sexta-feira, 8 de janeiro de 2010

Google Audio: novo serviço de música do Google

O Google lançará em 28 de outubro um serviço de músicas, informou o blog Techcrunch nesta quarta-feira.

O novo serviço, que deve ser chamado de Google Audio ou de One Box, será um recurso integrado ao buscador Google.com que permitirá usuários ouvirem músicas no próprio site através de serviços terceirizados como o iLike e o Lala.

Usuários poderão ouvir as músicas gratuitamente, e terão a oportunidade de comprá-las, disseram fontes. O Google não quis comentar, porém acho que a Techcrunch não postaria isto se as fontes fossem fracas.

Update: O Techcrunch conseguiu algumas fotos do serviço. Confira-as depois da quebra.

Fonte: Jornal Tecnologia

quinta-feira, 7 de janeiro de 2010

Samsung anuncia TV de LED ultrafina, sistema 3D e loja de aplicativos

Samsung Eletronics apresentou uma série de lançamentos na CES 2010, incluindo um sistema completo de entretenimento 3D para casas e TVs de LED com telas tão finas como uma caneta.

A empresa demonstrou a sua TV de LED mais fina, da série LED9000, que tem apenas 7.6 milímetros de espessura.
Já o sistema de entretenimento 3D para casas inclui TVs em 3D de alta definição, o player Blu-ray BD-C6900 e um sistema de áudio que será vendido em conjunto ou separadamente. A Samsung se uniu a Dreamworks Animation e Technicolor para oferecer conteúdo de entretenimento 3D. Os produtos estarão disponíveis mais tarde em 2010. A companhia não divulgou informações sobre o preço.

As novas TVs com tecnologia 3D e LED incluem a série LED7000, além de TVs de plasma da série 7000 e as de LCD da série 750. Para quem quiser assistir programas tradicionais em 2D nesses modelos, a Samsung incluiu uma tecnologia de conversão automática que transforma o conteúdo 2D em 3D, em tempo real. Segundo a empresa, esses modelos chegarão ao mercado em breve. A fabricante anunciou que também venderá óculos especiais 3D.

A companhia ainda apresentou sua própria loja de aplicativos para oferecer jogos, filmes e softwares para vários dispositivos, incluindo TVs e players de Blu-ray, além de celulares.

A Samsung App já está funcionando na web, mas os aplicativos para TVs só estarão disponíveis a partir de Julho, segundo o website. A companhia espera atrair desenvolvedores com um programa para criação de aplicativos e um kit de desenvolvimento de software (SDK, em inglês).

Fonte: PC World

Nexus One: conheça detalhes do celular do Google

Ele ainda não está disponível no Brasil, mas já faz as mãos dos aficionados por gadgets coçarem. O Nexus One, smartphone lançado através de uma parceria do Google com a HTC ontem, foi sem dúvida um dos mais esperados pelo mercado neste começo de ano. Afinal, era o "Deus" Google dando seus primeiros passos rumo a um mercado até então inexplorado por ele.

O Nexus One roda a versão mais recente do Android, a 2.1. E, de acordo com executivos do Google, ele chega para inaugurar uma categoria de dispositivos chamados "superphones". É que o processador do Nexus é de 1GHz, tornando-o tão poderoso quanto um computador portátil de três ou quatro anos atrás. E isso tudo dentro de uma "caixinha" de 11,9 cm de altura, 5,98 cm de largura e apenas 1,15 cm de espessura, colocando-o entre os smartphones mais finos do mercado.

A tela touchscreen de 3,7 polegadas utiliza a tecnologia OLED, e a câmera de 5 megapixels é um ótimo acessório. No universo dos softwares, o Google aprimorou o sistema de reconhecimento de voz. Agora, digitar mensagens, textos e até acessar aplicativos como o Facebook ficou bem mais fácil. É claro, o vocabulário do sistema só reconhece o inglês por enquanto.

Apesar desses recursos, o lançamento frustrou parte dos geeks, que esperavam uma revolução por parte do Google. O Nexus é, sim, um ótimo aparelho, mas não traz uma mudança na forma como as pessoas se relacionam com o smartphone. Neste sentido, a Apple e o seu iPhone continuam sendo referência.

Nos EUA, o aparelho será vendido por US$529 na loja online do Google. Nós, brasileiros, continuamos esperando uma data de lançamento oficial por aqui. Para conhecer todas as funcionalidades do aparelho, é só assistir aos vídeos abaixo. E, caso queira brincar com a versão 3D do Nexus One, é só acessar a página oficial e se divertir!

Fonte: Olhar Digital

quarta-feira, 6 de janeiro de 2010

TV pública digital custará até R$ 2,8 bi em 20 anos

O governo federal prevê gastar até R$ 2,8 bilhões, em 20 anos, na transmissão dos canais de televisão estatais em sinal digital. A rede de transmissão será construída pelo setor privado, que terá concessão para prestar serviço à EBC (Empresa Brasil de Comunicação).

A empresa (ou consórcio de empresas) que construirá e administrará a rede deverá ser escolhida em concorrência internacional. A minuta do edital da licitação foi colocada em consulta pública apenas três dias antes da virada do ano.

O edital admite a possibilidade de a concessão ser prorrogada para até 35 anos. A EBC fará duas audiências públicas para discutir o edital: uma no Rio de Janeiro, no dia 27 deste mês, e outra no dia seguinte, em Brasília. As regras terão de ser aprovadas pelo Tribunal de Contas da União antes da licitação.

O BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social) financiará o vencedor da licitação na compra de equipamentos e serviços produzidos no Brasil. O empréstimo oficial pode cobrir até 80% do valor do empreendimento.

Pelo projeto da EBC, até o final de 2014 os 273 municípios com população acima de 100 mil habitantes estarão cobertos pela rede pública de TV digital. É um público total estimado em 121 milhões de habitantes, o que daria alcance nacional não obtido com a TV analógica.

A empresa pretende que o sistema seja inaugurado nas cidades de São Paulo e Belo Horizonte ainda no governo Lula.

Segundo o gerente jurídico da EBC Marco Antonio Fioravante, os R$ 2,8 bilhões são o valor máximo admitido no edital para remuneração pelo uso da rede, em 20 anos de concessão.

O desembolso anual máximo previsto é de R$ 160 milhões, quando todos os equipamentos estiverem implantados. A EBC espera que, com a realização da licitação internacional, o custo seja reduzido substancialmente.

Por determinação dos ministérios da Fazenda e do Planejamento, os equipamentos terão de ser devolvidos ao governo ao final do contrato de concessão.

Grupos estrangeiros

O vencedor da licitação construirá a infraestrutura de transmissão e será remunerado pela EBC para transmitir os canais estatais (TV Brasil, TV Senado, TV Câmara e TV Justiça, entre outros) citados no decreto do presidente Lula que autorizou a televisão digital.

A remuneração obedecerá a um critério variável de parcelas que terá, como principal parâmetro, a qualidade do serviço prestado. Portanto, interrupções na transmissão serão descontadas no pagamento.

A terceirização da rede de transmissão de TV digital foi inspirada nas experiências de Japão, França e Espanha. A japonesa Marubeni e o grupo francês TDF, que administram redes de transmissão de radiodifusão em seus países, são pré-candidatos ao leilão --ambos participaram de reunião com a EBC no final do ano passado, na sede do BNDES, no Rio.

Após o encontro com a direção da EBC, os empresários interessados tiveram audiências individuais com técnicos do BNDES para conhecer as condições do empréstimo.

A Folha apurou que está em curso uma articulação para que um consórcio nacional dispute a licitação. Entre os integrantes do consórcio brasileiro está a empresa mineira STB (Superior Technologies in Broadcasting), fabricante de sistemas de transmissão de TV, de Santa Rita do Sapucaí (MG).

O presidente da empresa, Armando Lemes, já havia ameaçado entrar com ação judicial para pedir a impugnação do edital. Segundo ele, se um grupo estrangeiro vencer a licitação, a tendência é que os equipamentos sejam trazidos do exterior e que os fabricantes nacionais percam mercado.

A EBC atuará como distribuidora dos demais canais públicos federais no sistema digital. Receberá a programação das TVs Câmara, Senado e Justiça e, ainda, dos canais que serão produzidos pelos ministérios da Educação e da Cultura, e os entregará ao operador da rede pública de TV digital.

A ideia é que a rede tenha três canais digitais nacionais, com programação gerada em Brasília, e um canal local, em cada capital. A tecnologia digital permite que um canal transmita até oito programações diferentes simultaneamente.

Fonte: IDG Now!

terça-feira, 5 de janeiro de 2010

Skiff Reader tem tela flexível de alta resolução


Ele é maior do que qualquer Kindle ou do que o Nook. Otimizado para revistas e jornais, o Skiff Reader oferece uma durável touchscreen flexível de 11,5 polegadas e 1.600 x 1.200 pixels e tem apenas cerca de 7 mm de espessura.

A conexão do aparelho à loja digital da Skiff poderá ser feita via Wi-Fi ou rede 3G (Sprint, nos EUA). As parcerias de conteúdo ainda não foram divulgadas, mas a Skiff promete suporte a livros e principalmente material de formato maior, como revistas e jornais. A tela significativamente maior do que a do Kindle (no tamanho e na resolução) parece capaz de oferecer os prometidos “layouts visualmente atraentes, gráficos de alta resolução, tipografia rica e atualizações dinâmicas”, ainda que exiba apenas imagens em preto-e-branco.




Fonte: Gizmodo

Netbooks com bateria de 12 horas de duração

Os novos netbooks com bateria de até 12 horas de autonomia são a grande promessa do mercado para 2010.

A Samsung anunciou o lançamento dos modelos N210 e o N220, que atingem o nível máximo de duração da bateria graças a um display LED, capaz de reduzir o consumo geral de energia.

Os netbooks vêm com o software Instant On, que permite acesso à internet sem ter que esperar o carregamento do Windows, além de uma ferramenta para gerenciar a resolução da tela, ajudando a criar mais espaço útil.

Além desses dois modelos, a Samsung também lançará o NB30, que chega a 11 horas de bateria, e o N150, com 8,5 horas de vida média. A novidade do NB30 é um sensor de quedas, que evita problemas no disco rígido e garante a proteção contra derramamento de líquidos.

Todos os modelos da nova linha têm tela de 10,1 polegadas anti-reflexo e processador Intel Atom N450, concebido especialmente para netbooks.

Ainda não foram divulgados os valores dos modelos que chegam ao mercado externo neste mês.

Fonte: Olhar Digital

Estantes infinitas

No lugar da poeira das estantes, dois mil livros podem ser acomodados em um único aparelho que cabe na palma da mão. É o chamado leitor virtual que chegou ao Brasil no final de 2009 e já aponta novas perspectivas no mundo editorial. Ali se pode colocar uma infinidade de obras literárias, revistas, jornais e ir aumentando o espaço através de cartões de memória. Além disso, os leitores virtuais abrem a possibilidade para folhear os livros com os dedos e também não são como as telas dos computadores, as telas lembram papéis por não ter luz, oferecendo a mesma aparência de impressões feitas em papel, pois a e-ink funciona praticamente da mesma forma que a tinta convencional, através de micro cápsulas compõem a tela e estão repletas de partículas brancas positivas e pretas negativas.

No Brasil chegaram dois aparelhos, do Amazon (Kindle) e da Sony e-600. Antônio Prata em seu blog no Estadão disse sobre um deles: “O Kindle é assim. Faz um esforço danado para ser um livro mas, embora esteja mais perto do original de papel do que o bolinho de soja está para a carne, não é. Pareceu-me um objeto útil e fácil de usar, mas esse desejo indisfarçável de ser uma outra coisa me deixou desconfiado. Com uma certa pena, até, como se ele fosse um patinho feio dos hardwares, um Pinóquio dos eletrônicos, cujo grande sonho fosse ser de celulose, como seus amiguinhos que moram todos juntos, nas prateleiras”.

A escritora Clotilde Tavares que acaba de comprar o seu leitor virtual pensa ao contrário. Achando os “kindles” do Amazon uma armadilha por só poder baixar obras compatíveis ao aparelho, ela optou pelo da Sony e-600 e acredita ser esta uma maneira interessante de ler livros. “Ler na tela de computador é muito ruim pois com o tempo a luz passa a esturricar seus olhos. Tenho em meu computador mais de 600 livros digitalizados e meu desejo hoje é passá-los para o equipamento. Achei interessante pois no leitor digital, a gente pode sublinhar, fazer anotações e passar as páginas com os dedos”, disse Clotilde.

A escritora lançou recentemente dois livros no mundo virtual, “Coração parahybano: crônica, literatura e memória” - editado pela Linha Dágua em 2008 - e acaba de lançar “Formosa és: memórias do internato”. O primeiro já soma mais de 500 acessos desde outubro no ar. “A literatura acredito está vindo com maior maturidade para encarar a tecnologia. As gravadoras de música precisaram se adaptar e os músicos sabem que não ganham mais dinheiro com discos, mas com shows e hoje a literatura também muda. O que ganho com a minha habilidade de escritora? Percebo que na internet, os livros ganham notoriedade e eu cobro meu cachê nas palestras. Tudo muda, desde a maneira de ler um livro, a sobrevivência do escritor, até as trocas com os leitores”, disse Clotilde, lembrando que seu projeto para 2010 é lançar um livro seu por mês até dezembro.

Enquanto os leitores virtuais não tomam conta do Brasil, as estantes virtuais vão se enchendo de obras raras e escritores novos. No blog Substantivo Plural (www.substantivoplural), por exemplo, o editor Tácito Costa disponibilizou mais de 15 obras de autores consagrados e outros novos como o livro de poesia “A Vida é Grátis” de Everton Dantas.

Na visão da escritora Clotilde Tavares o lançar de livros no mar virtual abre espaço para uma troca com os leitores e também a possibilidade de novos escritores se encorajarem para abastecer o mundo editorial. “Recebo e-mails de gente que nunca conversei na vida. Muitos leram meu livro e entram em contato para contar o que acharam. Antes isso era raro. Sou uma escritora, não sou editora nem comerciante de livros. O que quero é que o povo leia, por isso meu desejo é disponibilizar os todos neste mar. O mais interessante é que as vendas dos livros impressos também aumentaram com o livro virtual, por tudo isso, acho uma bobagem para o escritor continuar preso ao mercado literário de papel”.

Para o escritor e jornalista Cefas Carvalho, “é válida toda forma de divulgação de textos literários”. “Muita gente boa com textos já publicados tradicionalmente, como Clotilde Tavares, estão aderindo a divulgação de livros virtuais, na qual o leitor baixa o livro a custo zero e pode tanto lê-lo na tela do computador como imprimi-lo. Isso significa a divulgação de literatura sem os altos custos gráficos e de lançamento. Por outro lado, considero importante, essencial mesmo a edição tradicional, de livros em papel, que podem ser lidos na praia, na filda do banco, no ônibus”, disse Cefas ao VIVER.

Para ele, há que se ter cuidado também em relação aos jovens autores que aos poucos podem ir se tornando escritores virtuais sem jamais ter publicado uma linha em papel. “Trata-se de uma nova literatura? Certamente, mas devem os lembrar que a publicação ajuda a separar o joio do trigo e da mesma forma que os blogs fazem qualquer um que jamais pisou numa redação de jornal se achar “jornalista”, os blogs e sites “literários” podem fazer qualquer escrevinhador de quatro linhas se considerar um ‘escritor’”, defende.

Como funciona

Os leitores virtuais funcionam com 3G gratuita. De acordo com a Amazon, o Kindle usa a mesma tecnologia 3G dos celulares, porém é totalmente gratuita e serve, essencialmente, para baixar e comprar os mais de 350 mil livros da loja Kindle. Esta conexão 3G ficará disponível para as capitais brasileiras e parte da região litorânea. O preço de cada obra varia de US$12 a US$6, mas não há informação se estes valores serão adaptados à moeda brasileira. O download dos livros será feito em até 60 segundos.

Para baixar os livros de Clotilde:

Crônicas da Parayba: http://www .clotildetavares.com.br/cp

“Formosa És: Memórias de internato”

http://www.clotildetavares.com.br/formosaes.pdf

Rubem Fonseca e coleção Aplauso

Junto à chegada dos leitores virtuais (e- books), o número de livros para baixar na internet aumenta cada dia mais. Um exemplo é a coleção “Aplauso” lançada pela Imprensa Oficial que disponibilizou todo seu acervo – mais de 200 livros de biografias de artistas, cineastas e dramaturgos além de roteiros de cinema, peças de teatro e a história de diversas emissoras de TV. Com um clique você tem acesso a todos os livros que desejar ler.

O escritor Rubens Fonseca foi o primeiro a ter seu livro em duas versões. A impressa pode ser comprada por R$ 36,90 e a digital por R$ 19,99 reais, através da editora Agir. Existe também a possibilidade da existência do chamado Google-book para oferecer acesso gratuito a livros, ficando com 30% da venda de outros, como parte do acordo com as editoras. O impasse é o chamado “Open Book Alliance”, encabeçado pelo Internet Archive. O Archive tenta barrar um acordo que dá ao Google os direitos digitais de milhões de livros protegidos ao redor do mundo alegando que o Google pode minar o mercado editorial.

Fonte: Tribuna do Norte