quarta-feira, 12 de janeiro de 2011

Razer põe LCD em teclas do Switchblade

O Switchblade foi uma das novidades da CES 2011 que fugiu à regra das maiores tendências anunciadas, o tablet e o 3D. A bem da verdade, o pequeno netbook da Razer dedicado a games tem um pé no tablet, mesmo que de outra maneira.

Fonte: INFO Exame

Google TV põe a web na sala, teste no INFO

O Google TV chegou ao Brasil. Calma, ainda não foi como queríamos, já que ele tem restrição de funcionamento no Brasil e só roda completamente nos Estados Unidos. Mas, para dar conta de ver todos os detalhes, demos um jeito de fazer o teste sem a restrição do país.

O browser é o recurso mais bacana e que diferencia o Google TV de todos os aplicativos vistos nas TVs que acessam serviços na web. Ele funciona como o Chrome, com esquema de abas e layout similar. É possível acessar o e-mail, jogar games em flash e ouvir músicas. Não é possível, porém, instalar extensões ou baixar arquivos. Especula-se que nas próximas versões do Google TV tais recursos estejam habilitados.
Modelos da LG, da Samsung, da Sony, da Panasonic e da Philips conseguem acessar a rede de forma nativa. Outros aparelhos também podem fazer isso, como set-top boxes e players de Blu-ray. É este o aparelho que está no INFOlab, o modelo NSZ-GT1, da Sony, que tem o Google TV integrado. A grande sacada do sistema não é levar o acesso à web ao televisor, mas sim colocar este acesso no televisor de forma quase que sem restrições.
Os suportes a Flash e a HTML5 são dois pontos que mostram como você pode navegar bem na internet usando o Google TV. A brincadeira começa com uma tela inicial simples em que aparece um menu com vários atalhos a sites especialmente preparados para o sistema. Entre eles, páginas do Pandora, do Netflix e do Qrocity, que adiciona informações aos filmes em Blu-ray reproduzidos.

O acesso ao Pandora foi feito via VPN. Para entrar na web, o Blu-ray player precisou se conectar a um modem que tem acesso a uma VPN que fornece um IP dos Estados Unidos. Assim foi possível acessar boa parte do conteúdo do Google TV. Sem esse “túnel” ficam disponíveis o navegador e alguns aplicativos, como o Picasa.

O uso do Google TV é feito por seu controle remoto, que tem um formato bom e prático. Além das opções comuns de televisores, ele vem com botões dedicados e com um teclado Qwerty. Os controles mudam de acordo com o fabricante, mas algumas funções valem para todos. O controle do player NSZ-GT1 é ergonômico e pequeno. O cursor é movido pelas setas direcionais ou por um sensor óptico, que tem sensibilidade razoável. O player tem entrada para discos Blu-ray, quatro portas USB, duas HDMI e interface de rede.
O modelo custa 399 dólares nos Estados Unidos. Aqui no Brasil ele não está à venda. O Google TV também não chegou por aqui oficialmente. A empresa ainda não tem previsão de colocar o serviço aqui, mas, se a tendência de juntar internet e TV continuar, podemos esperar bons horizontes para navegar no sofá de casa.

Fonte: INFO Exame

Google Maps melhora busca por transporte público

No Brasil, serviço funciona com informações das empresas de transporte municipal nas cidades de Belo Horizonte, Rio de Janeiro e São Paulo

O serviço de rotas de transporte público no Google Maps ganhou uma nova ferramenta esta semana: agora é possível escolher qual meio de transporte a ser utilizado e quanto tempo você quer passar na rua, trocando de ônibus por exemplo. Você pode escolher uma rota com trem ao invés de ônibus, ou um caminho que não é o mais rápido, mas que tem menos transferências ou em que é precisa andar menos.
O Transit, serviço de rotas de transporte público do Google, começou a funcionar há três anos, e se tornou parte do Maps há dois. Mais de 400 cidades no mundo todo disponibilizam informações da rede de transportes nos mapas do Google. No Brasil, essas informações estão disponíveis nas cidades de Belo Horizonte, Rio de Janeiro e São Paulo.

Fonte: Época

terça-feira, 11 de janeiro de 2011

Uruguai adota padrão nipo-brasileiro de TV Digital

O Uruguai anunciou, nesta terça-feira (28), a opção pelo padrão nipo-brasileiro de TV Digital, o ISDB-T (Integrated Services Digital Broadcasting Terrestrial). O país já havia adotado o padrão europeu, mas reverteu a decisão. "A mudança é resultado do potencial que representa uma maior integração regional proporcionada pela adoção de um mesmo padrão para a TV Digital aberta, livre e gratuita”, afirma o Secretário de Telecomunicações do Ministério das Comunicações, Roberto Pinto Martins.

Contando com o Uruguai, 12 países já anunciaram oficialmente a adoção do ISDB-T: Argentina, Bolívia, Brasil, Chile, Costa Rica, Equador, Filipinas, Japão, Paraguai, Peru e Venezuela. Com isso, os sinais do ISDB-T atingirão uma população de mais de 550 milhões de habitantes.

A decisão do Uruguai reforça a meta de construir, em conjunto com as nações vizinhas, um padrão de TV Digital comum para a região. A ideia é que o ISDB-T seja um instrumento de aproximação entre os países, permitindo a cooperação para o desenvolvimento de tecnologias e promovendo maior aproximação cultural dos povos. Além das vantagens do padrão nipo-brasileiro – como mobilidade, portabilidade e interatividade -, Brasil e Japão oferecem importantes vantagens aos países que adotam o sistema. Uma delas é a oferta de capacitação tecnológica e transferência de tecnologia.

Atualmente, os esforços de difusão do padrão de TV Digital nipo-brasileira continuam em andamento na África, América Central e América do Sul. Entre os países da África Austral, há conversas avançadas com Angola, Moçambique e Botsuana. Países como Suriname, Guiana, Nicarágua, Honduras e Guatemala também estudam adotar o ISDB-T.

Fonte: Ministério das Comunicações do Brasil

Interatividade será o futuro da TV no Brasil

Interatividade na TV Digital brasileira depende apenas de esforços do governo e das emissoras; atualmente a Internet TV supre o papel da interatividade.

A festa de lançamento da TV Digital no Brasil, em 2008, veio também acompanhada de promessas. À época o Governo Federal informou que até 2016 a transmissão analógica seria desligada em todo o país e que teríamos então uma revolução no sinal digital.

Passado quase 3 anos da implantação do Sistema Brasileiro de Televisão Digital (SBTVD) alguns avanços já foram bem recebidos pela população, como a mobilidade e a possibilidade de assistir a televisão aberta onde estiver.

Um dos objetivos do SBTVD é seu uso para a inclusão social e digital. Isto porque a televisão, diferentemente da internet, está presente quase que na totalidade dos lares brasileiros.

Utilizar este meio para criar uma integração entre telespectadores, governo e emissoras acredita-se que trará um impacto maior à sociedade, ajudando a desenvolver o país econômica, social, tecnológica e educacionalmente.

E a principal voz para a concretização deste ideal é a entusiasta promessa de implementar um sistema de TV Digital Interativa (DTVi), que permitirá criar novas formas de conteúdo utilizando um modelo único e proprietário.

Tecnologia brasileira

Uma das apostas do governo brasileiro foi adotar um sistema interativo próprio, um middleware chamado Ginga, desenvolvido em conjunto pelo laboratório TeleMídia da PUC-Rio e pelo Laboratório de Aplicações de Vídeo Digital (LAViD) da Universidade Federal da Paraíba (UFPB).

Middleware é uma camada de software que dá suporte ao desenvolvimento de programas não-lineares e torna a sua exibição possível independente do dispositivo utilizado. E o Ginga é o primeiro padrão internacional de interatividade para a TV Digital, com tecnologia brasileira.

“Hoje o que vemos na televisão analógica são programas lineares, compostos de áudio e vídeo. Uma transmissão interativa utilizaria um fluxo de exibição não-linear, com caminhos alternativos apontando como e quando um conteúdo deve ser exibido”, exemplifica o Prof. Luiz Fernando Gomes Soares, Coordenador do Laboratório TeleMídia da PUC-Rio.

O problema do Ginga é que por ter sido desenvolvido para auxiliar na interatividade com a televisão aberta, por enquanto a comunicação entre telespectadores e emissoras ainda é feito através da conexão via internet, configurando um outro tipo de Interatividade Conectada, com as internet TVs.

Desta forma corre-se o risco de se criar um novo tipo de exclusão digital, o que não convém com as teorias do SBTVD.

Experiência estendida

A responsabilidade de levar a interatividade aos telespectadores é das próprias emissoras, porém o que vemos é o crescimento dos televisores conectados, onde fabricantes de TV e empresas de conteúdo oferecem aplicativos e widgets ao usuário como forma de interação.

“Não existe uma conversão unificada, cada fabricante oferece um padrão e cria-se uma tendência de fragmentação que é difícil de controlar, como acontece com os celulares e smartphones”, alerta o Prof. Marcelo Zuffo, Coordenador do Laboratório de Sistemas Integrados (LSI) da Universidade de São Paulo (USP).

Embora essa tendência possa desvirtuar o objetivo real que é a interatividade através da radiodifusão, os televisores conectados podem ajudar a disseminar este novo modelo de negócios e conteúdo. Padrões diferentes podem trazer mais modelos de negócios e os parceiros podem avaliar as opções e possibilidades, cabendo ao fabricante facilitar e adaptar o conteúdo à linguagem existente.

“[A interatividade] É um modelo que vai crescer. Primeiro as empresas e emissoras precisam aprender como usar e o que pode ser feito com a tecnologia. Já temos o software e agora precisamos de mais aparelhos de TV preparados para isso”, afirma Kalled Adib, Superintendente de Operações da Rede TV.

A fragmentação dos modelos de televisores é normal e parte do esforço do fabricante de ter seu espaço. Agora é preciso encontrar uma forma de participar da programação sem que a atenção do espectador fique dividida entre jogos, aplicativos e noticiário.

“Falta ainda a massificação dos dispositivos habilitados para tal tecnologia e um pouco de ineditismo e inovação no formato atual de fazer televisão, quebrando paradigmas e aceitando as novas tecnologias como um aliado à diversificação e conquista de novos telespectadores”, aponta Luis Renato Olivalves, diretor de interatividade da Band.

O problema é que a televisão não pode ser tratada igualmente a internet. Ela deve ser entendida como um complemento à programação de TV, especialmente em programas ao vivo. Cabe a emissoras e fabricantes explorarem os conteúdos para serem utilizados de outra forma.

No momento atual é preciso priorizar ofertas de interatividades simples, mas relevantes como em qualquer introdução às novas tecnologias. Será necessário ensinar e educar o telespectador a usar os recursos para que possam então enxergar os benefícios e a partir daí aproveitar-se deles.

“O consumo de mídia é diferente em todas as plataformas. A TV exige um cuidado maior por ter mais visibilidade. Para agregar portais, redes sociais, vídeos, fotos, filmes, é necessário entender a forma de consumo”, completa Daniel Almeida, gerente de produtos de TV da LG.

Futuro da interatividade

Com a aposta dos fabricantes de TV na conectividade, os televisores mais recentes lançados este ano já trazem um hardware mais avançado, preparado para gerar essa integração aliada à alta qualidade.

“Seguindo as leis impostas pelo governo para a adoção da TV Digital, todos os televisores LCD acima de 32 polegadas já trazem decodificador digital embutido. Para 2011 serão os modelos acima de 26 polegadas. E isso já mudou a percepção das emissoras e empresas de que vale a pena investir na digitalização e interatividade”, afirma Rafael Cintra, gerente sênior de TVs da Samsung.

Mas para o modelo de interatividade aberta crescer da mesma forma ainda será preciso aguardar. Isto porque o formato da radiodifusão hoje no país não possui respaldo técnico para gerenciar o retorno do sinal interativo durante a transmissão de algum programa.

Hoje a radiodifusão apenas entrega o conteúdo aos televisores e mesmo em programas ao vivo que disponibilizam uma interatividade com o telespectador o retorno é feito pelo sinal telefônico, criando uma espécie de interatividade passiva que só recebe informações adicionais, mas não as compartilha.

Para mudar esse cenário a radiodifusão teria de se reinventar. Criar legislações específicas e alterar obstáculos em leis antigas como a Lei Geral da Comunicação de Massa, que data de 1967 e notavelmente não segue os padrões tecnológicos de hoje e burocratiza o acesso a inovações.

E como a TV aberta também não tem custos ao telespectador, os gastos gerados às emissoras dependem de parcerias e modelos de negócios que viabilizem novos programas ou projetos. “O modelo ideal seria viabilizar a transmissão ida e volta da interatividade gratuitamente”, explica Abid.

Mas não é uma tarefa fácil, especialmente quando falamos de mudar leis ou esperar que modelos de negócios agreguem renda sem cobrar nada do consumidor final. Mas a maioria dos especialistas tem a mesma expectativa com relação ao futuro desse modelo no país.

Com a previsão de desligamento do sinal analógico em 2016, muitos acreditam em uma proeminência da radiodifusão e na demanda por conteúdos informativos.

E com o sucesso que o modelo do SBTVD vem alcançando em todo o mundo é possível que já em 2011 começamos a ver do que nosso sistema interativo será capaz, com emissoras apostando em interação a partir de programas ao vivo como reality shows e a venda de produtos.

Até 2016 dependeremos das emissoras em nos trazer mais conteúdos interativos. “Hoje temos muitos canais e pouca diversidade de programação. Não adianta ter 50 canais sem conteúdo”, avisa o Prof. Zuffo. “Mas a TV Interativa já é um meio sem volta”, conclui.

Fonte: Info e Grupo Ginga Góias

segunda-feira, 10 de janeiro de 2011

Próxima linha de chips da Intel terá suporte ao DirectX 11

Pouco tempo após o lançamento da linha Sandy Bridge, a Intel já anunciou alguns detalhes da próxima geração de processadores.

Fonte da imagem: divulgação/Intel

Não é novidade para ninguém que a tecnologia está em constante atualização, prova disso é o anúncio da Intel. Após a divulgação oficial da nova microarquitetura Sandy Bridge de 32 nm, a Intel já estaria trabalhando no sucessor de 22 nm, conhecido até agora como Ivy Bridge. O diferencial deste novo chip controlador seria a melhoria na integração entre CPU e GPU.

Esta nova versão do processador garantiria a compatibilidade do computador com o DirectX 11, sem demandar a utilização de placas de vídeo adicionais compondo o hardware. Caso isso seja confirmado, em 2012 (ou 2013), os primeiros processadores Intel com esta tecnologia poderão ser encontrados no mercado. Vale lembrar que alguns chips Fusion da AMD já desempenham essa função.

Fonte: Baixaki

domingo, 9 de janeiro de 2011

Japão bate recorde histórico de tweets por minuto durante Reveillon

O Twitter revelou hoje em seu blog oficial que o Japão bateu o recorde histórico de tweets por segundo (TPS), aos quatro segundos após a meia noite da virada de 2010 para 2011. Naquele momento, os japoneses produziram 6.939 TPS desejando um feliz ano novo para parentes e amigos.

Segundo o serviço de microblog, a marca se deve à tradição do país em virtualmente parar na véspera de ano novo, chamado de Oshogatsu. Com todas as pessoas em casa, a internet virou um meio de mandar mensagens para aqueles que estão distantes. O novo valor é mais do que o dobro do antigo recorde japonês de 3.283 TPS, após a vitória de 3x1 do país sob a Dinamarca na Copa do Mundo de 2010.

Fonte: Olhar Digital