quinta-feira, 6 de novembro de 2008

Banco do Brasil anuncia cartões com certificação digital

A gerente-executiva de Gestão de Segurança do Banco do Brasil, Francimara Viotti, anunciou na terça-feira, durante a abertura do 6° CertForum, em Brasília, o lançamento dos novos cartões da instituição, que além das funções de débito, crédito, terão a possibilidade de armazenar certificados digitais ICP-Brasil. No caso do BB, o certificado será o e-CPF ou e-CNPJ, padrão da Receita Federal.

Segundo Francimara Viotti, pelo menos 12 mil cartões deverão ser emitidos para empresas ligadas ao comércio exterior. Essas companhias deverão ter suas operações simplificadas com relação ao Fisco. Outros oito mil serão adotados no âmbito do Governo Federal e mais 1,2 mil, serão destinados para os deficientes visuais, clientes do instituição financeira.

"Esse momento tem um significado muito especial, porque nós estamos trabalhando desde a primeira hora com certificação digital, temos o padrão Febraban como o e-CPF para todos os bancos. Esse cartão é uma ferramenta que irá atender a segmentos que fazem o uso massivo da tecnologia", destacou Francimara Viotti.

A expectativa é que, no médio prazo, as empresas clientes do Banco do Brasil que necessitem emitir Notas Fiscais Eletrônicas (NF-e), os microempresários e todo o mercado corporativo devam migrar para os novos cartões.

Os usuários pessoas físicas, entretanto, ainda deverão demorar, pois o uso da nova tecnologia somente virá à medida que o governo e o comércio eletrônico começarem a exigir a ferramenta nas transações correntes. Além disso, ainda será necessário a disseminação do uso da certificação digital no País, antes que os clientes possam utilizá-la.

Francimara Viotti lembrou, entretanto, que clientes "top de linha" do Banco do Brasil, especialmente os que já conhecem os benefícios da certificação digital, poderão optar pelos novos cartões. O presidente do ITI, Renato Martini, durante a cerimônia de lançamento foi presenteado pelo BB com dois cartões das bandeiras Visa e Mastercard, contendo o dispositivo para a implantação do seu e-CPF.

Outra aplicação imediata do certificado digital nos novos cartões do Banco do Brasil - que adotará o padrão e-CPF da Receita Federal - será nos cartões de pagamento do governo federal, dispositivos, aliás, que já foram objeto de polêmica por conta do seu uso de forma abusiva.

Os demais servidores públicos, embora recebam seus salários pelo BB, poderão optar por cartões com certificados digitais emitidos por Autoridade Certificadora, vinculadas aos seus órgãos. Por exemplo, os funcionários de Tribunais superiores poderão obter cartões com os certificados da AC-Jus. "Para os nossos clientes, no varejo, nós iremos entregar o e-CPF", explicou a gerente-executiva de segurança do Banco do Brasil.

O presidente do ITI, Renato Martini, lembrou que a iniciativa do Banco do Brasil será de grande impacto para o país. "Seu significado principal é o da popularização do certificado digital, uma vez que o Banco do Brasil é uma "potência" em todo o País devido à capilaridade da sua rede", destacou.

Martini também elogiou o trabalho da gerente de Segurança do BB, Francimara Viotti, pela sua "militância", não apenas na instituição financeira, mas no grupo de trabalho que debate o tema junto à Federação Brasileira de bancos (Febraban).

"Ela é uma evangelizadora em nosso País, membro no Conselho Gestor da ICP-Brasil por designação da Presidência da República, além do seu brihante papel desempenhado junto aos demais bancos na discussão de padrões de certificados no setor financeiro," elogiou o presidente do ITI. O 6ºCertForum vai até o dia 06 de novembro, em Brasília.

Fonte: Convergência Digital

terça-feira, 4 de novembro de 2008

YouTube lança tradução automática para legendas de vídeos

Legendas geradas em closed-caption podem ser traduzidas em tempo real, estão disponíveis os 36 idiomas do serviço Google Translate.

Basta clicar no botão do canto inferior direito para acessar as opções de tradução de legendas

Uma nova ferramenta inaugurada pelo YouTube permite ao usuário traduzir legendas closed-caption (CC) de vídeos para qualquer um dos 36 idiomas disponíveis no serviço Google Translate.

A função pode ser acessada pelo botão de seta, no canto inferior direito de cada vídeo. Depois de acionar a legenda, o usuário pode decidir pela tradução, escolhendo os idiomas em um menu que se abre.

A tradução só funciona para vídeos que já tenham as legendas em closed-caption, função implementada pelo Google no final de agosto, que permite ao criador do vídeo gerar legendas para suas produções.

A tradução é feita em tempo real, enquanto o vídeo é reproduzido. "A tradução automática não é perfeita, mas esperamos que isso ajude os criadores a oferecerem uma melhor compreensão de seus vídeos", disse a equipe do YouTube no blog oficial.

Fonte: G1

IV Natal Java Day

No dia 22 de Novembro de 2008 acontecerá o IV Natal Java Day, onde em Natal/RN.

Durante todo o sábado serão ministrados minicursos e palestras com grades personalidades do Brasil na área. (O site oficial: www.jeebrasil.com.br/nataljavaday e programação o veja: www.jeebrasil.com.br/nataljavaday/programacao.jsp)

Como todos os outros anos, para participar do evento, basta se inscrever e levar 2 Kg de alimentos não perecíveis ao local no dia do evento, que serão doados para instituições de caridade do estado do RN.

O CEJUG apoia o evento e nesta edição três membros do grupo participarão como palestrantes: Rafael Ponte, Christiano Milfont e Handerson Frota.

Nova versão beta de Google Chrome está disponível

O Google lançou uma nova versão beta de seu navegador Chrome, corrigindo problemas de segurança e aspectos de usabilidade do programa. Segundo o site heise Security, a versão 0.3.154.9 pode ser adquirida gratuitamente a partir do item de menu "Sobre o Google Chrome" e fecha uma vulnerabilidade que facilitaria ataques phishing.

O navegador também ganhou melhorias no modo em que lida com arquivos executáveis (.exe e .bat, por exemplo) baixados, também visando uma melhor segurança. Agora ao fazer o download de um arquivo ele é armazenado temporariamente com a extensão .download e, após confirmação do usuário, ganha a extensão adequada.

O novo lançamento também resolve problemas de plugins, como a interpretação de arquivos PDF e vídeos em Flash que anteriormente poderiam travar o aplicativo.
O site Webware informou que testes de desempenho indicam um melhor desempenho do navegador: cerca de 37% mais eficiente rodando JavaScript se comparado à versão beta inicial, salto importante para a interação do software com aplicações web, um dos principais objetivos do Google.

Embora tenha conseguido mais de 1% do mercado de navegadores na época de seu lançamento, o uso do navegador do Google caiu para 0,7% - número maior que o de muitos rivais há mais de uma década no mercado, mas muito atrás dos principais concorrentes Internet Explorer, Firefox e Safari, noticiou o site TechRadar.


Fonte: Magnet

segunda-feira, 3 de novembro de 2008

Chips Intel Core i7 são desmontados, fuçados e comparados: bons, mas caros

Os chips Intel Core i7, também conhecidos como Nehalem, estão aqui e lá no Bit-Tech eles estão como os i7 965, 940 e 920 para rodá-los por um processo de teste para verificar se eles são tão alucinantemente rápidos quanto ouvimos dizer que eles seriam. E os resultados são que sim, eles são. Se você for um usuário pesado, executando rápidas conversões de vídeo ou estressando de algum outro modo o seu processador até o limite de todos os seus núcleos com hyper-threading, então o 965 topo de linha é um chip monstruoso, aparentemente. Mas, por 999 dólares, ele tá meio carinho. O Bit-Tech acha que, se você for um grande entusiasta ou só um gamer, você provavelmente se daria melhor com o 920 que sai mais em conta, ainda sendo bastante potente e custando meros 284 dólares. Clique no link para ler uma review completa para fãs de processadores.

Fonte: Bit-Tech

domingo, 2 de novembro de 2008

Software é capaz de duplicar a sua chave usando uma foto tirada a 60 metros de distância

Existem serralheiros habilidosos por aí que são capazes de reproduzir uma chave a partir de imagens de alta resolução, mas este novo software desenvolvido por cientistas da computação da Universidade da Califórnia em San Diego simplificou o processo a um nível assustador. Na verdade, o sistema “Sneakey”* é capaz de reproduzir uma chave com uma simples imagem meio granulada tirada por um celular ou, em certos casos, a partir de uma foto tirada a 60 metros de distância com uma lente de 5”.

Fonte: Gizmodo

Conheça os diferentes tipos de cartões de memória

O que é o que é? Existe na sua câmera digital, no meu PDA, talvez no MP3, quem sabe até no seu celular e ao mesmo tempo pode ser completamente diferente? Pois é, esses pedacinhos de plástico (cada vez menores) estão em praticamente todos os gadgets portáteis, chegando até aos netbooks. O problema é que tem mais formato de cartão de memória do que mulher-fruta hoje em dia. Com isso, virou quase fundamental ter um daqueles leitores trocentos-em-1 para garantir que o cartão poderá ser lido pelo seu computador e facilitar a transferência de arquivos. A Gizmodo resolveu jogar uma luz neste tema e mostrar os formatos que existem (por enquanto).

CompactFlash é como o Big Mac. Por enquanto, não vai ser jogado para escanteio por qualquer sanduíche natural, mesmo sendo enorme. Esse formato não é mais utilizado pelos gadgets que chegam às mãos dos consumidores finais, que estão mais acostumados com os cartões SD, mas ainda está na crista da onda com a galera profíssional que usa as câmeras digitais SLR. Eles são muito resistentes, são enormes (até 100GB de espaço) e ridiculamente rápidos na transferência (não-oficialmente chegando até a 66 MB/s). Isso tudo entra em questão quando você está soltando o dedo no motordrive e tirando milhares de fotos por segundo em formato RAW, em condições não-favoráveis (como uma guerra ou uma final de Libertadores).
CompactFlash UDMA é a versão mais moderna das especificações do CompactFlash. A versão 4.0 adiciona suporte à interface Ultra DMA 133, levantando as taxas de transferência para 133 MB/s. Tem a cara do cartão CF, mas com um "UDMA" carimbado. Além de soar importante, isso permite disparo de fotos seqüenciais mais longos nas novas câmeras DSLR. Ainda periga a interface PATA ter os dias contados, já que as especificações SATA (que vão levantar as taxas de transferência a 3 gigabits, ou seja, quase 400 MB/s) estão no forno.

Secure Digital, ou SD, é líder no mundo dos cartões de memórias presente nos gadgets do nosso dia-a-dia, desde câmeras digitais até o Nintendo Wii, passando por muitos MP3 players (menos os iPods, lógico), sendo até expansão de memória de netbooks (como do meu Acer Aspire One). Vários modelos de laptops já estão vindo de fábrica com leitor embutido para este formatinho, que acabou se tornando mais popular que o CompactFlash por ser pequenininho. O tamanho ajuda, mas versão padrão deste cartão é bem lentinha e não armazena tanto assim (as especificações permitem até 2 GB, mesmo existindo cartões maiores). Além disso, é bem mais frágil que o CompactFlash (mas ele não quebra só de colocar a mão). Outra vantagem é que SDs são bem baratos, dá pra encontrar por aí um cartão de 1 GB custando uns R$ 20.

Secure Digital High Capacity - traduzindo: SD para gente grande. É uma extensão do formato SD, que permite mais armazenamento (até 32 GB) e grava em velocidades muito mais rápidas (a SanDisk anunciou em janeiro cartões que atingem 30 MB/s). Parecendo sindicatos, o SDHC é dividido em classes - 2, 4 ou 6 - que informam as transferências mínimas de cada um (2 MB/s, 4 MB/s e 6 MB/s respectivamente, se não ficou claro). O pulo do gato é que eles são idênticos aos cartões SDs normais, mas os gadgets mais antigos não lêem e muita gente leva gato por lebre na esperança de estar comprando um cartão com mais espaço. Isso é pouco falado, mas as câmeras novas estão, na surdina, dando suporte ao SDHC ao mesmo tempo que ainda permitem o uso dos cartões SD, já que o tamanho físico é o mesmo.

MiniSD é um SD baixolinha, com aproximadamente 1/3 do tamanho do SD original e, claro, com uma variação HC para oferecer capacidades maiores que 2 GB, assim como o irmão maior. Criado para o mercado dos celulares, teve a vida curta, coitado. Foi limado pelo absurdamente minúsculo microSD. Mesmo ainda sendo encontrado nas lojas, não conte com novos modelos surgindo. Ainda bem que na maioria das vezes ele vem com um adaptador que permite utilizá-lo como um cartão SD normal.

MicroSD e sua versão HC são ridicularmente pequenos, literalmente do tamanho de um botão. Mesmo tendo espaço para MP3 players e outros gadgets, dominou mesmo como cartão de memória dos celulares. Tem praticamente as mesmas especificações do SD e do SDHC, mas não é tão rápido e (claro) não oferece tanto espaço (se bem que já foi anunciado pela SanDisk um de 16 GB). O grande perrengue deste cartão é a tremenda facilidade de se perd... opa! Cadê o meu MicroSD que estava aqui na mesa? Droga...

MultiMediaCard é o formato-pai do SD. Desde que o SD entrou no mercado, o MMC teve seus dias contados. Para se ter uma idéia como ele já era, até a sua Associação (que desenvolve suas especificações) foi dissolvida. Só para constar, se um dia achar um perdido na gaveta, ele deve funcionar no seu leitor de cartão SD (mas não é garantido, viu?).

Memory Stick e os 300: Vamos parar e dar uma respirada agora porque chegou a hora do formato criado e praticamente proprietário da Sony com suas trocentas variações. Num passado não muito distante, a Sharp e a Samsung também fabricavam este cartão. Mas isso já era. Se você procurava alguma coisa para se irritar com a Sony, achou. Ela não pára de criar cartões de memórias, mas pelo menos mantém todos à venda. Vamos aos dito cujos:

O Memory Stick original, que agora está obsoleto, oferece de 4 MB até 128 MB. Existia ainda o tal do Memory Stick Select, que basicamente eram dois cartões de memórias espremidos juntos com um switch para escolher entre os dois.

Memory Stick PRO foi a primeira seqüência real do Memory Stick. É mais rápido e teoricamente consegue ter até 32 GB de tamanho, mas até agora só é vendido no máximo com 4 GB. Os cartões PRO com mais de 1 GB de capacidade usam o modo de operação High Speed para transferência mais rápidas.

Memory Stick Duo foi a forma da Sony encolher o Memory Stick daquele chiclete para um formato SD. Tirando isso, é apenas um Memory Stick normal, até mesmo limitado aos 128 MB de espaço. Com um adaptador, pode ser usado em um leitor Memory Stick comum também.
Memory Stick PRO Duo tem o mesmo formato do Duo original, no estilo SD, mas com capacidades e velocidades comparáveis ao SDHC. A maior capacidade atual é de 16 GB.

Memory Stick PRO-HG Duo é o Memory Stick mais novo e com o maior nome. O grande tchan dele é sua interface paralela de 8 bits que permite transferências de até 30 MB/s, o que é fundamental para filmadoras HD. Existe ainda, acreditem, outra versão, a PRO-HG Duo HX, que já oferece transferência de 20 MB/s.
Memory Stick Micro, vulgo M2, é a ponta da linha, a versão Sony do MicroSD. Ganha um pirulito quem adivinhar onde ele é utilizado. Nos celulares da Sony Ericsson, claro. A SanDisk compactua produzindo este formato, assim como no PRO-HG. A maior capacidade oferecida neste formato é de 16 GB, que diga-se de passagem, é bem mais cara que o primo microSD. Como era de se imaginar, volta e meia não é aceito pelos leitores de cartão mais antigos.

xD-Picture Card: Se você é um grande fabricante de câmeras, por que não criar um padrão só seu? Deve ter sido isso que a Olympus e a Fujifilm pensaram quando criaram este modelo de cartão de memória, já que o mercado é totalmente dominado pelo SD. Este formato entrou para substituir o mais-que-falecido Smartmedia, utilizado pela Olympus no início dos tempos da câmera digital. Também oferece diversos sabores - M, H e M+ - cada um oferecendo maior capacidade e/ou velocidade, mas todos dentro do mesmo formato pequeno. Só servem para (adivinhem!) câmeras Olympus e Fujifilm - a Kodak pulou fora e debandou para o lado do SD - e capacidade máxima de apenas 2 GB. Pode estar com os dias contados.

SxS: Ok, é da Sony também, mas não é Memory Stick. Voltado para os profissionais e filmadoras HD, tem a velocidade de transferência de 800 MB/s. Chega a ter 32 GB mas isso tem um preço nada módico. A Sony está vendendo o cartão de 16 GB, com capacidade para gravar 1 hora de vídeo, por US$ 1,1 mil. Pelo menos ele tem o formato de um ExpressCard, assim pode ser inserido direto em vários laptops (desta vez até em um Mac).

P2 é um outro cartão caro, metido a besta e para profissionais, só que desta vez desenvolvido pela Panasonic, que se amarra em turbinar SDs. Por isso mesmo, quando surgiu nada mais era que um monte de SDs juntos em um array RAID striped, mas isso é coisa do passado e hoje são a apenas as memórias mesmo em um setup RAID em formato de PC Card. Também chega até 32 GB, mas é mais lento que o SxS, em torno de picos de 640 Mbps. Pelo menos é mais baratinho, custando US$ 900 um cartão de 16 GB.

Fonte: Gizmodo