quarta-feira, 25 de fevereiro de 2009

Gmail fica fora do ar pela manhã; serviço já está normalizado

O serviço de webmail do Google, Gmail, ficou fora do ar por algumas horas na manhã desta terça-feira. Sem poder acessar seus e-mails, usuários movimentaram o Twitter e fóruns na internet com comentários sobre a pane.

Um post no blog oficial do Google diz que sistemas de monitoramento detectaram a falha por volta das 6h30 (horário de Brasília).

Mais tarde, a empresa anunciou no blog que os problemas haviam sido corrigidos e que os usuários já podiam acessar seus e-mails normalmente.

Segundo o Google, o serviço de e-mail ficou fora do ar por aproximadamente duas horas e meia e pediu desculpas pelo transtorno, e disse que a causa do problema ainda está sendo investigada.

No Twitter, o caso deu origem ao tópico #Gfail (algo como "G-falha"), que já é o mais comentado no site de microbloggings.

Há menos de um mês, uma falha no Google fez com que, durante alguns minutos, todos os sites listados como resultados de buscas fossem classificados pela ferramenta como inseguros. O Google afirmou que o problema teria acontecido em decorrência de um erro humano.

terça-feira, 17 de fevereiro de 2009

Golpe por e-mail faz governo de Utah perder US$ 2,5 milhões

Uma variação do famoso "scam Nigeriano", um dos mais antigos e batidos na Internet, fez uma vítima ilustre. O governo do Estado de Utah, nos EUA, transferiu cerca de US$ 2,5 milhões para a conta de diversos espertalhões depois de receber simples golpes via e-mail.

Pra quem não conhece, o scam Nigeriano promete generosas retribuições para quem ajudar o golpista (que normalmente se identifica como presidente, ministro das finanças, agência ou família influente no local) a recuperar algum empreendimento - como um poço de petróleo, por exemplo - de uma disputa judicial. Tudo mentira, obviamente. Seu nome se deve ao fato de que nos anos 80, cartas com o golpe eram remetidas da Nigéria principalmente para os países de língua inglesa.

Apesar de ter feito muitas vítimas ao redor do mundo, o governo de Utah foi o primeiro a reconhecer que caiu nesse tipo de golpe. De acordo com as investigações, pelo menos US$ 1 milhão foi transferido para uma conta de um banco no estado do Texas, aberta com documentos falsos e com endereço registrado no lugar onde na realidade fica uma igreja.

Fonte: Mundo web

Julgamento do Pirate Bay pode ser acompanhado pela Web

Começa hoje (17/02) em Estocolmo, na Suécia, o julgamento dos responsáveis pelo site de torrents The Pirate Bay, e ele pode ser acompanhado pela Web. Chamado ironicamente de "Spectrial" (união das palavras "espetáculo" e "julgamento", em inglês) pelos responsáveis pelo site, ele pode ser acompanhado via Twitter ou por um blog hospedado em seus servidores, que inclusive transmite o áudio do julgamento, em sueco, em tempo real.
O interesse pelo julgamento parece ser grande, já que por diversos momentos nessa manhã o excesso de tráfego fez o site ficar indisponível.

Apesar de não armazenar filmes, seriados, músicas ou programas de computador em seus servidores, o site é um popular buscador que rastreia arquivos de torrent (que permitem a troca de arquivos via Internet) e desde 2006 é alvo de ações legais promovidas pela IFPI (International Federation of the Phonographic Industry) e Motion Picture Association of America (MPAA).

Os responsáveis pelo site, Gottfrid Svartholm, Fredrik Neij, Peter Sunde e Carl Lundstrom caso condenados podem pegar até dois anos de cadeia e pagarem uma multa de US$ 14,3 milhões por conta dos prejuízos que o site supostamente pode ter provocado.

Fonte: Uol Tecnologia

segunda-feira, 16 de fevereiro de 2009

YouTube fecha acordo com Sony para exibir vídeos de seus artistas

O YouTube e a Sony Music Entertainment assinaram um contrato que manterá os vídeos dos artistas da gravadora no site, afirma o blog All Things Digital.

Há pouco tempo, o YouTube e o Warner Music Group não conseguiram fechar um acordo, pois não encontraram uma forma para dividir o lucro. O YouTube, então, tirou o áudio dos vídeos da gravadora.

Já o acordo com a Sony já foi finalizado, mas ainda não foi formalmente anunciado, segundo as fontes do site, que tentou contato oficial com o Google e a Sony, mas não obteve retorno oficial.

As fontes do All Things Digital afirmam que as negociações aconteceram ao redor de três aspectos: pagamento adiantado do YouTube para a Sony, uma quantia mínima que a Sony receberá cada vez que alguém exibir um vídeo seu no site e a forma como os dois lados dividirão o lucro gerado pelos vídeos.

Entre os artistas da Sony, estão Britney Spears, Bob Dylan, Beyoncé e Bruce Springsteen.

Fonte: blog All Things Digital

Google libera inclusão de aplicativos pagos na loja Android Market

Os desenvolvedores de aplicativos para o Android dos Estados Unidos e Reino Unido finalmente poderão vender suas criações, pois o Google liberou, a inclusão de aplicativos pagos no Android Market.

A partir da próxima semana, os aplicativos pagos irão à venda para os usuários dos Estados Unidos, e em outros países nos próximos meses, segundo post do Google. A inclusão de aplicativos também será estendida ao resto do mundo.

A loja Android Market foi lançada em outubro de 2008, quando o primeiro celular com o sistema operacional do Google, o G1, foi à venda nos EUA.

O post não indicou quanto um aplicativo custará, e o pagamento será feito com a plataforma Google Checkout.

Fonte: IDG Now!

sexta-feira, 13 de fevereiro de 2009

Venda de notebooks ilegais cresce no Brasil, diz pesquisa

A pirataria não é a única preocupação das autoridades quando se trata de produtos eletrônicos no Brasil. A venda de eletrônicos legítimos, mas que tiveram entrada ilegal no país, é uma ameaça considerável, segundo números divulgados nesta quinta-feira (12) pelo Instituto Brasil Legal (IBL).

(ao lado imagem: Edson Vismona, presidente do 'Brasil Legal', presença de produtos ilegais em grandes varejistas é preocupante)

O grupo, fundado por empresas em 2005 com a intenção de combater a pirataria, cita como exemplo os notebooks. Em 2008 a Receita Federal registrou a importação de 152.537 notebooks pelas três fabricantes líderes do ramo. O número efetivo de vendas dessas mesmas empresas, porém, indica uma grande diferença: 728.972 unidades.

As estimativas envolvendo as três marcas indicam uma sonegação de US$ 291,15 milhões, segundo o IBL. No mercado em geral, a sonegação pode ter atingido US$ 656,5 milhões, segundo o estudo.

O subfaturamento, a falsa declaração de conteúdo nas importações e o contrabando são fatores que, segundo o Brasil Legal, contribuem para essa diferença entre aparelhos declarados à Receita Federal e aqueles efetivamente comercializados.

"O que está por trás desse grande movimento da ilegalidade não é o camelô. São grandes organizações criminosas", diz o advogado Edson Vismona, advogado que é presidente do IBL. Ele diz que o contrabando de eltrônicos "é tão lucrativo quanto o tráfico de drogas, mas o sentido de impunidade é muito maior. Quem for pego vai acabar resolvendo isso com uma cesta básica, nem preso vai", explica.

E a presença dos produtos ilegais não é privilégio dos centros de comércio informal. Segundo Vismona, em 2008 a Receita Federal apreendeu aproximadamente 500 notebooks ilegais em grandes redes varejistas do país, durante a Operação Gray.

Rotas de entrada

Edson diz que os produtos ilegais entram no país, principalmente, pela fronteira do Brasil com o Paraguai e através de importações ilegais em portos e aeroportos do país. Uma das saídas, diz ele, é aplicar um projeto efetivo de fiscalização dos produtos importados.

"Só assim teremos idéia do que realmente entra no Brasil", diz Vismona. Uma das propostas defendida pelo IBL é a contratação de empresas que instalariam scanners em portos e aeroportos para identificar os produtos que chegam. Seria cobrada uma taxa do importador para cobrir as despesas dos aparelhos, que funcionam como uma espécie de raio-X das cargas. Segundo Edson, eles são caros demais, cerca de R$ 8 milhões cada, o que torna inviável a compra e manutenção pelo Governo.

O Brasil Legal estima que entre 30% e 35% dos computadores circulam de maneira ilegal no Brasil, índice que pode chegar a 40% no caso dos notebooks.

Outra rota de produtos ilegais é a fronteira do Brasil com o Paraguai. Edson diz que essa situação pode se agravar com a "Lei dos Sacoleiros", que institui o Regime de Tributação Unificada (RTU) na importação, por via terrestre, de mercadorias procedentes do Paraguai. A lei foi sancionada em janeiro de 2009 e, segundo a IBL, pode prejudicar a indústria brasileira ao dar benefícios às mercadorias vindas do Paraguai.

Segundo o IBL, "o Paraguai será institucionalizado como um corredor de importação de produtos acabados oriundos da Ásia, que irão concorrer de forma desigual e desleal com os produtos aqui fabricados".

Garantia de procedência

O Instituto Brasil Legal distribui panfletos que dão dicas ao usuário de como identificar produtos eletrônicos legais, e identificar os ilegais - desde computadores até câmeras digitais e tocadores de MP3.

Um regra básica é verificar a presença de selos do Inmetro (Instituto Nacional de Metrologia, Normalização e Qualidade Industrial) e da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel), prova de que o aparelho foi adequado às normas de utilização no país.

O consumidor também deve exigir nota fiscal e perguntar sobre manuais de instrução, garantia e rede de assistência técnica da marca no Brasil.

Em 2008, a Receita Federal apreendeu o equivalente a R$ 52,45 milhões em produtos ilegais, dos quais R$ 47,62 milhões eram relacionados a produtos eletrônicos.

Fonte: Globo

Google quer centro de processamento de dados em fábrica de papel

O Google anunciou quinta-feira (12) que quer construir um data center em uma antiga fábrica de papel no sudeste da Finlândia. A fábrica foi comprada da Stora Enso pelo gigante da internet por cerca de US$ 52 milhões.

"Estamos atualmente considerando construir um data center nesse local", disse Kay Oberbeck, porta-voz do Google.

O Google tem ao redor do mundo uma dezena de centros de processamento de dados, que consomem quantidades significativas de energia.

No início de 2008, a Stora Enso fechou a deficitária fábrica de Summa, que consumia 1.000 gigawatts de eletricidade por ano, depois de quase 53 anos de operação. As partes mais antigas da fábrica foram projetadas pelo renomado arquiteto finlandês Alvar Aalto.

A Stora Enso e o Google concordaram que parte da fábrica será transferida para a cidade de Hamina para outros usos industriais. A venda da fábrica deve ser concluída no final do primeiro trimestre deste ano.

Fonte: Globo