Em termos simples, o +1 é um sistema de recomendação embutido na busca. Após ativar o recurso em seu perfil, todos os resultados das consultas ao buscador (por ora, só na versão americana) trazem, ao lado do título da página, um quadradinho com o “+1″ no meio. Clique nele, e a recomendação será gravada para consulta posterior e servirá de recomendação aos seus contatos, quando eles estiverem fazendo alguma busca relacionada.


Eu acredito que você tenha feito a associação antes mesmo de começar a ler o texto. Sim, lembra muito o “curtir” do Facebook. A implementação, o visual, o comportamento, até a utilidade — caso você não mude a configuração padrão, suas “+1′d” (coitado do cara que for localizar isso para o Brasil…) também serão usadas para refinar resultados de pesquisas e anúncios.

Personalizar conteúdo e anúncios.

Se no Facebook nosso perfil é a central de “curtidas”, no Google o perfil também o é: o Google Profile. Após ativar o serviço, uma nova aba surge contendo todas as páginas coletadas. Essa pode ser pública ou privada, a seu critério.

O que dizer disso? A quem ainda espera a rede-social-matadora-de-Facebook da Google, esse +1 parece um componente desse futuro lançamento. Ocorre que, aos olhos desse leigo, a abordagem de soltar partes esparsas para depois montar um frankenstein em cima de tudo o que já foi lançado é, no mínimo, bastante arriscada. A Google tem perfil, site de fotos, “curtir”, vídeos… se conseguirem integrar isso tudo de maneira transparente e acessível ao usuário comum, teremos um sério concorrente ao Facebook. Mas as chances de sair algo mal feito, sem harmonia entre os “módulos”, são maiores. Bem maiores. Google Buzz (lembra?) que o diga.



Vale lembrar que, já faz algum tempo, a Google já oferece algo parecido ao +1, atrelado ao Google Bookmarks, outro serviço praticamente abandonado da empresa. Funcional inclusive na versão brasileira, ele basicamente substitui o “+1″ por uma estrela. O +1 sobrepõe o Bookmarks, e mais uma vez a Google duplica serviços e embola um pouco mais seu meio de campo. Nesse ritmo, daqui a pouco estará igual ao Windows Live de 2005~2006…

Fonte: Meio Bit Mobile

Gmail e GTalk removidos dos Galaxy S comercializados pela Claro

Queixa comum entre os usuários mais críticos da plataforma Android: excesso de liberdade dada aos fabricantes de aparelhos e até mesmo às operadoras de telefonia móvel para que alterem, às vezes profundamente, o sistema operacional.

Pode ser apenas um launcher feio, lento e instável, ou uma customização mais invasiva que chega a atrapalhar a sincronização de contas, como o MOTOBLUR. Enfim, em maior ou menor grau, com exceção dos Nexus, todo sistema Android entregue ao consumidor final acaba trazendo certos inconvenientes dessa natureza.


O problema é que, quando entram em cena as operadoras, as alterações feitas sobre o sistema chegam a ganhar contornos de sabotagem, como é o caso dos aparelhos Samsung da linha Galaxy vendidos pela Claro que estão agora vindo sem aplicativos essenciais ao uso do Android, como o Gmail e o GTalk.

Para quem não conhece o Android pode parecer bobagem a falta de tais aplicativos, mas não é. O sistema operacional é pensado, por motivos óbvios, para girar em torno dos apps da Google. O Android funciona tão integrado ao Gmail que a tendência é que o seu endereço por lá passe a ser o seu e-mail principal conforme você vai utilizando o smartphone. O usuário passa a precisar da conta do Google para tudo, desde a sincronização dos seus contatos e da sua agenda de compromissos até a instalação de apps através do Android Market. Já que tudo está funcionando tão integrado ao GMail, acaba-se utilizando aquela conta também como e-mail principal, o que é muito mais prático, a não ser que você tenha comprado um Android da Samsung vendido pela Claro.

Segundo a Claro, as alterações feitas no Android tem a finalidade de melhor adequar o sistema ao uso de recursos oferecidos pela operadora e por seus parceiros e, caso o usuário queira usar os apps da Google que estão faltando, basta ir até o Android Market e instalá-lo, o que é uma mentira deslavada. Quem já mexeu com custom ROMs para esses smartphones sabe que, uma vez removidos os apps que deveriam estar ali nativamente, eles só podem ser devolvidos caso seja feita uma instalação embutida num arquivo update.zip a ser integrado ao sistema através do menu de recuperação. É um procedimento que não está, em absoluto, ao alcance do usuário comum.

O que a Claro está fazendo, não sei se com o conhecimento da Samsung e da Google, é vender smartphones “sabotados” para favorecer certos parceiros, como a própria empresa assume ao dar sua justificativa. É muito importante que esse alerta seja difundido, pois esses aparelhos não são nada baratos e a falta de tais apps ocasiona, sem dúvida, em um tremendo inconveniente para o consumidor.

Como usuário atento da plataforma, não é o primeiro caso do tipo que vejo por aí. A Oi TIM vendeu muitos Motorola Quench com o arquivo onde devem ser salvas as configurações da conexão de dados vem marotamente sem permissão de escrita, embora eles te vendam o celular como desbloqueado.

Fonte: Meio Bit Mobile