terça-feira, 9 de novembro de 2010

Navegador de 'pai dos browsers' aposta em integração com Facebook

Depois de estar dois anos em desenvolvimento, a equipe de cerca de 30 pessoas da RockMelt está começando a disponibilizar uma versão de testes (beta) para quem se cadastrar no site oficial para receber um convite. A promessa do software é integrar redes sociais de forma mais inteligente na navegação web, e, por isso, alguns o chamam de “navegador do Facebook”.

A empresa tem o apoio de Marc Andreessen, criador do Mosaic – primeiro navegador para a World Wide Web, cuja herança hoje se encontra no Mozilla Firefox. Mais recentemente, Andreessen criou a ferramenta de criação de redes sociais Ning. O RockMelt seria uma continuação dessa visão e recebeu US$ 10 milhões em investimentos do pioneiro.

O navegador usa a tecnologia Chromium, a mesma usada pelo Google Chrome, e tem como principal objetivo integrar as redes sociais como Twitter, Facebook e outras no próprio browser, de forma semelhante ao Flock, plugin que também integra serviços de redes sociais no Firefox.

Outro recurso interessante é a busca, que faz um pré-carregamento dos resultados para permitir que o internauta concretize sua pesquisa mais rapidamente.

Os desenvolvedores estão confiantes que as pessoas podem, mais uma vez, trocar de navegador. Pelo menos 500 milhões de internautas teriam trocado de navegador nos últimos três anos e, para a equipe do RockMelt, não é impossível que eles realizam a migração novamente.

Fonte: Globo/Tecnologia

Japão vende série limitada de celular feito de madeira

Aparelho da Sharp será vendido para apenas 15 mil clientes.
Modelo tem câmera de 5 mp e tela de 3,4 polegadas sensível ao toque

A companhia japonesa NTT Docomo anunciou nesta segunda-feira o lançamento de uma série limitada de celulares feitos de madeira. Serão vendidos apenas 15 mil aparelhos para clientes da operadora. (Foto: Divulgação/NTT DoCoMo)
O aparelho, fabricado pela Sharp, tem câmera de 5 megapixel, tela de 3,4 polegadas sensível ao toque e opera no padrão GSM. (Foto: Divulgação/NTT DoCoMo)

Fonte: Globo/Tecnologia

segunda-feira, 8 de novembro de 2010

Conheça o radar de trânsito da Finlândia com câmera 3D e que tudo sabe

Na Finlândia existem câmeras. Câmeras automáticas. Elas observam as estradas, esperando alguém ultrapassar a velocidade. Nada de novo, certo? Errado. Esses observadores silenciosos conseguem ver se os motoristas estão fazendo outras coisas de errado também.

Coisas como seguro atrasado, impostos não-pagos, uso do cinto de segurança e distância do carro à frente - tudo visto num piscar de olhos.

Ele se chama ASSET (sigla em inglês para Apoio Avançado para Segurança e Motorista em Transporte Essencial em Rodovias), tem cerca de 46m de alcance e pode emitir quatro ou cinco multas pra alguém de uma só vez, simultaneamente: Ele é o primeiro a detectar violações múltiplas de uma só vez, e está conectado a computadores via satélite, para que as acusações possam ser feitas em questão de segundos após cada violação.

Fonte: Gizmodo

A maioria das HDTVs usado para ver em definição padrão

Nielsen diz que 56 por cento dos lares dos EUA agora têm aparelhos de HDTV, mas vendo HD continua a defasagem. Apenas 13 por cento do total do telespectadores-dia na TV a cabo é em HD, a mídia relatórios da empresa de medição. A proporção é um pouco maior em emissoras de TV - 19 por cento.

"Em outras palavras, apesar dos bilhões de dólares que os americanos gastaram comprando TVs de alta definição, mais de 80 por cento de audiência de televisão é ainda uma experiência de definição padrão", disse Nielsen hoje.

Cerca de um quinto de exibição em HDTV é via não-HD feeds. E, apesar de HD está disponível para todos gratuitamente através do ar, a maioria das famílias dos EUA inscrever-se via cabo ou satélite, e não optar por outras fontes. conteúdo HD é normalmente restrito a camadas mais caro programação premium.

Nielsen estourou um pouco sobre demografia HD, incluindo gênero e idade. Mais pessoas assistir esportes cabo em HD do que qualquer outro tipo de programação - 21 por cento de todos os domicílios equipados. Visualizando foi maior entre as pessoas 18-34, com 28 por cento do que a afinação do grupo dentro Apenas 2 por cento de pessoas assistiram 35-64 esportes em HD, no entanto. A mais velha demo foi principalmente para notícias, com 20 por cento assistindo. De todas as casas HD com capacidade de 15 por cento assistiram notícias no formato. Entretenimento venceu a notícia com 16 por cento. Apenas 2 por cento das famílias HDTV observou crianças de programação no formato de alta resolução.

Uma avaria étnica de adopção indicou que as famílias asiáticas ultrapassado todos os outros grupos. Cerca de dois terços das famílias asiáticas HDTV. Cerca de metade dos lares americanos Africano têm aparelhos HDTV. Branco e casas hispânicos ficavam entre os dois.

O cisma entre HDTV e aprovação de conteúdo tem persistido ao longo da introdução do formato. A disparidade se manteve em cerca de 10 por cento desde julho de 2007, o site de Television Broadcast

Intacto TV Digital irá disponibilizar o seu laboratório, o OpenITVLab GRATUITO para desenvolvedores

A partir de hoje, a Intacto TV Digital irá disponibilizar o seu laboratório com Playout, Carrossel de Aplicações e servidores de SI para que desenvolvedores de todo o mundo possam testar suas aplicações TVD via ar, em diferentes marcas de conversores, simulando uma emissora real. Esse é o projeto OpenITVLab, que tem o intuito de valorizar o trabalho dos desenvolvedores, e trazer à público o potencial criativo que a TV digital possui.

Para participar do projeto, os desenvolvedores e demais interessados devem acessar o site www.intacto.com.br/OpenITVLab e submeter suas aplicações. Para cada teste realizado, será enviado um vídeo da aplicação em execução para o autor. Os vídeos autorizados serão divulgados pelo @TVdigitalBrasil e poderão ser visualizados no nosso canal no youtube www.youtube.com/TVdigitalBRA.

Fonte: Ginga DF

domingo, 7 de novembro de 2010

Tecnologia permite que holograma 3D ganhe movimentos em tempo real

Cientistas americanos estão a um passo de trazer a tecnologia 3D em tempo real. O pesquisador chefe Nasser Peyghambarian e sua equipe da Universidade do Arizona, em Tucson (EUA), anunciaram na quarta-feira (3) que a nova tecnologia holográfica pode atualizar uma projeção de imagem 3D a cada dois segundos.

"Olhando para o objeto 3D, conseguimos mostrar uma forma muito parecida com o que a pessoa vê ao seu redor. Essa tecnologia é a mais próxima da realidade”, explicou Peyghambarian. O pesquisador prevê aplicar a tecnologia na fabricação de carros e aviões. Ou seja, os técnicos poderão olhar para o holograma e produzir o veículo em tempo real.

As imagens holográficas que há 30 anos eram estáticas agora podem ser atualizadas quase em tempo real. Os hologramas são criados a partir da projeção de um laser em um objeto, cuja imagem aparece numa tela fotossensível. Mergulhada em luz de laser vermelha ou verde, a imagem ganha um efeito de terceira dimensão, perceptível por meio de óculos especiais.
Tecnologia poderá ser utilizada na fabricação de aviões.

Há dois anos, a equipe da Universidade do Arizona fez a imagem holográfica deixar de ser estática para ganhar movimento com uma tecnologia que permite a atualização da imagem numa pequena tela a cada três ou quatro minutos. Ajustes finos agora permitem que a tela seja atualizada cerca de cem vezes mais rápido. Dessa forma, as imagens podem ser gravadas e transmitidas.

"Podemos gravar uma imagem tridimensional num local e mostrá-la em outro lugar, em tempo real, em qualquer parte do mundo", afirmou Peyghambarian.

Como funciona
A imagem é gravada através de um conjunto de câmeras posicionadas para captar o objeto de diferentes perspectivas. Quanto mais câmeras são usadas, mais completa é a apresentação holográfica final. Os dados são, então, codificados num raio laser de alta pulsação que cruza com outro raio para criar uma espécie de padrão de interferência, ou compressão da imagem no formato 3D.

"Vamos dizer que eu queira fazer uma apresentação em Nova York", explica Peyghambarian. "Tudo o que eu preciso é um conjunto de câmeras em meu escritório em Tucson e uma conexão de banda rápida. No outro lado, em Nova York, haverá um display 3D usando nosso sistema de lasers. Tudo é plenamente controlado por computador. À medida que os sinais são transmitidos, os lasers os inscrevem na tela e criam uma projeção tridimensional da minha pessoa falando".

No momento, o sistema só consegue transmitir imagens em verde, mas a equipe já está trabalhando com displays 3D multicoloridos e apostam em seu desenvolvimento no futuro.

Fonte: Globo/Tecnologia

Cientistas dão mais um passo na criação de um tecido invisível

Cientistas da Universidade de Saint Andrews, no Reino Unido, anunciaram a criação de um material chamado “Metaflex”, que dá mais um passo à fabricação de tecidos que permitam criar o efeito da invisibilidade dos objetos. Usando átomos minúsculos que podem interagir com a luz, os pesquisadores desenvolveram um novo e flexível material inteligente que, teoricamente, pode parecer invisível a olho nu.

O Metaflex é um material artificial (meta-material) que apresenta propriedades eletromagnéticas incomuns, que procedem da estrutura projetada, e não de sua composição. No passado, foram desenvolvidos meta-materiais que canalizavam a luz para tornar invisíveis os objetos em longas longitudes de onda, mas a luz visível representa um desafio maior. A pequena longitude de onda da luz do dia faz com que os átomos do meta-material precisem ser muito pequenos, e até agora estes átomos menores só puderam ser produzidos sobre superfícies planas e duras, incompatíveis com os tecidos das roupas.

A novidade apresentada por este trabalho é que o Metaflex consta de membranas flexíveis de meta-material, criadas graças ao emprego de uma nova técnica que permitiu liberar os meta-átomos da superfície dura sobre a que foram produzidos.

Desta maneira, o Metaflex pode atuar em longitudes de onda de 620 nanômetros dentro da região da luz visível. A união destas membranas poderia produzir um "tecido inteligente", que seria o primeiro passo para fabricar uma capa ou qualquer outra peça para "fazer desaparecer" à pessoa que a vista.

Fonte: Globo/Tecnologia