terça-feira, 22 de setembro de 2009

Com foco renovado em design, laptops chegam à maturidade

Com o lançamento de novos notebooks e netbooks para a temporada de festas de fim de ano, os fabricantes estão definitivamente concentrando suas atenções em máquinas bonitas, coloridas e ultrafinas, e designs atraentes se tornaram um traço dominante em uma gama de escolhas cada vez mais ampla.

A chance de que Hewlett-Packard e Dell ressaltem a textura sutil do revestimento ou o artista famoso responsável pelo design é maior que a de que se concentrem em aspectos técnicos como velocidade, os quais costumavam ser o tema principal dos fabricantes de computadores em uma disputa pela superioridade tecnológica.

Não muitos anos atrás, a maioria dos laptops representava alguma variação de uma caixa em tom cinzento ou preto, excetuadas as máquinas da Apple, que já produzia laptops com estilo nos anos de 1990.

Agora, o design ganhou importância inédita no mercado de computadores pessoais, já que as máquinas se tornaram cada vez mais parecidas em termos técnicos, o que deixa poucos fatores de diferenciação de desempenho e faz do estilo uma das poucas áreas restantes em que se pode haver concorrência.

Ed Boyd, vice-presidente de design de produtos de consumo na Dell, a segunda maior fabricante de computadores pessoais, chegou à empresa cerca de dois anos atrás, vindo da Nike. Ele afirma que o mercado de computadores pessoais está passando pela mesma transformação vista no mercado de calçados esportivos.

A Nike "tomou um produto sem diferenciação, os tênis, e fez dele algo moderno, atraente e relevante", disse. "O que estamos testemunhando é a mesma transformação no mercado de computadores... e esse fenômeno está afetando tanto o mercado empresarial quanto o mercado ao consumidor."

À medida que os computadores pessoais se tornam mais leves e portáteis, consumidores e empresas vêm destacando a aparência de máquinas usadas fora de casa ou do escritório.
No início da era dos computadores pessoais, no começo da década de 1980, os primeiros PCs "portáteis" surgiram de empresas como Tandy, Osborne, NEC, Epson e outras. Muitos modelos iniciais se pareciam com uma placa bege de plástico e eram maiores que modelos desktop de hoje.

Já no início da década de 1990, a indústria viu a Apple lançando a linha PowerBook de noteooks, que ajudou a criar um padrão de design no segmento, junto com os ThinkPads da IBM. Depois, surgiram os notebooks Vaio, da Sony, no final da década, junto com a colorida linha iBook, da Apple.

Com os componentes se tornando cada vez mais baratos e leves, os fabricantes encontraram mais espaço para explorar o lado criativo, optando por novos materiais e acabamentos e prestando mais atenção a detalhes de design que atraem o olho dos compradores.

Atualmente, fino e liso é uma das tendências mais quentes da indústria, e a categoria está mais cada vez mais competitiva com os MacBook Air, da Apple; Adamo, da Dell; e Envy, da HP.
Um comprador pode escolher entre uma série grande de cores, texturas e designs. Personalização é a palavra de ordem do dia, por exemplo, a Dell oferece mais de 200 designs de exteriores para suas máquinas.

O analista da empresa de pesquisa de mercado IDC Richard Shim afirma que o mercado começou a mudar por volta de 2005, com a queda nos preços dos PCs. "Os consumidores começaram a ganhar voz no setor e o que eles estavam dizendo era: 'Já temos bastante performance para o que precisamos fazer...mas o que queremos é uma máquina que não seja igual a de todo mundo'."

Fonte: Yahoo Tecnologia

segunda-feira, 21 de setembro de 2009

Saiba os cuidados que blogueiros devem ter na hora de fazer campanha na rede

A pressão popular diante da votação das emendas referentes ao uso da internet na reforma eleitoral forçou o senador e relator do Projeto de Lei 141 de 2009, Eduardo Azeredo (PSDB-MG), a mudar o texto do artigo que estipulava restrições ao uso da web durante as eleições.

Para ser aprovado no Senado, o texto final do antes polêmico artigo 57-D foi condensado em seis linhas que garantem a liberdade de manifestação de pensamento por sites, serviços, blogs e redes sociais, com eventuais problemas por utilização indevida sendo apreciados conforme a Constituição federal.

Isso quer dizer que você está totalmente livre de problemas legais quando manifestar apoio a seu candidato ou criticar outros postulantes a cargos públicos em blogs, redes sociais e fóruns? Longe disto.

O IDG Now! compilou dúvidas e possíveis distorções referentes às duas principais restrições presentes no texto final da reforma eleitoral - o anonimato e o direito de resposta. Essas informações podem ajudar blogueiros a evitar problemas durante o pleito de 2010.

Anonimato
O intuito da proibição ao anonimato nas eleições tem fundo nobre, como lembraram por seguidas vezes senadores presentes na plenária que aprovou a reforma eleitoral: trata-se de uma maneira para coibir ataques e ofensas feitas contra candidatos por quem se esconde atrás do anonimato.

Há, no entanto, um problema quanto à definição vaga de anonimato no texto, argumenta o pesquisador e professor da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), Marcelo Träsel.

"O problema é que esse parágrafo não define o que é anonimato", afirma. Ele argumenta que até mesmo aqueles que blogam usando apelidos (ainda que suas identidades sejam amplamente conhecidas) podem ser classificados como anônimos em uma possível interpretação jurídica.

Outra possibilidade aventada pelo pesquisador é um comentário feito no nome (real) de outra pessoa. Ainda que se use nome e sobrenome, "ninguém garante que seja a mesma (pessoa) que está falando. Isso não é mais crime eleitoral, mas de falsidade eleitoral", diz.

Ambas as possibilidade deve ser levadas em consideração pelos mais prevenidos. "Se fosse dar uma sugestão a um blogueiro, diria para assinar comentários com o próprio nome e moderar os que forem anônimos", explica. O conselho vale também para quem opera um fórum online ou comunidades em rede social destinados ao debate político.

Em um cenário menos extremo, Träsel pondera a possibilidade de contatar o candidato criticado por leitor anônimo para que haja uma resposta oficial logo que o comentário for ao ar, o que impediria a interpretação de difamação por parte do respectivo político.

Nem a lei, no entanto, pode impedir que blogs difamatórios sejam criados em serviços hospedados fora do Brasil ou com empresas sem operação no Brasil. Situações como essas que praticamente inviabilizariam a quebra de sigilo exigida pela Justiça para se chegar aos culpados e aplicar a punição prevista pela Constituição.

O cuidado, obviamente, se traduz em um esforço maior por parte daqueles que cuidam de blogs, comunidades em redes sociais e fóruns. "No final das contas, o blogueiro fica responsável pelo que está no site", sintetiza. O esforço, porém, é inimigo também da Justiça. "Quem vai fiscalizar isso?, questiona Träsel.

Direito de resposta
A questão levantada pelo pesquisador ecoa opinião do professor da Escola de Comunicações e Artes (ECA) da Universidade de São Paulo (USP), Massimo di Felice, ao comentar as dúvidas envolvidas na segunda restrição a blogueiros prevista no texto final da reforma eleitoral: o direito de resposta.

Ao prever que um blogueiro deve abrir seu blog à resposta de um candidato supostamente ofendido, usando o mesmo destaque e com o dobro de tempo de exposição do conteúdo original, a reforma eleitoral emula na internet restrições que fazem sentido em mídias analógicas - rádio e TV, por exemplo- , como espaço reduzido para programação.

Para que a lei se tornasse aplicável, Felice seria necessário rastrear toda a rede. "Quero ver quem vai ficar monitorando todo site e blog para ver se há ataques a um candidato. Na TV era fácil, são sete ou oito canais. Agora, é objetivamente inaplicável. Trata-se de uma lei cômica, coisa absolutamente hilária”, afirmou ele ao IDG Now!.

Para o blogueiro, na prática a distorção pode guiar os usuários mais precavidos a consultar advogados antes da publicação de conteúdos potencialmente ofensivos em uma plataforma de relativa relevância, para que não haja exploração indevida do artigo 58.

A impossibilidade de aplicação da lei tal como formulada, diz Felice, mostra como, por mais que na teoria haja perigos para blogueiros, a tendência na prática é haver sua aplicação em "casos muito extremos, com uma difamação muito grande", algo que deve ser punido a título de exemplo para os outros, afirma Träsel. Ainda assim, um pouco de cuidado não faz mal a ninguém.

Fonte: IDG Now!

Publicidade em banners é aposta do Google para roubar mercado do Yahoo

O Google quer abocanhar parte de um mercado de publicidade online dominado atualmente pelo Yahoo com a abertura de um novo serviço chamado DoubleClick Ad Exchange, voltado a anúncios visuais, como banners, vídeos e peças interativas.

A movimentação é desdogramento direto da compra da DoubleClick pelo Google por 3,1 bilhões de dólares, em abril de 2007. O anúncio também representa finalmente a integração entre a tecnologia de publicidade display da DoubleClick com o sistema AdSense de links patrocinados do Google.

“O Ad Exchange é uma loja online em tempo real que ajuda tanto os maiores anunciantes quanto agências publicitárias a comprar e vender espaço para exibir propaganda na internet”, disse Neal Mohan, vice-presidente de gerenciamento de produto do Google, em um post no blog da companhia.

O Google domina o mercado de publicidade em busca, que inclui propaganda em texto conforme os resultados apresentados nas pesquisas feitas pelo usuário.

Esse tipo de publicidade somou 51,4% de todo o gasto com publicidade na web nos Estados Unidos durante o segundo trimestre de 2009, de acordo com a consultoria IDC. Para comparação, os anúncios visuais representaram 29,5% de toda a publicidade online no mesmo período.

A força do Google na área de publicidade em buscas dá à companhia uma vantagem em relação a seus rivais. A IDC estima que o Google possua 37,2% de participação no mercado de publicidade digital nos Estados Unidos. O Yahoo, o competidor mais próximo, responde por 13,4%.

Com a dominância do Google na publicidade de busca, o Yahoo é líder na publicidade em display, com 15,8% de participação em receita durante o segundo trimestre, aponta o IDC. Nesta categoria, o Google fica em quinto lugar, com 4,8% de participação.

Com o DoubleClick Ad Exchange, o Google espera atrair a atenção de editores e anunciantes, e criar um mercado de publicidade mais eficiente. “Vai melhorar o retorno dos anunciantes e permitir que editores consigam valorizar mais seus conteúdos”, acrescentou Mohan.

O novo serviço estará acessível para usuários do AdSense e AdWords por meio das interfaces já existentes, permitindo a compra e venda de anúncios visuais juntamente com os anúncios em buscas.

Fonte: IDG Now!

quarta-feira, 16 de setembro de 2009

Google abre 15 vagas de emprego no Brasil

O site do Google Brasil abre vagas de emprego nas cidades de São Paulo e Belo Horizonte.

São 15 oportunidades nas áreas de Desenvolvimento de Software, Experiência do Usuário, Publicidade Online, Recursos Humanos, Marketing & Comunicação e Gerenciamento & Marketing de Produto.

Os interessados precisam preencher um formulário específico nos links abaixo. O Google solicita o envio do currículo do candidato e também uma cópia do mesmo em inglês.

São Paulo:


Associate (Sales Technical Operations)







Business Listings Category Specialist (Temporário)


Belo Horizonte:

Business Listings Category Specialist (Temporário)



Software Engineer in Test


Fonte: Olhar Digital

segunda-feira, 14 de setembro de 2009

Microsoft identifica falha de segurança no Windows 7 RC

A Microsoft confirmou a existência de uma falha de segurança no Windows Vista, Windows Server 2008 e Windows 7 Release Candidate que pode permitir que hackers controlem computadores remotamente.

A vulnerabilidade está no componente Server Message Block 2 (SMB2) e foi descoberta na segunda-feira por um pesquisador, que conseguiu travar dois PCs rodando os sistemas Windows Vista e o 7. As versões XP e 2000 não são afetadas pelo problema.

De acordo com um boletim da Microsoft, “um cracker pode controlar completamente um computador dominado”. “A maioria dos ataques, porém, vão fazer com que o computador reinicie sozinho.” A empresa disse ainda que a versão RTM do Windows 7, que foi enviada aos fabricantes de computadores, não apresenta esse problema.

Por enquanto, não há correção para a vulnerabilidade e a empresa só deve divulgar uma correção para o problema no lote de patches de outubro. Outra falha que só deve ser corrigida em outubro atinge os servidores FTP do Internet Information Server, aplicativo da Microsoft usado para gerenciar servidores web.

Fonte: PCWorld

Computador 'interpretará' linguagem de sinais pela primeira vez

Pesquisadores da Universidade Politécnica de Madri, na Espanha, criaram o primeiro computador capaz de interpretar a linguagem de sinais utilizada por pessoas com deficiência auditiva.

O sistema, que será submetido a vários testes nesta semana, ficará pronto na próxima segunda-feira, de acordo com a instituição.
Programa de computador interpreta a linguagem de sinais usada pelos deficientes auditivos

Ele é capaz de traduzir, por exemplo, as expressões pronunciadas por funcionários públicos no atendimento a deficientes que desejarem renovar a carteira de identidade.

Com a nova tecnologia, segundo a universidade, será dado um grande passo para eliminar as barreiras de comunicação encontradas por portadores de deficiência auditiva que passam por trâmites administrativos.

O computador realiza o processo de tradução em três fases: reconhece a voz do funcionário ao obter a sequência de palavras pronunciadas, traduz a sequência de palavras e, por fim, reproduz os sinais.

Fonte: Globo Tecnologia

sexta-feira, 11 de setembro de 2009

Microsoft lançará Bing 2.0 na próxima semana, revelam funcionários

Empregados da Microsoft deixaram vazar algumas informações da reunião anual da companhia realizada na quinta-feira (10 de setembro de 2009).

Muitos funcionários disseram em mensagens no Twitter que a Microsoft vai atualizar seu mecanismo de busca Bing já na próxima semana. “O Bing 2.0, ainda neste mês, terá alguns novos recursos instigantes. Imagine ver mapas e fotos da vizinhança de um restaurante que você quer conhecer”, escreveu o editor sênior do Microsoft Office Live, Monte Enbysk.

Empregados também espiaram alguns novos notebooks que virão com o Windows 7. Os da Dell e Sony serão “os mais finos do mundo”, escreveu outro funcionário da Microsoft, Bob Caswell.

Alguns participantes da reunião anual da Microsoft fizeram comentários engraçados. “Meu iPhone é um tijolo inútil no campo [de beisebol] de Safeco”, disse o gerente de programação do Windows Live. A reunião aconteceu no campo de beisebol Safeco, em Seattle, e a mensagem pode significar que, com tantos funcionários usando o smartphone produzido pela Apple, rival da Microsoft, a rede sem fio do local estava sobrecarregada.

Os porta-vozes da Microsoft ainda não se pronunciaram sobre o Bing 2.0.

Fonte: IDG News!