segunda-feira, 13 de dezembro de 2010

Tecnologia Aberta, Java DTV, favorece o Desenvolvimento da TV Digital no País

Aprimorada constantemente pela comunidade Java, a linguagem open source Java DTV tende a favorecer a TV Digital, transformando seu middleware em um avançado meio de interatividade.

A linguagem Java pode se transformar em um dos pilares computacionais para as transmissões da TV Digital no Brasil. Criada pela Sun Microsystems, líder mundial em soluções de infraestrutura de tecnologia da informação, para o desenvolvimento de softwares para PCs, ambientes industriais e eletrodomésticos, a codificação está para se tornar, definitivamente, um dos componentes do middleware Ginga, software escolhido pelo Sistema Brasileiro de TV Digital (SBTVD) como padrão para garantir a harmonia entre a operação do receptor televisivo e o funcionamento das aplicações que garantem a interatividade com o telespectador. Segundo a Sun Microsystems, a escolha, por parte do SBTVD, da Java DTV foi para livrar fabricantes de set-top boxes e transmissores de custos elevados e provavelmente popularizará o acesso aos equipamentos receptores de sinal digital.

As linhas de programação do Ginga-J que, junto do Ginga-NCL formam o Ginga – são escritas por meio de uma tecnologia de programação reconhecida e melhorada a todo momento em qualquer canto do planeta.

Java: tecnologia aberta e universal

A Sun Microsystems não é a única empresa que cuida das especificações da linguagem de programação computacional Java. No caso da TV Digital, a Java DTV, que é a linguagem específica para este setor, além da Sun Microsystems há milhares de outras empresas e profissionais atuando conjuntamente para aprimorar constantemente o padrão. No Brasil, por exemplo, o Serpro é uma das organizações que estão engajadas neste processo de inovação e evolução da linguagem. “A atualização e os aprimoramentos da Java, então, não são de propriedade exclusiva da Sun. Sua evolução é prioritariamente do mercado. Isto é, sem dúvida o maior diferencial da tecnologia”, aponta Luiz Fernando Maluf, diretor para as Américas da Sun Microsystems.

Uma das principais organizações que estão ligadas ao desenvolvimento da tecnologia Java é a JCP (Java Community Process), comunidade global voltada para o desenvolvimento e a revisão de especificações da tecnologia Java. “A JCP agrega mais de mil companhias e profissionais independentes do mundo inteiro que já usam a linguagem de plataforma aberta. Ou seja, estamos em mercados que não se restringem ao Brasil. Por isso, a Java certamente abrirá portas para o padrão brasileiro aqui e lá fora”, diz Maluf.

Outra vantagem da Java DTV é que sua especificação foi criada pela Sun Microsystems em conjunto com um grupo definido pelo Fórum SBTVD (Sistema Brasileiro de TV Digital). “A especificação é, portanto, de co-propriedade da Sun e do Fórum SBTVD”, conta Maluf. “O Fórum pode, inclusive, optar pela customização da especificação com os outros módulos do Ginga. Além disso, caso tenha interesse, pode realizar a implementação ou determinar que empresas o façam”, detalha Maluf. É também uma decisão do Fórum qual tipo de licença deverá reger a implementação comercial da especificação Java DTV no middleware no mercado brasileiro.

Mercado maduro

As vantagens do uso da codificação orientada a objetos também são percebidas quando se vê quantos programadores a dominam. Apenas em solo brasileiro, são mais de 110 mil desenvolvedores registrados em comunidades especializadas em programação. Ou seja, como a linguagem é madura, há mão-de-obra pronta para pensar em novas funcionalidades para o Ginga-J. “Com este celeiro criativo trabalhando para criar e melhorar aplicações da TV Digital, a tecnologia de ponta das emissoras encontrará respaldo funcional à altura quando suas programações chegarem nos usuários”, aponta Paulo Riskalla, líder da área de Software OEM da Sun Microsystems para América Latina. De acordo com o executivo, tal contexto resultará em aplicações mais ricas e completas para os telespectadores, que terão à disposição uma infinidade de funções enquanto assistem à TV. “Ações como a realização de compras, acesso a portais e obtenção de dados sobre o programa e seus atores são apenas as primeiras que podem surgir com o uso da Java. Sem dúvida, com a tecnologia, ver televisão será muito parecido com a navegação na Internet”, garante Riskalla.

Receptores mais acessíveis

Segundo a Sun Microsystems, a escolha, por parte do SBTVD, da Java DTV, foi para livrar fabricantes de set-top boxes de custos e provavelmente popularizará o acesso aos equipamentos receptores de sinal digital. “Sem ter de pagar royalties e com custos de licenciamento comercial acessíveis, os industriários do setor de receptores ficarão estimulados a investir, o que, consequentemente, tende a baixar os preços dos seus produtos e, assim, aumentar a abrangência da TV Digital”, afirma Riskalla. Aliás, a perspectiva é que o Brasil seja o segundo mercado de set-up boxes entre os países emergentes e o sexto maior em todo o planeta até 2012, de acordo com a IMS Research. “Além de, indiretamente, facilitar a popularização da TV Digital, a homologação da Java DTV pavimentará caminhos para que o Ginga-J seja exportado e, no sentido oposto, padrões internacionais de interatividade venham para cá. Este intercâmbio é excelente para a TV Digital ganhar em qualidade”, ressalta Riskalla.

O executivo esclarece, entretanto, que implementações comerciais não são gratuitas. “Mas, como queremos que os mercados do Brasil e da América Latina cresçam, estabelecemos um valor bem competitivo para os licenciamentos comerciais das tecnologias de propriedade da Sun”, observa Riskalla.

Fonte: Grupo Ginga Goias e Sun Microsystems

Para onde levar a interatividade para a TV Digital.

A perspectiva que cria a possibilidade de oferecer serviços interativos na TV digital é certamente muito interessante. Os receptores fato se conectar à Internet abre-se uma quantidade enorme de possibilidades e oportunidades.

Mas até onde deve realizar essa interação? Até que ponto é viável ter a funcionalidade de um computador na TV? Imortante Neste ponto, note que no Sul a penetração da Internet na América é de apenas 40%, e especificamente no Equador é inferior a 20%. Depois há a questão da infraestrctura ea qualidade das ligações, como a percentagem de população com acesso à banda larga ligações com qualidade aceitável são muito menores.

Outra questão a considerar é a capacidade de espectadores podem ter "tradicional" para aceitar e adaptar-se aos serviços que potencialmente poderiam trabalhar em TV Digital. Finalmente, é importante considerar o tipo de utilitário que internautas dão na Internet.

Por exemplo, a opção de se conectar a redes sociais a partir de uma televisão digital pode ser interessante. Mas um lado é a capacidade de um espectador pode ter pouca ou nenhuma experiência para se juntar, e do outro lado é a inteface disponível para os usuários que não necessariamente oferecem as comodidades de um mouse ou teclado. Também quis saber quem você pode querer inserir um bate-papo ou para ver as fotos compartilhadas por amigos enquanto assiste ao seu programa de TV favorito.

Outro aspecto importante é que o lançamento de aplicações complexas para a TV Digital pode se tornar um fator intimidante para alguns usuários, o que você preferiria para apreciar os novos recursos que eles se sentem negligenciados ou frustrado. Considerando que o governo brasileiro disse sobre aplicações interativas são uma "ferramenta de inclusão social", então torna-se evidente que esta questão deve ser tratada com alguma cautela, pensando principalmente social ao invés de focalizar o impacto comerciais.

Acredito que oferece um sofisticado "irracional", especialmente nesta fase de transição para TV Digital, não a melhor maneira de obter uma platéia cheia de expectativas, mas também de dúvidas. Uma estratégia melhor seria deixar-lhes tempo para se adaptar e deixar que a tecnologia ea criatividade dos designers irá oferecer maneiras mais amigável de interação através da TV Digital e sua interface de controle remoto, Oficial no site Cuestiones tecnológicas
em Espanhol.

YouTube tira duração limite de vídeos para alguns usuários

No final de julho, o YouTube anunciou que estava aumentando o limite dos vídeos no site de 1GB de tamanho para 2GB, e de 10 minutos de duração para 15.

O site de vídeos do Google anunciou no seu blog oficial que uma pequena parcela de usuários poderá enviar arquivos maiores, sem qualquer restrição de duração.

O critério para a escolha das contas será feito a partir da análise do histórico de infrações de direitos autorais do internauta. Segundo o YouTube, as demais contas serão habilitadas nos próximos meses. Para saber se sua conta foi escolhida, é preciso clicar no botão "Upload".

Para aqueles usuários que tentaram enviar vídeos com mais de 15 minutos anteriormente, o YouTube avisa que eles precisão deletá-los da conta para conseguir enviar de novo. Antes, os únicos usuários autorizados a enviar vídeos com duração maior que 15 minutos eram os parceiros do site.

Fonte: Globo/Tecnologia

Google dará notebooks para quem quiser testar novo sistema operacional

O Google dará notebooks para quem deseja testar o Chrome OS, novo sistema operacional da empresa baseado em computação em nuvem. Batizado de CR-48, o notebook só estará disponível para consumidores em meados do ano que vem, mas os internautas, desenvolvedores e até empresas poderão ganhar um exemplar.

Para isso, a empresa de Sergey Brin e Larry Page lançou um concurso Projeto Piloto. A ideia é testar o aparelho, ainda em produção, para que os usuários encontrem e apontem eventuais falhas no sistema ao Google.

Para conseguir o notebook, os interessados deverão entrar no site do programa e preencher um cadastro. Além disso, podem participar por meio da página no Facebook ou ir até o canal do Google Chrome no Youtube e colocar um vídeo que explique porque desejam o notebook. Mas, atenção, brasileiros. O projeto é válido somente para quem mora nos Estados Unidos.

O CR-48 tem tela de 12.1 polegadas, 3G integrado e bateria com duração de 8 horas. O notebook não possui Caps Lock, uma medida do Google para evitar comentários grosseiros.

Confira o vídeo que mostra o notebook CR-48 (em inglês):



Fonte: Época/Negócios

domingo, 12 de dezembro de 2010

o que você precisa saber antes de comprar uma câmera digital

Há cerca de um ano, o fator determinante para escolher uma boa máquina digital eram os megapixels. Hoje, não. De acordo com analistas entrevistados para o UOL Tecnologia, considerar a resolução como item fundamental para optar por esse ou aquele equipamento é coisa do passado: boa parte dos eletrônicos disponíveis hoje no mercado tem de 8 megapixels a 10 megapixels, resolução mais do que suficiente para a grande maioria dos casos.
“Para tirar fotos do dia a dia e até mesmo fotografar profissionalmente, resoluções entre 8 megapixels e 10 megapixels dão conta do recado. Elas permitem ampliar a foto, sem perda de qualidade na imagem, até tamanhos grandes”, aponta Gardinel Vanzeli, da área de produtos digitais da Fuji Film. De acordo com a Kodak, tanto máquinas de 8,1 megapixels como de 10 megapixels permitem a excelente resolução de fotos quando ampliadas em até, em média, 76 cm x 102 cm. O que, na prática, é o equivalente a um pôster. Para os menos exigentes, uma câmera de 2 megapixels permite revelar fotos em 10 cm x 15 cm.

A resolução de uma câmera, sinônimo da quantidade de megapixels por foto, é um mero indicativo do quanto a imagem pode ser ampliada sem perda de qualidade. Entretanto, a relação "megapixels" e "boa qualidade" está longe de ser uma unanimidade. Fabricantes como Fuji e Kodak apontam tamanhos diferentes quando o assunto é ampliação. A primeira, por exemplo, indica que fotos com 3 megapixels têm boa ampliação até 13 cm x 18 cm. Para a segunda, entretanto, a imagem pode ser aumentada até 20 cm x 25 cm. Há ainda centenas de sites independentes na internet, de analistas ou amadores, que indicam tamanhos bastante diferentes.

Como, de qualquer forma, as câmeras hoje vêm com alguns pares de megapixels, essa não deve ser uma preocupação. “É recomendado observar com mais cuidado, antes de comprar uma máquina fotográfica, itens como zoom, interface e capacidade dos cartões de memória”, aconselha Vanzeli.

Zoom

No quesito zoom, o mais importante é pensar no zoom óptico, que é a aproximação real que a câmera faz da imagem. O “zoom digital” é aquele que se obtém ao ampliar “digitalmente” a imagem, o que resulta em qualidade inferior ao zoom óptico. Escolher uma câmera com zoom óptico a partir de 3x é o indicado pelos especialistas. Já o zoom digital, por ser quase uma “gambiarra” na imagem e não tão efetivo quanto seu irmão “real”, pode ser escolhido em equipamentos a partir 5x.

Tipos de cartões

Os cartões de memória que são compatíveis com as máquinas fotográficas também devem ser observados cuidadosamente. Afinal, são neles que as imagens ficarão gravadas. Quanto maior a capacidade, melhor. Quanto mais rápida a transferência de fotos entre eles e o computador, idem.

“A câmera informa quais cartões de memória são compatíveis em se tratando de velocidade de transferência e capacidade de armazenamento de dados”, explica Pedro Oliveira, gerente de produto da Sony. “Caso o usuário compre itens não compatíveis, a máquina não lerá o conteúdo da mídia. Observar a velocidade de gravação permitida pela máquina e pelo cartão é vital para não adquirir uma mídia que não poderá ser aproveitada.” A ordem de grandeza de transferências é indicada por “Mbps”, que significa “Megabit por segundo”.

Na prática, isso quer dizer que câmera e cartão devem falar a mesma língua. No caso de cartões e câmeras enumerados por classes, eles devem “conversar” e ter a mesma nomemclatura. Uma máquina fotográfica Classe 2 somente pode ler mídias Classe 2. Se o usuário adquirir um cartão Classe 4, o equipamento normalmente não lerá o conteúdo dele. Uma máquina Classe 4, por sua vez, consegue trabalhar com mídias Classe 2. Independentemente da marca e dos modelos, é importante checar se há compatibilidade entre mídia e equipamento.

Sobre tempo de gravação e transferência de dados, para usuários domésticos, de acordo com os especialistas entrevistados pelo UOL Tecnologia, cartões Classe 2 têm taxa de 2 Mbps (megabits por segundo). Essa velocidade é a suficiente para que a maior parte dos usuários domésticos troque dados sem se aborrecer. Para quem desejar ir além, os cartões de 32 Mbps realizam o trabalho de forma mais rápida (essa informação deve aparecer na embalagem do produto).

Capacidade de armazenamento

Sobre o tamanho dos cartões, a escolha varia dependendo da intensidade de uso da máquina. Como referência, deve-se considerar que 1 GB de espaço abriga em média 232 fotos tiradas em câmeras de resolução de 8 megapixels. Em imagens com resolução de 2 megapixels, é possível armazenar no mesmo cartão 1.136 figuras com 900 KB de tamanho cada. Confira aqui os principais tipos de cartões de memória.

Interface

Todo o restante na hora de escolher uma câmera digital é mais subjetivo, pois trata da interface do aparelho. Os especialistas entrevistados pelo UOL Tecnologia apontam que uma boa dica prática é experimentar a câmera antes de comprá-la. Mexer nos botões, analisar a tela. Em épocas festivas e de lançamento - como o Natal - muitas lojas deixam os produtos à disposição justamente para que os clientes conheçam o produto antes de comprá-lo.

Itens adicionais, que podem agradar a diferentes usuários, podem estar presentes em um aparelho e não em outro. Há máquinas com software de reconhecimento de face e que minimizam olhos vermelhos. Nas prateleiras, é possível encontrar também câmeras que reproduzem imagens em slide, que reconhecem sorrisos ou com estabilizador de imagem. Itens que podem ser perfumaria ou essenciais, de acordo com o uso da máquina e com as preferências de seu usuário.

Fonte: Uol/Tecnologia

sábado, 11 de dezembro de 2010

Governo tem projeto para regular mídia na internet

O governo venezuelano apresentou ao parlamento uma reforma legislativa que procura estender à mídia digital as regulações legais sobre rádio e televisão, informaram deputados governistas e opositores.

A modificação da Lei de Responsabilidade Social em Rádio e Televisão foi enviada à Assembleia Nacional (AN), de grande maioria governista, pelo vice-presidente do país, Elías Jaua. Juan José Molina, deputado do partido esquerdista Podemos, ex-aliado do governo, disse nesta quinta-feira que o projeto propõe uma “reforma geral” da lei, para, entre outras coisas, “estabelecer um controle aos provedores de internet e mídia digital”.

O deputado governista Manuel Villalba, por sua vez, indicou que a modificação legal não procura “restringir o uso da internet, mas incorporar os provedores de serviços na rede e mídia digital aos parâmetros de responsabilidade na difusão e recepção de mensagens”. O projeto será revisado pela Comissão de Imprensa do Parlamento antes de ser discutido pelo plenário. A reforma prevê, entre outras medidas, a proibição da difusão através de rádio, tv e mídia digital de mensagens que “possam induzir ao magnicídio (assassinato de pessoas famosas) e constituam manipulações midiáticas.

Fonte: Tribuna do Norte

sexta-feira, 10 de dezembro de 2010

O Tradutor do Google me diverte

Um amigo meu inventou o que ele chamava de tósc-english (tósc, de tosco): a tradução meio literal para o inglês de expressões comuns em português. Eu e ele gastávamos um bom tempo tentando criar frases elaboradas como "Let me count you a se-seal" (deixe-me lhe contar uma fofoca). Por sorte, o Google Tradutor, mais esperto do que nunca, está economizando horas de aperfeiçoamento desta nova linguagem.

Nos exemplos acima:
O Google ainda não entende gírias como "I'm faced" (tô de cara) ou tempos verbais inventados a partir de falsos cognatos (I'm jogging = tô jogando), mas ele está nos ajudando a criar o dicionário do tósc-english que por enquanto tem 100 verbetes. Ajudem-nos.

Fonte: Gizmodo