terça-feira, 4 de maio de 2010

Google deve lançar livraria online até o fim de julho

O Google anunciou nesta terça-feira (4) que vai começar a vender livros digitalizados até o final de julho, com o consentimento das editoras e sem esperar que a justiça chegue a uma solução para a questão das obras que caem no domínio público.
O porta-voz da empresa, Gabriel Stricker, disse que a livraria virtual venderá centenas de milhares de obras, foi batizada de Google Editions, "não terá preferência de aparelho e será lançada até o final de julho".

Traduzindo: qualquer aparelho de leitura digital, incluindo o tablet iPad, da Apple, um telefone celular ou um computador, permitirá o acesso à Google Editions, que apresentará livros que as próprias editoras querem que sejam vendidos online.

A nova livraria vai concorrer com a da Amazon, que vende o tablet Kindle, líder no mercado, que também tem uma livraria virtual, a Kindle, enriquecida com mais de 500 mil títulos e que também pode ser acessada por computador e pelos iPad, iPhone e iPod da Apple.
A própria Apple lançou, junto com o iPad, vendido há um mês nos Estados Unidos, o seu serviço iBookstore, que permite a compra dos títulos digitalizados, com o apoio de cinco das seis principais editoras americanas.

Esse acordo prevê o investimento de R$ 79, 24 milhões (US$ 45 milhões) para indenizar autores e editoras, cujas obras teriam sido digitalizadas sem autorização, e a criação de um fundo de R$ 52,83 milhões (US$ 30 milhões) para pagar aqueles que aceitarem que seus livros sejam digitalizados.

Fonte: AFP/R7

segunda-feira, 3 de maio de 2010

Conheça e ajude o projeto #doepalavras

A Fundação Mário Penna e agências RC e 3bits criam excelente campanha que pode ajudar muitos pacientes de câncer que realizam tratamento na Fundação. O projeto chamado de “Doe Palavras” tem como objetivo levar até seus pacientes mensagens enviadas por outras pessoas com a finalidade de confortá-las e elevarem sua auto-estima no decorrer do tratamento, fase esta que é bastante dolorosa.

–ça e ajude o projeto #doepalavras

A ajuda é bem simples e qualquer pessoa pode contribuir para o sucesso da iniciativa. As mensagens podem ser enviadas através do site do projeto ou pelo Twitter, utilizando a hashtag #doepalavras. Após o envio as mensagens passarão por um filtro e posteriormente serão exibidas em TV’s espalhadas por salas do hospital, estrategicamente posicionadas onde os pacientes se encontram.

Os planos futuros são de transformar as frases exbidas na TV em um livro que será distribuído em diversos hospitais. Uma palavra de conforto pode salvar muitas vidas. Faça a sua parte! =)

Maiores informações: Projeto Doe Palavras

Fonte: Rafeal Designer

Twitter promete facilitar inserção de tuítes em páginas da web

O serviço de microblog Twitter promete lançar na terça-feira (4/5) um recurso que permitirá incluir, numa página web, um ou mais tweets, mediante a inserção de código HTML, tal como ocorre com os vídeos do YouTube.

Segundo o anúncio, feito no blog que o Twitter criou para assuntos de mídia, o recurso de 'embedded tweet' vai permitir que os veículos de comunicação incluam, em seus textos na web, citações de tweets tais como apareceram no Twitter, mas sem exigir a colagem de imagens.

Embora o recurso só seja apresentado na íntegra na terça-feira, a empresa adiantou que se trata de um pequeno trecho de código HTML que, inserido na página da notícia, exibirá a mensagem, os links e as hashtags relacionadas.

Ao contrário dos textos das imagens, os textos dos tweets inseridos poderão ser copiados e colados. A empresa mostrou um exemplo de aplicação da nova funcionalidade em seu blog.

Fonte: IDG Now!

domingo, 2 de maio de 2010

Interatividade: Princípios para o Design de Interfaces para a TV Digital Interativa.

Quando se discute ou se produz interfaces gráficas específicas para conteúdos ou programas interativos para a TV Digital, alguns cuidados devem ser tomados. Afinal, a televisão e computador são aparelhos distintos, tanto em questões técnicas, como culturais e comportamentais. No entanto, os estudos voltados a esse novo estado da televisão são recentes. E o pesquisador grego Konstantinos Chorianopoulos é um dos mais ativos sobre o tema, propondo inclusive alguns princípios de design para as interfaces gráficas televisivas, a partir de estudos etnográficos sobre a mídia:
> Interação oportunista: A interatividade não deve ser imposta ao usuário, mas sim opcional e ao mesmo tempo convidativa. O acesso e a intensidade a ela devem ser ativados a partir de uma escolha do telespectador.

> Descontração na navegação e seleção de conteúdo: os conteúdos que permitem uma interação devem ser dispostos de maneira a proporcionar uma ação relaxada, próxima de um momento de passividade, qualidade intrínseca a cultura televisiva. Diferente do computador, o acesso não deve ser tratado como uma atividade que exige concentração maior como uma busca, mas sim como uma atividade exploratória e lúdica.

> Agendamento e flexibilidade de programação de conteúdo: as interfaces podem explorar principalmente aqueles conteúdos ou programas que não exigem um apelo de transmissão ao vivo ou que não estão disseminados no hábito diário do espectador. Podem-se criar oportunidades e soluções que permitam o acesso a audiovisuais gravados a partir de uma agendamento prévio ou disponibilizados automaticamente pelos canais fora do fluxo linear principal. Isso permite uma flexibilidade na grade de programação de acordo com as diferenças de hábitos de cada indivíduo. As interfaces do sistema TiVo, nos Estados Unidos, e a Sky HDTV (antigo Sky +) são exemplos desse princípio.

> Estímulo ao ato de assistir em grupos: diferente do computador que oferece geralmente um uso solitário (pelo menos do ambiente físico local onde se concentra o aparelho), a televisão historicamente e culturalmente permite uma visualização grupal, geralmente entre os membros da família ou amigos. Em alguns casos, os programas transmitidos se estendem em discussões entre os membros. Essa situação de mídia coletiva ou social deve ser considerada na construção das interfaces para televisão, não só localmente, mas também através das possibilidades de dispositivos remotos síncronos.

> Múltiplos níveis de atenção: acompanhando o ambiente de descontração e relaxamento que a televisão fornece, as interfaces não podem exigir do espectador uma concentração acentuada nas atividades interativas. Devem, portanto, oferecer uma organização informacional que permitam níveis diferenciados de atenção, principalmente aqueles que não exijam uma exclusividade em torno do aparelho televisivo.

> Gramática e estética televisivas: A linguagem das vinhetas e dos videografismos dinâmicos, além de outros elementos do repertório da televisão analógica devem ser considerados também no ambiente digitalizado. Aconselha-se evitar com isso metáforas e elementos gráficos essencialmente computacionais.

> Conteúdo com contribuição do usuário: nesse novo quadro da digitalização, o espectador ou usuário da mídia televisiva tem a possibilidade de participar de modo mais efetivo e direto na produção e contribuição de textos, imagens e sons para programas já existentes ou mesmo para criação de novas modalidades de conteúdo. Através de interfaces específicas, pode-se permitir a realização de comentários, compartilhamento de ideias, entre outros.

> Comunicação de conteúdo enriquecido: Assim como já foi apontado em princípios anteriores, como o estímulo ao ato de assistir em grupos e a contribuição do usuário em conteúdos, o espectador gosta de compartilhar suas experiências na televisão com outras pessoas, seja localmente ou através de outras formas de interação como a internet. Assim as interfaces na televisão digital interativa devem abrir espaço para comunicação entre grupos distantes, seja ela síncrona ou assíncrona, isto é, em tempo real ou através de mensagens ou comentários como em e-mails.

O brasileiro Walter Cybis, autor do livro Ergonomia e Usabilidade: Conhecimentos, Métodos e Aplicações, também vêm dedicando parte de suas pesquisas destinadas a ergonomia e usabilidade ao tema da TV Digita Interativa. Ele também fez alguns apontamentos que vão de encontro as ideias de Chorianopoulos, bem como trouxe algumas novas como:

> Compatibilidade com as expectativas dos telespectadores: as interfaces devem trabalhar de acordo com pertinência dos anseios dos espectadores, concordando com princípios supracitados. Além disso, os conteúdos devem ser mostrar sedutores, atraentes e agradáveis, para o estímulo a interação.

> Simplicidade e condução: as interfaces devem empregar metáforas familiares ao repertório dos telespectadores para identificação das ações e comandos, tornando a interação o menos complicada possível.

> Consistência: um sistema de identidade visual, que inclui definições tipográficas, cromáticas e gráficas, se mostra fundamental como principal elemento que confere consistência de um programa ou aplicação em televisão digital interativa.

> Nitidez das apresentações: as interfaces devem estar de acordo com as normas e padrões técnicos estabelecidos pela digitalização da televisão, como formato de tela (16:9), resoluções de vídeo e ajustes de cores.

> Legibilidade: para promover essa nitidez anteriormente mencionada, os elementos dispostos devem se mostrar legíveis, principalmente os textos que precisam ser relativamente curtos e fontes com espaçamentos e tamanhos especiais.

> Carga de trabalho limitada: devido a postura passiva do espectador e das limitações do controle remoto, as interfaces devem se atentar a uma navegação simplificada e curta, assim como ser eliminada a medida que o espectador desejar.

Esses princípios descritos por esses autores revelam acima de tudo uma preocupação com uma interface que se adeque ao comportamento e cultura televisiva, bem como os dispositivos físicos disponíveis como o controle remoto que permitem a interação. Sem esses cuidados a efetividade desses programas e aplicações interativas tendem a ser menores.

Fonte: André Luiz Sens/Televisual

Twitter lança aplicativo oficial para Android


O Twitter acaba de anunciar o Twitter for Android, o aplicativo oficial do serviço de microblogging para celulares com o Sistema Operacional do Google, o Android.

Disponível gratuitamente no Android Market, o novo aplicativo rodará nas versões 2.1 ou superior do sistema.

Com o novo aplicativo, além de fotos e links, será possível compartilhar informações de outros programas e sincronizar os contatos do Twitter com os do celular.

O Twitter afirma ter trabalhado por muito tempo com a equipe do Android no desenvolvimento do aplicativo. Afirma, ainda, que brevemente o Google abrirá o código-fonte da aplicação, com a finalidade de permitir, aos desenvolvedores, a criação de novos aplicativos para o Android a partir da API do Twitter.


Fonte: Google Discovery

sexta-feira, 30 de abril de 2010

Picasa Web ganha integração com redes sociais

Compartilhar uma imagem do Picasa Web nunca foi a coisa mais fácil de se fazer. Ou copiava-se a URL da mesma, ou clicava-se em "Link para esta foto", disponível no menu direito do serviço.

Pensando em facilitar a vida dos usuários, além de demonstrar sua disposição em integrar seus serviços, o Google acaba de anunciar a possibilidade de se compartilhar imagens com serviços sociais.

A nova opção, disponível no menu direito do serviço de imagens, permite que se compartilhe imagens e álbuns do Picasa Web através do Google Buzz, Blogger e Twitter.
Ao clicar na opção do Google Buzz, um pop-up será aberto, permitindo que se edite o post que será publicado no serviço.

No caso do Blogger, uma nova janela será carregada, com um texto pré-definido, que poderá ser publicado em seu blog.
Já no caso do Twitter, a janela do serviço de microblogging é carregada, com o texto a ser twittado já na área de edição.
Você pode compartilhar tanto as suas imagens, quanto as imagens públicas de seus amigos.

Fonte: Google Discovery

Steve Jobs critica Flash, Adobe desiste de Flash no iPhone

Se a posição da Apple sobre o Flash não estava perfeitamente clara, Steve Jobs tirou um tempo para escrever uma carta aberta de 1.500 palavras regurgitando a opinião da empresa por extenso. Depois que Jobs anunciou que acha o Flash ruim, o CTO da Adobe, Kevin Lynch, respondeu com um post no blog da empresa, que estamos interpretando como "Ah, é? Então vou pegar minha bola e ir pra casa!".

Jobs diz:

O Flash foi criado durante a era do PC — para PCs e mice. O Flash é um negócio de sucesso para a Adobe, e nós podemos entender porque eles querem levá-lo para além dos PCs. Mas a era móvel se trata de dispositivos de baixo consumo de energia, interfaces de toque e padrões abertos da web — todas as áreas onde o Flash deixa a desejar.

A avalanche de meios de comunicação que oferecem seu conteúdo para os dispositivos móveis da Apple demonstra que o Flash não é mais necessário para assistir vídeo ou consumir qualquer tipo de conteúdo web. E os 200.000 apps da App Store da Apple prova que o Flash não é necessário para dezenas de milhares de desenvolvedores para criar aplicativos com riqueza gráfica, incluindo jogos.

Novos padrões abertos criados na era móvel, como o HTML5, vão vencer em dispositivos móveis (e nos PCs também). Talvez a Adobe deveria focar mais em criar ferramentas HTML5 para o futuro, e menos em criticar a Apple por deixar o passado para trás.

Não é nada que a Apple não tenha dito antes, de uma forma ou de outra — que o Flash é um glutão de bateria e recursos com código fechado e que acaba com a inovação da Apple e que você nem precisa dele mesmo. A ideia por trás do Jobs repetir os motivos pelos quais a Apple odeia o Flash é que as pessoas parem de falar sobre ele.

Kevin Lynch, da Adobe, responde:

Seguindo adiante

Hoje de manhã, a Apple postou algumas reflexões sobre o Flash no site deles. O problema principal em discussão é que a Apple está decidindo bloquear as runtimes amplamente usadas da Adobe, assim como uma variedade de tecnologias de outros provedores.

É claro que muitas pessoas estão entusiasmadas tanto com a Apple como a Adobe e nossas tecnologias. Nós com certeza acreditamos que, se a Apple e a Adobe trabalhassem juntas, como fazemos com diversos outros parceiros, nós poderíamos criar uma experiência incrível com Flash para o iPhone, iPad e iPod Touch.

No entanto, como postamos na semana passada, dados os termos legais que a Apple impôs aos desenvolvedores, nós já decidimos tirar nosso foco dos aparelhos da Apple tanto para o Flash Player como para o AIR. Nós estamos trabalhando para levar o Flash Player e AIR para todos os outros grandes participantes do ecossistema móvel, incluindo o Google, RIM, Palm (que em breve será parte da HP), Microsoft, Nokia e outros.

Nós estamos ansiosos para levar o Flash Player 10.1 para smartphones com Android como parte de um preview público no evento Google I/O em maio, e depois o lançamento geral em junho. A partir desse ponto, um número e variedade sempre crescente de dispositivos potentes e com Flash chegarão ao mercado, o que esperamos crie um grande cenário de escolha.

Fonte: Gizmodo